Saber quem foi Jesus, o que ele fez e qual o significado de sua passagem pelo mundo sempre foi uma espécie de obsessão das pessoas. Além do que está escrito sobre aquele que os cristãos consideram como o Salvador nas páginas da Bíblia, muitos estudiosos têm-se debruçado sobre os registros acerca do homem que viveu na Palestina do século I – alguém tão importante que foi ele mesmo que estabeleceu, com seu advento, essa contagem do tempo. A partir dos anos 1980, o interesse acadêmico sobre o Jesus histórico deu um salto. Na América, pesquisadores como Ben F. Meyer, E. P. Sanders, John Dominic Crossan, Marcus Borg, Paula Fredriksen, e N. T.Wright começaram a traçar quadros os mais diversos do chamado Filho de Deus. Alguns destes estudos pareciam bizarros; outros aproximavam-se um pouco mais da ortodoxia e dos evangelhos canônicos. Mas a quê a expressão 'Jesus histórico' de fato se refere? Para início de conversa, Jesus – o rabi galileu que viveu, respirou, comeu, conversou e chamou discípulos, sendo ao fim de 33 anos crucificado – é um personagem cuja existência gera hoje pouca controvérsia. Mesmo fora do registro bíblico, já há evidências suficientes de sua trajetória: um homem pobre, nascido na Judeia sob a dominação romana, que exerceu ofícios manuais ao lado da família até iniciar seu trabalho de pregador itinerante, por volta dos trinta anos. Através de diversos estudos históricos, esse Jesus tem sido inserido em seu contexto judaico. Podemos chamar esse Jesus de o “Jesus judeu”. Já os quatro evangelistas e outros autores do Novo Testamento, que levam em conta o que está desvendados nas Escrituras, interpretam Jesus com o uso de termos com "Messias", "Filho de Deus", e "Filho do Homem", entendendo-o como o agente da redenção de Deus. Podemos chara esse Jesus de o "Jesus canônico". Outro aspecto precisa ser observado: a Igreja ampliou seu entendimento de Jesus, uma vez que o interpreta à luz de conceitos teológicos. Esse seria o "Jesus ortodoxo", a segunda pessoa da Trindade. Mas o Jesus histórico é alguém ou algo à parte. Ele é o Jesus que os estudiosos reconstruíram com base nos métodos históricos, tanto o Jesus canônico do Novo Testamento como o Jesus ortodoxo da teologia da Igreja. O Jesus histórico parece mais com o Jesus judeu do que com o ortodoxo ou o canônico. Fazer distinções entre estas visões é importante para entender o que acontece no cenário acadêmico. Em primeiro lugar, o Jesus histórico é o Jesus que os acadêmicos reconstruíram com base nos métodos. Visto que os estudiosos são diferentes uns dos outros, suas reconstruções também o são umas das outras. Os métodos também são distintos, o que diferencia ainda mais a reconstrução. A maior parte deles toma os evangelhos como pouco confiáveis – mesmo assim, não os abandonam, tentando ver o que eles dizem. Outros critérios foram desenvolvidos, criticados, rejeitados e modificados, mas todos têm isso em comum: estudiosos do Jesus histórico reconstruíram Jesus com base em seus métodos históricos para, então, determinar o que, nos evangelhos, deve ser crido. O critério essencial usado, ainda que cheio de falhas, é chamado de dissimilaridade dupla. De acordo com ele, os únicos ensinos ou ações de Jesus que podem receber crédito são os que são dissimilares tanto para o judaísmo dos dias de Jesus quanto para seus primeiros seguidores. Um dos principais exemplos é sua forma característica de chamar Deus de Abba, expressão raramente encontrada no judaísmo ou cristianismo primitivo como referência a Deus e que significa “pai”, ou, ainda, “paizinho”. Em segundo lugar, a palavra reconstruir precisa receber mais atenção. A maioria dos estudiosos do Jesus histórico entende que os evangelhos excederam nas imagens que construíram de Jesus, e que a teologia trinitariana da Igreja maximiza tudo o que Jesus pensou acerca de si mesmo, e tudo no qual os evangelistas acreditavam. Estes estudiosos construíram um Jesus que é diferente daquele ensinado pela Igreja e pelos evangelhos. Novo Jesus Não há razão para fazer estudos sobre o Jesus histórico – provar quem ele realmente era – se os evangelhos estão corretos e se as crenças da Igreja são justificáveis. Há apenas duas razões para se engajar na busca do Jesus histórico: a primeira, ver se a Igreja o entendeu de forma correta; e a segunda, caso a igreja não o tenha feito, é a de achar um personagem que seja mais autêntico do que o que a Igreja apresenta. Isso leva à conclusão necessária de que os acadêmicos do Jesus histórico construíram, na verdade, um quinto evangelho. A reconstrução apresenta um Jesus que não é idêntico ao canônico nem ao ortodoxo. Ele é o Jesus reconstruído; isto é, um novo Jesus. E os acadêmicos realmente acreditam no Jesus por eles construído. Durante o que ficou conhecido como a "primeira busca" pelo Jesus histórico, no começo do século 20, Albert Schweitzer entendeu que Jesus era apocalíptico. Nas mais recentes busca, temos diversos perfis: o Jesus de Sander é um profeta escatológico; o de Crosan, um camponês mediterrâneo cínico e cheio de perspicácia; o de Borg é um gênio místico; já Wright o aponta como um profeta messiânico do fim do exílio, que acreditava ser Deus voltando a Sião. O terceiro ponto, e que precisa ser reforçado nos dias de hoje, é de que os acadêmicos do Jesus histórico construíram um Jesus em contraste com as categorias que os evangelistas e a Igreja primitiva apresentam. Wright é o mais ortodoxo dos conhecidos estudiosos dessa área. Eles partem do princípio que os evangelhos exageraram, e que a Igreja absorveu o profeta galileu nas categorias da filosofia grega. A busca pelo Jesus histórico é uma tentativa de ir além da teologia e estabelecer a fé no Jesus que foi – é preciso dizer desta forma – muito mais do que o Jesus que gostaríamos que ele fosse. Há quem pense se o que está por trás desse movimento de busca histórica não seja uma descrença, a priori, na ortodoxia, mais do que uma genuína busca histórica ou interesse pelo que aconteceu. As conclusões teológicas daqueles que buscam o Jesus histórico simplesmente correlacionam de forma muito forte com suas próprias predileções teológicas para sugerir o contrário. A pergunta que muitos de nós devemos fazer é a seguinte: podem a teologia, a cristologia ou, até mesmo, a fé, estar conectadas com as vicissitudes da busca histórica e de seus resultados? A academia espera que nós descubramos o Jesus verdadeiro. Um a um, quase todos fomos convencidos de que não importa o quanto tentemos: alcançar o Jesus não interpretado é praticamente impossível. Além disso, um Jesus descoberto é apenas a versão de um pesquisador. E o detalhe é que é incomum que pessoas, que não o próprio estudioso e alguns de seus seguidores, sejam realmente convencidas por suas descobertas. O teólogo alemão Martin Kähler convenceu sua geração que fé em Jesus não poderia nem deveria estar baseada nas conclusões históricas sobre o que aconteceu ou não. Precisamos, então, nos perguntar: em qual Jesus devemos confiar? Será no dos evangelistas e apóstolos? Será no da Igreja – aquele dos credos? Ou no Jesus ortodoxo? Será na mais recente proposta de um historiador brilhante? Será em nosso próprio consenso baseado nas pesquisas modernas? Ou tudo deve ser somente balizado pela fé? “Produzimos o que queremos” Diante de tantos descaminhos, temos presenciado a morte dos últimos estudos sobre o Jesus histórico. Não completa, é verdade, porque alguns ainda estão ocupados tentando reconstruir Jesus para eles mesmos e para os que os ouvirem. Ainda assim, o entusiasmo se foi, e as propostas parecem-se cada vez mais com teses vagas do que com uma esperança de um verdadeiro encontro da história de Jesus. Dois estudiosos recentes leram o obituário dos estudos nessa área. James Dunn argumenta em suas obras que o mais longe que podemos chegar além dos evangelhos é compreender a figura de Jesus com base no que seus primeiros seguidores disseram. Isso é o máximo que podemos fazer. Esse é o Jesus que deu vida à fé cristã, e o Jesus que é digno de ser seguido. Na perspectiva de Dunn, o Jesus relembrado contém a perspectiva de seus discípulos – e além dela não podemos ir. Dale Allison, um dos mais bem preparados acadêmico do Novo Testamento nos Estados Unidos, é menos sanguíneo e mais cínico que Dunn em seu recente livro. Depois de três décadas de trabalho nessa área, Allison esboça a variedade de percepções sobre o Jesus histórico e a suposta teoria moderna de que, se unirmos nossas mãos, chegaremos a conclusões firmes. Ele apresenta essa conclusão deprimente: "O progresso não abrangeu todos os assuntos, e seja qual for o consenso existente, ele permanecerá excessivamente chato”. Em uma única sentença, ele diz tudo: “Usamos nossos critérios para produzir o que queremos". E ele admite isso em relação a um de seus próprios livros sobre Jesus: “Abri meus olhos para o óbvio: criei um Jesus à minha própria imagem. Talvez tenhamos transformado a sua biografia em nossa próprio autobiografia”, conclui. Quando dois estudiosos desse porte, ambos altamente dedicados à busca do Jesus histórico por ângulos distintos, chegam a conclusão similar – a de que não chegaremos ao Jesus original por esses caminhos –, uma mensagem é transmitida. Podemos provar que Jesus morreu e que ele pensou em sua morte como uma expiação. Podemos estabelecer que a tumba estava vazia e que a ressurreição é a melhor explicação para tal fato. Contudo, algo que nossos métodos históricos não podem provar é que Jesus morreu por nossos pecados e ressuscitou para nossa justificação. Em um determinado ponto, métodos históricos encontram seus limites. Estudos acadêmicos sobre Jesus não podem nos levar a lugares nos quais o Espírito Santo nos leva. O homem curado por Jesus da cegueira sintetizou tudo magistralmente a dizer que não sabia quem era o homem que o curou; disse apenas: “Sei que outrora estava cego, e que agora posso ver”. De maneira análoga, os métodos históricos, a despeito de seu valor, não são capazes de nos fazer enxergar com clareza o Filho de Deus. A fé não pode ser completamente baseada no que a história é capaz de provar. A busca pelo verdadeiro Jesus, árdua e longa, tem provado exatamente isso. Fonte: Cristianismo Hoje |
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domingo, 1 de janeiro de 2012
O Jesus que nunca conheceremos
Analfabetismo Biblico
Analfabetismo Biblico
6. A grande maioria dos convertidos ao Islam no Brasil, vem de tradição CATÓLICA.
Por que alguns Brasileiros estão se convertendo ao Islam?
Qual é a razão que os católicos caem tão facilmente nas garras do Islam? Alguém disse que o numero de Católicos convertendo ao Islam é maior porque eles são a maioria no Brasil. SIM, eu concordo em parte, mas esta não é a principal razão. A Igreja Católica esta passando por uma grande crise interna. A principal razão de Católicos estarem se convertendo ao Islam é ignorância bíblica.
Em um dos meus artigos eu comento que a razão de haver tantas conversões de católicos para o Islam, pode ser associada a duas causas: 1) Ignorância na Palavra de Deus e 2) Títulos bizarros para Maria como a MÃE DE DEUS.
Não pensem que eu não identifico a ignorância bíblica no setor Evangélico e Protestante, sim ela esta presente, mas não na mesma proporção do Catolicismo Romano.
A ênfase na veneração de Maria, o uso de “imagens” no catolicismo, os escândalos sexuais dos clérigos, quando contrastados com a doutrina Islâmica do Tawhid (Unidade de Deus) e a visão de Alcoranica da trindade (Allah, Maria e Jesus) elas formam uma CONFUSÃO massiva que tem contribuído para o êxodo dos católicos para outras religiões.
Então, devido ao baixo nível de conhecimento bíblico, estes católicos quando confrontados pelos muçulmanos, não sabem responder quando as supostas “CONTRADIÇÕES” e “INCOERÊNCIAS” da Bíblia e da doutrina da Trindade lhes são apresentadas.
A grande maioria dos católicos que se convertem ao Islam, experimentam duvidas teológicas que a Igreja não respondeu e nem os preparou para responder a estas questões. Existe um profundo vazio espiritual na Igreja Católica. Por esta razão eles se abrem mais facilmente para outras opções como o Pentecostais, Espiritismo, Budismo, Hinduismo e Islamismo e Evangélicos.
A Igreja Cristã esta preparada para enfrentar o desafio do Islam? O Islam desafia o Cristianismo em pelo menos nas seguintes áreas:
1. A Natureza de Deus - Allah nunca se auto revelou, ele somente revelou as suas LEIS para guiar o mundo.
2. A Pessoa de Jesus - Jesus não é o Filho de Deus e nem o Salvador do mundo. Ele nunca morreu na cruz e nunca ressuscitou.
3. A Autoridade da Bíblia - A Bíblia foi corrompida e nao pode ser confiada. O Alcorão é o ultimo testamento de Allah.
4. O Plano da Salvação - Jesus nao morreu pelos nossos pecados para nos perdoar, cada um é responsável por sua própria salvação através da obediência as regras de Allah.
Os Muçulmanos, não crêem que Jesus era divino e foi simplesmente um homem, como qualquer um de nos, um profeta de Allah. Os muçulmanos dizem que a Bíblia foi corrompida, os evangelhos foram inventados, e que Jesus nunca pregou que ele era Deus. Também afirma que o Apostolo Paulo inventou a doutrina da Trindade e foi ele quem perverteu os ensinos de Jesus.
Quando os católicos são abordados com estas questões, eles não sabem responder e facilmente se tornam presas do Islam. O Islam se aproveita deste vácuo, da ignorância bíblica generalizada da igreja católica.
Eu encontrei um site Islâmico onde a maioria dos membros vinham do catolicismo: A frase que eles usam como ISCA é: “O ISLAM é a VERDADEIRA Igreja CATÓLICA” A coisa ta tão feia e a ignorância bíblica é tamanha que existe já uma comunidade de LATINOS nos Estados Unidos convertidos ao Islam. (http://www.casaislamica.com/)
No Brasil, os negros muçulmanos, usam outras tácticas, eles também atacam a historia e a moral da Igreja católica: 1) Por terem sido condizentes, omissos e ausentes no combate a escravidão e 2) Por existirem tantos escândalos sexuais no Catolicismo.
Existe fundamento nesta critica? Claro que sim! Mas, pessoalmente creio que é melhor ser católico do que Muçulmano ou Testemunha de Jeová. Eu costumo brincar que um muçulmano, nada mais é do que uma “Testemunha de Allah”.
Pelo menos no Catolicismo existe a possibilidade de se crer que Jesus é o Salvador do Mundo e o que perdoa os nossos pecados. Que ele é Deus encarnado, membro da Santa Trindade, o Deus-Filho que deixou a sua Gloria, e morou neste mundo para ser o sacrifício perfeito por nossos pecados.
A Igreja Católica precisa tomar a serio o estudo da Palavra de Deus e ensinar-la aos seus membros. A confusão doutrinaria e a falta de profundidade no conhecimento bíblico tem sido o “CALCANHAR de AQUILES” da Igreja Católica. Quem perde com isso, somos todos nos Cristãos.
Conclusão:
Nao é fácil combater o analfabetismo bíblico, porem o Rafik esta aqui para ajudar todos os Cristãos a dar uma resposta honesta e inteligente para “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” contra aqueles que “convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo.” (Judas 1:3-4)
Firmes em Cristo Jesus
Rafik
Billy Graham é um dos homens mais admirados da Fourth em 2011

Uma recente pesquisa nos EUA procurou descobrir quem os adultos norte-americanos acham que foram as pessoas mais admiráveis do mundo no ano de 2011 e o evangelista Billy Graham foi listado como o quarto homem mais admirado.
Entre os top 10 anuais, Graham apareceu mais do que qualquer outra pessoa - 55 vezes. Na pesquisa deste ano, a colocação de Graham ficou atrás somente de três presidentes norte-americanos - Barack Obama, George W. Bush e Bill Clinton.
Os empresários Warren Buffet e Bill Gates levaram o quinto e nono lugar na lista, respectivamente. Enquanto os líderes religiosos Papa Bento XVI e Thomas Monson, presidente da Igreja Mórmon, ficaram na oitava e décima colocação. Os candidatos a presidência, os dois republicanos, Newt Gingrich e Donald Trump ficaram amarrados na sexta posição.
Outro cristão famoso, o quarterback do time de futebol americano Denver Broncos, Tim Tebow, quase ficou entre os dez primeiros, terminando em 11 º.
Apesar de nunca ter terminado em primeiro lugar na pesquisa, Graham foi claramente uma figura dominante na lista ao longo dos anos. Além de seu número recorde de 10 melhores colocações finais, ele ficou em segundo lugar nas pesquisas de oito vezes, incluindo um trecho de seis anos 1969-1974.
Os resultados da pesquisa são baseados em entrevistas telefônicas realizadas com mais de 1.019 adultos americanos entre 15-18 dezembro.
Mesmo Graham não pregando ativamente durante os últimos sete anos, aos seus 93 anos de idade, ele ainda continua sendo um dos líderes mais influentes e respeitados dos EUA na atualidade.
Em outubro, Graham lançou seu livro “Nearing Home: Life, Faith, and Finishing Well” [Se aproximando do Lar (celestial): Vida, Fé e Acabar Bem].
Após o evangelista lidar com um surto de pneumonia no hospital no início deste mês, sua equipe anunciou que vai trabalhar em outro projeto literário que irá resumir "a mensagem que Billy Graham tem proclamado por mais de 60 anos, incluindo pensamentos e discussões sobre o assunto que ocorreu durante sua hospitalização".
Graham já se encontrou pessoalmente com 12 presidentes dos EUA, incluindo Barack Obama, e desempenhou um papel significativo na fundação de mais de 30 ministérios. Ele também pregou na frente de mais de 215 milhões de pessoas em 185 países diferentes, sem contar as centenas de milhares que o assistem na televisão.
Fonte: Christian Post / Redação CPAD News
Entre os top 10 anuais, Graham apareceu mais do que qualquer outra pessoa - 55 vezes. Na pesquisa deste ano, a colocação de Graham ficou atrás somente de três presidentes norte-americanos - Barack Obama, George W. Bush e Bill Clinton.
Os empresários Warren Buffet e Bill Gates levaram o quinto e nono lugar na lista, respectivamente. Enquanto os líderes religiosos Papa Bento XVI e Thomas Monson, presidente da Igreja Mórmon, ficaram na oitava e décima colocação. Os candidatos a presidência, os dois republicanos, Newt Gingrich e Donald Trump ficaram amarrados na sexta posição.
Outro cristão famoso, o quarterback do time de futebol americano Denver Broncos, Tim Tebow, quase ficou entre os dez primeiros, terminando em 11 º.
Apesar de nunca ter terminado em primeiro lugar na pesquisa, Graham foi claramente uma figura dominante na lista ao longo dos anos. Além de seu número recorde de 10 melhores colocações finais, ele ficou em segundo lugar nas pesquisas de oito vezes, incluindo um trecho de seis anos 1969-1974.
Os resultados da pesquisa são baseados em entrevistas telefônicas realizadas com mais de 1.019 adultos americanos entre 15-18 dezembro.
Mesmo Graham não pregando ativamente durante os últimos sete anos, aos seus 93 anos de idade, ele ainda continua sendo um dos líderes mais influentes e respeitados dos EUA na atualidade.
Em outubro, Graham lançou seu livro “Nearing Home: Life, Faith, and Finishing Well” [Se aproximando do Lar (celestial): Vida, Fé e Acabar Bem].
Após o evangelista lidar com um surto de pneumonia no hospital no início deste mês, sua equipe anunciou que vai trabalhar em outro projeto literário que irá resumir "a mensagem que Billy Graham tem proclamado por mais de 60 anos, incluindo pensamentos e discussões sobre o assunto que ocorreu durante sua hospitalização".
Graham já se encontrou pessoalmente com 12 presidentes dos EUA, incluindo Barack Obama, e desempenhou um papel significativo na fundação de mais de 30 ministérios. Ele também pregou na frente de mais de 215 milhões de pessoas em 185 países diferentes, sem contar as centenas de milhares que o assistem na televisão.
Fonte: Christian Post / Redação CPAD News
sábado, 31 de dezembro de 2011
Aline Barros é a cantora gospel que mais vendeu CDs em 2011
O jornal O Dia, do Rio de Janeiro, fez uma matéria falando dos grandes sucessos musicais de 2011 e a cantora evangélica Aline Barros é a única do segmento que aparece na lista sendo a o CD “Extraordinário Amor de Deus” o terceiro mais vendido no Brasil.Lançado pela MK Music o disco recebeu vários outros prêmios de reconhecimento com o Disco de Diamante, certifica recebido pela venda de mais de 300.000 cópias.
“Extraordinário Amor de Deus” tem 14 faixas que foram gravadas em estúdio e ao vivo (ministrações e congregação), na Comunidade Evangélica Internacional da Zona Sul (RJ), onde a cantora e seu marido, Gilmar Santos, são pastores. O CD foi lançado em janeiro e também em 2011 recebeu o Grammy Latino como o Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa.
Mas não é só isso, essa semana o site Sonora revelou que o CD de Aline Barros é o 6º álbum mais ouvido e por isso aparece no Top10 na frente de cantores como Adele e Victor & Léo. Nas rádios evangélicas a música “Ressuscita-me” também figura entre as mais ouvidas, mostrando que 2011 foi um ano extraordinário para a cantora carioca.
Fonte: Gospel Prime com informações MK Music
Lula procura médium para se curar do câncer
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu ao auxílio de um médium para tentar se curar do câncer descoberto em sua laringe.No começo de janeiro Lula vai passar por sessões de radioterapia para tentar reduzir pelo menos 75% do tumor. A doença foi descoberta no final de outubro, e um boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, informou que o tumor maligno na laringe do ex-presidente seria inicialmente tratado por quimioterapia. Os principais fatores para esse tipo de câncer são o tabagismo e o consumo de álcool. Lula descobriu a enfermidade depois de se queixar de dores na garganta e realizar exames para saber a origem dessas dores. Ele não é o primeiro a recorrer à ajuda de médiuns para tentar se livrar da doença, o ator Reinaldo Gianecchini também procurou um médium que chegou até mesmo a visitá-lo no hospital. O ator global descobriu em agosto que também tem câncer e além do tratamento médico recorreu à ajuda espiritual. Fonte: Gospel Prime com informações de Lauro Jardim da Veja.com |
ja Universal pede para que seus obreiros tenham apenas um filho
Em livro destinado às solteiras, esposa de bispo encoraja as mulheres solteiras a não engravidarem.
O jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, publicou em sua coluna do Radar On-line que a Igreja Universal do Reino de Deus pede para que os pastores tenham apenas um filho e no máximo dois. A informação não foi atribuída a nenhuma fonte de dentro da IURD, mas o jornalista diz que Edir Macedo tem reforçado essa ideia aos seus pastores e bispos.
Em um livro para solteiras a escritora e apresentadora de TV, Nanda Bezerra, casada com o bispo Celso Júnior, diz que ela e seu esposo tomaram a decisão de não terem filhos. Casados há 12 anos o casal decidiu por não ter filhos para poder se dedicar ao ministério.
“O fato de vivermos uma vida de entrega total àquilo que fazemos também contou, não queríamos nos dividir nem fazer com que uma criança tivesse que sacrificar por algo que foi uma escolha nossa”, escreve Nanda Bezerra no livro 40 Segredos que Toda Solteira Deve Saber.
Ainda sobre o assunto, a esposa do bispo responsável pelos trabalhos da IURD no Reino Unido também conta que tem medo da violência e encoraja suas leitoras a não se desesperaram pela pressão do chamado ‘relógio biológico’. “Na minha visão aqui não é mais um bom lugar para se viver! Então te pergunto, qual a necessidade de arriscar colocar mais uma vida nesse mundo tão podre e nojento?”, questiona ela.
Apesar de o livro dizer que essa é uma decisão do casal, pessoas próximas a pastores e bispos da IURD sabem que a direção da denominação é realmente não ter filhos ou apenas um, como foi citado pelo jornalista da Veja.
Fonte: Gospel Prime
O jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, publicou em sua coluna do Radar On-line que a Igreja Universal do Reino de Deus pede para que os pastores tenham apenas um filho e no máximo dois. A informação não foi atribuída a nenhuma fonte de dentro da IURD, mas o jornalista diz que Edir Macedo tem reforçado essa ideia aos seus pastores e bispos.
Em um livro para solteiras a escritora e apresentadora de TV, Nanda Bezerra, casada com o bispo Celso Júnior, diz que ela e seu esposo tomaram a decisão de não terem filhos. Casados há 12 anos o casal decidiu por não ter filhos para poder se dedicar ao ministério.
“O fato de vivermos uma vida de entrega total àquilo que fazemos também contou, não queríamos nos dividir nem fazer com que uma criança tivesse que sacrificar por algo que foi uma escolha nossa”, escreve Nanda Bezerra no livro 40 Segredos que Toda Solteira Deve Saber.
Ainda sobre o assunto, a esposa do bispo responsável pelos trabalhos da IURD no Reino Unido também conta que tem medo da violência e encoraja suas leitoras a não se desesperaram pela pressão do chamado ‘relógio biológico’. “Na minha visão aqui não é mais um bom lugar para se viver! Então te pergunto, qual a necessidade de arriscar colocar mais uma vida nesse mundo tão podre e nojento?”, questiona ela.
Apesar de o livro dizer que essa é uma decisão do casal, pessoas próximas a pastores e bispos da IURD sabem que a direção da denominação é realmente não ter filhos ou apenas um, como foi citado pelo jornalista da Veja.
Fonte: Gospel Prime
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