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Dezoito pessoas foram mortas numa onda de violência ocorrida na cidade de Jos depois duma multidão ter atacado uma povoação - incidente que causou tumultos e violência.
As pessoas foram mortas em povoações Cristãs, e os assassínios foram levados a cabo alegadamente por pastores pertencentes ao grupo Muslim Fulani em Jos.
De acordo com testemunhas, os atacantes chegaram nos seus Opel Vectra às aldeias de Kuru e Mararaban-Jama'a, situadas à entrada da cidade de Jos, por volta das 9 da noite. Durante cerca de uma hora, este grupo islâmico atacou os Cristãos com armas de fogo e com machetes.
Noutra povoação, Zakaleo, quatro pessoas morreram carbonizadas quando os seus quartos foram incendiados por muçulmanos. Quando os locais descobriram a atrocidade, choraram de modo profundo à medida que preparavam o enterro em massa. Timothy Buba, presidente do governo local, disse:
Reparem no posto de controle militar tão próximo; mesmo que eles não tivessem ouvido o choro das pessoas, pelo menos ele viram as chamas provenientes das casas mas mesmo assim não vieram em seu socorro.
É assim a vida dum Cristão a residir perto de muçulmanos que levam a sério as escrituras islâmicas.
Algumas pessoas qualificam a estes grupos de "uns quantos malucos", mas o fenómeno é global e com intensidade igual ou pior.
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