segunda-feira, 24 de novembro de 2025

 Reportagem Investigativa: O uso de Malaquias 3:8-10 nos púlpitos brasileiros

Por Roberto Torrecilhas

Em muitas igrejas brasileiras, o versículo de Malaquias 3:8-10 tornou-se quase um ritual no momento da coleta de dízimos e ofertas. A frase “Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais...” é recitada como se fosse uma acusação direta contra os fiéis. Mas teólogos e estudiosos afirmam que o texto bíblico, em seu contexto original, não se refere ao povo, e sim aos sacerdotes que desviavam recursos destinados ao templo.

A reportagem ouviu o professor de teologia bíblica, Marcos Almeida, que explica: “O livro de Malaquias denuncia a corrupção sacerdotal. Os líderes estavam oferecendo sacrifícios defeituosos e desviando o que era consagrado. O alvo da crítica não eram os membros, mas os administradores da fé.” Segundo ele, transformar esse versículo em ameaça contra os fiéis é uma distorção perigosa.

Apesar disso, em muitos púlpitos, o versículo é usado como ferramenta de pressão. Pastores afirmam que quem não entrega o dízimo será atacado pelo “devorador, cortador, migrador e destruidor”, termos que originalmente se referem a pragas agrícolas. A ameaça é apresentada como consequência espiritual imediata, criando um ambiente de medo.

 Maria de Lourdes, frequentadora de uma igreja pentecostal há mais de 20 anos. Ela relata: “Já ouvi pregadores dizendo que, se eu não dizimasse, iria gastar o dobro na farmácia. Isso me deixou assustada e por muito tempo dei dinheiro mais por medo do que por fé.”

Em contraste, o apóstolo Paulo ensina em 2 Coríntios 9:7 que cada um deve contribuir “segundo propôs no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” Para o pastor reformado João Batista, esse texto mostra que a contribuição deve ser voluntária e alegre, não fruto de coação. “A Bíblia nunca chama de ladrão quem não dá dízimo”, afirma.

Jesus também abordou o tema em Mateus 22:21, ao dizer: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” O contexto era uma discussão sobre impostos, não sobre dízimos. A frase aponta para a distinção entre deveres civis e espirituais, sem transformar o dízimo em condição de salvação.

A crítica ao uso indevido de Malaquias 3 ganha força quando se observa a prática de Cristo no templo. Em Mateus 21:12-13, Jesus expulsa os cambistas e denuncia: “A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões.” Para estudiosos, essa passagem mostra a rejeição de Cristo à mercantilização da fé, algo que se repete hoje em discursos que vinculam bênçãos a dinheiro.

O teólogo Paulo Henrique, autor de livros sobre hermenêutica bíblica, reforça: “O verdadeiro problema denunciado por Malaquias era a corrupção sacerdotal. O roubo estava no mau uso daquilo que já havia sido entregue, fazer mau uso é crime também ,   não na ausência de entrega por parte dos membros. É preciso resgatar essa leitura para não transformar o evangelho em comércio.”

O Novo Testamento reforça que a verdadeira adoração não está em valores monetários, mas em uma vida consagrada. Romanos 12:1 declara que os cristãos devem apresentar seus corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. A ênfase bíblica é na entrega pessoal e na prática da justiça, não em contribuições obrigatórias.

A reportagem conclui que o uso de Malaquias 3:8-10 como arma contra os fiéis é uma distorção que precisa ser denunciada. O texto bíblico não chama de ladrão quem não entrega dízimos ou ofertas. O chamado é para que cada um dê com alegria, sem medo e sem coação. Denunciar esse uso indevido das Escrituras é defender a pureza do evangelho e proteger os fiéis da opressão espiritual travestida de doutrina

Resumo direto: O dízimo, originalmente uma prática da lei mosaica para sustentar sacerdotes e necessitados, foi reinterpretado ao longo da história da igreja. No Novo Testamento, ele não aparece como obrigação, mas como princípio de generosidade. A igreja cristã, séculos depois, institucionalizou o dízimo como forma de sustento, mas essa evolução abriu espaço para abusos e distorções.

A prática do dízimo tem raízes muito antigas. No Antigo Testamento, o dízimo significava literalmente “a décima parte” e era uma contribuição obrigatória dos israelitas. Ele tinha como objetivo sustentar os levitas, que não possuíam terras, e também prover recursos para os necessitados. Essa prática aparece já em Gênesis 14:20, quando Abraão entrega a Melquisedeque uma décima parte de seus bens.

Com a Lei Mosaica, o dízimo tornou-se parte da estrutura religiosa de Israel. Levítico 27:30 estabelece que “todos os dízimos da terra pertencem ao Senhor”. Além disso, havia diferentes tipos de dízimos: para sustento dos levitas, para festividades religiosas e para os pobres. Ou seja, o dízimo não era apenas financeiro, mas também social e comunitário.

No período pós-exílico, como mostra Malaquias, o problema não estava na ausência de dízimos por parte do povo, mas na corrupção dos sacerdotes que desviavam o que era entregue. O profeta denuncia que o culto estava sendo profanado e que os líderes eram responsáveis por esse roubo.

Já no Novo Testamento, o dízimo não aparece como mandamento para os cristãos. Jesus menciona o dízimo em Mateus 23:23, criticando os fariseus por cumprirem a prática de forma mecânica, enquanto negligenciavam justiça, misericórdia e fidelidade. Paulo, por sua vez, enfatiza em 2 Coríntios 9:7 que a contribuição deve ser voluntária e alegre, sem imposição.

Com o crescimento da igreja cristã, especialmente após o século IV, o dízimo foi incorporado como prática oficial. A Igreja Católica, durante a Idade Média, estabeleceu o dízimo como obrigação legal em muitos países, funcionando quase como um imposto religioso. Essa institucionalização transformou o dízimo em ferramenta de poder e arrecadação.


Nos tempos modernos, igrejas evangélicas mantiveram a prática, mas com diferentes interpretações. Algumas defendem o dízimo como princípio espiritual, outras como obrigação. Em muitos casos, o discurso sobre o dízimo foi associado à promessa de bênçãos materiais, criando uma relação de troca que não aparece no Novo Testamento.

Estudiosos apontam que essa evolução abriu espaço para abusos. O dízimo, que originalmente sustentava sacerdotes e necessitados, passou a ser usado como instrumento de manipulação. A ameaça de “devoradores” e “cortadores” é uma distorção que transforma metáforas agrícolas em armas psicológicas contra os fiéis.

A interpretação correta, segundo teólogos, é que o dízimo deve ser visto como princípio de gratidão e generosidade, não como obrigação legal. O Novo Testamento desloca o foco da porcentagem para o coração do adorador. Deus não busca números, mas sinceridade e fé.

Assim, compreender a história do dízimo é essencial para evitar que ele seja usado como ferramenta de medo. O dízimo nasceu como prática comunitária, foi institucionalizado pela igreja, e hoje precisa ser resgatado em sua essência: um ato de fé e gratidão, livre de ameaças e manipulações.


Reportagem Investigativa: O uso de Malaquias 3:8-10 nos púlpitos brasileiros

Por Roberto Torrecilhas

NATAL DE JAGUARIÚNA COMEÇA DIA 5 DE DEZEMBRO COM MUITAS NOVIDADES


 NATAL DE JAGUARIÚNA COMEÇA DIA 5 DE DEZEMBRO COM MUITAS NOVIDADES


A abertura oficial do Natal de Jaguariúna acontecerá no próximo dia 5 de dezembro, no Centro Cultural, a partir das 19 horas, com a chegada do Papai Noel e a realização da Parada de Natal. O evento de abertura vai contar também com a apresentação da Orquestra de Violeiros do Jaguary.


A programação natalina se estenderá até o dia 23 de dezembro e inclui uma série de novidades que prometem agitar a cidade e emocionar a população. 


De acordo com a secretaria municipal de cultura, o público vai poder acompanhar a apresentação teatral da peça “Um Natal Diferente”, vai poder assistir à “Parada de Natal”, cantar com o encontro de Coral “Vozes do Natal” e com a “Street Banda de Natal”, se divertir com a “Andata de Natal” e se encantar com o “Concerto de Natal”.


(Confira no final da matéria os dias, horários e locais de cada atração)


Além disso, a Prefeitura realiza neste ano o “Natal com Você”, uma iniciativa que leva as festividades de Natal para dentro dos bairros da cidade.


ATENDIMENTO DO PAPAI NOEL


Conforme a programação, o atendimento do Papai Noel será realizado no Boulevard do Centro Cultural, a partir do dia 5 de dezembro, das 19h às 22h. Exceto às segundas-feiras. 


Fique atento! Em alguns dias, o bom velhinho também vai atender na Praça Umbelina Bueno. Nos sábados, dia 13 e 20 de dezembro, o atendimento será das 9h às 12h. No domingo, dia 21 de dezembro, o atendimento também será das 9h às 12h. Já na segunda e terça-feira, dias 22 e 23 de dezembro, o atendimento será das 19h às 22h.


CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA


05/12 Sexta - feira 


Boulevard:

19h – Parada de natal e chegada do Papai Noel. 

- Orquestra Violeiros do Jaguary após parada

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


06/12 Sábado


Boulevard:

20h – Emoções: Um Concerto de Natal com a Banda Maestro Paulo de Moraes Penteado 

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


07/12 Domingo


Centro Cultural (ao lado da FEART):

12h – Alunos da prática de banda da Escola das Artes

12h30 – Orquestra dos Violeiros do Jaguary


Boulevard:

18h – Dança Jaguary 

20h30 – Peça Teatral: Um natal diferente

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


09/12 Terça –feira

19h – Natal com você (pelos bairros da cidade)


10/12 Quarta-feira


Boulevard:

19h – Vozes de Natal: Encontro de coral

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 

- Feira noturna especial de natal


11/12 quinta-feira


Bairros de Jaguariúna:

19h – Natal com você (pelos bairros da cidade)


Boulevard:

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel


12/12 Sexta-feira


Boulevard:

19h – Parada de natal. 

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 



13/12 Sábado


Centro de Jaguariúna:

9h as 12h – Atendimento do Papai Noel


Boulevard:

19h – Emoções: Um Concerto de Natal com a Banda Maestro Paulo de Moraes Penteado 

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


14/12 Domingo


Centro Cultural (ao lado da FEART):

12h30 – Orquestra dos Violeiros do Jaguary


Boulevard:

18h – Dança Jaguary

20h30 – Peça Teatral: Um natal diferente

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


16/12 Terça Feira


Bairros da Cidade:

18h as 19h – Natal com você (pelos bairros da cidade)


Boulevard:

19h – Encontro de Bateria da Escola das Artes

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


17/12 Quarta-feira


Boulevard:

19h – Vozes do Natal: Encontro de coral

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 

- Feira noturna especial de natal


18/12 Quinta-feira


Bairros da Cidade:

19h – Natal com você (pelos bairros da cidade)


Centro da cidade:

18h as 20h - Street band de natal


Boulevard:

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


19/12 Sexta-feira


Centro da cidade:

18h as 20h - Street band de natal


Boulevard:

19h – Parada de natal. 

- atração musical

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


20/12 Sábado


Centro de Jaguariúna:

9h as 12h – Atendimento do Papai Noel e Street band de natal


Boulevard:

19h – Emoções: Um Concerto de Natal com a Banda Maestro Paulo de Moraes Penteado 

- Após o espetáculo apresentação do Queops Revival – a Festa dos Anos Dourados 

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


21/12 Domingo


Centro de Jaguariúna:

9h as 12h – Atendimento do Papai Noel


Centro Cultural (ao lado da FEART):

12h30 – Orquestra dos Violeiros do Jaguary


Boulevard:

20h30 – Peça Teatral: Um Natal diferente

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 



22/12 Segunda-feira


Centro da cidade:

18h – Andata de Natal 

18h as 20h – Street Band de natal

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel


23/12 Terça-feira


Centro da cidade:

18h – Andata de Natal 

18h as 20h – Street Band de natal

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel

sábado, 22 de novembro de 2025

VEM AI JAGUARIÚNA COUNTRY

 


🚨 BOLSONARO É DETIDO AO AMANHECER EM BRASÍLIA — AÇÃO DA PF ALTERA O CENÁRIO POLÍTICO

 


🚨 BOLSONARO É DETIDO AO AMANHECER EM BRASÍLIA — AÇÃO DA PF ALTERA O CENÁRIO POLÍTICO

Brasília — O ex-presidente Jair Bolsonaro foi detido nas primeiras horas da manhã deste sábado, em uma operação que surpreendeu até mesmo aliados mais próximos. A ação, conduzida pela Polícia Federal, resultou na prisão preventiva do ex-chefe do Executivo — uma medida emergencial adotada antes do cumprimento de qualquer pena.

A detenção ocorreu por volta das 6h, dentro do condomínio onde Bolsonaro vive. Pouco depois, o comboio oficial deixou o local e chegou à Superintendência da PF às 6h35. Lá, ele foi instalado em uma sala de Estado, espaço destinado exclusivamente a autoridades de alta representatividade, como ex-presidentes e ocupantes de cargos estratégicos.

A decisão que autorizou a prisão foi emitida pelo Supremo Tribunal Federal, e a PF destacou em nota que agiu em cumprimento direto ao mandado. Fontes ligadas às investigações apontam que a justificativa central da medida foi a necessidade de preservação da ordem pública.

A movimentação de apoiadores também pesou para o desfecho. Um ato convocado em defesa do ex-presidente, mobilizado por parlamentares próximos, foi avaliado pela Polícia Federal como uma possível fonte de tensão, colocando manifestantes e agentes de segurança em risco potencial — o que reforçou a adoção da medida cautelar.

A situação agora avança para uma nova etapa, com desdobramentos que prometem influenciar o ambiente político e jurídico do país.

Jornal Digital Regional


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✍️ Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV.

🚨 BOLSONARO É PRESO PELA POLÍCIA FEDERAL AO AMANHECER EM BRASÍLIA

 

🚨 BOLSONARO É PRESO PELA POLÍCIA FEDERAL AO AMANHECER EM BRASÍLIA

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Brasília —
O sábado começou com uma das ações mais impactantes do cenário político recente: o ex-presidente Jair Bolsonaro foi detido pela Polícia Federal logo nas primeiras horas da manhã desta 22 de novembro. A equipe de agentes entrou no condomínio onde ele cumpria prisão domiciliar e efetuou a detenção sem resistência.

Após o procedimento inicial, Bolsonaro foi levado para a Superintendência da PF, onde permanece em uma sala especial, espaço reservado para autoridades que ocupam ou já ocuparam cargos de Estado.

A ordem judicial que motivou a ação é uma prisão preventiva, medida aplicada para garantir a continuidade das investigações e evitar interferências no processo. Essa decisão não corresponde ao início da pena pela qual o ex-presidente foi condenado anteriormente.

Bolsonaro possui sentença de 27 anos e 3 meses de prisão relacionada ao processo que investigou tentativa de rompimento da ordem democrática. Apesar da condenação, ele ainda não havia iniciado o cumprimento efetivo da pena, já que recursos seguiam em análise.

Com a nova determinação, o caso entra em uma nova fase. A defesa se mobiliza para reverter a decisão, enquanto o cenário político nacional observa atentamente os próximos passos — que prometem repercussões profundas.

Jornal Digital Regional


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sexta-feira, 21 de novembro de 2025

OPERAÇÃO INTEGRADA FLAGRA QUASE 2 TONELADAS DE MACONHA NA BR-153 EM BADY BASSITT


 OPERAÇÃO INTEGRADA FLAGRA QUASE 2 TONELADAS DE MACONHA NA BR-153 EM BADY BASSITT


A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de São Paulo (FICCO/SP) realizou, na tarde de quarta-feira (12/11), uma das maiores apreensões de drogas do ano no interior paulista. A ação ocorreu na Rodovia BR-153, na altura de Bady Bassitt, durante fiscalização de um caminhão baú que levantou suspeita das equipes do TOR (Tático Ostensivo Rodoviário) da Polícia Militar.

Segundo as informações operacionais, os policiais abordaram o veículo após perceberem sinais de irregularidade. Durante a vistoria detalhada na carroceria, foram encontrados inúmeros tabletes de maconha escondidos entre a carga. A pesagem confirmou o volume expressivo: 1.765 quilos do entorpecente, distribuídos em embalagens destinadas ao transporte interestadual.

O motorista do caminhão recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido diretamente para a Delegacia da Polícia Federal de São José do Rio Preto. Ele responderá por tráfico interestadual de drogas e permanece à disposição da Justiça, devendo passar por audiência de custódia nas próximas horas.

A operação é fruto direto do trabalho coordenado entre os órgãos que compõem a FICCO/SP — estrutura criada para reforçar a união de esforços contra o crime organizado que atua dentro e fora do estado. Participam da força-tarefa a Polícia Federal, a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP/SP), a Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP/SP).

A apreensão demonstra mais uma vez o impacto da integração de inteligência, análise de rotas e ações ostensivas de campo, reduzindo a circulação de drogas e atingindo financeiramente organizações criminosas que lucram com o transporte e a distribuição do entorpecente.

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**POR QUE ALGUNS POLÍTICOS NÃO GOSTAM DO ROBERTÃO CHAPA QUENTE?

 


**POR QUE ALGUNS POLÍTICOS NÃO GOSTAM DO ROBERTÃO CHAPA QUENTE?

A RESPOSTA É UMA SÓ: ELE FALA A VERDADE QUE ELES MORREM DE MEDO DE OUVIR.**

Alguns políticos simplesmente não suportam o nome Robertão Chapa Quente.
O motivo? Não é mistério nenhum. Robertão fala o que precisa ser dito — não o que eles gostariam de ouvir.

Enquanto muitos preferem a imprensa domesticada, aquela que só elogia, que faz carinho e que abre espaço para propaganda disfarçada de notícia, Robertão segue pelo caminho oposto: o caminho da verdade nua, crua e incômoda.

E político que vive de aparência teme quem vive de verdade.


1. POLÍTICO QUE QUER JORNALISTA DE CABRESTO ODEIA JORNALISTA LIVRE

A realidade é simples: tem político que só gosta de imprensa quando ela fica de boca fechada.
Quando o jornalista é independente, ele vira “inimigo”.
Mas o problema não é o jornalista — o problema é o político que tem medo de ser cobrado.

Robertão não usa cabresto.
E isso incomoda profundamente.


2. ELE NÃO ACEITA PRESSÃO, NÃO FAZ ACORDO E NÃO VENDE SILÊNCIO

Alguns políticos até tentam:
pressão, indireta, recadinho, tentativa de ameaça velada.
Mas nada disso funciona com Robertão.

Ele não troca reportagem por favor político.
Não troca pauta por abraço.
Não troca denúncia por tapinha nas costas.

Isso irrita — e muito — aqueles que estão acostumados a mandar.


3. ELE ENTREGA AO POVO O QUE O POVO PRECISA: A VERDADE

Em um cenário onde muitos preferem esconder falhas, encobrir erros ou maquiar incompetência, Robertão aparece como uma pedra no sapato.

Quando algo está errado, ele mostra.
Quando uma obra para, ele denuncia.
Quando um serviço público falha, ele cobra.

E essa postura incomoda quem gostaria de varrer tudo para baixo do tapete.


4. QUANDO O JORNALISTA FAZ O TRABALHO DELE, O POLÍTICO TEM QUE FAZER O DELE

Político que trabalha direito não tem medo de jornalista sério.
Quem teme transparência é quem tem algo a esconder.

E é justamente por isso que alguns preferem tentar virar as costas, falar mal por trás, atacar ou insinuar.
É a tática de quem não quer resolver o problema — quer apenas calar quem denuncia.


5. ELE NÃO DEVE NADA A NINGUÉM

Robertão não “reza na cartilha” de político, prefeitura, grupo ou partido.
Ele não tem rabo preso, não deve favor e não tem dono.

Essa independência é uma ofensa para muito político acostumado a controlar a narrativa — mas é um alívio para a população que quer saber a verdade.


6. POLÍTICOS TÊM MEDO DAQUILO QUE NÃO CONTROLAM

E não controlam Robertão.
Não controlam suas pautas.
Não controlam suas denúncias.
Não controlam seu alcance.

Quando uma informação precisa ser dita, ela sai — doa a quem doer.

E político que gosta de zona de conforto nunca vai gostar disso.


7. ELE TEM A CONFIANÇA DO POVO — E ISSO ASSUSTA

Político teme duas coisas:
a verdade e a opinião pública.

Robertão tem as duas.

Onde ele chega, a população abre as portas.
Quando ele denuncia, o povo repercute.
Quando ele cobra, a prefeitura sente.

E isso deixa muito político desesperado.


8. O QUE ELES CHAMAM DE “INCOMODO” O POVO CHAMA DE “CORAGEM”

Enquanto alguns prefeitos e políticos reclamam, chamam de exagero, de perseguição ou de “sensacionalismo”, o povo entende a real diferença:

Não é exagero.
É coragem.
Não é perseguição.
É jornalismo.
Não é sensacionalismo.
É compromisso com a verdade.


9. POLÍTICO QUE TEM MEDO DE CRÍTICA NÃO DEVERIA ESTAR NA VIDA PÚBLICA

Quem trabalha para o povo precisa estar preparado para ser cobrado pelo povo — e por quem representa o povo na imprensa.

Mas muitos preferem apenas os aplausos.
E quando vem a crítica, entram em parafuso.
Robertão não está aqui para agradar político — está aqui para defender a população.


10. ENQUANTO HOUVER VERDADE PARA DIZER, ROBERTÃO NÃO VAI SE CALAR

E essa é, no fim das contas, a grande razão do incômodo:

Robertão fala.
Fala alto.
Fala claro.
E fala verdade.

Político que se incomoda com isso deveria repensar suas atitudes — não tentar calar o jornalista que revela o que está errado.

📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO

  📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO Origem Roberto Torrecilhas,...