sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Estados e municípios podem ser obrigados a cobrir rombo em fundos de previdência expostos ao Banco Master

 


Estados e municípios podem ser obrigados a cobrir rombo em fundos de previdência expostos ao Banco Master

Estados e municípios brasileiros podem enfrentar pressão financeira adicional diante da necessidade de cobrir eventuais prejuízos em fundos de previdência que mantinham aplicações ou vínculos financeiros com o Banco Master, atualmente em processo de liquidação extrajudicial.

Especialistas em contas públicas alertam que, caso os recursos investidos não sejam integralmente recuperados, os entes federativos poderão ser legalmente obrigados a recompor os fundos previdenciários, a fim de garantir o pagamento de aposentadorias e pensões de servidores públicos.

A legislação previdenciária impõe aos gestores públicos a responsabilidade de assegurar o equilíbrio financeiro e atuarial dos regimes próprios de previdência. Na prática, isso significa que qualquer déficit provocado por perdas em investimentos precisa ser compensado com recursos do Tesouro, ou seja, dinheiro público.

O cenário preocupa técnicos e gestores, já que muitos municípios e estados enfrentam dificuldades fiscais e baixo espaço orçamentário. A recomposição de eventuais rombos pode resultar em cortes de investimentos, contingenciamento de despesas ou aumento da pressão sobre contribuintes, direta ou indiretamente.

O caso reacende o debate sobre gestão de riscos, critérios de aplicação dos recursos previdenciários e fiscalização dos investimentos realizados com dinheiro dos servidores. Entidades de controle defendem maior rigor na análise de aplicações financeiras e responsabilização em situações de má gestão ou imprudência.

Enquanto a liquidação do banco segue em andamento, o impacto real sobre os fundos de previdência ainda depende do desfecho do processo e da recuperação dos ativos. Até lá, cresce a apreensão entre gestores públicos e servidores, diante da possibilidade de que a conta final recaia sobre estados, municípios e a sociedade.


GRUPO JDB DE COMUNICAÇÃO.
UNINDO O BRASIL ATRAVÉS DAS NOTÍCIAS.
O PRIMEIRO JORNAL 100% DIGITAL DE TODA REGIÃO.
ROBERTÃO CHAPA QUENTE.

PGR arquiva investigação sobre contrato envolvendo esposa de ministro do STF com o Banco Master

 

PGR arquiva investigação sobre contrato envolvendo esposa de ministro do STF com o Banco Master

A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu arquivar a investigação que apurava um contrato milionário firmado entre o Banco Master e a esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A decisão encerra a apuração no âmbito do Ministério Público Federal.

De acordo com a PGR, não foram identificados elementos suficientes que justificassem o prosseguimento da investigação, motivo pelo qual o caso foi arquivado. O órgão afirmou que a análise se deu com base na documentação apresentada e nos limites legais de atuação do Ministério Público.

O arquivamento, no entanto, gerou forte reação e críticas em setores da sociedade, especialmente pelo fato de o caso envolver pessoas ligada


s ao mais alto escalão do Judiciário. Para críticos, a decisão reforça a percepção de distanciamento entre as instituições e a população, além de alimentar questionamentos sobre isonomia e transparência na apuração de contratos de grande valor.

Especialistas em direito público destacam que o arquivamento não representa, necessariamente, uma declaração de irregularidade inexistente, mas ressaltam que casos envolvendo autoridades públicas exigem elevado grau de transparência, justamente para preservar a confiança da sociedade nas instituições.

O episódio reacende o debate sobre controle, fiscalização e credibilidade dos órgãos de investigação, em um momento de forte polarização política e desconfiança institucional no país.


GRUPO JDB DE COMUNICAÇÃO.
UNINDO O BRASIL ATRAVÉS DAS NOTÍCIAS.
O PRIMEIRO JORNAL 100% DIGITAL DE TODA REGIÃO.

JAGUARIÚNA AMPLIA PRAZO DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA O HPV PARA JOVENS

 JAGUARIÚNA AMPLIA PRAZO DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA O HPV PARA JOVENS

A carregar: 285939 de 285939 byte(s) carregado(s).

A Prefeitura de Jaguariúna, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, ampliou até o final do primeiro semestre de 2026 o prazo da estratégia de resgate vacinal contra o Papilomavírus Humano (HPV) para jovens de 15 a 19 anos que ainda não receberam a vacina. A medida segue nova orientação do Ministério da Saúde e visa ampliar a cobertura e garantir a proteção de quem não recebeu a vacina na idade recomendada.
A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Florianópolis, Fontanella, 12 de Setembro, Roseira de Baixo, Roseira de Cima, Miguel Martini, Cruzeiro do Sul e Nova Jaguariúna, durante o horário normal de funcionamento.
O esquema de resgate vacinal é uma oportunidade temporária voltada a adolescentes e jovens que não foram imunizados no período recomendado, entre 9 e 14 anos. A ampliação da campanha integra uma ação específica para alcançar esse público e reforçar a proteção contra o HPV.
Atualmente, Jaguariúna apresenta cobertura vacinal contra o HPV abaixo da meta de 90% estabelecida pelo Ministério da Saúde, o que reforça a importância da adesão à campanha.
A vacinação contra o HPV é recomendada por mais de 100 países em seus programas nacionais de imunização. Diversos estudos internacionais comprovam o impacto positivo dessa estratégia na prevenção e redução de doenças causadas pelo vírus, como câncer do colo do útero, vulva, vagina, região anal, pênis e orofaringe, além de verrugas genitais. A imunização na faixa etária indicada é fundamental, pois a resposta imunológica (com maior produção de anticorpos) é mais eficaz nessas idades.
“A Secretaria de Saúde reforça a importância de pais, responsáveis e jovens aproveitarem a ampliação do prazo e procurarem a UBS mais próxima para garantir a proteção contra o HPV”, informa a secretaria.

domingo, 4 de janeiro de 2026

A VERDADE SOBRE A VENEZUELA: SALÁRIOS DE MISÉRIA, FOME E UM PAÍS REFÉM DO AUTORITARISMO

 


A VERDADE SOBRE A VENEZUELA: SALÁRIOS DE MISÉRIA, FOME E UM PAÍS REFÉM DO AUTORITARISMO

A realidade da Venezuela é muito diferente da propaganda oficial. Enquanto o regime tenta sustentar um discurso de soberania e resistência, a população enfrenta uma das piores crises sociais e econômicas do planeta. Hoje, o salário mínimo venezuelano equivale a pouco mais de um dólar por dia, valor incapaz de garantir alimentação básica, moradia ou dignidade.

Na prática, o que existe é um salário da fome. Milhões de venezuelanos sobrevivem com ajuda humanitária, remessas de familiares no exterior ou trabalhos informais. Hospitais operam sem insumos, escolas funcionam de forma precária e a inflação corroeu completamente o poder de compra da população.

Esse colapso não aconteceu por acaso. Ele é resultado direto de anos de má gestão, corrupção, perseguição política e destruição das instituições democráticas. O regime concentrou poder, enfraqueceu o Judiciário independente, calou a imprensa e eliminou a oposição por meio da repressão. O resultado é um país rico em petróleo, mas pobre em liberdade.

Nicolás Maduro simboliza esse processo. Sob seu comando, a Venezuela deixou de ser uma democracia funcional e passou a operar como um regime autoritário, sustentado pela força, pelo medo e pelo controle estatal. As acusações que pesam contra ele — dentro e fora do país — envolvem corrupção, violações de direitos humanos e ligação com estruturas criminosas internacionais.

Não se trata de opinião ideológica, mas de fatos observados por organismos internacionais, entidades de direitos humanos e milhões de refugiados que fugiram da miséria. Mais de sete milhões de venezuelanos deixaram o país nos últimos anos, em um dos maiores êxodos da história recente da América Latina.

Governantes não podem se esconder atrás de discursos enquanto seu povo passa fome. Quem destrói a economia, elimina liberdades e empurra uma nação inteira para a miséria precisa ser responsabilizado dentro da lei e da justiça internacional.

A Venezuela é um alerta vivo. Um país onde o salário não compra comida, onde a repressão substituiu o diálogo e onde a esperança foi sequestrada pelo poder. Ignorar essa realidade é fechar os olhos para o sofrimento de um povo inteiro.


✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV, Jornal Digital Regional, o primeiro jornal digital de toda a região.

NOVOS IMPOSTOS DEVEM APERTAR MARGEM DOS PRODUTORES DE CAFÉ E ELEVAR CUSTOS NO CAMPO


 NOVOS IMPOSTOS DEVEM APERTAR MARGEM DOS PRODUTORES DE CAFÉ E ELEVAR CUSTOS NO CAMPO

Os produtores de café em todo o Brasil devem sentir, já a partir de 2026, os efeitos diretos e indiretos dos novos impostos e mudanças tributárias que entram em fase de transição com a reforma do sistema fiscal. O impacto tende a ser mais pesado justamente no campo, onde a margem de lucro já é pressionada por custos elevados de produção, logística e crédito.

Com a substituição gradual de tributos como PIS, Cofins, ICMS e ISS pelos novos CBS e IBS, o setor cafeeiro passa a conviver com um modelo que, embora prometa simplificação no papel, pode encarecer a atividade produtiva, especialmente para médios e grandes produtores que comercializam volumes maiores ou agregam valor ao produto.

Na prática, o café vendido in natura pode até receber tratamento tributário diferenciado, mas todo o entorno da produção — diesel, transporte, fertilizantes, defensivos, peças, máquinas, energia elétrica e serviços — tende a ficar mais caro. Esses aumentos chegam ao produtor de forma silenciosa e constante, corroendo a rentabilidade safra após safra.

Outro ponto de alerta é o efeito cascata dos impostos sobre combustíveis. O café depende fortemente do transporte rodoviário, tanto da lavoura até os armazéns quanto até os portos. Qualquer reajuste tributário nesse setor impacta diretamente o custo por saca, reduzindo a competitividade do produto brasileiro no mercado interno e externo.

Produtores que exportam também observam com preocupação o cenário internacional. Barreiras comerciais, tarifas externas e oscilações cambiais, somadas ao aumento da carga tributária interna, podem resultar em preços menores pagos ao produtor, mesmo quando o café mantém valor elevado no mercado global.

Especialistas do setor avaliam que, sem medidas compensatórias claras, o produtor rural acaba sendo o elo mais penalizado da cadeia: paga mais para produzir, recebe menos para vender e assume o maior risco. Pequenos produtores podem sentir dificuldade em se manter, enquanto médios e grandes enfrentam crescimento dos custos administrativos e contábeis para atender às novas exigências fiscais.

No campo, o sentimento é de incerteza. O café, uma das principais riquezas do agronegócio brasileiro e base econômica de diversas regiões, entra em 2026 sob o risco de maior pressão tributária, redução de margem e perda de competitividade, caso o novo sistema não leve em conta a realidade de quem produz.

✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV, Jornal Digital Regional, o primeiro jornal digital de toda a região.

sábado, 3 de janeiro de 2026

VENEZUELA | População vai às ruas e celebra com gritos de alegria após mudança no cenário político

VENEZUELA | População vai às ruas e celebra com gritos de alegria após mudança no cenário político

Cidades venezuelanas registraram manifestações espontâneas de alegria nas últimas horas, com moradores saindo às ruas, batendo panelas, acenando bandeiras e entoando gritos de celebração. As cenas foram registradas principalmente na capital, Caracas, e em áreas urbanas e portuárias do país, indicando um clima de alívio e expectativa por novos rumos.

Vídeos e relatos mostram pessoas reunidas em praças, avenidas e bairros residenciais, comemorando o que classificam como um momento histórico após anos de instabilidade política, crise econômica e restrições sociais. Em diversos pontos, a comemoração ocorreu de forma pacífica, com cânticos, buzinaços e aplausos.

Apesar do clima festivo, o país segue sob estado de emergência, com forças de segurança mobilizadas e monitoramento constante das principais vias. Autoridades pedem cautela à população enquanto a situação institucional passa por reorganização e comunicados oficiais seguem sendo aguardados.

Analistas avaliam que as manifestações refletem um sentimento acumulado de insatisfação e esperança, diante da possibilidade de mudanças profundas no comando político e na condução do país. Organismos internacionais acompanham os desdobramentos, atentos aos impactos humanitários e à necessidade de estabilidade no curto prazo.

A situação permanece em evolução, com novas informações sendo apuradas e divulgadas ao longo do dia.

✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV, Jornal Digital Regional, o primeiro jornal digital de toda a região.


quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

ESSE GOVERNO QUER QUE O TRABALHADOR ESTEJA MORTO PARA SE APOSENTAR ? Aposentadoria pelo INSS fica mais distante a partir de 2026 com avanço automático da reforma .


 ESSE GOVERNO QUER QUE O TRABALHADOR ESTEJA MORTO PARA SE APOSENTAR ? Aposentadoria pelo INSS fica mais distante a partir de 2026 com avanço automático da reforma .

.
.
.


A partir de 1º de janeiro de 2026, entram em vigor novas exigências para a concessão de aposentadorias pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As mudanças fazem parte do cronograma de transição definido na Reforma da Previdência de 2019 e passam a valer automaticamente, sem necessidade de nova votação no Congresso ou edição de medidas pelo governo federal.

Na prática, o impacto é direto sobre milhões de trabalhadores que ainda não conseguiram se aposentar. Quem não atingiu os critérios até o fim de 2025 passa a enfrentar regras mais duras, com aumento de idade, mais tempo de contribuição e maior demora para alcançar o direito ao benefício. A lógica da reforma é clara: empurrar gradualmente a aposentadoria para frente, reduzindo saídas precoces do mercado de trabalho.

Idade mínima progressiva sobe em 2026

A principal alteração ocorre na chamada regra da idade mínima progressiva, que avança seis meses a cada ano.

Mulheres: passam a precisar de 59 anos e 6 meses de idade, além de 30 anos de contribuição.

Homens: a exigência sobe para 64 anos e 6 meses de idade, com 35 anos de contribuição.

Esse aumento anual continuará até que sejam atingidos os limites finais definidos pela reforma: 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.

Regra de pontos também fica mais rígida

Outra modalidade bastante utilizada é a regra de pontos, em que a aposentadoria é concedida quando a soma da idade com o tempo de contribuição alcança um patamar mínimo.

Em 2026, esse patamar sobe novamente:

Mulheres precisam alcançar 92 pontos, mantendo o mínimo de 30 anos de contribuição.

Homens passam a exigir 102 pontos, com pelo menos 35 anos de contribuição.

Esse sistema também segue um calendário progressivo e continuará aumentando até chegar aos limites finais de 100 pontos para mulheres e 105 pontos para homens.

Efeito prático: mais tempo de trabalho

Com o avanço dessas regras, cresce o número de segurados obrigados a adiar a aposentadoria, mesmo após décadas de contribuição. A cada novo ano, a linha de chegada se afasta um pouco mais, exigindo planejamento previdenciário cuidadoso e atenção constante às mudanças automáticas previstas na Constituição.

Para quem está próximo de cumprir os requisitos, acompanhar essas transições se torna fundamental, já que poucos meses podem representar anos a mais de trabalho.

✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV, Jornal Digital Regional, o primeiro jornal digital de toda a região.

FESTIVAL DE FÉRIAS ACONTECE NO PARQUE DOS LAGOS NESTE DOMINGO

 FESTIVAL DE FÉRIAS ACONTECE NO PARQUE DOS LAGOS NESTE DOMINGO A Prefeitura de Jaguariúna, por meio das secretarias municipais de Cultura e ...