quarta-feira, 20 de novembro de 2013

ALÔ SENADO - Pelo arquivamento do PLC 122, a lei da tirania gay!

Entenda por que você precisa agir de todas as formas possíveis contra o PLC 122.
O PLC 122/2006, projeto originário das entranhas do PT para criminalizar a chamada “homofobia” (que inclui opiniões contrárias às práticas homossexuais) tem sido barrado no Senado desde 2006, por conta da oposição da população e dos eleitores às suas medidas radicais de concederem privilégios legais e sociais para praticantes dos homossexualismo e punições rigorosas para os discordantes. Para eliminar as barreiras para sua aprovação no Senado, o senador petista Paulo Paim removeu, em seu substitutivo recente, as punições e o termo “homofobia.” Em vez disso, ele reforçou os termos “orientação sexual” e “identidade de gênero.” Se esses dois termos forem legalmente aprovados, os papéis sexuais tradicionais de homem e mulher deixarão de ser padrão para entrar na categoria de “opressões” contra as novas e inventadas categorias, como homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outras. Essas novas categorias estarão legalmente “normalizadas” e protegidas pela aprovação do PLC 122. Com isso, kits gays, bissexuais, transexuais e outros serão obrigatórios nas escolas. Assista a este excelente vídeo:http://youtu.be/wWrCOLyi9qE

Com a aprovação do PLC 122 no Senado, o que acontece? O projeto volta para a Câmara dos Deputados, onde os deputados, em grande parte controlados pelo PT, podem manter as modificações feitas no Senado ou rejeitá-las. Se as rejeitarem, o PLC 122 volta ao seu estado original (veja este vídeo: http://youtu.be/jIOOE0n2V5g) cheio de ameaças e punições e pode seguir diretamente para a aprovação da presidente Dilma Rousseff. Para deter o avanço dessa ameaça, você precisa fazer contato imediato com seus senadores. Para ajudá-lo, temos emais de todos os senadores. Consulte este link:http://bit.ly/19sHAsY
Manifeste o seu protesto contra o PLC 122 ligando para o Senado Federal, neste número gratuito:
0800 61 22 11
Diga para a telefonista que você quer que o PLC 122, que está sendo votado na Comissão de Direitos Humanos, seja arquivado.



VIA GRITOS DE ALERTA .
INF. JULIO SEVERO .COM

CAIU A PL 122/06 - Projeto que criminaliza preconceito contra homossexuais é retirado da pauta da CDH

Com a sala cheia de deputados ligados a entidades religiosas, pastores e outros representantes de igrejas, a senadora Ana Rita (PT-ES) anunciou, na abertura da reunião desta manhã (20) da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), que o projeto (PLC 122/2006) que criminaliza a discriminação contra homossexuais e todo tipo de preconceito foi retirado da pauta dos trabalhos de hoje.
Conforme anunciou, a decisão foi resultado de acordo entre o relator da matéria, senador Paulo Paim (PT-RS), líderes partidários e as lideranças religiosas, visando à busca de entendimento sobre o texto. Ana Rita, que preside a CDH, disse que quer ver esse projeto votado ainda este ano. Segundo afirmou, o relatório de Paim é um texto que tem consenso, pois foi construído a partir de diálogo com diversos segmentos envolvidos com o tema.
A reunião da CDH segue com a análise de outras 40 proposições na pauta.
Mais informações a seguir
Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)






Depois de uma pressão muito forte por parte de nossos deputados e lideres evangélicos do Brasil , Foi tirado da pauta de votação , que ocorreria hoje , a PL 122/06 , MAIS CONHECIDA COMO LEI DA MORDAÇA .
O relator desse projeto , Paulo Pain , fez de tudo para tentar passar esse projeto , mas não resistiu o poder de DEUS .

Essa vitória mostra que se nos unirmos , seremos mais fortes a cada momento .


PARABÉNS AO PASTOR ABNER , BISPO MANOEL (MADUREIRA) PASTOR MARCO FELICIANO , PASTOR JOSÉ FREIRE (BELEM) PASTOR TAKAIAMA , E A TODOS GUERREIROS QUE FIZEREM PRESSÃO , SOB BASES DA ORAÇÃO DE UM POVO VENCEDOR . 


VENCEMOS MAIS UMA VEZ E VENCEREMOS TODAS EM NOME DE JESUS .

MAIS UMA VITÓRIA - FOI TIRADO DA PAUTA DE VOTAÇÃO A PL 122/06 - VALEU GUERREIROS -

Depois de uma pressão muito forte por parte de nossos deputados e lideres evangélicos do Brasil , Foi tirado da pauta de votação , que ocorreria hoje , a PL 122/06 , MAIS CONHECIDA COMO LEI DA MORDAÇA .
O relator desse projeto , Paulo Pain , fez de tudo para tentar passar esse projeto , mas não resistiu o poder de DEUS .

Essa vitória mostra que se nos unirmos , seremos mais fortes a cada momento .


PARABÉNS AO PASTOR ABNER , BISPO MANOEL (MADUREIRA) PASTOR MARCO FELICIANO , PASTOR JOSÉ FREIRE (BELEM) PASTOR TAKAIAMA , E A TODOS GUERREIROS QUE FIZEREM PRESSÃO , SOB BASES DA ORAÇÃO DE UM POVO VENCEDOR . 


VENCEMOS MAIS UMA VEZ E VENCEREMOS TODAS EM NOME DE JESUS .

"A MÚSICA SALVOU A MINHA VIDA" -

 A MAIS IDOSA SOBREVIVENTE DO HOLOCAUSTO 

E MAIS VELHA PIANISTA DO MUNDO EM FILME 

NOMEADO PARA OS ÓSCARES!


"A SENHORA NO NÚMERO 6: A MÚSICA SALVOU A MINHA VIDA" - é o filme sobre Alice Herz Sommer, uma senhora de 109 anos, a mais idosa sobrevivente do Holocausto ainda viva e a mais velha pianista do mundo!

O filme já está na lista final dos 8 nomeados para um Óscar na categoria dos documentários curtos, na 86ª atribuição dos Óscares em Março do próximo ano. Em Janeiro serão nomeados os finalistas.
"A Senhora no Número 6: A Música salvou a minha vida", o filme dirigido pelo vencedor de um Óscar, Malcolm Clark, recebeu recentemente a sua estreia na Grã-Bretanha como parte do Festival do Cinema Judaico do Reino Unido. O filme conta a história da senhora Alice Herz Sommer, uma pianista nascida em Praga que tocava em concertos de música clássica, e que esteve no campo de concentração de Theresienstadt. O número 6 refere-se ao número do apartamento em que ela vive atualmente no Norte de Londres.  

Neste filme - que demorou cerca de 2 anos e meio a realizar - ela partilha os seus pontos de vista de como viver uma vida longa e feliz, a centralidade da música, sempre falando com candura e otimismo, não obstante os traumas que teve de enfrentar.
Segundo Chris Branch, um dos produtores do filme, o interesse no mesmo subiu consideravelmente desde o anúncio de que ele tinha entrado na shortlist.
Alice foi enviada para Terezin com o seu marido Leopold Sommer e o filho Raphael, com seis anos de idade, no ano 1943. Ela tocou em mais de 100 concertos no campo de concentração, e apesar de tanto ela como o filho terem conseguido sobreviver, acabou  perderdo a mãe e o marido em Auschwitz.
Impressionante é o fato de ela nunca ter odiado os nazis, nem de nunca o querer fazer.
"Nunca odiei. O ódio só atrai ódio." - afirmou a anciã.

Depois da guerra, Alice e o filho deixaram a Europa e foram para Israel, onde viveram e trabalharam até imigrarem para Londres, em 1986. O seu filho, conceituado violoncelista e maestro, morreu subitamente em 2001.
O filme exibe fotografias e filmagens raras e antigas, com muitas cenas de Alice tocando o piano. Capta também a sua força moral, modéstia e humor, e ela é inequívoca quando afirma que a música preservou a sua sanidade mental e trouxe-lhe esperança:"A música salvou a minha vida, e salva-me ainda."

Branch acredita que "A Senhora no Número 6"não deveria ser visto apenas como um documentário acerca do Holocausto, mas como um testemunho do seu amor à música e como esta a ajudou a sobreviver. O filme é "um testamento ao poder do pensamento positivo" - afirma o produtor.
O produtor descreve o trabalho de realizar o filme como uma labuta de amor, primariamente pelo facto de ter sido subsidiado a 100% pelos produtores, sem ajuda exterior, e com poucas perspectivas de retorno financeiro. Tanto Branch como o seu colega produtor e amigo de longa data Nick Reed anunciaram que no caso de haver algum retorno economico, ele irá diretamente para a Fundação Musical Rafael Sommer.

QUASE COM 110 ANOS!
No próximo dia 26 de Novembro Alice completará 110 anos, e os produtores do filme estão tentando conseguir 110.000 mensagens de parabéns através do facebook. Apesar de ainda viver no número 6, Alice mal consegue ver e ouvir. 
O final do filme deixa-nos com o seu triste comentário de que "Só quando somos assim tão velhos - só então - é que nos conscientizamos da beleza da vida."


Shalom, Dona Alice!

MAIORIA DOS ISRAELITAS ACREDITAM QUE UM ATAQUE AO IRÃN SERÁ BEM SUCEDIDO


Cada vez mais isolados perante a ameaça iraniana, uma vez que o maior aliado, os EUA, estão  fazendo o jogo do inimigo, Israel se convence  que terá que enfrentar  sozinho  o problema do programa nuclear iraniano.
O primeiro-ministro Netanyahu já pode neste momento contar com uma confortável percentagem de 52,4% de israelitas que acreditam no sucesso de um ataque às instalações nucleares do Irãn.
Esse é pelo menos o resultado da sondagem à opinião pública realizada pela "Israel Hayom - New Wave Research", sendo que 52,5% apoiam a posição do primeiro-ministro em relação às tensões com os EUA respeitantes ao Irãn.
INSTALAÇÕES NUCLEARES NO IRÃO
A maioria dos israelitas aprova assim a linha dura do governo do seu país, achando-a"justificável" e acredita que, caso seja necessário, Israel é capaz de preparar um ataque unilateral às instalações nucleares do Irãn. A percentagem de israelitas que acredita no sucesso de tal empreendimento é de 68,8%.
Esta pesquisa foi realizada no passado dia 13 de Novembro entre cerca de 500 judeus acima dos 18 anos de idade.

Conte comigo Israel .
Bispo Roberto Torrecilhas .

Shalom, Israel!

Ciência & Saúde : Estudo da USP mostra alto uso da pílula do dia seguinte entre jovens


Um estudo realizado pela USP (Universidade de São Paulo) com 800 jovens mostrou que quase 60% delas já usaram a pílula do dia seguinte pelo menos uma vez na vida. O porcentual surpreendeu pesquisadores.

"Estudos anteriores em regiões metropolitanas indicavam taxas menores, em torno de 50%", afirma Ana Luiza Borges, professora da Escola de Enfermagem e coordenadora do trabalho apresentado na Conferência Internacional de Planejamento Familiar, na semana passada, na Etiópia.

Feito em Arujá em 2011, o trabalho entrevistou alunos entre 15 e 19 anos e seus resultados podem, segundo os pesquisadores, ser estendidos à região metropolitana de São Paulo. Do total, 307 jovens disseram ter vida sexual ativa. Entre os alunos de escolas públicas, 57,9% disseram ter usado a pílula e 57% dos estudantes das particulares também já recorreram ao método.

Farmácias

A maioria das jovens comprou o produto nas farmácias: 74,6%. Apenas 6,8% obtiveram os contraceptivos em posto de saúde. A pílula é acessível e custa em torno de R$ 12. Para a professora, o comportamento tem um lado positivo: "Jovens conseguem tomar medidas para evitar gravidez indesejada", diz. No entanto, a baixa procura por profissionais de saúde representa a perda de oportunidade de se repassar informações aos jovens.

Ela destaca, por outro lado, que não é a maioria dos jovens que usa a pílula por diversas vezes. "O receio de que a pílula de emergência fosse usada indiscriminadamente não foi confirmado", diz. Do total, 18,5% das jovens recorreram ao método mais de três vezes em um ano.

A professora observa que a maior parte (31,6%) recorre à contracepção de emergência por insegurança, por medo de não ter usado de forma adequada o contraceptivo. Mas um dado é preocupante: 19,8% não quiseram usar nenhum método para impedir a gravidez.

"O aconselhamento é importante para todos os grupos", enfatiza a pesquisadora. Remédio de emergência, a pílula do dia seguinte deve ser usada no máximo até 72 horas depois da relação sexual. O acesso ao medicamento no SUS (Sistema Único de Saúde) foi facilitado em abril deste ano.

Fonte: Estadão

GRITOS DE ALERTA - PL 122 com alterações deve ser votado no senado


Julio Severo mostra que as mudanças no texto trazem ameaças não explicitas para os defensores da família tradicional.

O senador Paulo Paim (PT-RS), novo relator do Projeto de Lei 122/2006, apresentou um texto substitutivo na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado e marcou a votação para a próxima quarta-feira (20).

O petista diz que alterou o projeto e tirou a polêmica descrição do que é homofobia. O texto original classificava como crime até as opiniões contrárias ao homossexualismo.

“No texto não vai entrar a palavra homofobia”, disse Paim que está substituindo a senadora Marta Suplicy na relatoria do projeto.

O novo projeto mantém que deve ser preso toda pessoa que discriminar um homossexual da mesma forma como acontece em casos de racismo, discriminação com idosos, deficientes e índios.

“Entrou na lei geral. Todo crime de agressão, seja verbal ou física, vai ter que responder um processo legal.”

Para evitar novas discussões com os religiosos, o projeto vai deixar de fora o que for dito dentro dos templos. “Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada”, afirmou Paim para a Agência Senado.

Ativista pró-família alerta sobre a aprovação da lei

Mesmo com as alterações feitas pelo novo relator, o projeto ainda apresenta riscos segundo o blogueiro e ativista pró-família Julio Severo que na década de 1990 escreveu um livro alertando sobre as ameaças da “agenda gay”.

Severo diz que o termo homofobia pode ter sido retirado do texto, mas “não seu espírito”. “As ameaças explícitas foram removidas. Mas outras ameaças, não explicitas, estão presentes. Sob a roupagem de uma legislação punitiva, o projeto pretende ser o veículo para introduzir na legislação brasileira os conceitos de ‘ORIENTAÇÃO SEXUAL’ e ‘IDENTIDADE DE GÊNERO’, agora mais reforçados do que nas versões anteriores”, escreveu.

O conceito seria mostrar que não existe sexo “masculino e feminino”, mas sim gêneros e que estes não são biológicos, mas sim construções sociais. “Neste caso a família tradicionalmente entendida, como originária da união entre um homem e uma mulher, deixa de fazer qualquer sentido”, alerta Severo.

“A ideologia de gênero está sendo introduzida na legislação como uma bomba relógio com o objetivo de destruir o conceito tradicional da família como a união de um homem e uma mulher vivendo com compromisso de criar e educar filhos.”

O maior perigo, de acordo com Julio Severo, é exatamente a criação desse conceito de “gênero” pois ele vai reinventar, através de uma lei, a concepção do que é a sexualidade humana.
Outro alerta que o blogueiro faz é que essas mudanças entrarão nas escolas e que em breve quem ousar propor a família tradicional como tema central da educação da juventude será perseguido por “discriminação de gênero”.

Fonte: Gospel Prime

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