sexta-feira, 6 de maio de 2016

Paraense se prostitui ao Estado Islâmico: precisamos impedir que este mal crie raizes no Brasil



Você já se perguntou, nos últimos anos, quantos brasileiros se tornaram simpatizantes do Estado Islâmico? E quantos brasileiros se tornaram defensores da lei islâmica, a Sharia? E quantos brasileiros começaram a achar que a Arábia Saudita é um modelo civilizacional a ser imitado? E quantos brasileiros deixaram de se comportar como brasileiros, pluralistas, e se "arabizaram" passando a adotar nomes e vestimentas islâmicas, bem como começarem a se segregar em grupos distintos?
E, ainda mais, quem são os responsáveis por esta "lavagem cerebral"? Bem, são adeptos da mesma ideologia que rege o Estado Islâmico!  
E agora, vem a notícia que mais um brasileiro, uma moça neste caso, se juntou à jihad global, tendo ido para a Síria. Ela apenas se juntou à jihad por ter se tornado muçulmana! Quem a radicalizou? Que mesquita ela frequentava? A que país islâmico a mesquita está associada? Onde o imã estudou? A mesquita apoia a lei islâmica, a Sharia? 
Isso é sério, pessoal. E o assunto está sendo investigado pela Polícia Federal.   
Eu fico imaginando como os pais dela se sentem. Mas é preciso que a história de Karina seja contada, para evitar que mais jovens passem pelo mesmo processo de lavagem cerebral. 

O que é o islamismo? O islamismo é um sistema político que exige de seus seguidores submissão total. O objetivo final é a instalação da lei islâmica, a Sharia. A Sharia é totalmente contrária a Constituição Brasileira, bem como a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Os brasileiros que defendem a Sharia deveriam ser presos por crime de sedição, ao passo que os extrangeiros deveriam ser simplesmente expulsos do país. O Brasil já tem problemas demais para permitir que uma ideologia nociva, travestida de religião, se instale e crie raízes no país.

O que esperar com o crescimento do islamismo no Brasil? Uma das coisas a ser esperada é que mulheres tenham o seu cérebro lavado a tal ponto de se juntarem à Jihad do Sexo, como o caso da paraense Karina.
A jovem Karina, mais uma vítima do islamismo, uma ideologia criada por Maomé, 
um senhor da guerra e traficante de escravos do século VII

A Interpol investiga o desaparecimento da universitária paraense Karina Ailyn Raiol Barbosa, de 20 anos, estudante da Universidade Federal do Pará, em Belém. Ela saiu do Brasil por São Paulo, sem avisar a família. Segundo os parentes, ela teria sido aliciada para sair do país (Notícia ao Minuto). A jovem havia se convertido ao islamismo há cerca de dois anos, quando passou a freqüentar um curso de língua árabe na Universidade Federal do Pará (UFPA), onde estudava Jornalismo. No dia 4 de abril, ela saiu de casa dizendo que ia para a faculdade de jornalismo. Nunca mais voltou.

Segundo uma reportagem do Fantástico, a família de Karina viu que ela havia passado por uma transformação nos últimos dois anos. Em 2014, Karina se matriculou em um curso de árabe do Centro Islâmico Cultural do Pará. A facilidade com a língua chamou a atenção do presidente do Centro, onde também funciona a Mesquita de Belém ar-Mahmaa.
Centro Islâmico Cultural do Pará, onde o processo de lavagem cerebral se iniciou

O marroquino Said Mounsif, é o prresidente do "centro cultural" e foi quem convidou Karina ao islamismo. Said Mounsif também é professor da Universidade Federal do Pará, a mesma que era frequentada por Karina

Segundo a reportagem, apesar de tímida, Karina logo se aproximou dos outros alunos. Veja a foto abaixo, que indica um processo de "aculturamento" e doutrinação em andamento.
Compare este foto da Karina com a sua foto acima: de mulher livre a mulher submissa.
Este é o resultado do processo de doutrinação

Seis meses depois, ela decidiu se converter ao islamismo. Ela conversou com os pais, que se surpreenderam, mas que não viram nada de mal. 

O que se pode esperar como reação dos pais? Afinal, eles, bem como a maior parte da população brasileira (inclusive a Karina), são expostos à propaganda que o islamismo é uma religião como outra qualquer, uma religião da paz. Ninguém nunca os disse sobre os "direitos das mulheres" no islamismo, Eles nunca ouviram que o islão não pode ser modernizado. Do mesmo modo, eles não têm a menor idéia do que é prescrito no livro Metodologia da Dawah (pregação islâmica, proselitismo islâmico), de Shamim A. Siddiqi. Este livro diz como os muçulmanos devem se aproximar dos não-muçulmanos de modo a converte-los para o Islã. O livro específicamente diz para os muçulmanos não contarem aos novos convertidos toda a verdade sobre o Islã, ou seja praticarem a taqiyya (cf., páginas 48 e 49).

Para se converter ao islamismo basta recitar a Shahada na frente de outros muçulmanos. Uma frase. Não é preciso estudar. Não é preciso saber de nada. Apenas recitar uma frase: "eu acredito que Alá é Deus e que Maomé é o seu profeta." Só isso. Karina, de certo, não sabia que após recitar a Shahada ela não pode mais deixar de ser muçulmana, sob o risco de perder a sua vida. (religião da paz?)

Karina recitou a Shahada em junho de 2015. A reportagem do Fantástico mostra o momento, seguido dos gritos de "Allahu Akbar", "Alá é Maior" (o que significa: o meu deus é maior que o seu deus). O mesmo grito usado por Maomé, ao comandar o degolamento de 900 prisioneiros, bem como usado pelos jihadistas ao longo dos séculos. Mas, claro, ninguém disse isso para Karina. Ela também comprou um niqab. Nada de mais, pois o site da Mesquita de Belém mostra um vídeo promovendo o niqab.

Pouco tempo depois, vieram outras mudanças. Segundo o seu pai, ela foi se fechando e deixou de ter contato com suas amigas anteriores (infiéis), Esse é um processo de fechamento natural, o de se passar a viver em um gheto islâmico, mesmo que apenas do ponto-de-vista de relacionamentos.

Segundo a reportagem, o imã da Mesquita de Belém, Said Mounsif, bem como algumas muçulmanas, alega que perdeu o contato com Karina. Ele diz que é perigoso para muçulmanos recém-conversos irem buscar informações sobre o islamismo na Internet. Mas, por que ele não a alertou sobre isso? E, mais importante, o que torna o islamismo da Mesquita de Belém diferente do salafismo, o islamismo como praticado por Maomé e seus seguidores diretos? Resposta: nada!

A Karina se comunicou em inglês com pessoas no exterior, e, para tal, precisou a ajuda de uma professora de inglês, que, inocentemente, não viu nada de mais no que se passava. 

Aparentemente, ela recebeu dinheiro do exterior e foi para a Turquia, a rota natural dos jihadistas que rumam par a Síria e o Iraque.

O pai da Karina disse que recebeu um telefonema dela duas semanas atrás. Para ele, a sua voz indicava medo. O telefone usado por Karina estava registrado a uma empresa na cidade de Linhares, São Paulo. Mas o escritório é apenas de fachada e nunca foi usado.

Antigamente dizia-se "seja pai do seu filho antes que um traficante o adote." Agora, o ditado mudou para "seja pai do seu filho antes que um imã o adote."


Pais e Mães: cuidado!

Vamos torcer para que o futuro da Karina não seja o mesmo de tantas jovens mulheres que se converteram, e se envolvem na jihad do sexo pela causa de Alá. Muitas se arrependeram mais tarde, e acabaram mortas por aqueles para quem elas se deram sexualmente, como o caso das irmãs austríacas que fugiram de casa, engravidaram, se arrependeram de terem se juntado à jihad. Samra, a da direita na foto, tentou fugir e acabou sendo espancada até a morte (IBTimes). 

Sabina Selimovic (left) and Samra Kesinovic


FONTE . http://infielatento.blogspot.com.br/2016/05/paraense-se-junta-ao-Estado-Islamico.html

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