terça-feira, 25 de novembro de 2025

GUARDA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DE POSSE RECUPERA MOTOCICLETA FURTADA EM MENOS DE 12 HORAS

 


GUARDA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DE POSSE RECUPERA MOTOCICLETA FURTADA EM MENOS DE 12 HORAS

A ação rápida e precisa da Guarda Municipal de Santo Antônio de Posse garantiu a recuperação de uma motocicleta furtada poucas horas antes no município. O furto havia ocorrido por volta das 20h da noite anterior, mobilizando imediatamente as equipes de patrulhamento.

Durante ronda preventiva, os agentes receberam a informação de que um veículo com características semelhantes estaria escondido em uma área de mata. A equipe se dirigiu ao ponto indicado e iniciou uma varredura minuciosa pelo terreno.

Entre a vegetação fechada, a motocicleta foi encontrada parcialmente oculta, confirmando tratar-se do veículo subtraído horas antes. Após a localização, os guardas conduziram o bem à Delegacia de Polícia para os procedimentos legais.

O proprietário foi informado e orientado a comparecer à unidade policial para realizar a retirada da motocicleta recuperada.

A ocorrência demonstra a eficiência do patrulhamento da Guarda Municipal de Santo Antônio de Posse e reforça o compromisso da corporação em agir com agilidade no combate aos crimes patrimoniais, garantindo resposta rápida e segurança à população.


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✍️ Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV.

São cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, dois de prisão e bloqueio de até R$ 22,5 milhões em SP, RS e SC

 CGU, PF e TCE-RS realizam operação contra desvios em contratos da saúde

São cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, dois de prisão e bloqueio de até R$ 22,5 milhões em SP, RS e SC



CGU, PF e TCE-RS realizam operação contra desvios em contratos da saúde
São cumpridos 24 mandados de busca e apreensão, dois de prisão e bloqueio de até R$ 22,5 milhões em SP, RS e SC

AControladoria-Geral da União (CGU), em parceria com a Polícia Federal (PF) e o Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul (TCE-RS), realiza nesta terça-feira (25) a Operação Paralelo Cinco. A ação tem como objetivo aprofundar as investigações sobre suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos destinados à gestão de hospitais localizados em Jaguari (RS) e Embu das Artes (SP), administrados por uma Organização Social (OS).

Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva nos estados do Rio Grande do Sul, de São Paulo e de Santa Catarina. Também estão em execução ordens judiciais de sequestro de 14 imóveis, apreensão de 53 veículos e uma embarcação, além do bloqueio de valores em contas bancárias até o limite de R$ 22,5 milhões. Vinte investigados foram submetidos a medidas cautelares, como afastamento de funções, suspensão de atividades, restrição de acesso a órgãos públicos e proibição de comunicação entre os envolvidos.

Investigação

De acordo com as apurações, há indícios de que a Organização Social investigada tenha estruturado um esquema para desviar recursos públicos destinados à gestão de unidades hospitalares. Entre 2022 e agosto de 2025, os hospitais receberam mais de R$ 340 milhões em repasses municipais, estaduais e federais para custeio de serviços de saúde.

As suspeitas são de que os desvios teriam ocorrido por meio de falhas deliberadas na execução dos contratos, como ausência de aportes previstos, uso inadequado de recursos e não compensação de valores destinados por emendas parlamentares. Também foram identificados indícios de utilização de empresas de fachada para emissão de notas fiscais sem comprovação de serviço, o que teria permitido movimentações financeiras para diversas contas, supostamente beneficiando gestores da OS e mantendo o fluxo do esquema investigado.

Impacto Social

Desvios de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) afetam diretamente a oferta dos serviços à população, comprometendo o abastecimento de insumos, a continuidade dos atendimentos, a capacidade operacional das unidades e a eficiência da rede hospitalar.

Denúncias

Informações relacionadas a esta operação ou a outras possíveis irregularidades podem ser encaminhadas à Ouvidoria-Geral da União (OGU) por meio da Plataforma Fala.BR. As denúncias podem ser registradas anonimamente, selecionando a opção “Não identificado”. No campo “Sobre qual assunto você quer falar”, deve ser escolhida a categoria “Operações CGU”, e no campo “Fale aqui”, é necessário informar o nome da operação e o estado onde a ação foi deflagrada.

Operação mira crimes ligados a influenciadores que promovem fabricação e soltura ilegal de balões

 

Operação mira crimes ligados a influenciadores que promovem fabricação e soltura ilegal de balões

Ação entre a PM Ambiental e o Ministério Público tem o objetivo de impedir que prática criminosa, que causa riscos à população, seja normalizada


Terça-feira, 25/11/2025 08:01

Por Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública

A Polícia Militar Ambiental e o Ministério Público deflagraram, na manhã desta terça-feira (25), a Operação “Bancada”, contra influenciadores digitais que promovem e monetizam a fabricação e soltura ilegais de balões. São cumpridos 31 mandados de busca e apreensão na capital paulista e região metropolitana.

A investigação teve duração de seis meses e identificou os principais responsáveis pela prática criminosa. Além de confeccionar e vender os balões, os suspeitos ainda promoviam a ação nas redes sociais, fazendo com que o ato, que coloca o meio-ambiente e a vida das pessoas em risco, causando incêndios e até acidentes aéreos, fosse normalizado.

Os mandados judiciais são cumpridos em endereços relacionados aos suspeitos. No total, foram empenhados 170 policiais militares para a operação.

Além disso, o Poder Judiciário determinou a suspensão e o bloqueio de contas e perfis utilizados pelos investigados. Segundo as equipes, essas páginas eram responsáveis por impulsionar o engajamento e a monetização do conteúdo criminoso.

A fabricação, armazenagem, transporte ou soltura de balões é crime previsto na Lei de Crimes Ambientais. A ação segue em andamento.

AS FACES DO OCULTO – O QUE SE DISCUTIA ENTRE AS QUATRO PAREDES DO TABERNÁCULO NO ANTIGO TESTAMENTO

 

AS FACES DO OCULTO – O QUE SE DISCUTIA ENTRE AS QUATRO PAREDES NO ANTIGO TESTAMENTO

POR - ROBERTO TORRECILHAS .

INTRODUÇÃO

No Antigo Testamento, enquanto o povo via apenas o fogo no monte, a nuvem no tabernáculo e a arca sendo carregada, sacerdotes entravam em lugares onde nenhum homem comum podia pisar. Ali, diante do sagrado e do oculto, mistérios eram revelados, decisões eram tomadas e pecados eram julgados.
A Palavra mostra que, entre as quatro paredes do santuário, coisas espirituais profundas eram discutidas, e muitas delas continuam ecoando no mundo espiritual até hoje.

Esta pregação revela as faces do oculto — não como misticismo, mas como realidade espiritual que ainda governa a vida daqueles que não têm discernimento.

Prepare-se: esta é uma mensagem para despertar, confrontar e transformar.


CAPÍTULO 1 — O OCULTO COMEÇA NA PORTA DO TABERNÁCULO

Versículo-base: “E farão um santuário para mim, e habitarei no meio deles.” (Êxodo 25:8)

O tabernáculo não era apenas um lugar físico. Era um limite entre dois mundos: o visível e o invisível.
Ali começava o trato espiritual. Nada do que era comum podia entrar.


CAPÍTULO 2 — O SACERDOTE SABIA O QUE O POVO NÃO PODIA SABER

Versículo-base: “O sacerdote guardará o conhecimento, e da sua boca buscarão a lei.” (Malaquias 2:7)

O sacerdote carregava segredos:
– Como lidar com o pecado.
– Como discernir o espírito.
– Como identificar maldição, impureza, enfermidade espiritual.
O povo via o resultado; o sacerdote via a origem.


CAPÍTULO 3 — O LUGAR SANTO ERA O TERRENO DO DISCERNIMENTO

Versículo-base: “E porás o incenso aromático sobre o altar diante do véu.” (Êxodo 30:6)

O incenso queimando não era simbolismo: era guerra invisível, confronto, intercessão.
Ali, decisões espirituais eram tomadas antes de qualquer decisão natural acontecer.


CAPÍTULO 4 — O VÉU: A BARREIRA ENTRE O HOMEM E O MISTÉRIO

Versículo-base: “O véu vos separará o santo do santíssimo.” (Êxodo 26:33)

Existia um limite entre o que Deus revelava e o que Ele escondia.
Só atravessava quem Deus autorizava — ou morria.


CAPÍTULO 5 — NO SANTÍSSIMO, A VERDADE NÃO ERA NEGOCIADA

Versículo-base: “Ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório.” (Êxodo 25:22)

Entre quatro paredes, Deus falava verdades que o povo não suportaria ouvir.
Ali eram revelados:
– Pecados da nação.
– Juízos.
– Direções.
– Mistérios espirituais.


CAPÍTULO 6 — OS SACERDOTES DISCUTIAM O PECADO OCULTO

Versículo-base: “O pecado está à porta, mas a ti cumpre dominá-lo.” (Gênesis 4:7)

Antes que um pecado viesse à tona, ele já estava sendo julgado no secreto.
O que o povo escondia, Deus revelava no interior do santuário.


CAPÍTULO 7 — DISCUTIA-SE GUERRA ESPIRITUAL

Versículo-base: “Esta guerra do Senhor é contra Amaleque.” (Êxodo 17:16)

Os sacerdotes discutiam estratégias espirituais para batalhas naturais.
Nenhuma guerra começava no campo — começava diante de Deus.


CAPÍTULO 8 — FALAVA-SE SOBRE O DESTINO DA NAÇÃO

Versículo-base: “E consultar-me-á o sacerdote pelo juízo do Urim diante do Senhor.” (Números 27:21)

Nas quatro paredes do tabernáculo decidia-se:
– quem iria liderar,
– quem seria enviado,
– quem seria levantado,
– quem seria rejeitado.

Deus decidia o destino antes que o povo percebesse.


CAPÍTULO 9 — DISCUTIAM O PESO DA PRESENÇA

Versículo-base: “Se a tua presença não for conosco, não nos faça subir daqui.” (Êxodo 33:15)

A arca não era objeto: era presença.
Era glória.
Era juízo.
Os sacerdotes sabiam que, sem ela, nada funcionava.


CAPÍTULO 10 — DISCUTIAM O QUE PERMANECE ATÉ HOJE

Versículo-base: “O que foi, isso é o que há de ser.” (Eclesiastes 1:9)

Até hoje, no mundo espiritual, as mesmas discussões continuam:
– Pureza.
– Propósito.
– Discernimento.
– Batalha espiritual.
– Chamamento.
– Julgamento.
– Santidade.

E quem não discerne o secreto, torna-se vítima do oculto.


CONCLUSÃO

Assim como no Antigo Testamento, Deus continua revelando Seus mistérios no secreto, e continua levantando homens e mulheres que entendem que as maiores batalhas não acontecem na terra, mas no mundo invisível.

As faces do oculto não pertencem às trevas — pertencem a Deus, que revela o que quer, a quem Ele quer, e quando Ele quer.

Quem vive na superficialidade nunca entenderá.
Quem vive no secreto, discerne tudo.

Prepare-se: Deus quer te levar para dentro do santuário, para te mostrar o que outros não veem, te ensinar o que outros não entendem e te revelar mistérios que transformarão tua vida, tua casa e teu chamado.

AS FACES DO OCULTO – O QUE SE DISCUTIA ENTRE AS QUATRO PAREDES NO ANTIGO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO

No Antigo Testamento, enquanto o povo via apenas o fogo no monte, a nuvem no tabernáculo e a arca sendo carregada, sacerdotes entravam em lugares onde nenhum homem comum podia pisar. Ali, diante do sagrado e do oculto, mistérios eram revelados, decisões eram tomadas e pecados eram julgados.
A Palavra mostra que, entre as quatro paredes do santuário, coisas espirituais profundas eram discutidas, e muitas delas continuam ecoando no mundo espiritual até hoje.

Esta pregação revela as faces do oculto — não como misticismo, mas como realidade espiritual que ainda governa a vida daqueles que não têm discernimento.

Prepare-se: esta é uma mensagem para despertar, confrontar e transformar.


CAPÍTULO 1 — O OCULTO COMEÇA NA PORTA DO TABERNÁCULO

Versículo-base: “E farão um santuário para mim, e habitarei no meio deles.” (Êxodo 25:8)

O tabernáculo não era apenas um lugar físico. Era um limite entre dois mundos: o visível e o invisível.
Ali começava o trato espiritual. Nada do que era comum podia entrar.


CAPÍTULO 2 — O SACERDOTE SABIA O QUE O POVO NÃO PODIA SABER

Versículo-base: “O sacerdote guardará o conhecimento, e da sua boca buscarão a lei.” (Malaquias 2:7)

O sacerdote carregava segredos:
– Como lidar com o pecado.
– Como discernir o espírito.
– Como identificar maldição, impureza, enfermidade espiritual.
O povo via o resultado; o sacerdote via a origem.


CAPÍTULO 3 — O LUGAR SANTO ERA O TERRENO DO DISCERNIMENTO

Versículo-base: “E porás o incenso aromático sobre o altar diante do véu.” (Êxodo 30:6)

O incenso queimando não era simbolismo: era guerra invisível, confronto, intercessão.
Ali, decisões espirituais eram tomadas antes de qualquer decisão natural acontecer.


CAPÍTULO 4 — O VÉU: A BARREIRA ENTRE O HOMEM E O MISTÉRIO

Versículo-base: “O véu vos separará o santo do santíssimo.” (Êxodo 26:33)

Existia um limite entre o que Deus revelava e o que Ele escondia.
Só atravessava quem Deus autorizava — ou morria.


CAPÍTULO 5 — NO SANTÍSSIMO, A VERDADE NÃO ERA NEGOCIADA

Versículo-base: “Ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório.” (Êxodo 25:22)

Entre quatro paredes, Deus falava verdades que o povo não suportaria ouvir.
Ali eram revelados:
– Pecados da nação.
– Juízos.
– Direções.
– Mistérios espirituais.


CAPÍTULO 6 — OS SACERDOTES DISCUTIAM O PECADO OCULTO

Versículo-base: “O pecado está à porta, mas a ti cumpre dominá-lo.” (Gênesis 4:7)

Antes que um pecado viesse à tona, ele já estava sendo julgado no secreto.
O que o povo escondia, Deus revelava no interior do santuário.


CAPÍTULO 7 — DISCUTIA-SE GUERRA ESPIRITUAL

Versículo-base: “Esta guerra do Senhor é contra Amaleque.” (Êxodo 17:16)

Os sacerdotes discutiam estratégias espirituais para batalhas naturais.
Nenhuma guerra começava no campo — começava diante de Deus.


CAPÍTULO 8 — FALAVA-SE SOBRE O DESTINO DA NAÇÃO

Versículo-base: “E consultar-me-á o sacerdote pelo juízo do Urim diante do Senhor.” (Números 27:21)

Nas quatro paredes do tabernáculo decidia-se:
– quem iria liderar,
– quem seria enviado,
– quem seria levantado,
– quem seria rejeitado.

Deus decidia o destino antes que o povo percebesse.


CAPÍTULO 9 — DISCUTIAM O PESO DA PRESENÇA

Versículo-base: “Se a tua presença não for conosco, não nos faça subir daqui.” (Êxodo 33:15)

A arca não era objeto: era presença.
Era glória.
Era juízo.
Os sacerdotes sabiam que, sem ela, nada funcionava.


CAPÍTULO 10 — DISCUTIAM O QUE PERMANECE ATÉ HOJE

Versículo-base: “O que foi, isso é o que há de ser.” (Eclesiastes 1:9)

Até hoje, no mundo espiritual, as mesmas discussões continuam:
– Pureza.
– Propósito.
– Discernimento.
– Batalha espiritual.
– Chamamento.
– Julgamento.
– Santidade.

E quem não discerne o secreto, torna-se vítima do oculto.


CONCLUSÃO

Assim como no Antigo Testamento, Deus continua revelando Seus mistérios no secreto, e continua levantando homens e mulheres que entendem que as maiores batalhas não acontecem na terra, mas no mundo invisível.

As faces do oculto não pertencem às trevas — pertencem a Deus, que revela o que quer, a quem Ele quer, e quando Ele quer.

Quem vive na superficialidade nunca entenderá.
Quem vive no secreto, discerne tudo.

Prepare-se: Deus quer te levar para dentro do santuário, para te mostrar o que outros não veem, te ensinar o que outros não entendem e te revelar mistérios que transformarão tua vida, tua casa e teu chamado.

AS FACES DO OCULTO – O QUE SE DISCUTIA ENTRE AS QUATRO PAREDES NO ANTIGO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO

No Antigo Testamento, enquanto o povo via apenas o fogo no monte, a nuvem no tabernáculo e a arca sendo carregada, sacerdotes entravam em lugares onde nenhum homem comum podia pisar. Ali, diante do sagrado e do oculto, mistérios eram revelados, decisões eram tomadas e pecados eram julgados.
A Palavra mostra que, entre as quatro paredes do santuário, coisas espirituais profundas eram discutidas, e muitas delas continuam ecoando no mundo espiritual até hoje.

Esta pregação revela as faces do oculto — não como misticismo, mas como realidade espiritual que ainda governa a vida daqueles que não têm discernimento.

Prepare-se: esta é uma mensagem para despertar, confrontar e transformar.


CAPÍTULO 1 — O OCULTO COMEÇA NA PORTA DO TABERNÁCULO

Versículo-base: “E farão um santuário para mim, e habitarei no meio deles.” (Êxodo 25:8)

O tabernáculo não era apenas um lugar físico. Era um limite entre dois mundos: o visível e o invisível.
Ali começava o trato espiritual. Nada do que era comum podia entrar.


CAPÍTULO 2 — O SACERDOTE SABIA O QUE O POVO NÃO PODIA SABER

Versículo-base: “O sacerdote guardará o conhecimento, e da sua boca buscarão a lei.” (Malaquias 2:7)

O sacerdote carregava segredos:
– Como lidar com o pecado.
– Como discernir o espírito.
– Como identificar maldição, impureza, enfermidade espiritual.
O povo via o resultado; o sacerdote via a origem.


CAPÍTULO 3 — O LUGAR SANTO ERA O TERRENO DO DISCERNIMENTO

Versículo-base: “E porás o incenso aromático sobre o altar diante do véu.” (Êxodo 30:6)

O incenso queimando não era simbolismo: era guerra invisível, confronto, intercessão.
Ali, decisões espirituais eram tomadas antes de qualquer decisão natural acontecer.


CAPÍTULO 4 — O VÉU: A BARREIRA ENTRE O HOMEM E O MISTÉRIO

Versículo-base: “O véu vos separará o santo do santíssimo.” (Êxodo 26:33)

Existia um limite entre o que Deus revelava e o que Ele escondia.
Só atravessava quem Deus autorizava — ou morria.


CAPÍTULO 5 — NO SANTÍSSIMO, A VERDADE NÃO ERA NEGOCIADA

Versículo-base: “Ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório.” (Êxodo 25:22)

Entre quatro paredes, Deus falava verdades que o povo não suportaria ouvir.
Ali eram revelados:
– Pecados da nação.
– Juízos.
– Direções.
– Mistérios espirituais.


CAPÍTULO 6 — OS SACERDOTES DISCUTIAM O PECADO OCULTO

Versículo-base: “O pecado está à porta, mas a ti cumpre dominá-lo.” (Gênesis 4:7)

Antes que um pecado viesse à tona, ele já estava sendo julgado no secreto.
O que o povo escondia, Deus revelava no interior do santuário.


CAPÍTULO 7 — DISCUTIA-SE GUERRA ESPIRITUAL

Versículo-base: “Esta guerra do Senhor é contra Amaleque.” (Êxodo 17:16)

Os sacerdotes discutiam estratégias espirituais para batalhas naturais.
Nenhuma guerra começava no campo — começava diante de Deus.


CAPÍTULO 8 — FALAVA-SE SOBRE O DESTINO DA NAÇÃO

Versículo-base: “E consultar-me-á o sacerdote pelo juízo do Urim diante do Senhor.” (Números 27:21)

Nas quatro paredes do tabernáculo decidia-se:
– quem iria liderar,
– quem seria enviado,
– quem seria levantado,
– quem seria rejeitado.

Deus decidia o destino antes que o povo percebesse.


CAPÍTULO 9 — DISCUTIAM O PESO DA PRESENÇA

Versículo-base: “Se a tua presença não for conosco, não nos faça subir daqui.” (Êxodo 33:15)

A arca não era objeto: era presença.
Era glória.
Era juízo.
Os sacerdotes sabiam que, sem ela, nada funcionava.


CAPÍTULO 10 — DISCUTIAM O QUE PERMANECE ATÉ HOJE

Versículo-base: “O que foi, isso é o que há de ser.” (Eclesiastes 1:9)

Até hoje, no mundo espiritual, as mesmas discussões continuam:
– Pureza.
– Propósito.
– Discernimento.
– Batalha espiritual.
– Chamamento.
– Julgamento.
– Santidade.

E quem não discerne o secreto, torna-se vítima do oculto.


CONCLUSÃO

Assim como no Antigo Testamento, Deus continua revelando Seus mistérios no secreto, e continua levantando homens e mulheres que entendem que as maiores batalhas não acontecem na terra, mas no mundo invisível.

As faces do oculto não pertencem às trevas — pertencem a Deus, que revela o que quer, a quem Ele quer, e quando Ele quer.

Quem vive na superficialidade nunca entenderá.
Quem vive no secreto, discerne tudo.

Prepare-se: Deus quer te levar para dentro do santuário, para te mostrar o que outros não veem, te ensinar o que outros não entendem e te revelar mistérios que transformarão tua vida, tua casa e teu chamado.

AS FACES DO OCULTO – O QUE SE DISCUTIA ENTRE AS QUATRO PAREDES NO ANTIGO TESTAMENTO

INTRODUÇÃO

No Antigo Testamento, enquanto o povo via apenas o fogo no monte, a nuvem no tabernáculo e a arca sendo carregada, sacerdotes entravam em lugares onde nenhum homem comum podia pisar. Ali, diante do sagrado e do oculto, mistérios eram revelados, decisões eram tomadas e pecados eram julgados.
A Palavra mostra que, entre as quatro paredes do santuário, coisas espirituais profundas eram discutidas, e muitas delas continuam ecoando no mundo espiritual até hoje.

Esta pregação revela as faces do oculto — não como misticismo, mas como realidade espiritual que ainda governa a vida daqueles que não têm discernimento.

Prepare-se: esta é uma mensagem para despertar, confrontar e transformar.


CAPÍTULO 1 — O OCULTO COMEÇA NA PORTA DO TABERNÁCULO

Versículo-base: “E farão um santuário para mim, e habitarei no meio deles.” (Êxodo 25:8)

O tabernáculo não era apenas um lugar físico. Era um limite entre dois mundos: o visível e o invisível.
Ali começava o trato espiritual. Nada do que era comum podia entrar.


CAPÍTULO 2 — O SACERDOTE SABIA O QUE O POVO NÃO PODIA SABER

Versículo-base: “O sacerdote guardará o conhecimento, e da sua boca buscarão a lei.” (Malaquias 2:7)

O sacerdote carregava segredos:
– Como lidar com o pecado.
– Como discernir o espírito.
– Como identificar maldição, impureza, enfermidade espiritual.
O povo via o resultado; o sacerdote via a origem.


CAPÍTULO 3 — O LUGAR SANTO ERA O TERRENO DO DISCERNIMENTO

Versículo-base: “E porás o incenso aromático sobre o altar diante do véu.” (Êxodo 30:6)

O incenso queimando não era simbolismo: era guerra invisível, confronto, intercessão.
Ali, decisões espirituais eram tomadas antes de qualquer decisão natural acontecer.


CAPÍTULO 4 — O VÉU: A BARREIRA ENTRE O HOMEM E O MISTÉRIO

Versículo-base: “O véu vos separará o santo do santíssimo.” (Êxodo 26:33)

Existia um limite entre o que Deus revelava e o que Ele escondia.
Só atravessava quem Deus autorizava — ou morria.


CAPÍTULO 5 — NO SANTÍSSIMO, A VERDADE NÃO ERA NEGOCIADA

Versículo-base: “Ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório.” (Êxodo 25:22)

Entre quatro paredes, Deus falava verdades que o povo não suportaria ouvir.
Ali eram revelados:
– Pecados da nação.
– Juízos.
– Direções.
– Mistérios espirituais.


CAPÍTULO 6 — OS SACERDOTES DISCUTIAM O PECADO OCULTO

Versículo-base: “O pecado está à porta, mas a ti cumpre dominá-lo.” (Gênesis 4:7)

Antes que um pecado viesse à tona, ele já estava sendo julgado no secreto.
O que o povo escondia, Deus revelava no interior do santuário.


CAPÍTULO 7 — DISCUTIA-SE GUERRA ESPIRITUAL

Versículo-base: “Esta guerra do Senhor é contra Amaleque.” (Êxodo 17:16)

Os sacerdotes discutiam estratégias espirituais para batalhas naturais.
Nenhuma guerra começava no campo — começava diante de Deus.


CAPÍTULO 8 — FALAVA-SE SOBRE O DESTINO DA NAÇÃO

Versículo-base: “E consultar-me-á o sacerdote pelo juízo do Urim diante do Senhor.” (Números 27:21)

Nas quatro paredes do tabernáculo decidia-se:
– quem iria liderar,
– quem seria enviado,
– quem seria levantado,
– quem seria rejeitado.

Deus decidia o destino antes que o povo percebesse.


CAPÍTULO 9 — DISCUTIAM O PESO DA PRESENÇA

Versículo-base: “Se a tua presença não for conosco, não nos faça subir daqui.” (Êxodo 33:15)

A arca não era objeto: era presença.
Era glória.
Era juízo.
Os sacerdotes sabiam que, sem ela, nada funcionava.


CAPÍTULO 10 — DISCUTIAM O QUE PERMANECE ATÉ HOJE

Versículo-base: “O que foi, isso é o que há de ser.” (Eclesiastes 1:9)

Até hoje, no mundo espiritual, as mesmas discussões continuam:
– Pureza.
– Propósito.
– Discernimento.
– Batalha espiritual.
– Chamamento.
– Julgamento.
– Santidade.

E quem não discerne o secreto, torna-se vítima do oculto.


CONCLUSÃO

Assim como no Antigo Testamento, Deus continua revelando Seus mistérios no secreto, e continua levantando homens e mulheres que entendem que as maiores batalhas não acontecem na terra, mas no mundo invisível.

As faces do oculto não pertencem às trevas — pertencem a Deus, que revela o que quer, a quem Ele quer, e quando Ele quer.

Quem vive na superficialidade nunca entenderá.
Quem vive no secreto, discerne tudo.

Prepare-se: Deus quer te levar para dentro do santuário, para te mostrar o que outros não veem, te ensinar o que outros não entendem e te revelar mistérios que transformarão tua vida, tua casa e teu chamado.


segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Polícia Militar apreende grande quantidade de drogas após perseguição no Jardim Triunfo, em Pedreira

 

Polícia Militar apreende grande quantidade de drogas após perseguição no Jardim Triunfo, em Pedreira


A Polícia Militar de Pedreira realizou, na tarde desta segunda-feira (24), uma ação que resultou na apreensão de uma grande quantidade de drogas no Jardim Triunfo. Durante patrulhamento de rotina, a equipe avistou alguns indivíduos em atitude suspeita. Ao notar a aproximação da viatura, um deles — que carregava uma mochila — saltou o portão de uma residência e iniciou fuga pelos telhados de várias casas.

Os policiais iniciaram o acompanhamento e conseguiram detê-lo após resistência, que precisou ser contida para garantir a segurança da intervenção. Ao verificar o conteúdo da mochila, foram encontrados 243 microtubos de cocaína, 215 porções de maconha, 5 mini tijolos da mesma droga, 75 unidades de “dry” e R$ 704,00 em dinheiro, indicando atividade relacionada ao tráfico de drogas.

Todo o material foi apreendido e a ocorrência apresentada na Central de Polícia Judiciária, onde o detido permaneceu à disposição da Justiça. A ação reforça o trabalho contínuo da Polícia Militar no combate ao crime e na proteção dos moradores da cidade.

📍 Jornal Digital Regional

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✍️ Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV.

 Reportagem Investigativa: O uso de Malaquias 3:8-10 nos púlpitos brasileiros

Por Roberto Torrecilhas

Em muitas igrejas brasileiras, o versículo de Malaquias 3:8-10 tornou-se quase um ritual no momento da coleta de dízimos e ofertas. A frase “Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais...” é recitada como se fosse uma acusação direta contra os fiéis. Mas teólogos e estudiosos afirmam que o texto bíblico, em seu contexto original, não se refere ao povo, e sim aos sacerdotes que desviavam recursos destinados ao templo.

A reportagem ouviu o professor de teologia bíblica, Marcos Almeida, que explica: “O livro de Malaquias denuncia a corrupção sacerdotal. Os líderes estavam oferecendo sacrifícios defeituosos e desviando o que era consagrado. O alvo da crítica não eram os membros, mas os administradores da fé.” Segundo ele, transformar esse versículo em ameaça contra os fiéis é uma distorção perigosa.

Apesar disso, em muitos púlpitos, o versículo é usado como ferramenta de pressão. Pastores afirmam que quem não entrega o dízimo será atacado pelo “devorador, cortador, migrador e destruidor”, termos que originalmente se referem a pragas agrícolas. A ameaça é apresentada como consequência espiritual imediata, criando um ambiente de medo.

 Maria de Lourdes, frequentadora de uma igreja pentecostal há mais de 20 anos. Ela relata: “Já ouvi pregadores dizendo que, se eu não dizimasse, iria gastar o dobro na farmácia. Isso me deixou assustada e por muito tempo dei dinheiro mais por medo do que por fé.”

Em contraste, o apóstolo Paulo ensina em 2 Coríntios 9:7 que cada um deve contribuir “segundo propôs no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” Para o pastor reformado João Batista, esse texto mostra que a contribuição deve ser voluntária e alegre, não fruto de coação. “A Bíblia nunca chama de ladrão quem não dá dízimo”, afirma.

Jesus também abordou o tema em Mateus 22:21, ao dizer: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” O contexto era uma discussão sobre impostos, não sobre dízimos. A frase aponta para a distinção entre deveres civis e espirituais, sem transformar o dízimo em condição de salvação.

A crítica ao uso indevido de Malaquias 3 ganha força quando se observa a prática de Cristo no templo. Em Mateus 21:12-13, Jesus expulsa os cambistas e denuncia: “A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões.” Para estudiosos, essa passagem mostra a rejeição de Cristo à mercantilização da fé, algo que se repete hoje em discursos que vinculam bênçãos a dinheiro.

O teólogo Paulo Henrique, autor de livros sobre hermenêutica bíblica, reforça: “O verdadeiro problema denunciado por Malaquias era a corrupção sacerdotal. O roubo estava no mau uso daquilo que já havia sido entregue, fazer mau uso é crime também ,   não na ausência de entrega por parte dos membros. É preciso resgatar essa leitura para não transformar o evangelho em comércio.”

O Novo Testamento reforça que a verdadeira adoração não está em valores monetários, mas em uma vida consagrada. Romanos 12:1 declara que os cristãos devem apresentar seus corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. A ênfase bíblica é na entrega pessoal e na prática da justiça, não em contribuições obrigatórias.

A reportagem conclui que o uso de Malaquias 3:8-10 como arma contra os fiéis é uma distorção que precisa ser denunciada. O texto bíblico não chama de ladrão quem não entrega dízimos ou ofertas. O chamado é para que cada um dê com alegria, sem medo e sem coação. Denunciar esse uso indevido das Escrituras é defender a pureza do evangelho e proteger os fiéis da opressão espiritual travestida de doutrina

Resumo direto: O dízimo, originalmente uma prática da lei mosaica para sustentar sacerdotes e necessitados, foi reinterpretado ao longo da história da igreja. No Novo Testamento, ele não aparece como obrigação, mas como princípio de generosidade. A igreja cristã, séculos depois, institucionalizou o dízimo como forma de sustento, mas essa evolução abriu espaço para abusos e distorções.

A prática do dízimo tem raízes muito antigas. No Antigo Testamento, o dízimo significava literalmente “a décima parte” e era uma contribuição obrigatória dos israelitas. Ele tinha como objetivo sustentar os levitas, que não possuíam terras, e também prover recursos para os necessitados. Essa prática aparece já em Gênesis 14:20, quando Abraão entrega a Melquisedeque uma décima parte de seus bens.

Com a Lei Mosaica, o dízimo tornou-se parte da estrutura religiosa de Israel. Levítico 27:30 estabelece que “todos os dízimos da terra pertencem ao Senhor”. Além disso, havia diferentes tipos de dízimos: para sustento dos levitas, para festividades religiosas e para os pobres. Ou seja, o dízimo não era apenas financeiro, mas também social e comunitário.

No período pós-exílico, como mostra Malaquias, o problema não estava na ausência de dízimos por parte do povo, mas na corrupção dos sacerdotes que desviavam o que era entregue. O profeta denuncia que o culto estava sendo profanado e que os líderes eram responsáveis por esse roubo.

Já no Novo Testamento, o dízimo não aparece como mandamento para os cristãos. Jesus menciona o dízimo em Mateus 23:23, criticando os fariseus por cumprirem a prática de forma mecânica, enquanto negligenciavam justiça, misericórdia e fidelidade. Paulo, por sua vez, enfatiza em 2 Coríntios 9:7 que a contribuição deve ser voluntária e alegre, sem imposição.

Com o crescimento da igreja cristã, especialmente após o século IV, o dízimo foi incorporado como prática oficial. A Igreja Católica, durante a Idade Média, estabeleceu o dízimo como obrigação legal em muitos países, funcionando quase como um imposto religioso. Essa institucionalização transformou o dízimo em ferramenta de poder e arrecadação.


Nos tempos modernos, igrejas evangélicas mantiveram a prática, mas com diferentes interpretações. Algumas defendem o dízimo como princípio espiritual, outras como obrigação. Em muitos casos, o discurso sobre o dízimo foi associado à promessa de bênçãos materiais, criando uma relação de troca que não aparece no Novo Testamento.

Estudiosos apontam que essa evolução abriu espaço para abusos. O dízimo, que originalmente sustentava sacerdotes e necessitados, passou a ser usado como instrumento de manipulação. A ameaça de “devoradores” e “cortadores” é uma distorção que transforma metáforas agrícolas em armas psicológicas contra os fiéis.

A interpretação correta, segundo teólogos, é que o dízimo deve ser visto como princípio de gratidão e generosidade, não como obrigação legal. O Novo Testamento desloca o foco da porcentagem para o coração do adorador. Deus não busca números, mas sinceridade e fé.

Assim, compreender a história do dízimo é essencial para evitar que ele seja usado como ferramenta de medo. O dízimo nasceu como prática comunitária, foi institucionalizado pela igreja, e hoje precisa ser resgatado em sua essência: um ato de fé e gratidão, livre de ameaças e manipulações.


Reportagem Investigativa: O uso de Malaquias 3:8-10 nos púlpitos brasileiros

Por Roberto Torrecilhas

NATAL DE JAGUARIÚNA COMEÇA DIA 5 DE DEZEMBRO COM MUITAS NOVIDADES


 NATAL DE JAGUARIÚNA COMEÇA DIA 5 DE DEZEMBRO COM MUITAS NOVIDADES


A abertura oficial do Natal de Jaguariúna acontecerá no próximo dia 5 de dezembro, no Centro Cultural, a partir das 19 horas, com a chegada do Papai Noel e a realização da Parada de Natal. O evento de abertura vai contar também com a apresentação da Orquestra de Violeiros do Jaguary.


A programação natalina se estenderá até o dia 23 de dezembro e inclui uma série de novidades que prometem agitar a cidade e emocionar a população. 


De acordo com a secretaria municipal de cultura, o público vai poder acompanhar a apresentação teatral da peça “Um Natal Diferente”, vai poder assistir à “Parada de Natal”, cantar com o encontro de Coral “Vozes do Natal” e com a “Street Banda de Natal”, se divertir com a “Andata de Natal” e se encantar com o “Concerto de Natal”.


(Confira no final da matéria os dias, horários e locais de cada atração)


Além disso, a Prefeitura realiza neste ano o “Natal com Você”, uma iniciativa que leva as festividades de Natal para dentro dos bairros da cidade.


ATENDIMENTO DO PAPAI NOEL


Conforme a programação, o atendimento do Papai Noel será realizado no Boulevard do Centro Cultural, a partir do dia 5 de dezembro, das 19h às 22h. Exceto às segundas-feiras. 


Fique atento! Em alguns dias, o bom velhinho também vai atender na Praça Umbelina Bueno. Nos sábados, dia 13 e 20 de dezembro, o atendimento será das 9h às 12h. No domingo, dia 21 de dezembro, o atendimento também será das 9h às 12h. Já na segunda e terça-feira, dias 22 e 23 de dezembro, o atendimento será das 19h às 22h.


CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA


05/12 Sexta - feira 


Boulevard:

19h – Parada de natal e chegada do Papai Noel. 

- Orquestra Violeiros do Jaguary após parada

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


06/12 Sábado


Boulevard:

20h – Emoções: Um Concerto de Natal com a Banda Maestro Paulo de Moraes Penteado 

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


07/12 Domingo


Centro Cultural (ao lado da FEART):

12h – Alunos da prática de banda da Escola das Artes

12h30 – Orquestra dos Violeiros do Jaguary


Boulevard:

18h – Dança Jaguary 

20h30 – Peça Teatral: Um natal diferente

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


09/12 Terça –feira

19h – Natal com você (pelos bairros da cidade)


10/12 Quarta-feira


Boulevard:

19h – Vozes de Natal: Encontro de coral

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 

- Feira noturna especial de natal


11/12 quinta-feira


Bairros de Jaguariúna:

19h – Natal com você (pelos bairros da cidade)


Boulevard:

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel


12/12 Sexta-feira


Boulevard:

19h – Parada de natal. 

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 



13/12 Sábado


Centro de Jaguariúna:

9h as 12h – Atendimento do Papai Noel


Boulevard:

19h – Emoções: Um Concerto de Natal com a Banda Maestro Paulo de Moraes Penteado 

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


14/12 Domingo


Centro Cultural (ao lado da FEART):

12h30 – Orquestra dos Violeiros do Jaguary


Boulevard:

18h – Dança Jaguary

20h30 – Peça Teatral: Um natal diferente

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


16/12 Terça Feira


Bairros da Cidade:

18h as 19h – Natal com você (pelos bairros da cidade)


Boulevard:

19h – Encontro de Bateria da Escola das Artes

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


17/12 Quarta-feira


Boulevard:

19h – Vozes do Natal: Encontro de coral

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 

- Feira noturna especial de natal


18/12 Quinta-feira


Bairros da Cidade:

19h – Natal com você (pelos bairros da cidade)


Centro da cidade:

18h as 20h - Street band de natal


Boulevard:

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


19/12 Sexta-feira


Centro da cidade:

18h as 20h - Street band de natal


Boulevard:

19h – Parada de natal. 

- atração musical

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


20/12 Sábado


Centro de Jaguariúna:

9h as 12h – Atendimento do Papai Noel e Street band de natal


Boulevard:

19h – Emoções: Um Concerto de Natal com a Banda Maestro Paulo de Moraes Penteado 

- Após o espetáculo apresentação do Queops Revival – a Festa dos Anos Dourados 

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 


21/12 Domingo


Centro de Jaguariúna:

9h as 12h – Atendimento do Papai Noel


Centro Cultural (ao lado da FEART):

12h30 – Orquestra dos Violeiros do Jaguary


Boulevard:

20h30 – Peça Teatral: Um Natal diferente

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel 



22/12 Segunda-feira


Centro da cidade:

18h – Andata de Natal 

18h as 20h – Street Band de natal

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel


23/12 Terça-feira


Centro da cidade:

18h – Andata de Natal 

18h as 20h – Street Band de natal

19h as 22h – Atendimento do Papai Noel

📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO

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