O primeiro parlamentar negro da Polônia, John Abraham Godson, tomou posse do cargo oficialmente nesta terça-feira. Godson nasceu e foi criado na Nigéria e se mudou para a Polônia na década de 90.
Desde que se mudou para a Polônia, na década de 90, Godson trabalhou primeiramente como professor e, em seguida, se tornou pastor em uma igreja protestante. O parlamentar se casou com uma polonesa e hoje eles têm quatro filhos.
A cerimônia de posse foi transmitida ao vivo pelos canais de televisão do país. De acordo com o correspondente da BBC em Varsóvia Adam Easton, existem apenas 4 mil negros entre os 38 milhões de poloneses e Godson tem sido o alvo de muita atenção da imprensa do país.
A Polônia é um país predominantemente branco e católico e a eleição de Godson é vista como um marco na política e na sociedade do país, segundo Easton.
Godson afirma que já enfrentou racismo na Polônia. "A cor da pele foi um problema. Foi no começo. Eu fui espancado mas isto aconteceu apenas duas vezes. Mas, você sabe, às vezes você ouve alguém te chamando de alguns nomes, ou falando coisas ruins, mas isto está mudando, de uma forma positiva", afirmou.
O parlamentar afirma também que notou que as atitudes em relação à raça mudaram muito desde que a Polônia se juntou à União Europeia, há seis aos.
Milhões de poloneses foram trabalhar fora do país e tiveram contato com culturas diferentes.
O correspondente da BBC em Varsóvia destaca que o racismo ainda é um problema na Polônia, mas o exemplo de Godson ilustra como a sociedade polonesa está mudando rapidamente.
Fonte: BBC Brasil
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
A luta pela vida alheia , Casos de infanticídio ainda são realidade nas tribos brasileiras

A luta pela vida alheia
Casos de infanticídio ainda são realidade nas tribos brasileiras
As crianças são enterradas vivas, sufocadas com folhas, envenenadas ou abandonadas para morrer na floresta. Um crime que é silenciado porque as autoridades e muitos antropólogos afirmam que a cultura indígena não pode ser tocada.Mas uma voz se levanta e questiona. A voz da Atini. Afinal, o O que vale mais é a vida ou a cultura?
A pesquisadora Márcia Suzuki, presidente do conselho, defende a vida. Ela é membro da ONG. Com seu esposo, Edson, adotou a menina Hakani, hoje uma adolescente, que estava marcada para morrer por ter hipotireoidismo, raquitismo e desnutrição. Hakani chegou a ser enterrada viva, mas seu irmão foi sensibilizado pelo choro na menina e a tirou da terra. A cova dela ficou vazia. Os pais da pequena índia, por pressão da tribo e por se recusarem a matá-la, suicidaram-se bebendo veneno de um cipó. O caso aconteceu na aldeia dos suruwahá, no sul do Amazonas.
Em entrevista, Márcia comentou sobre o trabalho da Atini.
Quais os critérios para se matar as crianças?
Márcia Suzuki: As razões para o infanticídio nas comunidades indígenas que ainda o praticam são variadas. Existem comunidades que não aceitam crianças com nenhum tipo de deficiência física, nem mesmo uma mancha grande na pele. Essas crianças são enterradas vivas, ou quebradas no meio, ou abandonadas para morrer na mata logo após o parto. Como deficiências mentais são percebidas apenas mais tarde, crianças com esse problema podem ser mortas já grandinhas. Temos documentos que comprovam o sacrifício de crianças em idade pré-escolar e até adolescentes portadores de deficiência. Em várias comunidades indígenas, crianças gêmeas não são aceitas, pois acredita-se que uma elas trazem maldição para a comunidade. Algumas tribos sacrificam uma das crianças e outras sacrificam as duas. Outras das mortes são frutos de relações sexuais proibidas pela comunidade. Mulheres viúvas ou solteiras que engravidam são pressionadas a matar seus bebês logo após o parto. Crianças nascidas de incesto têm o mesmo destino e quando há separação dos pais durante a gravidez. Existem comunidades que sacrificam crianças para manter o equilíbrio entre os sexos ou para evitar que a mãe tenha que criar dois filhos quase da mesma idade. Em algumas aldeias a criança pode ser morta simplesmente por decisão do pajé, que examina a criança e tem o poder de determinar sua morte se a considerar amaldiçoada.
O que a Funai faz para prevenir o problema?Márcia Suzuki: Existem funcionários de campo da Funai (Fundação Nacional do Índio) e da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) que procuram uma forma dialogada de interferir, mas fazem isso por convicção pessoal e não por orientação oficial do órgão. A Funai não possui uma política oficial de combate à prática, nem números que indiquem quantos bebês são mortos. As mortes por infanticídio não são nem registradas nos dados oficiais, como as outras mortes. Há uma política tácita de se evitar o assunto o de se negar a gravidade do problema.
Em que se baseiam os antropólogos para defender o infanticídio?
Márcia Suzuki: Não são todos os antropólogos que defendem o infanticídio. Existem trabalhos acadêmicos de antropólogos sérios que defendem uma política de diálogo intercultural como alternativa para se ajudar os povos indígenas a vencer a prática. Os que se defendem o infanticídio são antropólogos adeptos de uma visão distorcida do relativismo cultural e moral, e o fazem mais por ideologia do que por rigor acadêmico. Movidos por uma visão romantizada e ingênua do índio, esses antropólogos acreditam que qualquer abordagem, mesmo dialogada, seria uma intromissão em assuntos internos das comunidades. Eles ignoram que são as próprias famílias indígenas que estão procurando ajuda para vencer o infanticídio.
Deve defender a cultura ou a vida?
Márcia Suzuki: A Constituição Brasileira, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Declaração Universal dos Direitos Humanos são claros. O direito à vida é inalienável do ser humano e os interesses da criança devem ser tratados sempre como prioridade absoluta. O direito à vida é primário, que na hierarquia natural dos direitos tem prioridade natural sobre o direito à cultura. Além disso, a Convenção 169, sancionada no Brasil pelo presidente Lula, trata especificamente dos casos de conflitos entre direitos fundamentais direitos culturais. Ela afirma que os possíveis conflitos oriundos desse tipo de dilema devem ser tratados da melhor forma possível, mas que respeito ao direito fundamental deve ser sempre a opção definitiva em todos os casos.
Quantas tribos brasileiras praticam infanticídio? Quantas existem?
Márcia Suzuki: De cerca de 230 tribos indígenas brasileiras, pelo menos 25 ainda praticam o infanticídio. A Funai não tem dados oficiais. Esses números são resultado de anos de pesquisa da Atini e se baseiam em documentos e depoimentos dos próprios indígenas, além de trabalhos acadêmicos e relatórios de missionários. É possível que esse número seja muito maior e a Atini continua levantando mais dados.
Foi feito um filme, tempos atrás, para denunciar o caso. O filme foi censurado? Como está?
Márcia Suzuki: Existem vários documentários que tratam do assunto. O mais conhecido é o docu-drama Hakani que conta a história da minha filha adotiva. Foi feito pelo cineasta americano David Cnningham. Houve forte oposição por parte de um ex-presidente da Funai contra o filme, bem como de certas ONGs indigenistas. Sabemos que há um processo no Ministério Público contra o filme e várias pessoas já foram ouvidas a respeito dele. Mas não sabemos exatamente a quantas anda esse projeto.
O que é a Lei Muwaji*?
Márcia Suzuki: A Lei Muwaji teve um movimente recente na Câmara dos Deputados. Foi protocolado um requerimento de urgência para votação faz pouco mais de uma semana. Além da Lei Muwaji, existe também um projeto de lei no Senado, da autoria de Aloísio Mercadante, que, se aprovado, garantirá a proteção das crianças indígenas em risco de infanticídio nas aldeias. Esse PLS também já teve parecer favorável pela relatoria.
*A Lei Muwaji diz que as pessoas que souberem da prática de infanticídio nas aldeias e não denunciarem serão acusadas de omissão de socorro. É uma ajuda para punir o infanticídio.
Vocês sabem do levantamento do número de crianças que são mortas nas tribos no Brasil?
Márcia Suzuki: Não existem dados oficiais porque nem a Funai nem a Funasa registram os casos de morte por infanticídio. Com base nas pesquisas da Atini, que são orientadas por doutores em PHD e Antropologia e em Geografia Humana (doutores que fazem parte da direção da Atini), centenas de crianças foram mortas nos últimos anos. Em comunidades no estado de Roraima, por exemplo, há anos nos quais somente uma das tribos sacrificou quase cem bebês. No Mato Grosso, muito mais próximo de nós, há pesquisas que indicam pelo menos trinta crianças mortas a cada ano numa das reservas.
Atini
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CEP: 70 761-660 - Brasília - DF
Telefone: (61) 8116-1595
contato@atini.orgEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Acesse o site da Atini e conheça as crianças sobreviventes
www.atini.org
Acesse o link e assista a reportagem da Rede Record sobre infanticídio
http://noticias.r7.com/videos/exclusivo-aldeias-indigenas-sacrificam-criancas/idmedia/081f526d82f8899a4d5f5438920fd581.html
Bilionário cristão promete doar metade da riqueza
Presidente da Microsoft, Bill Gates e o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg já aderiram a campanhaO empresário cristão David Green, dono da Hobby Lobby, está entre uma crescente lista de bilionários que se comprometeram a doar parte de suas riquezas. Green e sua esposa, Barbara, estão oficialmente convidando outras famílias ricas dos Estados Unidos para doar suas riquezas a causas filantrópicas e a organizações de caridade.
Green veio de uma família de pastores e desde pequeno teve vontade de doar. "Meus pais e avós eram pobres, mas sempre doavam pequenas contribuições em dinheiro ou através de atos de bondade. Deus me abençoou com uma família maravilhosa e um negócio de sucesso”, conta Green.
Quando a Hobby Lobby foi criada no início de 1970, Green se comprometeu a utilizar os seus lucros para ajudar o trabalho do ministério. Ele sabia, desde cedo, que o trabalho do ministério, pelo menos no sentido da pregação do púlpito, não era sua vocação.
Mas ele afirma que Deus o premiou com uma mente para a compreensão do negócio, e esse dom lhe permitiu realizar o trabalho de Deus através de contribuições para grandes missões em todo o mundo.
"Tudo que fazemos por intermédio da empresa, fazemos de uma forma coerente, de acordo com os princípios bíblicos. Desde ajudar orfanatos em terras distantes, quanto ajudar os ministérios na América. A Hobby Lobby sempre foi uma ferramenta para o trabalho do Senhor”, conclui.
Fonte: Charisma News / Redação CPAD News
Cancelado novamente , Globo Rio e o Afrorreage informaram o cancelamento do show do Diante do Trono no Complexo do Alemão
O show do Diante do Trono que estava marcado para o próximo sábado (18) foi novamente cancelado. A Globo Rio e o Afrorreage informaram ao Portal DT que o evento foi cancelado e que seria lançada uma nota oficial sobre o ocorrido.
Inicialmente, o evento estava programado para o início de novembro, cerca de 20 dias antes das operações da polícia militar.
Mesmo durante a ocupação o evento foi mantido, pois entendiam que a operação teria um desfecho satisfatório. Acreditavam que o período entre o início da intervenção militar e o evento seria suficiente para manter a programação e atividades em função do evento.
“Vamos esperar o pronunciamento público dos organizadores do evento, para saber se há, pelo menos, a possibilidade do evento acontecer novamente em tempos futuros”, declarou o Ministério Diante do Trono.
Fonte: Diante do Trono
Inicialmente, o evento estava programado para o início de novembro, cerca de 20 dias antes das operações da polícia militar.
Mesmo durante a ocupação o evento foi mantido, pois entendiam que a operação teria um desfecho satisfatório. Acreditavam que o período entre o início da intervenção militar e o evento seria suficiente para manter a programação e atividades em função do evento.
“Vamos esperar o pronunciamento público dos organizadores do evento, para saber se há, pelo menos, a possibilidade do evento acontecer novamente em tempos futuros”, declarou o Ministério Diante do Trono.
Fonte: Diante do Trono
Michael W. Smith já se envolveu com drogas
Embora ele tenha se tornado um dos mais reconhecidos e respeitados artistas da música cristã - com 44 Premiações Dove, três Grammy e mais de 15 milhões em vendas - nem tudo foi um mar de rosas para Michael W. Smith. Em um depoimento pessoal compartilhado no site IAmSecond.com, o nativo de Virgínia Ocidental recordou três anos de sua vida quando ele foi "sugado" para a cena de drogas.
"Comecei a ser seduzido que você pode brincar com o fogo [e] não vai ficar queimado," disse ele em um depoimento em vídeo. "Mal eu sabia que eu estaria no maior abismo da minha vida e me sentindo como se não houvesse maneira de escapar."
"Fumar aquele primeiro baseado e me sentir tão culpado por isso", disse, recordando o seu uso de cocaína e LSD. "Eu fui sugado por essa coisa [e] por algum motivo eu justifico isso."
Smith tinha acabado de se mudar para Nashville após abandonar a faculdade para perseguir uma carreira na música. Ele tinha uma paixão para adorar a Deus através da música e sentir o chamado de Deus em sua vida aos 15 anos. Crescendo, ele recordou "um momento lindo em sua vida," quando seu coração estava realmente atrás do Senhor e quando tudo que ele queria fazer era pegar uma guitarra e cantar canções de louvor. "Deus tinha um chamado na minha vida e a música deveria ser uma parte disso," disse ele.
Mas quando chegou a Nashville, ele começou a ser seduzido, tocando em bares depois de horas e entrando no mundo das drogas. "É quase como que a sua bússola ... desaparece," explicou ele, "e você entra neste mundo totalmente diferente e você realmente não percebe que está indo para baixo e depois, de repente, é tarde demais."
"Eu sabia que eu pertencia. Eu simplesmente não conseguia sair da bagunça em que eu estava," disse o artista de 53 anos.
Depois de uma experiência de quase-morte, Smith clamou a Deus para ajudar do piso de linóleo de sua cozinha. Ele começou a chorar sem parar. Era novembro de 1979. "O Deus do Universo veio e chorou comigo nesse chão," lembrou. "E eu não tenho sido o mesmo desde então. Tudo mudou."
Dentro de um ano, Smith conseguiu um trabalho como compositor e logo depois teve sua própria gravadora. Dar crédito a Deus por sua carreira imensamente bem-sucedida, ele disse: "Eu nunca poderia ter orquestrado nada disso. Deus é fiel. A maior paz que eu tenho é que eu sei quem eu sou. Eu sou um filho do rei elevado do universo. Minha crise de identidade está resolvida."
O I Am Second é um movimento que começou em 2008, onde celebridades detalham suas lutas pessoais e partes como superaram as lutas através de encontrar sua identidade em Cristo. Cada celebridade testifica que Deus é o primeiro e eles estão em segundo lugar.
Fonte: OGalileo com informações Christian Post / I Am Second
"Comecei a ser seduzido que você pode brincar com o fogo [e] não vai ficar queimado," disse ele em um depoimento em vídeo. "Mal eu sabia que eu estaria no maior abismo da minha vida e me sentindo como se não houvesse maneira de escapar."
"Fumar aquele primeiro baseado e me sentir tão culpado por isso", disse, recordando o seu uso de cocaína e LSD. "Eu fui sugado por essa coisa [e] por algum motivo eu justifico isso."
Smith tinha acabado de se mudar para Nashville após abandonar a faculdade para perseguir uma carreira na música. Ele tinha uma paixão para adorar a Deus através da música e sentir o chamado de Deus em sua vida aos 15 anos. Crescendo, ele recordou "um momento lindo em sua vida," quando seu coração estava realmente atrás do Senhor e quando tudo que ele queria fazer era pegar uma guitarra e cantar canções de louvor. "Deus tinha um chamado na minha vida e a música deveria ser uma parte disso," disse ele.
Mas quando chegou a Nashville, ele começou a ser seduzido, tocando em bares depois de horas e entrando no mundo das drogas. "É quase como que a sua bússola ... desaparece," explicou ele, "e você entra neste mundo totalmente diferente e você realmente não percebe que está indo para baixo e depois, de repente, é tarde demais."
"Eu sabia que eu pertencia. Eu simplesmente não conseguia sair da bagunça em que eu estava," disse o artista de 53 anos.
Depois de uma experiência de quase-morte, Smith clamou a Deus para ajudar do piso de linóleo de sua cozinha. Ele começou a chorar sem parar. Era novembro de 1979. "O Deus do Universo veio e chorou comigo nesse chão," lembrou. "E eu não tenho sido o mesmo desde então. Tudo mudou."
Dentro de um ano, Smith conseguiu um trabalho como compositor e logo depois teve sua própria gravadora. Dar crédito a Deus por sua carreira imensamente bem-sucedida, ele disse: "Eu nunca poderia ter orquestrado nada disso. Deus é fiel. A maior paz que eu tenho é que eu sei quem eu sou. Eu sou um filho do rei elevado do universo. Minha crise de identidade está resolvida."
O I Am Second é um movimento que começou em 2008, onde celebridades detalham suas lutas pessoais e partes como superaram as lutas através de encontrar sua identidade em Cristo. Cada celebridade testifica que Deus é o primeiro e eles estão em segundo lugar.
Fonte: OGalileo com informações Christian Post / I Am Second
Campanha lança desafio de maior compromisso com Deus em 2011
Campanha inclui orar pela pessoa em sua frente na fila de supermercado e fazer amizade com alguém de outra fé
Uma igreja nos EUA está à procura de mil pessoas para fazer o compromisso de colocar um pouco mais da missão de Deus em sua vida cotidiana.
A campanha “Estamos dizendo sim” tem o objetivo de inspirar as pessoas a fazerem resoluções que coloquem um pouco mais da missão de Deus em sua vida cotidiana.
Algumas das sugestões no site da campanha incluem orar pela pessoa em sua frente na fila do supermercado, de alguma loja ou banco, fazer amizade com alguém de outra fé, e jejum das compras por impulso.
O gerente de web da CMS, Jeremy Woodham disse: “Assim, muitas pessoas desistiram de fazer promessas porque acham que nunca irão mantê-las. Estamos fornecendo a chance de fazer uma resolução simples - e fornecendo um espaço para que eles compartilhem dicas, peçam oração e conte suas histórias. Achamos que o impacto de mil pessoas é um pequeno passo na missão, mas poderia ter um efeito ondulação fantástico".
As pessoas estão sendo convidadas a enviar fotos e vídeos de si mesmas e fazer exercício das suas resoluções no Facebook e no site da campanha.
Eles também podem usar o site para postar seus pedidos de oração, para pedir conselhos, partilhar histórias e promover os seus próprios eventos na missão.
Mais informações: www.wearesayingyes.org
Fonte: Christian Today/Redação CPADNews
A campanha “Estamos dizendo sim” tem o objetivo de inspirar as pessoas a fazerem resoluções que coloquem um pouco mais da missão de Deus em sua vida cotidiana.
Algumas das sugestões no site da campanha incluem orar pela pessoa em sua frente na fila do supermercado, de alguma loja ou banco, fazer amizade com alguém de outra fé, e jejum das compras por impulso.
O gerente de web da CMS, Jeremy Woodham disse: “Assim, muitas pessoas desistiram de fazer promessas porque acham que nunca irão mantê-las. Estamos fornecendo a chance de fazer uma resolução simples - e fornecendo um espaço para que eles compartilhem dicas, peçam oração e conte suas histórias. Achamos que o impacto de mil pessoas é um pequeno passo na missão, mas poderia ter um efeito ondulação fantástico".
As pessoas estão sendo convidadas a enviar fotos e vídeos de si mesmas e fazer exercício das suas resoluções no Facebook e no site da campanha.
Eles também podem usar o site para postar seus pedidos de oração, para pedir conselhos, partilhar histórias e promover os seus próprios eventos na missão.
Mais informações: www.wearesayingyes.org
Janela 10/40 - Conheça o povo Etiope
ECONOMIA
A economia etíope baseia-se nos produtos ligados à terra e aos recursos naturais. A pesca, facilitada pela grande quantidade de rios e pequenos lagos na região; a intensa atividade agropastoril; as minerações de ouro e diamante nas montanhas do interior; a extração de peles de animais; e, mais tardiamente, o tráfico de escravos.
ETNIAS
No nordeste africano, onde se encontra a Etiópia, havia uma grande quantidade de variações étnicas, entre elas: Sabeus, Abissinios, Bantos, Somalis e Habashats. Esta variedade de culturas constituiu o reino etíope; pluriétnico e multicultural.
REINOS
Na região onde hoje se encontra a Etiópia, por volta do século XIII, eram encontrados diversos reinos. O Reino cristão de Axum, um dos mais poderosos reinos da região entre o Império Romano Oriental e a Pérsia, entre os séculos I e XIII, e por estar entre as rotas de comércio, tornou-se riquíssima. Damote era um reino pagão, que possuía territórios até o planalto de Xoa (onde existiam inúmeras colônias cristãs). Ifate, outro reino de grande importância, que seguia uma rota de expansão e conquista, sendo o principal adversário do Reino Abissínio, este de religião cristã, que após sua expansão se tornaria a atual Etiópia.
POLÍTICA
O soberano abexim era chamado de negus e negachi ou hati. Ámeda-Sion, o maior soberano do Reino Abissínio, promovendo inúmeros conflitos contra quem não aceitasse o cristianismo da forma que ele achava a mais adequada. Sua política tinha um caráter expansionista. Durante o processo de expansão, os abexins possuíam uma capital itinerante, mudando de um local para o outro, surgindo desta maneira relações comerciais com outros povos.
GUERRAS
As guerras se iniciavam principalmente pelo controle das rotas comerciais e por repressão religiosa, exemplo disto foi o soberano Ámeda-Sion, citado anteriormente. No Egito, por exemplo, os conflitos entre os muçulmanos e os coptas (cristãos) eram tão intensos que Ámeda-Sion enviou inúmeros pedidos para que as perseguições contra os coptas cessassem.
RELIGIÃO
Convertendo-se ao Cristianismo Ortodoxo da Igreja Copta de Alexandria, Egito, por volta de 300 d.C., quando houve a inserção do primeiro bispo da região. Até tal momento, por sua variedade cultural e política, não havia uma religião oficial, compondo-se por cristãos, judeus, islãs e religiões tradicionais.
LENDA: JOÃO PRESTRES
A lenda de Prestes João, teria chegado na Europa por volta do século XII, sendo no século XV, que estes ao chegar na África, vão em busca desta lenda. Para eles, Prestes João seria um soberano cristão que dominaria regiões até o território muçulmano. Esta lenda surge pela existência de dois grupos cristãos isolados do cristianismo ocidental, sem nunca ter sido submetido à autoridade do papa. Falava-se que Prestes poderia ser descendente de Baltasar, um dos três Reis Magos. Por Prestes João, através de sua lenda ser considerado um grande soberano, com inúmeras terras e um enorme poder, D. João II, nos fins do século XV, manda procurarem Prestes para alcançarem uma aliança.
Escrito por Júlio César
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SÍMBOLOS DA NOVA ERA UTILIZADOS ATÉ POR ALGUNS CRENTES EM DECORAÇÕES DE TEMPLOS. Os símbolos abaixo são iconografias utilizadas...




