quarta-feira, 22 de julho de 2015

Cristianismo ainda é a maior religião do mundo


Cristianismo ainda é a maior religião do mundo
Dentro da teologia existe uma área específica que estuda a propagação do evangelho e o avanço da igreja, chamada de missiologia. Uma das revistas especializadas neste estudo, o Boletim Internacional de Pesquisa Missionária (IBMR na sua sigla em Inglês) publica há 31 anos um levantamento das estatísticas religiosas em todo o mundo.
O cuidadoso trabalho é feito pelo prestigiado Seminário Teológico Gordon Conwell através do seu Centro Para Estudo do Cristianismo Global.
Os dados de 2015 indicam que a Igreja está crescendo mais lentamente na Europa e América do Norte, mantendo a tendência de anos anteriores. Desde 1900, a Igreja na Europa testemunhou um aumento de 52,2%, chegando a 559.900.000 em 2015. No entanto, a população mundial cresceu 78% no mesmo período.
Por outro lado, a Igreja continua experimentado um crescimento dramático e explosivo na Ásia, na África e na América do Sul. Por exemplo, em 1900 havia menos de 9 milhões de cristãos africanos. Existem hoje mais de 541 milhões. Nos últimos 15 anos, a Igreja na África aumentou 51%.
De modo geral, o cristianismo se mantém como a maior religião do mundo, ao menos nominalmente. As estatísticas consideram como parte do cristianismo todos que assim se denominam, incluindo protestantes, católicos e ortodoxos.
Existem mais de 2,4 bilhões de cristãos em todo o mundo, pouco mais de um terço do total da população mundial. O Islã ocupa o segundo lugar, com 1,7 bilhão de fiéis. De acordo com este estudo, existem cerca de 136.400 mil ateus no mundo, ou 1,8% da população mundial.
A estudiosa Molly Wall explica: “De modo geral, o mundo está se tornando cada vez mais religioso, e lugares historicamente não religiosos (antigos países comunistas, especialmente a China) agora veem suas populações declarando-se religioso novamente e os números globais refletem essa mudança.”
O relatório anual faz projeções para o ano 2050 levando em conta as tendências atuais. Entre os dados levantados, confirma-se a tendência de concentração urbana nas chamadas megacidades (mais de um milhão de habitantes).
Também existem estudos específicos sobre a Igreja cristã, desde o número de templos até o número de Bíblias. No quesito “não evangelizadas” leva-se em conta a impossibilidade de uma pessoa ter contato com o evangelho a qualquer hora do dia seja ouvindo, lendo ou encontrando com um cristão.

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