quinta-feira, 20 de novembro de 2025

ENQUANTO OS TRABALHADORES LUTAM PARA SOBREVIVER, OS DONOS DO PODER AVANÇAM EM SILÊNCIO RUMO A UMA GUERRA QUE PODE ALTERAR O FUTURO DO MUNDO


 ENQUANTO OS TRABALHADORES LUTAM PARA SOBREVIVER, OS DONOS DO PODER AVANÇAM EM SILÊNCIO RUMO A UMA GUERRA QUE PODE ALTERAR O FUTURO DO MUNDO

A distância entre as grandes decisões globais e a vida real dos trabalhadores nunca foi tão evidente. Enquanto milhões acordam todos os dias para enfrentar o transporte lotado, a alta do mercado, o aluguel que não para de subir e o salário que não acompanha a inflação, líderes de nações poderosas alimentam discursos bélicos, tensionam fronteiras e constroem alianças militares que nada têm a ver com a sobrevivência de quem vive do próprio suor.

O cenário geopolítico atual revela que, sempre que tensões militares aumentam, são os trabalhadores de baixa renda que sofrem primeiro. A simples possibilidade de conflito internacional é suficiente para elevar o preço do combustível, pressionar o valor dos alimentos e colocar em risco toda a cadeia produtiva que sustenta o cotidiano das famílias mais vulneráveis. O impacto é imediato, real e devastador — e não precisa de bombas para começar.

Ao contrário do que se imagina, uma guerra não atinge apenas as regiões diretamente envolvidas. Em um mundo globalizado, qualquer conflito atinge portos, rotas marítimas e fluxos comerciais que abastecem praticamente todos os países. Se uma potência produtora de petróleo entra em confronto, o preço do combustível dispara no planeta inteiro, atingindo primeiro quem depende de transporte público, moto financiada ou carro velho para trabalhar.

O efeito dominó se instala rapidamente. Com o combustível mais caro, o custo do transporte aumenta, o preço dos alimentos sobe, o comércio reduz margens e a indústria desacelera. Para a elite global, isso é apenas um ajuste econômico temporário. Para o trabalhador, é a diferença entre comprar um pacote de arroz ou pagar a conta de luz no final do mês — uma batalha constante contra um orçamento que vive em colapso.

Além do combustível, guerras afetam diretamente a produção agrícola internacional. Fertilizantes, sementes, equipamentos e transporte dependem de estabilidade para chegar aos países importadores. Sem eles, a produtividade cai e os alimentos encarecem. O trabalhador pobre, que já vive com a renda comprimida, se torna o primeiro atingido quando o feijão, o ovo e o óleo apresentam aumentos bruscos, destruindo qualquer planejamento doméstico.

No campo industrial, a situação também se agrava. Conflitos interrompem fornecimento de matéria-prima, paralisam fábricas e criam incertezas que levam empresários a suspender contratações e cortar turnos. Em todos os cenários conhecidos, o primeiro a perder o emprego é sempre o trabalhador menos qualificado, justamente aquele que mais precisa da estabilidade para sobreviver.

Enquanto isso, governos envolvidos direta ou indiretamente em disputas internacionais deslocam verbas para áreas de defesa, reduzindo investimentos sociais e pressionando ainda mais setores essenciais. Hospitais públicos ficam sobrecarregados, escolas enfrentam cortes e programas de assistência são enfraquecidos. A guerra, mesmo distante, cria um efeito de sucção financeira que retira do povo para sustentar ambições políticas e militares.

Mesmo em países que não participam do conflito, a especulação financeira age como combustível para a instabilidade. Moedas oscilam, mercados travam, juros aumentam e empréstimos ficam inacessíveis. O pequeno empreendedor, que já luta para manter as portas abertas, se vê sem capital de giro, sem crédito e sem garantias — mais uma vítima silenciosa da escalada global.

Além do impacto econômico, existe o impacto psicológico. Trabalhadores vivem sob o peso diário de notícias sobre ameaças, ataques, discursos agressivos e instabilidade global. Esse ambiente de medo constante corrói a sensação de segurança e aumenta índices de ansiedade, depressão e esgotamento emocional, especialmente entre aqueles que já enfrentam jornadas de trabalho longas e mal remuneradas.

A história recente mostra que guerras provocam ondas migratórias gigantescas. Famílias inteiras abandonam cidades, empregos e raízes para sobreviver, deslocando-se para regiões que também enfrentam dificuldades internas. Esse movimento sobrecarrega serviços públicos, eleva o desemprego e intensifica conflitos sociais, criando um ciclo de tensão que afeta diretamente os trabalhadores locais.

Em longo prazo, conflitos de grande escala reconfiguram economias inteiras. A produção agrícola pode ser destruída, parques industriais devastados e sistemas financeiros colapsados. Mas o impacto mais pesado recai sobre quem menos tem: trabalhadores que dependem do salário do mês seguinte e que não têm poupança, reserva, estabilidade, proteção ou voz nas decisões políticas globais.

A elite econômica e política raramente enfrenta os efeitos diretos dos conflitos que alimenta. Enquanto os discursos inflamados ganham espaço em conferências internacionais, os civis comuns assistem à deterioração do próprio sustento. Guerras não são pagas com discursos — são pagas com a vida, com a fome e com o suor de quem nunca participou das decisões que levaram ao confronto.

A desigualdade global se agrava de forma violenta nos períodos de conflito. Os mais ricos conseguem proteger patrimônio, aproveitar oportunidades criadas pelo caos e até lucrar com a oscilação dos mercados. Já os trabalhadores perdem emprego, renda, segurança, saúde mental e qualquer perspectiva de estabilidade. A distância entre as classes cresce em velocidade acelerada.

Em nações com estrutura econômica frágil, guerras externas servem como justificativa para congelar salários, endurecer leis trabalhistas e impor medidas de austeridade. A população, já pressionada, se vê obrigada a aceitar condições ainda piores em nome da “estabilidade nacional”. É o trabalhador que paga a conta da irresponsabilidade de quem governa.

O impacto sobre a juventude também é severo. Conflitos afastam jovens da educação, reduzem oportunidades de formação, fecham portas de emprego e os empurram para trabalhos precários. Uma geração inteira pode ser comprometida por causa de decisões tomadas muito acima da sua realidade.

Além disso, a própria democracia fica ameaçada quando governos utilizam crises externas para aumentar controle interno, restringir liberdades, alterar leis ou mobilizar propaganda nacionalista. A guerra não destrói apenas economias — destrói estruturas políticas e sociais que levam décadas para serem reconstruídas.

Se um conflito de escala global se tornar realidade, o mundo verá consequências em cadeia: desabastecimento, inflação descontrolada, queda no comércio internacional, disparada de preços e uma onda global de desemprego. A crise deixará marcas profundas em cada país — mas muito mais fortes na vida daqueles que vivem com salário contado.

E enquanto esse cenário se forma, continua a contradição central do nosso tempo: trabalhadores lutam para sobreviver, enquanto aqueles que deveriam garantir paz e estabilidade alimentam rivalidades, provocam alianças militares e imaginam estratégias de guerra que jamais serão sentidas na própria pele.

No fim, a pergunta que ecoa é simples e assustadora: o que será do mundo quando os que nada têm forem obrigados a suportar as consequências de uma guerra que jamais pediram? A resposta, infelizmente, já é conhecida pela história — e ela dificilmente favorece quem vive do trabalho honesto.


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✍️ Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV.

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

IPREM DE SANTO ANTÔNIO DE POSSE LIGA ALERTA APÓS QUEDA DE BANCO QUE RECEBIA APLICAÇÃO DE R$ 8,2 MILHÕES


 

IPREM DE SANTO ANTÔNIO DE POSSE LIGA ALERTA APÓS QUEDA DE BANCO QUE RECEBIA APLICAÇÃO DE R$ 8,2 MILHÕES

O Instituto de Previdência Municipal de Santo Antônio de Posse acionou protocolos de atenção após o Banco Central determinar o encerramento das operações de uma instituição financeira onde parte dos recursos do órgão estava aplicada. Ao todo, R$ 8,2 milhões do patrimônio previdenciário do município estão vinculados a um título emitido pelo banco recentemente desabilitado.

A decisão do Banco Central, tomada após constatar que a instituição já não possuía condições de continuar operando, levantou preocupação entre servidores ativos e aposentados, que dependem da saúde financeira do fundo para garantir benefícios futuros.

O IPREM informou que, por enquanto, não há confirmação de prejuízo, já que o processo de apuração sobre a recuperação dos valores ainda está em andamento. Técnicos do instituto acompanham cada movimentação e aguardam instruções oficiais sobre o procedimento que será adotado.

O órgão reforçou que mantém rotinas permanentes de fiscalização e gestão, e destacou que eventuais irregularidades serão encaminhadas imediatamente aos órgãos de investigação e controle. O caso segue em análise, enquanto o instituto garante que divulgará novas informações assim que houver definições.


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BRASIL EM CRISE: CORREIOS PODEM FECHAR 700 AGÊNCIAS EM TODO O PAÍS

 

BRASIL EM CRISE: CORREIOS PODEM FECHAR 700 AGÊNCIAS EM TODO O PAÍS

O Brasil enfrenta mais um capítulo de instabilidade em meio à crise que atinge diversos setores públicos. Desta vez, os Correios, uma das instituições mais tradicionais do país, estudam o fechamento de cerca de 700 agências em território nacional, medida que acende um alerta sobre o futuro do serviço postal.

Segundo informações internas e análises de especialistas do setor, a empresa enfrenta um cenário de forte desequilíbrio financeiro, pressionada por queda na arrecadação, aumento nos custos operacionais e necessidade de reestruturação. O fechamento das unidades ocorre como parte de um plano para reduzir despesas e tentar reorganizar a estatal.

A medida poderá impactar fortemente municípios menores, onde os Correios são a única presença logística do governo federal. Nessas localidades, a população depende do serviço para recebimento de encomendas, documentos, medicamentos e correspondências essenciais.

Além da desativação das agências, outros ajustes estruturais também estão sendo avaliados, incluindo mudanças administrativas e possíveis cortes no quadro funcional, fator que preocupa servidores e sindicatos de todo o país.

A situação reacende o debate sobre a necessidade de modernização, sustentabilidade financeira e o futuro do serviço postal brasileiro diante da crescente digitalização e da concorrência com empresas privadas de logística.

A crise continua em evolução e novas medidas poderão ser anunciadas ao longo dos próximos meses.


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CARRO FICA DESTRUÍDO APÓS SER PRENSADO POR CAMINHÃO NA BR-376 EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS; TRÊS MORTES CONFIRMADAS

 


CARRO FICA DESTRUÍDO APÓS SER PRENSADO POR CAMINHÃO NA BR-376 EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS; TRÊS MORTES CONFIRMADAS

Na manhã desta quarta-feira (19), um grave acidente foi registrado no km 620 da BR-376, em São José dos Pinhais, sentido Santa Catarina. A colisão envolveu dois caminhões e um automóvel, que acabou totalmente prensado entre os veículos, resultando em uma cena de grande impacto.

Equipes da concessionária responsável pelo trecho, junto ao Corpo de Bombeiros, foram acionadas imediatamente e trabalharam no atendimento da ocorrência. Apesar da rápida resposta, três ocupantes do carro morreram ainda no local, devido à violência do impacto e à gravidade dos ferimentos.

Outras duas pessoas ficaram gravemente feridas e receberam atendimento emergencial, sendo encaminhadas para hospitais da região.

A Polícia Rodoviária Federal permanece no local realizando os procedimentos de praxe. A Polícia Civil, a Polícia Científica e o Instituto Médico Legal também foram acionados para assumir as investigações e apurar as circunstâncias da colisão.
As identidades das vítimas não foram divulgadas até o momento. A ocorrência segue em andamento.


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terça-feira, 18 de novembro de 2025

Operação “Klavin” da Polícia Civil prende dois suspeitos por tráfico, contrabando e crimes contra a relação de consumo em Nova Odessa


 Operação “Klavin” da Polícia Civil prende dois suspeitos por tráfico, contrabando e crimes contra a relação de consumo em Nova Odessa

A Polícia Civil do Estado de São Paulo deflagrou, nesta terça-feira (18), a Operação “Klavin”, conduzida pela DISE de Americana, que resultou na prisão em flagrante de dois suspeitos durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão em dois endereços distintos no município de Nova Odessa.

A ação ocorreu após investigações apontarem que responsáveis por estabelecimentos comerciais estariam adquirindo drogas de forma conjunta, criando um “consórcio” para reduzir custos e ampliar a distribuição dos entorpecentes. Com base nas apurações, a Justiça autorizou a realização das buscas.

Os mandados foram cumpridos em imóveis localizados na Rua Geraldo Leme, no Residencial Klavin, e na Rua dos Eucaliptos, no bairro Capuava.

No primeiro endereço, os agentes encontraram porções de maconha fracionadas para venda, um tijolo da mesma droga, além de uma barra de haxixe, dinheiro em espécie, balanças de precisão e telefones celulares. O responsável pelo local foi detido.

No segundo ponto da operação, foram apreendidos 25 litros de bebida alcoólica sem identificação, maços de cigarros contrabandeados e dinheiro. Dentro do veículo pertencente ao suspeito, os policiais localizaram um compartimento oculto com porções de maconha. O indivíduo também foi detido.

O total de drogas recolhidas inclui 760 gramas de maconha em tijolo, 66 gramas em porções, além de 92 gramas de haxixe. A ação também apreendeu um veículo, celulares, balanças e produtos irregulares.

Diante da materialidade encontrada e da existência de indícios suficientes de autoria, as prisões foram ratificadas. Após exame cautelar, os detidos serão encaminhados à Cadeia Pública de Sumaré, onde permanecerão à disposição da Justiça para audiência de custódia.

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PM apreende quase 2 toneladas de maconha em carga de macarrão no interior de SP

 


PM apreende quase 2 toneladas de maconha em carga de macarrão no interior de SP
Motorista foi preso em flagrante; homem recebeu a droga no Mato Grosso do Sul e pretendia entregar em Minas Gerais As equipes abordaram um caminhão-baú e, durante a vistoria, encontraram 95 fardos da droga, totalizando 1,9 tonelada que estava escondida em meio à carga. Foto: SSP Em uma operação conjunta da Polícia Militar Rodoviária e da Polícia Rodoviária Federal, quase 2 toneladas de maconha foram apreendidas dentro de uma carga de macarrão. O motorista foi preso em flagrante na quinta-feira (13), na cidade de Jales, na região de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. A apreensão ocorreu durante uma fiscalização de trânsito da Operação Divisa Integrada, na Rodovia Euclides da Cunha. As equipes abordaram um caminhão-baú e, durante a vistoria, encontraram 95 fardos da droga, totalizando 1,9 tonelada que estava escondida em meio à carga, misturada a pacotes de macarrão. Segundo as informações, o homem teria recebido a carga em Nova Alvorada do Sul (MS) e levaria o carregamento até Belo Horizonte (MG), onde receberia pelo transporte. Ele possui antecedente criminal por violência doméstica. O veículo e a droga foram apreendidos, e o suspeito foi encaminhado à Polícia Federal de Jales, onde permaneceu à disposição da Justiça.

CRIANÇA DE UM ANO E MEIO SOFRE QUEIMADURA GRAVE NO PÉ DENTRO DE CRECHE EM HOLAMBRA E CASO CAUSA INDIGNAÇÃO .

 CRIANÇA DE UM ANO E MEIO SOFRE QUEIMADURA GRAVE NO PÉ DENTRO DE CRECHE EM HOLAMBRA E CASO CAUSA INDIGNAÇÃO .

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Uma ocorrência grave registrada na Creche Abelha Rainha, no bairro Groot, em Holambra, revoltou pais e moradores da cidade. Uma criança de apenas um ano e meio sofreu uma queimadura em um dos pés, que ficou tomado por uma bolha enorme, indicando forte exposição ao calor ou contato com superfície quente.
O episódio levantou uma série de questionamentos que precisam ser respondidos:
Como isso aconteceu? Foi descuido? Falta de atenção? Falha no monitoramento? Negligência?
Pais deixam seus filhos em uma creche buscando segurança, cuidado e proteção — jamais imaginam que um bebê possa sair da unidade dessa forma.
Segundo relato de familiares a criança pisou em uma superficie muito quente , causando essa queimadura grave .
O caso já gera grande mobilização. A família foi informada após notar a lesão, e recebeu as explicações formais da unidade, além de providências por parte das autoridades responsáveis.
Uma bolha desse tamanho mostra que a queimadura não foi leve e exige investigação rigorosa. Situações assim não podem ser tratadas como “acidentes comuns”. Criança não se queima sozinha dentro de uma creche — algo falhou.
A ocorrência deve ser apurada minuciosamente pelos órgãos competentes, incluindo fiscalização municipal e autoridades de proteção à infância.
O caso segue em apuração.
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📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO

  📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO Origem Roberto Torrecilhas,...