domingo, 12 de fevereiro de 2017

Fernanda Brum ora com esposas de policiais em frente a batalhão no Rio de Janeiro



Na tarde da última sexta-feir (10), a pastora e cantora Fernanda Brum esteve junto com mulheres de policiais militares, em frente ao 6º BPM (Tijuca), para orar com elas e ouví-las e prestar sua solidariedade.

Brum é filha e enteada de PMs e compartilhou uma foto do momento em que se assentava no chão para ouvir as mulheres dos policiais. Ela também comentou sua iniciativa em alguns vídeos publicados no Facebook.

"Ouvi muitas histórias hoje à tarde... Mulheres sofridas, viúvas com tantas e tantas histórias. Que tudo acabe bem! Estamos orando para que fique em paz! E que a polícia consiga essa dignidade que merece!", escreveu a cantora ao compartilhar a imagem.

Já em um dos vídeos que falou sobre o assunto, Fernanda explicou que tentou pedir que as manifestações fossem conduzidas de outra forma.

"Eu vim aqui no sexto batalhão, na Tijuca, tentar conversar, mediar um conflito, orar com o pessoal para que houvesse um entendimento anterior a qualquer tipo de confronto. Eu só tenho a dizer que nós temos que continuar orando. Eu peço a todo o Brasil que ore. Os próximos dias parece que serão muito difíceis e Deus vai cuidar da gente, eu sei que vai. [...] Como pastora, eu só posso orar. Contem com as minhas orações, com o meu clamor", disse a cantora.




A cantora também buscou deixar claro que não teve a intenção de aderir a nenhum movimento de manifesto das esposas dos policiais, mas somente teve o desejo de "apaziguar a situação".

"Eu fui apaziguar um momento de conflito, como capelã, conselheira... Mas nós sabemos que o Senhor é aquele que faz a obra dEle. por completo. Eu fui abraçando as mulheres, conversando com elas, perguntando... Elas estão passando situações muito difíceis, todo o comando da Polícia, também, e o Estado do Rio de Janeiro... A minha preocupação é com o todo", afirmou.

As manifestações de parentes (esposas e filhos) de policiais militares em frente frente aos batalhões no Rio de Janeiro estão acontecendo em dezenas de unidades pelo Estado, porém nem todas estão bloqueando a saída dos PMs ou os impedindo de continuar trabalhando. 

Fonte: Guia-me

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