sexta-feira, 12 de junho de 2015

Como Era a COROA DE ESPINHOS Colocada em JESUS?

Uma coroa de espinhos guardada num tubo feito de vidro e ouro e que alegadamente teria sido posta em Jesus durante sua crucificação se tornou objeto de reverência na Catedral de Notre Dame, em Paris, França. O local onde a suposta coroa da crucificação de Jesus Cristo é mantida é uma capela construída em 1241 e modificada ao longo dos anos. Para os católicos franceses, o templo é um santuário erguido para abrigar as relíquias que teriam pertencido a Jesus Cristo

Quando o assunto é morte de Jesus, muitas são as teorias e as teses e, apesar disso, poucas trazem esclarecimentos determinantes sobre a verdadeira causa da morte do Mestre da Humanidade. Até mesmo os espinhos utilizados na coroa são motivos de controvérsias entre os estudiosos

Coroa de Espinhos foi um instrumento de tortura utilizado pelos romanos durante a Crucifixão de Jesus. Segundo a Bíblia, esse instrumento foi tecido de galhos e espinhos secos e colocados na testa de Jesus instantes antes da sua crucificação. A Coroa de Espinhos é mencionada no Evangelho segundo Mateus(27:29), de Marcos(15:17) e de João(19:2-5)
 
O Material Utilizados Para alguns botânicos, os espinhos usados para trançar a coroa de Jesus eram da planta conhecida como Espinheiro-de-Cristo Sírio - Rhamnus spinachristi. Outros, no entanto, defendem outras versões: Espinhos da Acácia (os judeus e os egípcios acreditam que essa planta simboliza a imortalidade), Gundelia, Mojave, Espinheiro-da-Virgínia.
Admite-se geralmente, que os espinhos pertenciam a um arbusto espinhento, de espinhos longos, duros e agudos, muito comum na Judéia, é provável que existisse muitos desses
garranchos naquele período, e também no pretório, pois eles eram colocados ali para alimentar a fogueira que os soldados acendiam a noite para poderem enfrentar o frio.

O Formato da Coroa: Ao longo dos séculos os artistas tem envolvido a cabeça de Jesus com uma coroa de espinho circular entrelaçada. Porém alguns altores antigos informam que a coroa de espinho que colocaram sobre a cabeça de Jesus era na verdade uma espécie de "pileus" (carapuça, gorro), que cobria e tocava toda a região da parte de cima da cabeça em todos os lados, e não uma tiara. O pileus era entre os romanos uma espécie de gorro semi-oval de feltro e envolvia a cabeça e servia para o trabalho.

Frederick Zugibe, médico-legista, autor do livro A Crucificação de Jesus, afirma que os espinhos eram duros, rentes e afiados e podem ter sido trançados em forma de boné, pois esta forma de trançar teria permitido que uma quantidade maior de espinhos perfurasse o topo da cabeça, a fronte, a parte traseira e as laterais.
Marcos, assim descreve o momento da coroação: “Vestiram-no de púrpura e puseram-lhe na cabeça uma coroa de espinhos que haviam tecido”. Como consequência da perfuração dos espinhos na cabeça e, devido à grande quantidade de vasos sanguíneos no couro cabeludo, o sangue jorrava livremente pela face. Mateus relata que, após a coroação de Jesus com a coroa de espinhos, os soldados batiam-lhe com a cana sobre a cabeça. “E, cuspindo nele, tiraram-lhe a cana e batiam-lhe com ela na cabeça”.
Isto vem a confirmar o que claramente informa Mateus e João: que a coroa era uma espécie de gorro formada de espinho entrelaçados, e não uma forma de anel.
Por que o nome de Coroa de Espinhos: este nome e dado não pelo formato, mas pelo significado, para os soldados que ali estavam, "um rei precisa de uma coroa", e como eles zombavam de Jesus, eles queriam mesmo que O Senhor tivesse sobre a cabeça algo horroroso tanto no material como no formato, o que colocaram sobre a cabeça de Jesus era
algo muito, mas muito feio mesmo.
Conclusão:
O espinhos usado nesta espécie de gorro que denominaram coroa possuía  espinhos longos e muito agudos. O couro cabeludo é uma região do nosso corpo que sangra com muita facilidade e em grande quantidade, como essa espécie de toca foi colocada na cabeça de Jesus a pauladas, os ferimentos devem ter feito correr bastante sangue, ferindo bastante o cranio em toda a sua superfície até a testa na altura do pau-do-nariz.
Os golpes desferidos na cabeça ou na coroa de espinhos de Jesus irritavam os nervos e ativaram zonas nos lábios, do lado do nariz, ou no rosto, causando dores terríveis, similar a uma queimadura ou choque elétrico.

Essa dor, segundo ele, podia ser interrompida abruptamente, mas era reiniciada com o menor movimento. Jesus já estava muito debilitado: s¬uou sangue no Jardim do Getsêmani, foi espancado brutalmente na casa de Caifás e na sala da prisão e perdia sangue com a coroa de espinhos. A essa altura, acredita o médico, Jesus estava fraco, zonzo, pálido, com falta de ar, surtos intermitentes de transpiração; mal se sustentando em pé. Apesar de todo esse castigo, Jesus ainda enfrentaria o pior de todos eles: A crucificação. Coube a Pilatos a decretação e a pronúncia da sentença final irrevogável: tu deves ir para a cruz (íbis ad crucem).


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