
Lourival deixou claro que eles não pregam contra o sabonete e sim contra o pecado
“Aqui se prega contra o pecado, não contra o sabonete”, diz pastor da Deus é Amor em resposta à Lanna Holder
O pastor Lourival Almeida resolveu responder aos deboches de Lanna Holder que durante uma pregação na igreja inclusiva Cidade Refúgio falou contra os usos e costumes das igrejas Assembleia de Deus e Deus é Amor.Lourival é pastor da IPDA e genro do fundador, David Miranda, e na resposta falou em nome não só da denominação que pertence como também em nome dos assembleiano que se sentiram ofendidos pelas palavras da missionária.
“Tem igreja que não serve pra nada a não ser para criar confusão”, disse o pastor durante um culto de terça-feira, 16, que foi transmitido pela rádio da IPDA.
Ele questiona os presentes sobre o porquê que falam que na Deus é Amor não pode tomar banho com sabonete. “Eu simplesmente acho que por alguma razão algumas pessoas não gostam que as pessoas venham na Deus é Amor porque se vierem vão gostar”, disse ele que também chamou a atenção para o fato das pessoas “que parecem ser povo de Deus” que ficam atacando o povo de Deus.
“Aqui na nossa igreja a gente prega contra o pecado, a gente não prega contra o sabonete”, respondeu o pastor que resolveu contar sobre a vida da missionária, dizendo que por muito tempo ela “enganou” os assembleianos.
Lourival também resolveu se pronunciar sobre o homossexualismo, dizendo que a homofobia sempre foi crime, mas que na Deus é Amor não é a favor da violência contra ninguém, e foi enfático ao dizer não haverá um culto só para os gays. “Aqui na igreja Deus é amor nunca vai ter isso [culto gay]“.
“Se biblicamente nós entendemos que uma coisa é pecado, não significa que ela seja crime”, disse o genro de David Miranda que exemplificou falando sobre a traição que deixou de ser crime no Brasil.
“Nós não temos do que nos envergonhar, se você não usava sabonete porque a mulher lésbica falou, pode usar”, disse o pastor encerrando o assunto.
Ouça:
Fonte: Gospel Prime

O que deve ter passado pela mente do profeta naquele instante? Ele deve ter pensado: "Deus, que coisa terrível; estou rodeado de morte; não consigo ver aqui nada além do domínio da morte". Em meio a esta circunstância, vem então a pergunta de Deus: "Filho do homem, poderão viver estes ossos"? Parece que Deus está brincando com o profeta quando lhe faz esta pergunta, mas Deus está falando sério. O profeta já havia notado que os ossos eram muitos e que estavam ali há muito tempo, pois estavam sequíssimos. Como poderiam então viver? Toda a aparência humana já não existia há muito tempo, e qualquer esperança de vida inexistia, pois o que se via eram somente montanhas de ossos sem vida, do que outrora parecia ter sido um grande povo.