O
presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, ameaçou decapitar homossexuais
no país e prometeu melhorar a situação das mulheres na sociedade.
Durante o seu discurso em um comício em um aeroporto, diante de milhares de partidários, o chefe de Estado disse que nunca iria aceitaria a homossexualidade sob nenhuma condição. Ele descreveu as minorias sexuais como “piores do que os porcos, cabras e aves”.
“Se você pegar dois homens e prende-los em uma casa durante cinco
anos, e dizer-lhes que poderão sair dali apenas com dois filhos, eles
não vão ser capazes de fazer. Então vamos cortar suas cabeças.”
O presidente acusou alguns países africanos que aceitaram “a prática da homossexualidade em troca de ajuda ocidental”. “Precisamos dar continuidade a nossa cultura. Esta cultura provém da norma de que as mulheres estarão grávidas durante nove meses”, disse Mugabe.
Ele garante que a homossexualidade “busca destruir nossa linhagem dizendo que João e João deveria se casar, e que Maria e Maria devem se casar“. “Imagine essa criança que nasceu de um pai africano (o presidente dos EUA, Obama), Obama dizendo que se você quer nossa ajuda, você deverá aceitar a prática homossexual. Ah, nunca faremos isso“, insiste Mugabe.
Mugabe não reconhece a homossexualidade como um “direito humano”, algo exigido por alguns países europeus que ofereceram ajuda financeira com esse requisito.
Anteriormente, Mugabe qualificou a tolerância aos homossexuais como “não natural” e “suja”. Em janeiro passado em plena falência de seu país, o presidente prometeu “um inferno para os gays” se o seu partido ganhasse as eleições.
Segundo a estação de radio SW Radio África, somente neste mês, Mugabe criticou em ate sete ocasiões os membros do movimento LGBT. – rt
Durante o seu discurso em um comício em um aeroporto, diante de milhares de partidários, o chefe de Estado disse que nunca iria aceitaria a homossexualidade sob nenhuma condição. Ele descreveu as minorias sexuais como “piores do que os porcos, cabras e aves”.
“Se você pegar dois homens e prende-los em uma casa durante cinco
anos, e dizer-lhes que poderão sair dali apenas com dois filhos, eles
não vão ser capazes de fazer. Então vamos cortar suas cabeças.”O presidente acusou alguns países africanos que aceitaram “a prática da homossexualidade em troca de ajuda ocidental”. “Precisamos dar continuidade a nossa cultura. Esta cultura provém da norma de que as mulheres estarão grávidas durante nove meses”, disse Mugabe.
Ele garante que a homossexualidade “busca destruir nossa linhagem dizendo que João e João deveria se casar, e que Maria e Maria devem se casar“. “Imagine essa criança que nasceu de um pai africano (o presidente dos EUA, Obama), Obama dizendo que se você quer nossa ajuda, você deverá aceitar a prática homossexual. Ah, nunca faremos isso“, insiste Mugabe.
Mugabe não reconhece a homossexualidade como um “direito humano”, algo exigido por alguns países europeus que ofereceram ajuda financeira com esse requisito.
Anteriormente, Mugabe qualificou a tolerância aos homossexuais como “não natural” e “suja”. Em janeiro passado em plena falência de seu país, o presidente prometeu “um inferno para os gays” se o seu partido ganhasse as eleições.
Segundo a estação de radio SW Radio África, somente neste mês, Mugabe criticou em ate sete ocasiões os membros do movimento LGBT. – rt
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