sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Jesus era um sabra judeu ou palestino?



Sabra fruta de Israel 

*Sabra fruta de Israel - Por ser áspera por fora e suave em seu interior, na linguagem e no imaginário popular de Israel, seu nome é dado aos judeus nascidos no país.

Jesus era judeu ou palestino? Israel afirma que, sem dúvida, ele é um sabra (nascido em Israel); a OLP não perdeu tempo e declarou Jesus um verdadeiro palestino

Desde a criação do Estado de Israel em 1948, o país assumiu o título de protetor e até “salvador” da minoria cristã. Israel faz questão de lembrar aos membros dessas comunidades que pelo menos aqui os cristãos têm plena liberdade de credo e que os lugares “santos” são respeitados, o que não acontece na maioria dos países muçulmanos, onde a perseguição aos cristãos é uma realidade.

Um site palestino revelou que a população cristã da Cisjordânia, nos últimos 60 anos, decresceu. Eram 10%, e agora não chegam a 2%. Não é segredo que os líderes religiosos muçulmanos palestinos, há muitos anos, iniciaram um processo de perseguição e conversão de cristãos, o que dura até hoje. 

A pequena cidade de Belém, onde Jesus teria nascido, com exceção da Igreja da Natividade, em nada lembra um local cristão. As mesquitas estão por todos os lados.Belém é hoje uma cidade muçulmana.

*sabra (em hebraico צבר, pronuncia - se tsabar) é uma fruta que cresce nos cactus dos territórios de Israel e da Palestina, bem como em outras regiões do mundo. É dura e espinhosa em seu exterior. Por dentro, contudo, é macia, e tem sabor bem doce. É cultivada e consumida em Israel e outros países. Sabras israelenses são exportados para países da Europa e América do Norte, e igualmente para o Japão.

Por ser áspera por fora e suave em seu interior, na linguagem e no imaginário popular de Israel, seu nome é dado aos judeus nascidos no país, que são descendentes, em sua maioria, de judeus vindos dos países da Diáspora a partir de fins do século XIX, e geraram uma cultura, um modo de vida e uma maneira de se relacionar com o mundo e a si mesmos nova, diferente da dos judeus vindos da Diáspora. Estes, ao se adaptarem à sociedade local, tendem a aspirar ser reconhecidos como sabras, com o passar dos anos.

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