Depois de três semanas da oficialização de sua candidatura à reeleição, o presidente dos EUA, Barack Obama, teve de provar aos americanos que nasceu em Honolulu, no Havaí, às 19h24 de 4 de agosto de 1961. Ontem, a Casa Branca divulgou uma cópia autenticada da certidão de nascimento de Obama, providenciada na segunda-feira. A iniciativa busca pôr um ponto final nas teorias conspiratórias de setores mais radicais da oposição republicana de que o presidente é estrangeiro. "Não temos tempo para esse tipo de bobagem", declarou o próprio Obama.
Na última semana, a suspeita foi disseminada novamente pelo bilionário Donald Trump, pré-candidato republicano para as eleições presidenciais de 2012. Em entrevista à CNN, Trump foi além de seu conhecido bordão de que a certidão de nascimento de Obama havia "desaparecido" e afirmou ter encomendado investigações no Havaí. "Disseram-me que o documento não existe. Isso é um grande problema", disse o empresário.
Com o cuidado de não mencionar Trump, Obama alcunhou indiretamente o bilionário de "camelô de carnaval". Argumentou que o período eleitoral cria "debates sérios", como convém a uma democracia. Mas advertiu que não eles serão realizados a contento se os candidatos passarem o tempo "difamando uns aos outros".
Embora apimentada pela disputa eleitoral já em curso, essa suspeita acompanha Obama desde sua candidatura à presidência, em 2008. Há dois anos, a Casa Branca desmentiu a "ficção absurda" sobre o nascimento de Obama fora dos EUA. Agora, publicou a cópia da certidão no seu site na internet. Mas outra paranoia eleitoralmente mais perigosa para o candidato democrata continua alimentada pelos republicanos: a de que o presidente seria muçulmano.
Pesquisa do jornal USA Today concluiu que, dos 1.013 consultados, 38% estão certos de que o presidente nasceu nos EUA. Outros 18% disseram que "provavelmente" ele é americano e apenas 9% mostraram-se certos de que Obama é estrangeiro. Segundo pesquisa do Pew Research, caiu de 47% para 34% o porcentual de americanos que acreditam que seu presidente é cristão. Subiu de 12% para 18% o número de americanos que acreditam que ele é muçulmano. Obama se confessa seguidor da Igreja Cristã Batista.
Na última semana, a suspeita foi disseminada novamente pelo bilionário Donald Trump, pré-candidato republicano para as eleições presidenciais de 2012. Em entrevista à CNN, Trump foi além de seu conhecido bordão de que a certidão de nascimento de Obama havia "desaparecido" e afirmou ter encomendado investigações no Havaí. "Disseram-me que o documento não existe. Isso é um grande problema", disse o empresário.
Com o cuidado de não mencionar Trump, Obama alcunhou indiretamente o bilionário de "camelô de carnaval". Argumentou que o período eleitoral cria "debates sérios", como convém a uma democracia. Mas advertiu que não eles serão realizados a contento se os candidatos passarem o tempo "difamando uns aos outros".
Embora apimentada pela disputa eleitoral já em curso, essa suspeita acompanha Obama desde sua candidatura à presidência, em 2008. Há dois anos, a Casa Branca desmentiu a "ficção absurda" sobre o nascimento de Obama fora dos EUA. Agora, publicou a cópia da certidão no seu site na internet. Mas outra paranoia eleitoralmente mais perigosa para o candidato democrata continua alimentada pelos republicanos: a de que o presidente seria muçulmano.
Pesquisa do jornal USA Today concluiu que, dos 1.013 consultados, 38% estão certos de que o presidente nasceu nos EUA. Outros 18% disseram que "provavelmente" ele é americano e apenas 9% mostraram-se certos de que Obama é estrangeiro. Segundo pesquisa do Pew Research, caiu de 47% para 34% o porcentual de americanos que acreditam que seu presidente é cristão. Subiu de 12% para 18% o número de americanos que acreditam que ele é muçulmano. Obama se confessa seguidor da Igreja Cristã Batista.
Fonte: O Estado de S.Paulo



Nos tempos bíblicos, o atual Iraque era conhecido como Babilônia. Há relatos mostrando que o apóstolo Tomé foi o primeiro a levar o Evangelho àquele território. O país tem 25 milhões de habitantes, sendo a maioria árabe (80%); os curdos são 15% da população. O islamismo é a religião de 96% dos iraquianos. Eles estão divididos em xiitas (62%) e habitam o Sul do país; no Centro estão os sunitas (35%), que são a mesma facção islâmica dos curdos do Norte.
A Síria é um país do Oriente Médio onde o apóstolo Paulo foi alcançado pela graça de Cristo quando seguia pelo caminho de Damasco. O país tem hoje cerca de 22 milhões de habitantes e nos últimos 50 anos tem se envolvido em confrontos com o Líbano e Israel. E, apesar de pregar a liberdade religiosa, os fundamentalismos islâmico e ortodoxo são muito fortes por lá.
A situação socioeconômica do Senegal, como de grande parte da África, é bastante limitada. Segundo dados do Unicef, cerca de 22% dos 12 milhões de habitantes vivem com menos de 2 reais por dia e o número de pessoas socialmente vulneráveis predomina. Na capital Dacar as ruas lotadas de mercadores tornam a cidade um local de luta pela sobrevivência. Estima-se que 50% da população tenham menos de 18 anos de idade. A religião de 87% da população é o islamismo.
Menor país continental da África, a Gâmbia é o mais novo campo de Missões Mundiais. Dos quase 2 milhões de gambianos, cerca de 85% professam o islamismo. A bruxaria também é uma prática comum no país. Há 2 anos, numa represália radical, o governo ordenou a prisão de centenas de pessoas acusadas de praticarem a bruxaria.

