O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), considerou “sintomático” o fato de dois deputados condenados no mensalão terem votado a favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 33/2011, que submete decisões da Corte ao Congresso Nacional.
“Parece que a matéria se mostrou bastante tranquila, porque não houve discussão a respeito, ninguém levantou o dedo para suscitar uma dúvida quanto ao objeto da proposta e é sintomático que, na Comissão, tenhamos dois réus da Ação Penal nº 470”, afirmou Marco Aurélio, referindo-se aos deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoino (PT-SP).
Ambos fazem parte da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e votaram a favor da PEC, que prevê que as súmulas vinculantes do STF só vão valer com o aval do Congresso. O texto, que foi aprovado pela Câmara diz ainda que o STF só pode declara leis inconstitucionais com votos de nove de seus onze ministros. Atualmente, as leis podem ser derrubadas pela Corte com seis votos.
Para Marco Aurélio, a PEC “ressoa como retaliação”. “Nada surge sem uma causa”, disse.
O ministro ressaltou que confia que o plenário da Câmara vá rever a posição da CCJ. “Acima dos integrantes da Comissão está o colegiado”, afirmou, referindo-se ao plenário da Câmara.
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
Benny Hinn admite estar endividado e pede ajuda aos fiéis
Depois de o pastor Robert Schuller, um dos ícones da chamada teologia da prosperidade, ver sua igreja falir e ser vendida para a arquidiocese católica da Califórnia ano passado, agora quem admite estar à beira da falência é o televangelista Benny Hinn.Conhecido pelos seus cultos de cura, Hinn há anos prega a doutrina de que as pessoas que fizerem doações a seu ministério seriam muito mais abençoadas financeiramente. Desde 2007 o Senado americano pede que a Receita Federal investigue uma série de pregadores que movimentam milhões. O ministério de Benny Hinn também passou por essa investigação, mas negou qualquer irregularidade.
No passado, Hinn foi criticado por usar o dinheiro arrecadado em seus programas TV para comprar carros de luxo, mansões e até um jato particular, e nunca aceitou fazer uma prestação de contas pública, como muitos outros ministérios fazem. Ele já foi pastor de uma megaigreja em Orlando, mas nos últimos anos só fazia cruzadas. Seu irmão, San Hinn, recentemente foi afastado do ministério por causa de um escândalo sexual.
No início de abril, Hinn recebeu muitas críticas por ter pedido aos milhares de fieis que foram a uma cruzada em Trinidad e Tobago que doassem, cada um, US$ 100 como uma “semente de fé”. O valor é muito alto para os padrões do pequeno país, um dos mais pobres do Caribe.
Esta semana, o televangelista disse abertamente em uma “carta aberta” no site de seu ministério que necessita de US$ 2,5 milhões em doações para que possa continuar em frente. Admitiu que o fato de ter ficado separado da esposa por alguns anos atrapalhou sua vida e ministério e que está endividado. Contudo, Hinn explicou que um doador que não quer se identificar irá doar um dólar para cada dólar enviado pelos fieis.
O pastor Hinn chamou essa pessoa de “um querido amigo de longa data” e ele o procurou dizendo: “Deus colocou em meu coração que eu deveria plantar uma semente de US$ 2,5 milhões em seu ministério. Porém, Deus só quer eu faça isso se os seus parceiros do ministério doarem a mesma quantia dentro de 90 dias! Deus quer ver seu ministério completamente sem dívidas, e eu quero plantar uma semente ungida, que vai ajudá-lo a dar um passo gigante para se livrar dessas dívidas”. Benny Hinn disse ainda “Sinto fortemente que Ele deseja que vocês sejam parte dessa transferência sobrenatural de riqueza que está chegando a cada crente que vai obedecer a Palavra de Deus”.
No final, ele promete que Deus irá literalmente “dobrar milagrosamente” qualquer quantidade doada. Se a pessoa enviar U$ 100 receberá U$200, se doar U$ 1000 receberá U$2000 em 90 dias. Com informações de The Christian Post e Benny Hinn.
Ex-mulher não aceita acordo e Waguinho já fala em pregar na prisão
A advogada da modelo Solange Gomes, Rosana Aparecida de Oliveira, disse ao jornal Extra que sua cliente não pretende aceitar o acordo que o representante legal do cantor Waguinho ofereceu com o valor de R$45 mil. Este dinheiro foi arrecado por membros da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) da qual Waguinho é pastor.O cantor está devendo cerca de R$103 mil de pensão e pode ser preso.
Os fiéis, incluindo o líder da igreja, o pastor Marcos Pereira, fizeram uma “vaquinha” para tentar levantar o valor, já que os rendimentos atuais do ex-vocalista do grupo Os Morenos não é mais o mesmo de quando a justiça determinou o pagamento de oito salários mínimos mensais para a filha de 13 anos que ele teve com Solange.
O dinheiro da “vaquinha” foi oferecido como acordo, mas Rosana diz que vai ser impossível aceitar a oferta. “Ele teve todo esse tempo para pagar, agora que sabe que vai ser preso quer fazer acordo. Isso é impossível”, disse.
O advogado do cantor, Luís Henrique Machado e Silva, disse que se seu cliente for preso ficará ainda mais difícil quitar a dívida, dizendo também que Waguinho vai se entregar à polícia assim que o mandato de prisão chegar.
“Esse documento pode chegar a qualquer momento, ele vai se entregar de cabeça erguida”, disse o advogado ao jornal Extra. “Preso ele pretende pregar a palavra do Senhor aos presidiários”.
O advogado entrou com uma ação para diminuir o valor da pensão para no máximo dois salários mínimos e meio. “É o que o Wagner pode oferecer no momento, já que ele tem uma renda mensal de R$ 10 mil e outros filhos para ajudar”. GP
FINAL DOS TEMPOS -
Gays evangélicos lotam inauguração de igreja inclusiva em SP
A Igreja Cristã Contemporânea inaugurou um templo em São Paulo no último sábado (27) atraindo dezenas de evangélicos homossexuais que não se sentem acolhidos nas igrejas mais tradicionais.A denominação foi fundada no Rio de Janeiro em 2006 e é liderada pelos pastores Fábio Inácio de Souza e Marcos Gladstone que são homossexuais assumidos e casados.
Conhecida por ser uma igreja inclusiva, eles não só aceitam homossexuais como promovem eventos voltados para casais gays, encontro de solteiros, balada e ainda realizam a união de pessoas do mesmo sexo.
Foi usando esta temática que eles trouxeram uma filial para São Paulo, antes de inaugurar este templo no bairro do Tatuapé, zona Leste da capital paulista, eles reuniam cerca de 100 pessoas em salão de festas.
O slogan da igreja é “Levando o amor de Deus a todos, sem preconceitos” se valendo do tema para atrair cada vez mais fiéis, uma vez que a ideia dos líderes é abrir dez templos na cidade de São Paulo.
“A meta é fundar mais dez igrejas na capital”, disse o pastor Gladstone. A Igreja Contemporânea tem outros sete templos, um em Minas Gerais e outros seis no Rio de Janeiro.
Apesar de ganhar destaque na mídia esta não é a primeira igreja cristã inclusiva na cidade, Lanna Holder e Rosania Rocha fundaram em 2011 a igreja Comunidade Refúgio e há outros ministérios menores com o mesmo estilo de pregação.
GOSPEL PRIME
Marco Feliciano é aclamado por evangélicos no Gideões
Milhares de evangélicos vindos de diversas partes do Brasil se reúnem todos os anos na cidade de Camboriú, Santa Cataria para acompanhar as reuniões do maior congresso de missões da atualidade, o Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora.Pregando desde 2001 no evento, Marco Feliciano, pastor e deputado federal pelo Partido Social Cristão, é sempre um dos conferencistas mais aguardados no evento. Neste domingo (28) não foi diferente. Desta vez o motivo era outro.
Envolvido em polêmicas desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o parlamentar tornou-se principal notícia nas mídias do Brasil.
Ativistas chegaram a acusá-lo de racismo e homofobia por causa de declarações polêmicas do evangélico nas redes sociais. Feliciano havia dito que “africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé”.
Desde então, milhares de manifestantes haviam promovido campanhas pedindo a saída do deputado da liderança do colegiado. Uma das igrejas de seu ministério, Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, chegou a cancelar suas agendas com o líder por causa de manifestações na entrada do templo.
Nesta manhã centenas de jornalistas e sites de notícias esperavam a pregação de Feliciano, que ao assumir o altar informou: “Os jornalistas que quiserem ouvir minha declaração sobre a Comissão de Direitos Humanos terão que ficar até a noite, pois só falarei a noite”, passando o microfone para outro pregador.
Feliciano assumiu o altar à noite, por volta das 21 horas e foi aclamado pela multidão em Camboriú. Milhares de evangélicos receberam o parlamentar ao som do Hino Nacional gritando “Feliciano me representa”.
Marco Feliciano evitou falar sobre a CDHM, apenas agradeceu o apoio dos principais líderes evangélicos, entre eles: Abner Ferreira, Renê Terra Nova, Silas Malafaia, Samuel Ferreira, Bispo Manoel Ferreira, entre outros.
O parlamentar também criticou a mídia secular, lembrou o título da revista Istoé “O homem que afrontou o Brasil. Por que ele não cai?”, e respondeu: “Não caiu por causa das orações dos crentes”, disse antes de destacar: “Nunca houve tanta oração por uma única pessoa”.
“Pinçaram palavras polêmicas desenhando uma figura de um monstro. Se eu fosse um monstro não teríamos esta multidão me assistindo. Minhas pregações não despertam o ódio, despertam a convicção de seus pecados”, continuou.
Feliciano aproveitou a ocasião para incentivar os evangélicos a boicotarem as emissoras de televisão que tem se manifestado contra os evangélicos: “Não assistam mais suas novelas”.GP
domingo, 28 de abril de 2013
PERIGO - Evangelista argentino prevê boa relação entre católicos e evangélicos
Natural da Argentina e evangelista internacional, Luis Palau (foto) considera Jorge Bergoglio, o recém-eleito papa Francisco, um amigo pessoal.A notícia de que o ex-arcebispo de Buenos Aires tornou-se o papa Francisco foi motivo de ânimo. Em entrevista para a revista Christianity Today, Palau fala sobre suas expectativas em relação ao líder católico: Qual foi sua reação quando soube que Bergoglio tinha sido escolhido como papa? Foi emocionante! Não apenas por ser ele, também, um argentino, mas por causa de sua abertura com os cristãos evangélicos. Eu já tinha considerado uma pena ele não ter sido eleito pelo conclave anterior, quando ficou em segundo lugar. Nós conversamos sobre isso e Bergoglio disse que já estava muito velho [o papa tem 76 anos]. Sua escolha foi uma surpresa total, porque eu também pensei que ele tinha passado da idade. Mas, vamos lá: ele foi eleito não é muito velho. O senhor menciona o papa Francisco como um amigo pessoal. O que diz sobre seu caráter, como homem e cristão? Ele considera Deus como seu Pai pessoal. A maneira como ele ora e fala com o Senhor é típica de um homem que conhece a Jesus Cristo e é muito íntimo com o Senhor, espiritualmente falando. Orar não é um esforço para ele. Ele não lia as orações; só orava ao Senhor, espontaneamente. É um sinal de que coisas boas vão acontecer em todo o mundo nos anos de seu trabalho papal. Ele é muito fervoroso e suave, no lado espiritual. Claro que não pode sair por aí sorrindo o tempo todo, já que não é um ator de Hollywood, mas é uma pessoa muito calorosa, você não sente frieza e distância dele. Ele sempre foi assim, gosta de se misturar às pessoas. Bergoglio é uma pessoa gentil e está sempre pedindo oração às pessoas. É surpreendente que ele faça isso em público, mas quem o conhece, sabe que Bergoglio sempre dizia: "Por favor, orem por mim." E quanto ao seu estilo de liderança? Ele é um homem muito centrado na Bíblia, em Cristo Jesus. É alguém com característica mais espiritual do que administrativa, mas vai ter que exercer suas habilidades administrativas agora. Ele é simples, uma pessoa direta, que diz o que pensa e faz isso com sinceridade. Embora seja gentil, tem fortes convicções morais e as defende, mesmo que tenha que enfrentar o poder e o governo. Certa vez, com a comunidade evangélica, teve um dia muito cheio e, quando percebemos, ele estava realmente aberto, mostrando um grande respeito por cristãos que creem na Bíblia. Esse tipo de atitude gera respeito e convicção. Assim, os líderes da Igreja Evangélica na Argentina têm um grande respeito por ele, simplesmente por causa de seu estilo de vida pessoal. Tem havido muita conversa nos meios de comunicação acerca do coração Bergoglio para com os mais necessitados. O senhor acha que é isso que ele vai focar durante o seu papado? O fato de que ele está inclinado em direção ao pobre não significa que é um líder revolucionário. Ele não se envolve em guerra de classe; trabalha para os pobres, mas não é de exacerbar emoções e não defende a teologia da libertação. Em nossas conversas ao longo dos anos, ele sempre mostrou muita preocupação com os jovens, sobretudo aqueles mais secularizados. Toda vez que conversamos sobre o estado do Cristianismo no mundo, ele trazia o foco sobre a secularização e o distanciamento dos jovens da Igreja. Há conversas sobre uma nova onda de evangelização na Igreja Católica Romana e um desejo para que o Evangelho puro de Jesus se espalhe em todo o mundo. Acho que isso vai ter um impacto, porque ele definitivamente sabe e está comprometido com o Evangelho puro. Um dia, eu e ele nos encontramos para orar e eu pedi uma palavra de conselho. Ele disse: 'Dê aos jovens o Evangelho. Eles precisam ouvir." Como será a relação da Igreja Católica com os evangélicos sob o papado de Francisco? Ele é um homem de convicções fortes, inclusive em questões morais. Eu acho que nós vamos ver um papado que vai tornar essas relações mais fáceis e diminuir as tensões. Isso não significa que evangélicos e católicos vão concordar em todos os ângulos – ele é o papa católico romano, e há questões que precisam ser tratadas olhando o que a Bíblia diz. Essas diferenças na doutrina estão lá, mas quando há uma atitude correta para com o outro e com a Palavra de Deus, a luz vem do Senhor. O maior número de católicos vivem na América Latina. Embora milhões se voltaram para Jesus Cristo de uma maneira cristã evangélica , não menos de 70% da América Latina ainda professam que são católicos romanos. Isso é, sem dúvida, um motivo de ele ter sido eleito. Já houve muita tensão entre as duas correntes. Agora, as tensões são mais teológicas, principalmente doutrinárias, onde há uma diferença de crenças. Assim, as tensões vão se facilitando. Não haverá estilo de confronto – ele provou isso em seu mandato como o cardeal da Argentina. Há mais pontes entre nós, mesmo sabendo as diferenças, sobre as quais podemos concordar: a divindade de Jesus, seu nascimento virginal, sua ressurreição e a segunda vinda. Fonte: Site da revista Christianismo Hoje |
Jesus: Perfeito Sumo Sacerdote
Jesus é descrito de vários modos nas Escrituras. Ele é o bom pastor, o Pastor Supremo (João 10:11; 1 Pedro 5:4), Rei (Apocalipse 19:16; Atos 2:29-36), profeta (Deuteronômio 18:17-19; Atos 3:22-23; Lucas 13:33), Mediador (Hebreus 8:6) e salvador (Efésios 5:23). Cada uma destas descrições salienta alguma função que Jesus desempenha no plano da salvação. Talvez a mais completa descrição de Jesus com respeito a sua obra redentora seja a de sumo sacerdote.
O Velho Testamento nos ajuda a entender a obra de um sumo sacerdote. O sumo sacerdote levita agia como representante dos homens, entrando na presença do Senhor para oferecer sangue em benefício dos homens pecadores. Em nenhum outro lugar esta função é ilustrada mais vividamente do que nos eventos do Dia da Expiação. Neste dia, o décimo dia do sétimo mês de cada ano, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos do tabernáculo para fazer expiação pelos seus próprios pecados e pelos do povo.
Levítico 16 descreve o que era feito neste dia. O sumo sacerdote, depois de lavar seu corpo e vestir as vestes santas, punha um incensário cheio de incenso no Santo dos Santos para formar uma nuvem sobre o propiciatório. O Santo dos Santos era a menor das duas salas dentro do tabernáculo. A arca da aliança ficava localizada nesta sala e era ali que Deus se encontrava com o homem. A cobertura da arca da aliança era chamada de propiciatório. Dois bodes eram escolhidos como oferenda pelo pecado e sortes eram lançadas sobre eles. Um bode teria que ser morto e oferecido ao Senhor em benefício do povo; o outro seria um bode emissário. Um novilho era selecionado também como uma oferenda pelo sumo sacerdote e sua família.
O sumo sacerdote matava o novilho fora do santuário propriamente e levava um pouco de sangue do novilho para dentro do Santo dos Santos, onde aspergia-o sobre o propiciatório. Em frente do propiciatório ele aspergia sangue, com o dedo, sete vezes, para fazer expiação por seus próprios pecados e os de sua família. A nuvem de incenso na sala protegia-o de ver o Senhor e morrer como conseqüência. Ele, então, matava o bode selecionado por sorte para ser a oferenda e levava um pouco de sangue para dentro do Santo dos Santos, mais uma vez espalhando o sangue em cima e na frente do propiciatório, para fazer expiação pelos pecados do povo. Depois, o bode vivo era levado para o deserto e solto, levando embora consigo os pecados do povo. Os corpos do novilho, do bode e de um carneiro oferecido como holocausto eram totalmente queimados.
O livro de Hebreus declara que Jesus também é um sumo sacerdote (Hebreus 2:17; 3:1; 4:14). O profeta Zacarias predisse que Jesus seria um sacerdote em seu trono, isto é, Jesus seria tanto sacerdote quanto rei ao mesmo tempo (Zacarias 6:12-13). Jesus nasceu judeu, descendente de Davi e, assim, da linhagem da tribo de Judá. Contudo, Deus escolheu os descendentes de Levi para serem sacerdotes. Assim Jesus, vivendo sob a Lei de Moisés, poderia ser rei porque era da tribo real (Judá) e ainda mais da de Davi (veja 2 Samuel 7:12-16; Atos 2:29-31). Mas Jesus não poderia ser um sacerdote segundo a Lei de Moisés porque não era da tribo certa. O escritor de Hebreus afirma que Jesus era sumo sacerdote segundo uma ordem diferente, não segundo a ordem de Arão (ou da tribo de Levi), mas segundo a ordem de Melquisedeque (5:6,10; 6:20). Ele explica:
"Se, portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão? ...Porque aquele de quem são ditas estas cousas pertence a outra tribo, da qual ninguém prestou serviço ao altar; pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca atribuiu sacerdotes" (Hebreus 7:11,13-14).
Mas porque Melquisedeque? Quem foi Melquisedeque? O escritor de Hebreus nota que ele foi tanto sacerdote como rei de Salém (outro nome de Jerusalém; veja Gênesis 14:18-20; Hebreus 7:1). Ele também observa que as escrituras do Velho Testamento dão a Melquisedeque a aparência de ser eterno, não sendo registrado seu nascimento, linhagem ou morte (7:1-3). Assim, existem algumas semelhanças entre Melquisedeque e Jesus. Melquisedeque parece continuar para sempre como sacerdote, porque as Escrituras nunca registram sua morte. Jesus, sendo divino, vive e serve para sempre como sacerdote (Hebreus 7:23-25). Melquisedeque era tanto rei quanto sacerdote ao mesmo tempo (que era impossível sob a Lei de Moisés). Jesus é tanto rei como sacerdote ao mesmo tempo, em cumprimento da profecia de Zacarias.
O autor de Hebreus também observa a conseqüência inevitável do sacerdócio de Jesus Cristo. Se o sacerdócio for mudado da ordem de Arão para a de Melquisedeque, necessariamente a lei associada com o sacerdócio levítico tem que ser mudada. "Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei" (7:12). A Lei de Moisés, associada com o sacerdócio levítico, foi anulada quando o sacerdócio foi mudado (7:18-19).
A obra sacerdotal de Jesus é explicada pelo escritor de Hebreus em termos de atos do sumo sacerdote levita no Dia da Expiação. Exatamente como o sumo sacerdote levita entrava no Santo dos Santos do tabernáculo, isto é, na presença de Deus, com sangue para fazer a expiação pelos pecados, assim Jesus entrou no Santo dos Santos com sangue (9:11-12). Mais ainda, Jesus não ofereceu seu sangue num tabernáculo físico, feito por mãos humanas. Ele ofereceu seu sangue na presença de Deus, no céu.
No Dia da Expiação, o derramamento de sangue realmente acontecia fora do Santo dos Santos. Os animais eram mortos e o sangue deles recolhido no pátio do tabernáculo. O sumo sacerdote então oferecia o sangue a Deus quando o aspergia em frente do propiciatório. De modo semelhante, o sangue de Jesus foi derramado na cruz, fora do Santo dos Santos celestial. Ele foi sepultado e no terceiro dia ressurgiu. Depois de 40 dias ele ascendeu ao céu, em sentido figurado, e apresentou seu sangue diante de Deus. É fácil observar a importância da ressurreição a este respeito. Ainda que o sangue seja derramado em sua morte, Jesus realmente ofereceu seu sangue ao Pai quando ascendeu ao céu depois de sua ressurreição (João 20:17; Atos 1:9-10).
De conformidade com o propósito do escritor de Hebreus, Jesus é apresentado como um sumo sacerdote superior aos sacerdotes levitas. Os sumos sacerdotes do Velho Testamento, oferecendo sangue pelos pecados do povo, eram, eles mesmos, realmente pecadores (Hebreus 5:1-3; 7:26-27). Antes que o sumo sacerdote pudesse fazer intercessão pelo povo no Dia da Expiação, ele tinha que oferecer um novilho pelos seus próprios pecados. Jesus, contudo, ainda que tentado, era sem pecado (Hebreus 2:18;4:15;7:26). Ainda mais, Jesus não fica impedido pela morte em seu serviço como sumo sacerdote. Os sacerdotes do Velho Testamento, sendo homens, morriam e o serviço de sumo sacerdote era passado ao próximo homem apontado pelo mandamento da Lei de Moisés. Jesus vive para sempre e é assim capaz de continuar com seu serviço sacerdotal tanto tempo quanto for necessário (Hebreus 7:23-25). Até mesmo o local do seu serviço é superior, sendo um tabernáculo celestial em vez de um físico. Jesus pode entrar na presença de Deus sem uma nuvemde incenso para protegê-lo porque ele não tem pecado.
Obviamente, o serviço sacerdotal de Jesus é superior em outro ponto importantíssimo. Jesus não ofereceu diante de Deus o sangue de um animal, um sacrifício inadequado para o perdão (Hebreus 10:4). Em vez disso, ele ofereceu seu próprio sangue, assim tornando-se tanto o sacerdote como o sacrifício (Hebreus 9:11-12, 28)! Pelo fato de seu sacrifício ter sido adequado para o perdão dos pecados, precisou ser feito somente uma vez, em contraste com os sacrifícios dos sacerdotes do Velho Testamento, que eram oferecidos ano após ano (Hebreus 9:12,24-28;10:10-14).
No tabernáculo e no templo do Velho Testamento, somente o sumo sacerdote podia entrar no Santo dos Santos, uma vez por ano, sempre com sangue como oferenda pelo pecado. Agora, contudo, o caminho para o Santo dos Santos celestial está aberto por causa da obra sacrifical de Jesus. Deus mostrou o significado da morte de Jesus rasgando o véu que separava o Santo dos Santos do Santo Lugar quando Jesus morreu (Mateus 27:51). O privilégio de entrar e habitar na presença de Deus no céu está disponível a todos através do sangue de Jesus Cristo (Hebreus 10:19-22). Assim como Jesus em sua pureza entrou na presença de Deus, também podemos entrar na presença de Deus purificados pelo sangue de Jesus Cristo. Deus seja louvado por esta maravilhosa esperança!
por Allen Dvorak
O Velho Testamento nos ajuda a entender a obra de um sumo sacerdote. O sumo sacerdote levita agia como representante dos homens, entrando na presença do Senhor para oferecer sangue em benefício dos homens pecadores. Em nenhum outro lugar esta função é ilustrada mais vividamente do que nos eventos do Dia da Expiação. Neste dia, o décimo dia do sétimo mês de cada ano, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos do tabernáculo para fazer expiação pelos seus próprios pecados e pelos do povo.
Levítico 16 descreve o que era feito neste dia. O sumo sacerdote, depois de lavar seu corpo e vestir as vestes santas, punha um incensário cheio de incenso no Santo dos Santos para formar uma nuvem sobre o propiciatório. O Santo dos Santos era a menor das duas salas dentro do tabernáculo. A arca da aliança ficava localizada nesta sala e era ali que Deus se encontrava com o homem. A cobertura da arca da aliança era chamada de propiciatório. Dois bodes eram escolhidos como oferenda pelo pecado e sortes eram lançadas sobre eles. Um bode teria que ser morto e oferecido ao Senhor em benefício do povo; o outro seria um bode emissário. Um novilho era selecionado também como uma oferenda pelo sumo sacerdote e sua família.
O sumo sacerdote matava o novilho fora do santuário propriamente e levava um pouco de sangue do novilho para dentro do Santo dos Santos, onde aspergia-o sobre o propiciatório. Em frente do propiciatório ele aspergia sangue, com o dedo, sete vezes, para fazer expiação por seus próprios pecados e os de sua família. A nuvem de incenso na sala protegia-o de ver o Senhor e morrer como conseqüência. Ele, então, matava o bode selecionado por sorte para ser a oferenda e levava um pouco de sangue para dentro do Santo dos Santos, mais uma vez espalhando o sangue em cima e na frente do propiciatório, para fazer expiação pelos pecados do povo. Depois, o bode vivo era levado para o deserto e solto, levando embora consigo os pecados do povo. Os corpos do novilho, do bode e de um carneiro oferecido como holocausto eram totalmente queimados.
O livro de Hebreus declara que Jesus também é um sumo sacerdote (Hebreus 2:17; 3:1; 4:14). O profeta Zacarias predisse que Jesus seria um sacerdote em seu trono, isto é, Jesus seria tanto sacerdote quanto rei ao mesmo tempo (Zacarias 6:12-13). Jesus nasceu judeu, descendente de Davi e, assim, da linhagem da tribo de Judá. Contudo, Deus escolheu os descendentes de Levi para serem sacerdotes. Assim Jesus, vivendo sob a Lei de Moisés, poderia ser rei porque era da tribo real (Judá) e ainda mais da de Davi (veja 2 Samuel 7:12-16; Atos 2:29-31). Mas Jesus não poderia ser um sacerdote segundo a Lei de Moisés porque não era da tribo certa. O escritor de Hebreus afirma que Jesus era sumo sacerdote segundo uma ordem diferente, não segundo a ordem de Arão (ou da tribo de Levi), mas segundo a ordem de Melquisedeque (5:6,10; 6:20). Ele explica:
"Se, portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão? ...Porque aquele de quem são ditas estas cousas pertence a outra tribo, da qual ninguém prestou serviço ao altar; pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca atribuiu sacerdotes" (Hebreus 7:11,13-14).
Mas porque Melquisedeque? Quem foi Melquisedeque? O escritor de Hebreus nota que ele foi tanto sacerdote como rei de Salém (outro nome de Jerusalém; veja Gênesis 14:18-20; Hebreus 7:1). Ele também observa que as escrituras do Velho Testamento dão a Melquisedeque a aparência de ser eterno, não sendo registrado seu nascimento, linhagem ou morte (7:1-3). Assim, existem algumas semelhanças entre Melquisedeque e Jesus. Melquisedeque parece continuar para sempre como sacerdote, porque as Escrituras nunca registram sua morte. Jesus, sendo divino, vive e serve para sempre como sacerdote (Hebreus 7:23-25). Melquisedeque era tanto rei quanto sacerdote ao mesmo tempo (que era impossível sob a Lei de Moisés). Jesus é tanto rei como sacerdote ao mesmo tempo, em cumprimento da profecia de Zacarias.
O autor de Hebreus também observa a conseqüência inevitável do sacerdócio de Jesus Cristo. Se o sacerdócio for mudado da ordem de Arão para a de Melquisedeque, necessariamente a lei associada com o sacerdócio levítico tem que ser mudada. "Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei" (7:12). A Lei de Moisés, associada com o sacerdócio levítico, foi anulada quando o sacerdócio foi mudado (7:18-19).
A obra sacerdotal de Jesus é explicada pelo escritor de Hebreus em termos de atos do sumo sacerdote levita no Dia da Expiação. Exatamente como o sumo sacerdote levita entrava no Santo dos Santos do tabernáculo, isto é, na presença de Deus, com sangue para fazer a expiação pelos pecados, assim Jesus entrou no Santo dos Santos com sangue (9:11-12). Mais ainda, Jesus não ofereceu seu sangue num tabernáculo físico, feito por mãos humanas. Ele ofereceu seu sangue na presença de Deus, no céu.
No Dia da Expiação, o derramamento de sangue realmente acontecia fora do Santo dos Santos. Os animais eram mortos e o sangue deles recolhido no pátio do tabernáculo. O sumo sacerdote então oferecia o sangue a Deus quando o aspergia em frente do propiciatório. De modo semelhante, o sangue de Jesus foi derramado na cruz, fora do Santo dos Santos celestial. Ele foi sepultado e no terceiro dia ressurgiu. Depois de 40 dias ele ascendeu ao céu, em sentido figurado, e apresentou seu sangue diante de Deus. É fácil observar a importância da ressurreição a este respeito. Ainda que o sangue seja derramado em sua morte, Jesus realmente ofereceu seu sangue ao Pai quando ascendeu ao céu depois de sua ressurreição (João 20:17; Atos 1:9-10).
De conformidade com o propósito do escritor de Hebreus, Jesus é apresentado como um sumo sacerdote superior aos sacerdotes levitas. Os sumos sacerdotes do Velho Testamento, oferecendo sangue pelos pecados do povo, eram, eles mesmos, realmente pecadores (Hebreus 5:1-3; 7:26-27). Antes que o sumo sacerdote pudesse fazer intercessão pelo povo no Dia da Expiação, ele tinha que oferecer um novilho pelos seus próprios pecados. Jesus, contudo, ainda que tentado, era sem pecado (Hebreus 2:18;4:15;7:26). Ainda mais, Jesus não fica impedido pela morte em seu serviço como sumo sacerdote. Os sacerdotes do Velho Testamento, sendo homens, morriam e o serviço de sumo sacerdote era passado ao próximo homem apontado pelo mandamento da Lei de Moisés. Jesus vive para sempre e é assim capaz de continuar com seu serviço sacerdotal tanto tempo quanto for necessário (Hebreus 7:23-25). Até mesmo o local do seu serviço é superior, sendo um tabernáculo celestial em vez de um físico. Jesus pode entrar na presença de Deus sem uma nuvemde incenso para protegê-lo porque ele não tem pecado.
Obviamente, o serviço sacerdotal de Jesus é superior em outro ponto importantíssimo. Jesus não ofereceu diante de Deus o sangue de um animal, um sacrifício inadequado para o perdão (Hebreus 10:4). Em vez disso, ele ofereceu seu próprio sangue, assim tornando-se tanto o sacerdote como o sacrifício (Hebreus 9:11-12, 28)! Pelo fato de seu sacrifício ter sido adequado para o perdão dos pecados, precisou ser feito somente uma vez, em contraste com os sacrifícios dos sacerdotes do Velho Testamento, que eram oferecidos ano após ano (Hebreus 9:12,24-28;10:10-14).
No tabernáculo e no templo do Velho Testamento, somente o sumo sacerdote podia entrar no Santo dos Santos, uma vez por ano, sempre com sangue como oferenda pelo pecado. Agora, contudo, o caminho para o Santo dos Santos celestial está aberto por causa da obra sacrifical de Jesus. Deus mostrou o significado da morte de Jesus rasgando o véu que separava o Santo dos Santos do Santo Lugar quando Jesus morreu (Mateus 27:51). O privilégio de entrar e habitar na presença de Deus no céu está disponível a todos através do sangue de Jesus Cristo (Hebreus 10:19-22). Assim como Jesus em sua pureza entrou na presença de Deus, também podemos entrar na presença de Deus purificados pelo sangue de Jesus Cristo. Deus seja louvado por esta maravilhosa esperança!
por Allen Dvorak
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📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO
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