segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Mohamed era um Pedófilo?


Uma análise do relacionamento de Mohamed com uma menina de nove anos de idade

Por David Wood

Para a mente Ocidental, talvez um dos fatos mais perturbadores sobre o Islã é que seu fundador teve um relacionamento sexual com uma menina de nove anos de idade. Por causa disso, tem se tornado sempre mais crescente em alguns círculos que o Profeta do Islã é um ‘pedófilo’. Isto é, claro, muito ofensivo para os Muçulmanos, os quais vêem em Mohamed o servo ideal de Deus e o maior exemplo do que um homem pode desejar ser. Não obstante, o relacionamento de Mohamed com uma menininha apresenta um problema para os Muçulmanos, especialmente para aqueles que querem compartilhar sua fé com outros.
Já que muitas coisas das informações a seguir serão um choque para aqueles que não estão familiarizados com este assunto, temos de ser cuidadosos para não tirar conclusões precipitadas a respeito de Mohamed. Pedofilia é uma das mais sérias acusações que podem ser levantadas contra alguém, então o termo ‘pedófilo’ não deve ser utilizado com tanta pressa. Também devemos nos lembrar que se um homem tem uma relação sexual com uma menina numa cultura em que tal tipo de união é permitido, então não necessariamente significa que tal homem é um ‘predador sexual’, tal como o termo ‘pedófilo’ implica. Os Cristãos em especial devem ter cuidado com esse adjetivo. Tendo dito isso, vamos examinar cuidadosamente o relacionamento de Mohamed com Aisha, invocando o princípio Ocidental de que um homem é inocente até que se prove o contrário.
PRIMEIRA DEFESA MUÇULMANA: Aisha tinha mais de nove anos
Deparados com os argumentos dos críticos Ocidentais, os apologetas Muçulmanos muitas vezes ajuntam informações de várias histórias numa tentativa de negar que Aisha era tão jovem quanto os críticos comumente dizem:
O erro popular a respeito da idade de Aisha deve ser removido aqui... Isabah, falando da filha do Santo Profeta, Fátima, diz que ela era cerca de cinco anos mais velha que Aisha. É um fato bem estabelecido que Fátima nasceu quando a Caaba estava sendo reconstruída, i.e., cinco anos antes do Chamado. Aisha, assim, nasceu no ano do Chamado ou um pouco depois, e ela não poderia ter menos que dez anos de idade no momento em que se casou com o Santo Profeta, no décimo ano de seu Chamado... E como o período entre seu casamento e a consumação não foi menor que cinco anos, já que a consumação ocorreu no segundo ano da Fuga, entende-se que ela não poderia ter menos de quinze anos na ocasião. O relato popular de que ela tinha seis anos no casamento e nove na consumação está decididamente incorreto porque se supõe que o período entre o casamento e sua consumação foi de apenas três anos, e isto está historicamente errado.[1]
RESPOSTA: A evidência para o casamento de Mohamed com Aisha aos nove anos é forte demais para ser ignorada.
O problema com essa defesa selecionada e cuidadosamente editada que foi apresentada (estando totalmente desprovida de referências) é que ela ignora os números relatos que possuímos a respeito da idade de Aisha quando Mohamed consumou seu casamento com ela. Muitos desses relatos são da própria Aisha. De fato, a evidência para o casamento de Mohamed com a jovem Aisha é tão forte quanto qualquer outro fato do Islã. Temos abundantes tradições que tratam do casamento de Mohamed quando Aisha tinha seis anos de idade e sua consumação aos nove anos dela:
Aisha (que Allah a abençoe) contou que o Profeta (que as bênçãos e a paz de Allah sejam sobre ele) casou-se com ela quando tinha seis anos, e que ele consumou seu casamento com ela quando tinha nove anos. Então ela permaneceu com ele por nove anos (i.e. até sua morte).[2]
Khadijah morreu três anos antes de o Profeta (que as bênçãos de Allah sejam sobre ele) partir de Medina. Ele ficou lá por dois anos ou quase, e então se casou com Aisha quando ela era uma menina de seis anos, e consumou seu casamento quando tinha nove anos. [3]
Urwa relatou: O Profeta (que as bênçãos e a paz de Allah sejam sobre ele) escreveu (o contrato de casamento) com Aisha quando ela tinha seis anos e consumou seu casamento quando ela tinha nove anos.[4]
Aisha (que Allah a abençoe) relatou: O Apóstolo de Allah (que a paz seja sobre ele) se casou comigo quando eu tinha seis anos, e fui admitida em sua casa quando eu tinha nove anos.[5]
Aisha (que Allah a abençoe) relatou que o Apóstolo de Allah (que a paz seja sobre ele) se casou com ela quando tinha nove anos, e ela foi levada para a casa dele como noiva quando tinha nove anos, e suas bonecas foram com ela, e quando ele (o Santo Profeta) morreu, ela tinha dezoito anos de idade.[6]
Esta é apenas uma amostra de antigas tradições Muçulmanas que registram o casamento de Mohamed com a jovem Aisha, mas é o suficiente para mostrar que ela certamente não tinha quinze anos de idade no momento da consumação, tal como alguns Muçulmanos dizem.
Adicionalmente às tradições a respeito da idade de Aisha, a Hadice também fornece detalhes sobre como o relacionamento começou e se desenvolveu:
Aisha (que Allah a abençoe) relatou que o Profeta (que a bênção e a paz de Allah sejam sobre ele) disse a ela: “Você apareceu nos meus sonhos duas vezes. Eu te vi retratada num pedaço de seda e alguém me dizia, ‘Esta é sua esposa’. Quando eu descobri o retrato, eu vi que o retrato era seu. Eu disse: “Se isso for de Allah, então acontecerá.’”[7]
Após ter esse sonho com Aisha, Mohamed seguiu a pedir ao pai dela, Abu Bakr, a mão dela em casamento. Abu Bakr compreensivelmente foi contra no início, mas Mohamed conseguiu persuadi-lo para que aceitasse. Aisha foi levada para a casa de Mohamed mais tarde:
O Profeta (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) pediu a Abu Bakr a mão de Aisha em casamento. Abu Bakr disse: “Mas eu sou seu irmão.” O Profeta (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) disse: “Você é meu irmão na religião de Allah e em Seu Livro, mas ela (Aisha) me é permissível para se casar.”[8]
Aisha (que Allah a abençoe) relatou: O Profeta (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) se casou comigo quando eu era uma menina de seis anos. Fomos para Medina e ficamos no lar de Bani-al-Harith bin Khazraj. Então fiquei doente e meu cabelo caiu. Depois que meu cabelo cresceu (de novo minha mãe, Umm Ruman, veio a mim enquanto eu brincada numa roda com minhas amigas. Ela me chamou e eu fui a ela, sem saber o que me esperava. Ela me pegou pela mão e me fez ficar em pé frente à porta da casa. Naquela hora fiquei sem fôlego, e quando meu fôlego voltou ao normal, ela pegou um pouco de água e lavou meu rosto com ela. Então ela me levou ao interior da casa. Nessa casa eu vi algumas mulheres Ansari que diziam: “Felicidades, boa sorte e que Allah te abençoe.” Então ela me confiou a elas e elas me prepararam (para o casamento). Sem que eu esperasse, o Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) veio a mim pela manhã e minha mãe me deu a ele, e naquele momento eu tinha nove anos de idade.[9]
Aisha (que Allah a abençoe) relatou: Quando o Profeta (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) se casou comigo, minha mãe veio a mim, me fez entrar à casa  (do Profeta) e nada me surpreendeu, exceto o Apóstolo de Allah vir a mim pela manhã.[10]
Uma vez que Aisha se tornou parte da casa de Mohamed, ela se tornou sua esposa favorita, mesmo depois de se casar com outras diversas mulheres. De fato, as outras esposas de Mohamed tinham que suplicá-lo para que as tratasse igual ao trato dado à Aisha.[11]
As esposas do Apóstolo de Allah (que a benção e a paz estejam sobre ele) estavam em dois grupos. Um grupo consistia de Aisha, Hafsa, Safiyya e Saúda; e outro grupo consistia de Umm Salama e as outras esposas do Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele). Os Muçulmanos sabiam que o Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) amava Aisha, então se alguém tivesse um presente e quisesse dá-lo ao Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele), ele deveria esperar até que o Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) fosse à casa de Aisha... O grupo de Umm Salama discutiu o assunto juntos e decidiram que Umm Salama deveria pedir ao Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) que dissesse ao povo para enviar seus presentes a ele sem importar em qual casa ele estivesse... [Mohamed respondeu]: “Não me magoa quanto à Aisha, porque a Inspiração Divina não me revela nada em nenhuma casa, exceto na de Aisha.”... Então o grupo de Umm Salama chamou Fátima, filho do Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) e a enviaram ao Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) para dizê-lo: “Suas esposas pedem que você trate elas e a filha de Abu Bakr de modos iguais.”[12]
Assim, Aisha obteve um posto favorável dentre as esposas de Mohamed, o que causou uma grande tensão entre as mulheres. Já que se pode tomar como historicamente correto que Aisha era muito nova quando se casou e consumou o casamento com Mohamed, algumas vezes os críticos acusam que a preferência de Mohamed por Aisha revela sua preferência por meninas novas. A Hadice oferece uma certa porção que apóia essa visão:
Quando eu obtive a permissão do Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele), ele me perguntou por que eu me casei com uma senhora. Ele disse: “Por que você não se casou com uma virgem que brincasse com você, e que você brincasse com ela?” Eu respondi: “Ó Apóstolo de Allah! Meu pai morreu e eu tenho irmãs mais novas, então achei que não fosse apropriado que eu me casasse com uma menina nova como elas, a qual não as ensinaria a ter modos e nem as serviria.”[13]
Aisha (que Allah a abençoe) contou: Eu costumava brincar com minhas bonecas na presença do Profeta (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) e minhas amigas também brincavam comigo. Quando o Apóstolo de Allah (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) adentrava (o lugar onde moro) elas costumavam se esconder, mas o Profeta (que a benção e a paz de Allah sejam sobre ele) as chamava para que viessem e brincassem comigo.[14]
Não obstante, deve-se notar que se Mohamed realmente fosse obcecado por meninas novas, ele poderia ter tomado outras como esposa. Eventualmente Mohamed teve poder total em Medica e, depois, em Meca, mas mesmo assim ele não construiu para si um harém de meninas. Já que não há evidência o bastante que apóie a acusação de que Mohamed tinha uma obsessão perversa por meninas pré-púberes, os críticos devem tomar cuidado ao fazer essa acusação.
Para resumir, a evidência torna abundantemente claro (1) que Mohamed teve relação sexual com Aisha quando ela era muito nova, (2) que este relacionamento foi planejado por Mohamed após ele ter sonhado com ela, e (3) que ela era sua esposa preferida. Com tantos dados históricos sobre a idade de Aisha, deveria ser óbvio que os Muçulmanos que negam o relacionamento de Mohamed com ela [tão nova] o fazem apenas por vergonha.
SEGUNDA DEFESA MUÇULMANA: A moralidade é relativa numa cultura.
Outro método para se defender o casamento de Mohamed com Aisha é o apelo Muçulmano de relativismo da moral. Segundo essa visão, já que diferentes culturas têm diferentes padrões de moralidade, é errado criticar os padrões dos outros com base em seu próprio sistema. Considere a seguinte resposta de Maqsood Jafri e Abdur Rahman Squires:
Os Árabes praticaram poligamia. No rastro desse costume, o Profeta Mohamed também se casou com algumas mulheres. Hazrat Khadijah era quinze anos mais velha que ele na época do casamento. A maioria delas tinha a idade dele. Aos seus cinqüenta anos ele de casou com Hazrat Aiysha, a filha de Hazrat Abu Bakr quando ela estava na flor da idade. Aludindo a esse casamento, alguns orientalistas acusam do Profeta Mohamed de ‘pedófilo’. Não foi apenas o Profeta Mohamed quem se casou com uma menina nova, mas até o pai de Hazrat Aiysha, Hazrat Abu Bakr, também se casou com uma jovem quando ele já tinha seus sessenta anos. Isso era... parte da cultura Árabe prevalente e seus costumes. Assim não se deve ser tomado a sério.[15]
A grande maioria dos juristas Islâmicos diz que o tempo mais cedo em que um casamento pode ser consumado é no começo da maturidade sexual (bulugh), significando a puberdade. Já que esta era a norma de todas as culturas Semitas e que ainda continua como norma em muitas culturas atuais – com certeza isso não é algo que o Islã inventou.[16]
Assim, já que a prática do casamento com meninas novas era “parte a cultura Árabe prevalente e um costume”, essa não é uma crítica contra o Islã a ser levada a sério.
RESPOSTA: O Islã é totalmente inconsistente com o relativismo moral
Essa defesa realmente é surpreendente porque, ao defender a perfeição moral de Mohamed, os Muçulmanos constantemente mantém que Mohamed condenou a cultura Árabe por conta da imoralidade prevalente:
Após viver a vida de modo virtuoso, puro e civilizado, ocorreu uma revolução no ser de Mohamed. Ele se cansa das trevas e da ignorância, corrupção, imoralidade, idolatria e da desordem que o envolviam por todos os lados... Ele quer possuir aquele poder com o qual ele pode derrubar a corrupção e o mundo desordenado, e dar as fundações de um novo e melhor mundo... Ele quis mudar toda a estrutura da sociedade que era transmitida desde tempos imemoráveis.[17]
Os Muçulmanos são rápidos ao apontar a imoralidade ao redor do mundo, especialmente no Ocidente. Parece-nos que eles estão sugerindo uma mensagem muito inconsistente. Quando os Muçulmanos são confrontados com uma prática imoral de outra cultura, eles gritam em uma só voz, “Nós condenamos essas práticas porque elas são contra a eterna, perfeita e inalterável Lei de Deus!”. Porém, quando o caráter moral de Mohamed está sendo analisado, os Muçulmanos subitamente dizem, “Não julguem Mohamed! Vocês deveriam se lembrar que ela era de uma cultura diferente! Se casar com meninas novinhas era comum na Arábia e ainda é, graças ao precedente de Mohamed. Pessoas diferentes têm diferentes padrões morais, então ninguém deve se preocupar com o relacionamento sexual de Mohamed com uma menina de nove anos de idade.”
Essa troca conveniente do absolutismo moral ao relativismo é, logicamente, inaceitável. Se é errado julgar as práticas de outra cultura, então tanto Mohamed quanto o Alcorão estão errado por condenar as práticas imorais da Arábia. Mas, se condenar práticas imorais é aceitável, então os apologetas Muçulmanos precisam de uma resposta melhor às críticas do relacionamento de Mohamed com Aisha.
TERCEIRA DEFESA MUÇULMANA: O casamento de Mohamed com Aisha foi parte dos planos de Deus.
Os apologetas Muçulmanos desenvolveram outra resposta às críticas contra Mohamed, isto é, que o casamento de Mohamed foi parte do plano divino de Deus (i.e. Deus tinha uma importante razão para tal):
Deve-se ter em mente que, tal como todos os atos do Santo Profeta (que a paz seja sobre ele), até este casamento teve um propósito divino por trás. Hazrat Aisha era uma menina precoce e se desenvolveu tanto mentalmente quanto fisicamente com uma rapidez peculiar a raras personalidades. Ela foi admitida à casa do Santo Profeta (que a paz seja sobre ele) logo no começo de sua puberdade, o período mais impressionante e formativo de sua vida. Foi o Santo Profeta (que a paz seja sobre ele) que nutriu as sensibilidades dela e direcionou o crescimento de suas faculdades até o canal mais frutífero, e, assim, ela foi preparada para desempenhar um papel iminente na história do Islã. Além disso, ela foi a única virgem a entrar à Casa do Santo Profeta (que a paz seja sobre ele) e foi, então, muito competente em partilhar os sentimentos das outras moças de pouca idade que tinham numerosas perguntas a fazer ao Santo Profeta (que a paz seja sobre ele) a respeito de ética sexual e moralidade. Essas moças sentiam vergonha de perguntar às esposas mais velhas do Santo Profeta (que a paz seja sobre ele) sem modéstia. Elas podiam dar vazão às suas mentes livremente com Aisha e tinha mais ou menos a mesma idade  delas.
A puberdade é um sinal que mostra que uma mulher é capaz de suportar um filho. Alguém pode negar isso logicamente? Parte da sabedoria por traz do casamento do Profeta Mohamed com Aisha logo após ela ter atingido a puberdade serviu para se estabelecer tal situação como um ponto da Lei Islâmica, mesmo que já fosse uma norma cultural em todas as sociedades Semitas (incluindo aquela em que Jesus cresceu). [19]
Aqui os apologetas Muçulmanos argumentam que Mohamed casou-se com Aisha por propósitos divinos. As moças mais novas que tivessem questões sobre sexo precisavam conversar com alguém, e quem melhor para se conversar do que a jovem esposa do Profeta? E ainda, Mohamed quis estabelecer a puberdade como uma idade apropriada para o casamento, então ele decidiu demonstrar essa regra se casando com Aisha.
RESPOSTA: Os Muçulmanos falham em oferecer um razão suficiente para Deus ordenar tal casamento.
Há numerosos problemas com essa defesa. Primeiro, tal resposta poderia ser útil para justificar quase que qualquer comportamento. Considere um marido sendo julgado por agredir sua esposa. Quando ele tem a palavra, ele explica, “Meritíssimo, muitas mulheres são vítimas de abuso marital, e elas precisam de alguém que converse com elas. Com toda bondade em meu coração eu decidi bater em minha esposa para que assim ela seja capaz de confortar outras mulheres que são agredidas por seus maridos.” Essa explicação jamais seria aceita (exceto, talvez, em países de governo Islâmico, onde o Alcorão dá o direito aos maridos para que batam em suas mulheres[20]). Isso de lado, se Mohamed tivesse proibido sexo com crianças ao invés de se tornar um participante, as meninas novas não teriam que temer o sexo, e não seria necessário perguntar à Aisha.
Segundo, não é necessário que um legislador institua leis tendo que cometer certos atos que criem um precedente. Em outras palavras, Mohamed não precisava se casar com uma menina com o intuito de estabelecer uma lei sobre casamento com meninas que atingiram a puberdade. Mohamed, como o legislador do Islã, poderia simplesmente ter dado um decreto. Por exemplo, Mohamed permitiu os maridos a baterem em suas esposas. Foi necessário que Mohamed batesse em suas mulheres para estabelecer essa lei? Certamente que não. Semelhantemente, quando um legislador do Congresso diz que matar alguém em auto-defesa é aceitável, ninguém vai dizer que o congressista precisa sair e matar alguém em auto-defesa para que a lei seja aprovada. Por isso o argumento de que Mohamed precisava se casar com uma menina nova para estabelecer a puberdade como a idade apropriada para o casamento falha completamente.
Terceiro, o argumento Muçulmano de que Aisha era uma ‘criança precoce’ carece de evidências. A própria Aisha conta que quando fora levada pra casa de Mohamed ela estava brincando com suas amigas. E também ainda brincava com bonecas. Baseado na evidência, Aisha parece mais uma menina normal, não como uma jovem adulta. Além disso, Mohamed não se casou com ela por ela ser precoce, mas se casou porque estava sonhando com ela.
Quarto, é improvável que Deus estivesse usando o relacionamento de Mohamed com Aisha para estabelecer a puberdade como a idade apropriada para o casamento porque o próprio Alcorão parece permitir o casamento com meninas pré-púberes. Segundo a Sura 65:4, um homem deve esperar três meses para se divorciar de uma esposa que ainda não menstrua. E se o Alcorão permite o casamento com pré-adolescentes, então o casamento de Mohamed com Aisha não seria de forma alguma um critério para essa prática. (Em espírito de tolerância interpretativa, estou aberto a interpretações alternativas do Alcorão aqui. Isso é, quero dar aos Muçulmanos os benefício da dúvida se eles oferecerem outra visão razoável dessa passagem. Baseado apenas em 65:4, eu diria que diversas interpretações do texto são possíveis. Porém, se considerarmos os comentários Muçulmanos antigos sobre o verso, o entendimento que dei acima se fortalece. Para ler esses comentários, clique aqui.)
Quinto, os Muçulmanos procuram por razões que justifiquem o relacionamento de Mohamed com Aisha porque estão convencidos de que tudo o que Mohamed fez tem propósito divino por trás. Quando os críticos apontam os numerosos assassinatos e homicídios de Mohamed, os Muçulmanos dizem que esses atos violentos foram justos. Quando os críticos sinalizam a extensão da poligamia de Mohamed, ou sua participação no negócio de escravos ou seus incontáveis saques,[21] os Muçulmanos fornecem respostas baseadas não visão de que Mohamed era um ótimo exemplo moral. Similarmente, quando os Muçulmanos são confrontados com a evidência para os encontros sexuais de Mohamed com Aisha, eles assumem que deve ter havido alguma razão para tal. Então eles inventam razões para o comportamento de Mohamed (i.e. as outras menina precisavam de alguém para conversar sobre sexo), e eles oferecem essas razões em defesa da moralidade de Mohamed. Mas os não-Muçulmanos não partilham da fé na perfeição moral de Mohamed. De fato, quando os não-Muçulmanos ouvem sobre a violência de Mohamed, sua ganância, sua poligamia, seu apoio para o abuso marital, não somos tão rápidos para dizer que “ele deve ter tido uma boa razão” como os Muçulmanos parecem ser. Por causa disso as justificativas Muçulmanas para o casamento de Mohamed com Aisha tornam-se vazias quando são apresentadas como defesa para suas ações.
Finalmente, as explicações Muçulmanas para o comportamento de Mohamed falham em não levarem em conta os perigos que acompanham o sexo a essa idade. Muitos Muçulmanos dizem que logo que a menina tem sua primeira menstruação ela está pronta para ter filhos. Essa mentalidade antiga é completamente falsa. Uma menina de nove anos não está pronta para o sexo ou para filhos, mesmo que ela tenha tido seu primeiro período antes que outras meninas. Crianças dessa idade ainda estão crescendo; quando ficam grávidas seus corpos desviam recursos nutricionais para o feto em desenvolvimento, deixando a menina que está crescendo carente de vitaminas e minerais tão necessários. E ainda, comumente acontecem complicações resultantes de gravidez na adolescência porque os corpos das meninas muito novas simplesmente não estão prontos para dar à luz.
O Ocidente já compreendeu os perigos das adolescentes grávidas. Os apologetas Muçulmanos freqüentemente dizem que o casamento com meninas novas era comum nos tempos Bíblicos. Pode ser que estejam corretos, mas isso é porque era parte da cultura e não porque Deus os endossou. Visto que muitos países Cristãos têm reconhecido os perigos em potencial que vêem com a gravidez de adolescentes e tem aumentado a idade legal para o casamento, os países Muçulmanos estão freqüentemente afastados desses avanços por causa de Mohamed. Isso é muito interessante porque os Muçulmanos freqüentemente dizem que Mohamed foi cientificamente iluminado e que o Alcorão é uma obra-prima científica.[22] Na realidade, o casamento de Mohamed com Aisha está causando injúrias a meninas por todo o Oriente Médio e Norte da África. Os perigos já foram notados pelas Nações Unidas, as quais publicaram a seguinte nota numa tentativa de reduzir as práticas apoiadas pelo Islã:
Práticas culturais tradicionais refletem valores e crenças suportadas por membros de uma comunidade por freqüentes gerações distantes. Cada grupo social no mundo tem específicas práticas culturas e crenças, algumas das quais são benéficas para todos os membros, enquanto outras são perigosas para um grupo específico, como o das mulheres. Essas práticas tradicionais perigosas, incluindo a mutilação genital feminina; alimentação forçada das mulheres; casamento prematuro; os vários tabus ou práticas que impedem as mulheres de controlar sua própria fertilidade; tabus nutricionais e práticas de nascimento tradicionais; preferência por filhos homens e sua implicação sobre o status das meninas; infanticídio feminino; gravidez prematura; e pagamento de dote. Independente de sua natureza nociva e de sua violação às internacionais dos direitos humanos, tais práticas persistem porque não são questionadas e carregam em consigo uma áurea de moralidade aos olhos de seus praticantes.
O casamento infantil rouba da menina o tempo de sua infância tão necessário para desenvolvê-la física, emocional e psicologicamente. De fato, casamentos prematuros infligem grande estresse emocional às jovens mulheres que são removidas do lar de seus pais para a casa de seus maridos e sogros. Seu marido, o qual será invariavelmente muitos anos mais velho, terá pouco em comum com a jovem adolescente. É com esse homem estranho que ela terá de desenvolver um relacionamento íntimo, emocional e físico. Ela é obrigada a ter intercurso, embora ela não esteja fisicamente completamente desenvolvida.
Problemas de saúde que resultam de casamentos prematuros no Oriente Médio e Norte da África, por exemplo, incluem o risco de partos cirúrgicos, perca de peso e desnutrição resultantes de freqüentes gravidezes e lactação no período da vida em que as próprias jovens mães ainda estão crescendo.
A gravidez prematura pode ter conseqüências perigosas tanto para a mãe quanto para o bebê. Segundo a UNICEF, nenhuma menina deveria engravidar antes dos 18 anos porque ela ainda não está fisicamente pronta para suportar um filho. Os bebês de mães mais novas que 18 anos tendem a nascer prematuro e a ter pouco peso corporal; tais bebês são mais dados a morrer em seu primeiro ano de vida. O risco à própria saúde da mãe também é ainda maior. Saúde fraca é algo comum entre grávidas indigentes e em mulheres lactantes.
Em muitas partes do mundo desenvolvido, especialmente nas áreas rurais, as meninas se casam pouco após o início da puberdade e se espera que elas comecem a ter filhos imediatamente. Embora a situação tenha melhorado desde os anos 1980, em muitas áreas a maioria das meninas com menos de 20 anos já está casada e tem filhos. Embora muitos países tenham elevado a idade legal para o casamento, isso tem causado pouco impacto em sociedades tradicionais onde o casamento e a maternidade conferem ‘status’ a uma mulher.
Um risco adicional à saúde de jovens mães é o parto obstruído, o qual ocorre quando a cabeça do bebê é grande demais para o orifício da mãe. Isso provoca fístulas vesicovaginais, especialmente quando uma parteira tradicional sem treinamento forma a cabeça do bebê indevidamente.[23]
Contrário aos argumentos dos Muçulmanos, uma menina de nove anos de idade não está pronta para o intercurso sexual ou para suas possíveis ramificações (i.e. gravidez, parto, amamentação e educação do filho). Isso é um perigo desnecessário porque um relacionamento mais seguro poderia ser orquestrado se o casamento ocorresse muitos anos depois, quando a menina alcançasse o final da adolescência. Os Muçulmanos podem responder dizendo, “Mas Aisha nunca ficou grávida, então não tem problema.” Ainda há problema sim. A cada ano incontáveis meninas, que ainda brincam de bonecas, são tomadas para viver com maridos mais velhos. Se esses maridos forem desafiados, eles não vão dizer que isso é parte da cultura Árabe; ao invés disso vão dizer que ‘não está errado porque Mohamed fez o mesmo.’ Em outras palavras, ainda que aceitemos a bizarra desculpa de que Aisha estava de alguma forma pronta para o sexo e o casamento, a maioria das meninas de nove anos não está pronta para isso tudo. Assim, a prática do casamento com crianças continua até nossos dias em muitos países Muçulmanos, sendo a culpa dos Muçulmanos por tomarem a Mohamed como seu mais elevado padrão moral.
QUARTA DEFESA MUÇULMANA: O tempo de vida nos dias de Mohamed era tão baixo que as pessoas tinham que se casar novas.
Osama Abdallah argumenta que o casamento de Mohamed com Aisha foi compreensível porque as pessoas nos dias de Mohamed tinham de se casar cedo:
A vida a 1400 anos atrás era muito dura no deserto escaldante. De meu conhecimento pessoal, o tempo médio de vida daquele tempo era de 50 anos. As pessoas costumavam morrer de todo tipo de doenças. Ambos os pais do Profeta Mohamed (paz seja sobre ele) por exemplo, morreram de causas naturais antes de ele tomar conhecimento delas.[24]
Com essa visão, já que as pessoas poderiam morrer a qualquer momento no ‘deserto escaldante’, eles se casariam numa idade muito ceda para garantir que pudessem ficar o máximo possível de anos juntos.
RESPOSTA: Mohamed já tinha mais de cinqüenta anos de idade quando consumou seu casamento com Aisha, então não havia necessidade dele se casar com uma menina tão nova.
O argumento de Abdallah faz sentido se Mohamed tivesse nove ou dez anos de idade quando se casou com Aisha. Mas o Profeta do Islam já estava de idade bem avançada. Ele estava muito mais próximo da morte que qualquer outra jovem mulher que ele quisesse se casar, então porque não se casar com uma jovem mulher ao invés de uma jovem menina? Por que não se casar com uma mulher totalmente desenvolvida de vinte e tantos anos ao invés de uma menina que brincava de roda? Ao se casar com Aisha quando era tão jovem, Mohamed estava, de fato, a condenando a uma vida de viuvez, porque o Alcorão proibiu o casamento das viúvas de Mohamed (33:53). Além de tudo isso, o argumento de Abdallah ignora os fatos. Mohamed não se casou com Aisha porque a média de vida era de cinqüenta anos, ele se casou com ela porque (1) ele estava sonhando com ela, e (2) ele tinha poder para persuadir Abu Bakr a dar-lhe sua filha em casamento.
QUINTA DEFESA MUÇULMANA: Outras pessoas fizeram o mesmo – até mesmo Cristãos!
Abdallah também emprega a defesa do ‘todo mundo faz isso, então está tudo bem’:
Não apenas comum na sociedade Árabe se casar/comprometer com uma jovem menina, isso também era comum na sociedade Judaica. O caso de Maria, mãe de Jesus, vem à mente. Em fontes não-bíblicas se diz que ela tinha entre 11 e 14 anos quando concebeu Jesus. Maria já estava “NOIVA” de José antes de conceber Jesus. José era um homem muito mais velho. Portanto, Maria tinha de 11 a 14 anos quando ‘NOIVOU’ José. Nós Muçulmanos nunca chamaríamos José de Molestador Infantil, nem diríamos que o ‘Espírito Santo’ da Bíblia ‘engravidou’ Maria como um ‘adúltero’ ou ‘estuprador’.[25]
RESPOSTA: Além de cometer a falácia do “tu quoque”, essa defesa omite o ponto da crítica contra Mohamed.
Tu quoque é um tipo de falácia que tenta ignorar uma crítica em virtude de alguma hipocrisia encontrada na crítica. Por exemplo, suponhamos que sou um ladrão. Um dia, encontro alguém roubando meu carro, e eu digo, “Pare, ladrão!” se a pessoa que rouba meu carro se vira e me diz, “Mas você também é um ladrão, então não é errado que eu roube,” ele estará cometendo a falácia tu quoque.
Os Muçulmanos se apegam demais ao tu quoque. Quando as pessoas criticam os Islã pelo terrorismo, é comum ouvir Muçulmanos dizer, “Mas os Americanos estão matando Árabes!” como se houvesse uma resposta significativa à acusação. Semelhantemente quando alguém diz, “Veja todas as pessoas que Mohamed matou,” os Muçulmanos respondem dizendo, “Mas pessoas também foram mortas na Bíblia.”
Dizer que José se casou com uma jovem menina na Bíblia não resolve em nada o caso do casamento de Mohamed com Aisha. No máximo essa defesa mostraria que os Cristãos estão sendo inconseqüentes. Mas, na realidade, a resposta Muçulmana não mostra isso, já que essa comparação falha por diversas razões.
Primeiro, não há nenhum registro sobre a idade de Maria quando se casou com José. Verdade, dado ao costume da época é provável que ela fosse nova, talvez uma jovem de doze ou treze anos. Mas, já que não temos referências históricas à sua idade, não podemos descartar a possibilidade de que tivesse vinte anos, por exemplo. O ponto aqui é este: as pessoas criticam o casamento de Mohamed com Aisha baseados no que sabemos (i.e. que Aisha tinha nove anos de idade), enquanto a resposta dos Muçulmanos se baseia no que nós não sabemos (i.e. a idade de Maria).
Segundo, não devemos nos esquecer que treze anos são diferentes de nove anos. Meninas de nove anos comumente ainda não são férteis. No melhor cenário possível, uma menina dessa idade pode ter acabado de começar as fases da puberdade. Uma menina de treze anos, por outro lado, pode estar já no fim da puberdade. Assim, mesmo que demos uma idade jovem a Maria, haveria um mundo de diferenças entre ela e Aisha.
Terceiro, os apologetas Muçulmanos parecem esquecer-se do fato de que José não é o padrão de moral no Cristianismo. Quando os críticos apontam a idade de Aisha, argumentam algo como: “Você está tentando me dizer que Mohamed foi o maior exemplo moral de todos os tempos e que devo acreditar em tudo o que ele diz? Eu não acredito que uma pessoa que fizesse sexo com uma menininha tenha sido o mais homem de todos os tempos.” Simplificando, Mohamed é fundamental para o Islã. Se há algum problema com Mohamed, há um problema com o Islã. Se Mohamed foi imoral, então se torna difícil levar esses ensinos a sério. Assim, não se faz o menor sentido um Muçulmano dizer, “Bem, José se casou com uma jovem menina também.” José não é fundamental ao Cristianismo. Se um texto antigo for encontrado amanhã e esse texto antigo provar que José foi um ladrão e um assassino, isso não afetaria em nada o Cristianismo porque os Cristãos não o consideram um profeta, um portador de revelação e nem uma figura importante no Cristianismo. Assim, se um Muçulmano quer demonstrar que os Cristãos são inconsistentes, eles precisam mostrar que Jesus, Pedro ou Paulo, ou alguma figura central do Cristianismo fizeram as mesmas coisas que Mohamed fez. Felizmente, Jesus foi sem pecado e os apóstolos viveram vidas exemplares após terem se comprometido a Jesus.
A Internet está cheia de exemplos de respostas Muçulmanas desse tipo. Os sites Muçulmanos constantemente notam que meninas novas se casam em vários países e que essas meninas algumas vezes dão à luz. Ninguém duvida disso. O problema é que isso não tem nada a ver com o caso de se o casamento com uma menina de nove anos é ou não moralmente aceito para um profeta poderoso. O fato que os Muçulmanos são forçados a buscar uma defesa de “todo mundo faz” demonstra que eles não têm respostas.
AVALIAÇÃO: Já que a evidência não é suficiente para condenar Mohamed como uma ‘pedófilo’, sua relação sexual com Aisha é inaceitável.
Mohamed tem sido acusado de pedofilia em diversos escritos, sermões e em conversas. Vemos que as tradições Muçulmanas mais antigas dão apoio a essa visão. Porém, a evidência que sustenta a acusação de pedofilia talvez seja limitada demais para que chegar a uma conclusão tão dura. Sabemos que Mohamed teve relações sexuais com uma menina nova, e isso é repreensível. Ainda temos que tomar considerações culturais para se formar uma avaliação justa do caráter. Na sociedade de Mohamed o intercurso sexual era aceitável quando uma menina começasse a menstruar, e Mohamed pode ter aguardado até que Aisha tenha atingido essa idade. (Note: não há boa evidência histórica de que Mohamed tenha esperado que Aisha menstruasse. Porém, eu acho que é importante ser generoso em nossas interpretações o máximo possível, então quero afirmar, por causa do argumento, que Aisha já havia alcançado a puberdade.)
Semelhantemente, não temos informações suficientes para chamarmos Mohamed de um ‘pervertido’. Embora os atos sexuais de Mohamed pareçam surpreendentes, não sabemos o bastante sobre a natureza desses atos para condená-lo como um depravado sexual ou um predador.
Não obstante, os Muçulmanos são rápidos demais para deixar de lado o relacionamento de Mohamed com Aisha. Não podemos simplesmente ignorar o casamento de um profeta com uma menina de nove anos de idade. Os Muçulmanos vêem Mohamed como o mais elevado exemplo de vida moral, mas seu casamento com Aisha atrapalha essa visão. Se eles quiserem manter Mohamed como um padrão da moralidade, os Muçulmanos precisam dar cabo a muitas coisas questionáveis que Mohamed fez, bem como o horrível impacto dessas ações.
Há um simples, mas muito explícito modo de avaliar a importância do casamento de Aisha com Mohamed. Precisamos começar tentando montar uma imagem mental de um homem perfeitamente moral.  Para os Muçulmanos isso incluirá todas as coisas que foram ensinadas sobre Mohamed. Segundo essa imagem, ele é bondoso, generoso, paciente, humilde e confiável. Ele protege órfãos e viúvas, sofre perseguição, ajuda os necessitados e promove justiça. Ele ora com fé, jejua regularmente e obedece a Deus em tudo. Ele é fiel a seus amigos e paciente para com seus inimigos. Ele nunca cede quando é tentado pelo mal. Agora devemos retratar o mesmo homem num quarto com uma menininha inocente. Ele arranca-lhe a boneca, sobe nela e a introduz seu pênis. Ela não sabe o que está acontecendo porque é nova demais para saber sobre sexo. Com medo e confusa, ela chora por causa da dor e do sangue em sua cama, mas ela tenta permanecer em silêncio em respeito a seu novo esposo, o qual, em retorno, põe em perigo a vida dela.
Se uma pessoa é capaz de manter a mesma visão de perfeição moral com essa descrição, ele pode ter a fé necessária para ser um Muçulmano. Mas se sua visão de um homem perfeito estranha o que Mohamed fez em diversas ocasiões, ele precisa procurar em outro lugar por um ser humano ideal.
Notas:
[1] Maulana Muhammad Ali, Muhammad the Prophet (St. Lambert: Payette and Sims, 1993), pp. 183-184.
[2] Sahih Al-Bukhari, Dr. Muhammad Matraji, tr. (New Delhi: Islamic Book Service, 2002), Número 5133. Veja também 5134.
[3] Ibid., Número 3896.
[4] Ibid., Número 5158.
[5] Sahih Muslim, Abdul Hamid Siddiqi, tr., Número 3310.
[6] Ibid, Número 3311.
[7] Sahih Al-Bukhari, Número 3895. Veja também Número 5078.
[8] Ibid., Número 5081.
[9] Ibid., Número 3894.
[10] Ibid., Número 5160.
[11] O Alcorão ordena que se trate as esposas igualitariamente (4:3), um mandamento que Mohamed claramente violou. De fato, o mesmo verso proíbe que se tenha mais que quatro esposas, mas Mohamed recebeu uma revelação que dava-lhe o direito de violar essa ordem (33:50).
[12] Ibid., Número 2581.
[13] Ibid., Número 2967.
[14] Ibid., Número 6130.
[15] Professor Maqsood Jafri, "On The Character of Prophet Muhammad (PBUH)."
[16] Abdur Rahman Squires, "The Young Marriage of Aishah."
[17] Abul A’la Mawdudi, Towards Understanding Islam (Islamic Circle of North America, 1986), pp. 53, 56.
[18] Sahih Muslim, Nota 1860 (p. 716).
[19] Squires, "The Young Marriage of Aishah."
[20] Segundo o Alcorão "Os homens são os protetores das mulheres, porque Deus dotou uns com mais (força) do que as outras, e pelo o seu sustento do seu pecúlio. As boas esposas são as devotas, que guardam, na ausência (do marido), o segredo que Deus ordenou que fosse guardado. Quanto àquelas, de quem suspeitais deslealdade, admoestai-as (na primeira vez), abandonai os seus leitos (na segunda vez) e castigai-as (na terceira vez); porém, se vos obedecerem, não procureis meios contra elas. Sabei que Deus é Excelso, Magnânimo" (Sura. 4:34).
[21] Para referências, veja "Islam Beheaded."
[22] Para mais sobre isso, veja "Talking Ants and Shrinking Humans."
[23] Escritório do Alto Comissário para os Direitos Humanos, Folha de Fatos No. 23, "Harmful Traditional Practices Affecting the Health of Women and Children." (Fonte Online) O registro original é muito mais longo que o trecho apresentado aqui.
[25] Ibid.


* This article is a translation of "The Message of the Prophet to the Omani People" - original
* Este artigo é uma tradução de "The Message of the Prophet to the Omani People" - original

Se você encontrar qualquer equívoco sobre fatos (seja por erro de digitação ou por má interpretação doutrinária) nestas páginas, ou palavras ofensivas, me contate que sentirei-me feliz em as corrigir.
 
Fonte - 

David Wood

http://www.answering-islam.org/portugues/terrorismo/carta-oma.html

Como exceder a justiça dos escribas e fariseus??



A excelência da vida do cristão!! Como exceder a justiça dos escribas e fariseus?? Superando a religiosidade!

“... Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus”

Quando as pessoas comuns, assim como eu e você, observavam o comportamento dos escribas e fariseus, e depois comparavam com suas próprias vidas, lamentavam suas próprias misérias e percebiam que eram incapazes de se aproximar da grandeza dos “homens de Deus” daquela época.

Os escribas, por exemplo, passavam a vida ensinando e expondo a lei; eram as grandes autoridades sobre assuntos da lei de Deus. Eles dedicavam toda a sua vida ao estudo e à prática da lei. Mais que qualquer outro grupo de pessoas, eles podiam reivindicar a posição de estarem bem envolvidos na lei. Eles preparavam cópias da lei, exercendo o máximo cuidado nesse trabalho. A vida deles era gasta inteiramente em torno da lei, e, por esse motivo, todos lhes davam grande atenção. Então eram respeitados.

Os fariseus, igualmente, eram homens que tinham se notabilizado por sua pretensa piedade. Fariseu significa separado, que se separavam dos outros, em consagração a Deus. Eles criaram regras e regulamentos atinentes à vida e à conduta que, quanto à sua severidade, ultrapassavam a qualquer coisa ordenada pelas Escrituras do Antigo Testamento. Eles formularam um código extremamente severo de moral e conduta, por conta disso, o povo pensava que os escribas e os fariseus eram os grandes paradigmas da virtude.

O homem comum refletia consigo mesmo: “Ah! Não tenho a menor esperança de algum dia chegar a ser tão bom e santo quanto os escribas e fariseus!! São extraordinários; vivem apenas para serem santos e consagrados. Essa é a profissão deles, vivem somente para cumprir seu objetivo e alvo religioso, moral e espiritual”.

Porém, eis que Jesus aparece e anuncia aos seus ouvintes que a menos que a justiça de seus discípulos ultrapassasse, em muito, a dos escribas e fariseus, sob hipótese nenhuma poderiam entrar no reino dos céus!!!

Jesus rompeu os paradigmas da religiosidade da época, ou seja, rompeu com a medida pela qual as pessoas mensuravam a santidade e imaginavam o que, na verdade, agradaria a Deus. Não era pela aparência, mas numa vida cristã em profundidade. Daí a pergunta: Qual é o nosso conceito a respeito da santidade e da santificação? Que idéia, fazemos do homem religioso? Que pensamos sobre como deve ser um servo de Deus?

Nosso Senhor estabelece aqui a questão como um postulado, asseverando a retidão do crente – e mesmo do menor de todos os crentes – deve exceder a dos escribas e fariseus, deve exceder a religiosidade, a aparência, superar a falsidade.

Analisemos a nossa própria profissão de fé cristã, à luz dessa análise feita por Jesus Cristo. Jesus queria demonstrar quão vazio e oco era o ensino daqueles homens, para então poder apresentar ao povo a doutrina verdadeira.

Qual a religião praticada pelos fariseus a fim de detectarmos os seus defeitos e verificarmos o que ela exigia dos homens? A maneira de fazer isso é dedicar a estudar o quadro do fariseu e publicano que foram ao templo orar. Veja o fariseu (1) colocou-se de pé; (2) em lugar proeminente; (3) de onde se pôs a agradecer a Deus; (4) por não ser igual aos demais homens; (5) especialmente por não ser igual ao publicano. Em seguida, o fariseu (1) começou a alegar certas coisas sobre si mesmo; (2) não era extorsionário; (3) nem injusto; (4) nem adúltero; (5) muito menos era como aquele publicano.

Essas declarações concordavam com a realidade dos fatos. Eles tinham suas características modalidades de justiça externa: (a) jejuavam 2 vezes por semana; (b) pagavam a Deus e à Sua causa o dízimo de tudo quanto possuíam; (c) davam dízimo de tudo quanto tinham, incluindo suas ervas úteis, como a hortelã, o endro e o cominho; (d) além disso, eram altamente religiosos, extremamente meticulosos na observância de certos ritos e cerimônias religiosas.

Tudo isso era real no tocante aos fariseus. Eles não somente assim diziam, mas também agiam desse modo. Mas, a religiosidade deles provocava muita indignação no Senhor Jesus.

Em Mateus 23, temos suas tremendas denúncias contra os escribas e fariseus, denúncias vazadas na forma de “ais”; e ali veremos a essência mesma das acusações revelatórias de nosso Senhor contra aquela gente, bem como a essência da crítica justa que Ele fazia acerca de toda a atitude deles para com Deus e para com a religião. Foi em face de todas essas razões que Ele disse: “... se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus”.

Precisamos de uma vida cristã em profundidade: rompendo paradigmas do senso comum! Precisamos nos superar com a ajuda do Senhor Jesus!! Devemos fugir da religiosidade, que demonstra apenas o exterior. Não podemos viver
em função do sistema religioso e colocando as estruturas no centro de nossa fé, vidas e razões. Precisamos viver, de fato, o cristianismo que é o envolvimento pessoal com o Senhor; tendo como centro de tudo, o próprio Cristo. 


Fonte - Valter Borges

Com mais de 640 mortos, buscas na Região Serrana entram no 6º dia

As ruas arborizadas e calmas do vilarejo se transformaram em corredores de lama e barro. O número de mortos na Região Serrana do RJ já chega a 647, segundo os números oficiais das prefeituras das cidades devastadas pelas chuvas. Pelos últimos levantamentos dos municípios, são 301 mortos em Nova Friburgo, 269 em Teresópolis, 56 em Petrópolis,19 em Sumidouro e 2 em São José do Vale do Rio Preto.
Em Teresópolis, a prefeitura informou que o número na Central de Cadastro de Desaparecidos caiu para 36. Em Petrópolis, há 36 desaparecidos, segundo a prefeitura. Em Sumidouro, há outros cinco. Já em Nova Friburgo, a prefeitura informou que não há levantamento sobre desaparecidos.
Ruas de Riograndina, em Nova Friburgo, se transformaram em corredores de lama. (Foto: Celso Pupo/G1)
Já a Secretaria estadual de Saúde e Defesa Civil informou que o número de mortos no estado é 650, sendo 302 em Nova Friburgo, 272 em Teresópolis, 57 em Petrópolis e 19 em Sumidouro. O número de desabrigados e desalojados chega a 13.830, segundo o governo do estado.
Segundo a Polícia Civil, 643 corpos já foram identificados pelos peritos do IML (Instituto Médico Legal), sendo 293 em Teresópolis, 271 em Nova Friburgo, 56 em Petrópolis, 19 em Sumidouro e 4 em São José do Vale do Rio Preto.
As buscas por outras vítimas que ainda estejam soterradas e o trabalho de resgate da população que ainda se encontra em áreas isoladas na Região Serrana do Rio entra em seu 6º dia, principalmente nos municípios de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis.
Não há registro de chuva nas três cidades nesta manhã, mas a previsão do tempo ao longo do dia é de pancadas de chuva e trovoadas, em toda a Região Serrana. As chuvas de domingo (16) voltaram a provocar queda de barreiras e dificultaram o trabalho de resgate e de limpeza das ruas.

 Fonte G1

Começa convocação para troca do RG por identidade com chip

Documento de identidade terá novos recursos de segurança. Foto: Reprodução/Futura Press Documento de identidade terá novos recursos de segurança
Foto: Reprodução/Futura Press
A convocação dos selecionados para trocar a antiga cédula de identidade (RG) pelo novo cartão de Registro de Identidade Civil (RIC) começou nesta segunda-feira. Os moradores de Brasília (DF), do Rio de Janeiro e de Salvador (BA) serão os primeiros a receber as cartas informando sobre a troca.
Veja detalhes da nova carteira de identidade
Segundo o Ministério da Justiça, a escolha das cidades foi aleatória. Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO) também fazem parte do projeto piloto, e o início da convocação será ainda no primeiro semestre.
Os cartões dos selecionados já estão prontos, pois foram feitos com base nos cadastros repassados pelos estados ao Ministério da Justiça. O RIC é um cartão magnético, com impressão digital e chip eletrônico, que inclui informações como nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade e assinatura, entre outros dados. O Ministério da Justiça estima que a substituição da carteira de identidade será feita gradualmente, ao longo de dez anos.
Agência Brasil

Gritos de Alerta , o blog com a missão de levar a palavra de Deus com as notícias do dia a dia

O blog Gritos de Alerta vem cumprindo o seu papel de levar a palavra de DEUS  com as notícias do dia a dia.
Com o crescimento de nossas visitas estamos preparando nossa WEB RÁDIO que será lançada em breve .
Sendo assim , teremos nosso blog e nossa Rádio informativa , cujo missão principal e a palavra de Deus e as notícias .
Já temos nosso jornal impresso que é o Jornal Impacto Real , onde ainda temos uma pequena tiragem , de 10 mil exemplares por edição , mas com a ajuda de Deus vamos aumentar essa tiragem.
Participe conosco  enviando as notícias Cristãs de seu estado ou pais , bem como as notícias seculares de sua região.

Pastor Roberto Torrecilhas.
Dir. Jornal Impacto Real.

Setenta cristãos presos no Irã Iranianos vão para Cristo em grande número, o que tem preocupado o Governo

Setenta cristãos presos no Irã Os iranianos têm tramado medidas contra os cristãos de origem muçulmana. Mais de 70 cristãos foram presos desde o Natal e as autoridades iranianas têm invadido as igrejas domiciliares. De acordo com a Voz da América, um funcionário iraniano acusa grupos evangélicos protestantes de provocar uma invasão cultural no país.

O presidente da Portas Abertas nos EUA, Carl Moeller, disse que iranianos estão vindo para Cristo em grande número, e que está ocorrendo um reavivamento na igreja perseguida. "O governo está profundamente preocupado com este movimento, que tem alcançando um número significativo de iranianos. É mais uma evidência de que este reavivamento esteja ocorrendo".

Moeller disse que as ameaças vieram de líderes religiosos do alto escalão. "O aiatolá do país, Ali Khamenei, apelou ao Estado islâmico para acabar com o movimento da igreja doméstica, devido ao impacto que ela está promovendo na sociedade".

Segundo Moeller, "este tipo de perseguição veio quando o Estado buscou aumentar a pressão sobre as igrejas domésticas. As prisões destes 70 crentes é parte dessa ofensiva."

Moeller questiona o que isso significa para o futuro. "Como ela está crescendo, faz com que a oposição cada vez mais persiga por parte dos extremistas para procurar acabar com o cristianismo no país. Mas este é um movimento pelo Espírito Santo que não pode derrotar."

Moeller pede oração. “Ore para que os cristãos no Irã consigam ser livres do governo, da tortura e da possível execução."
 
 
Fonte: MNN/Redação CPADNews

Grupo pró-vida organiza boicote a "financiadores" do aborto

A Life International está pedindo aos viajantes que apóiam a marcha pró-vida que evitem restaurantes, hotéis e companhias aéreas que dão fundos monetários para a “Planned Parenthood” (em português, “Paternidade Planejada”) - organização que provê recursos para a realização de abortos.
Em março de 2011, o diretor de comunicações da Life Internetional irá para Washington, DC, a fim de orientar os participantes e mostrar seu apoio ao nascimento.
"Estamos solicitando que as pessoas pró-vida que irão participar da Marcha pela Vida boicotem as cadeias de hotéis e restaurantes que se recusam a acabar com o financiamento corporativo para Planned Parenthood", Garvey disse em um comunicado.
Marriott, Hilton, Four Seasons, Kimpton e Starwood estão entre as cadeias de hotéis que pedem aos caminhantes do pró-vida que se afastem. A lista de restaurantes inclui Joe's Crab Shack, Bahama Breeze, Red Lobster, Olive Garden, Longhorn Steakhouse e Hooters. Ele também advertiu a viajar pela companhia Southwest Airlines.
"Esta é uma maneira simples para cada pessoa a favor da vida fazer algo concreto pelo movimento contra o aborto", Garvey disse.
A organização afirma que obteve de pelo menos 274 empresas o comprometimento de que elas deixarão de financiar a Planned Parenthood.
Este “boicote” custou à Planned Parenthood mais de $ 40 milhões desde o início do projeto em 1992.
"O boicote foi uma das estratégias mais eficazes para a história do movimento. Isso graças às pessoas que entendem que a forma como gastam o dinheiro que Deus confiou a elas é importante tanto do ponto de vista estratégico, como moral e ético", compartilhou Garvey.
A Marcha pela Vida, marcada para o dia 24 de janeiro, deve atrair dezenas de milhares de pessoas para o evento que durará três dias. Além da marcha, os participantes irão convergir para uma conferência com médicos e advogados e para uma pequena reunião em Lafayette Park, em frente à Casa Branca. Tudo culminará com o jantar e palestra da deputada Michele Bachmann (R-Minn.).
Garvey elogiou os esforços dos participantes pró- vida e reconheceu que alguns deles já tinham feito suas reservas em um hotel que está na lista de boicote. Mas ele já os encorajou a deixar bem claro para a gestão do local que eles não vão voltar, a não ser que as mudanças de contribuição ocorram.
Fonte: Christian Post / Redação CPAD News

Pastor encontra filho soterrado após 3 dias no Rio de Janeiro

Um estudante de 12 anos de Ribeirão Preto morreu soterrado depois dos deslizamentos de terra provocados pela chuva em Nova Friburgo, região serrana fluminense, na madrugada de quarta-feira. O corpo de Heudai Ramos da Silva foi resgatado na tarde desta sexta-feira pelo próprio pai, Márcio Ramos da Silva, que é pastor da Igreja Metodista na Vila Virgína, zona Sul de Ribeirão.


Além dele, outras seis pessoas da mesma família, que residiam no Rio de Janeiro, morreram. O adolescente ficou quase três dias sob os escombros. Também foram encontrados os corpos do irmão e da cunhada do pastor e de um dos três sobrinhos. Já os outros dois e a avó deles continuam desaparecidos.


A Defesa Civil do Rio informa que o temporal causou devassa não apenas em Nova Friburgo, mas em outras quatro cidades da região serrana fluminense, como Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto.


O balanço divulgado nesta sexta pelo órgão aponta a ocorrência de 537 mortos, além de seis mil desabrigados e 7,7 mil desalojados até esta sexta. Só em Nova Friburgo, 249 pessoas morreram, mas esse número ainda pode aumentar bastante nos próximos dias.
Solidariedade


Amigos de Ribeirão do pastor Márcio Ramos da Silva buscavam nesta sexta informações sobre a localização dos corpos e permaneceram o dia em oração nas igrejas. Um grupo de evangélicos da cidade e de Catalão (GO) viajou para Nova Friburgo para ajudar nas buscas.


A atendente Claudia Souza da Silva, de 34 anos, conversou com o pastor pelo telefone e disse que ele estava desnorteado com a morte do filho e dos parentes. “O pastor falava que, dos escombros, saiam apenas mortos. Sem ainda encontrar o corpo do filho, ele chegou a dizer que o havia perdido”, afirma Claudia.


A atendente contou ainda que o pastor assumiu a administração da igreja na Vila Virgínia há pouco mais de dois anos. Ele viajou para o Rio de Janeiro no último domingo com a mulher, que é professora, e com o casal de filhos para visitar parentes.


No dia antes ao deslizamento de terra, o adolescente decidiu dormir na casa dos tios para brincar com os três primos, que têm a mesma idade. Já o pastor, a mulher e a filha de 7 anos ficaram na casa da sogra.


Fonte: A Cidade / www.padom.com.br

ADRA recebe US$100 mil dos EUA para ajudar vítimas das enchentes

A Embaixada dos Estados Unidos confirmou nesta sexta-feira, dia 14 de janeiro, que governo norte-americano irá doar 100 mil dólares para  assistência às vítimas das enchentes nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. O recurso será repassado à Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA).
“Nossos pensamentos e orações estão com as famílias afetadas por este desastre natural. Esta é uma contribuição do povo dos Estados Unidos para o povo do Brasil, para apoiar a superação desta tragédia", diz em nota o embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon.
Segundo a nota da embaixada americana, o dinheiro deve ser destinado à aquisição de produtos de higiene pessoal e limpeza e roupas.
A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e o Escritório de Assistência a Desastres no Exterior da USAID (OFDA) são os responsáveis pela doação dos recursos e coordenação das ações.
A ADRA (www.adra.org) está presente em 125 países mundiais e trabalho em cinco frentes: segurança alimentar, desenvolvimento econômico, educação básica, saúde primária e preparo e resposta a situações de emergência. Em todo o planeta, seus projetos beneficiam mais de 25 milhões de pessoas a cada ano. No Brasil, em 2009, a ADRA executou mais de 120 projetos que beneficiaram mais de 350 mil pessoas com investimento de mais de US$ 11 milhões.
Postos de coleta da ADRA Rio de Janeiro (24 horas)
  • Rua do Matoso, 97 – Praça da Bandeira – Rio de Janeiro – RJ
  • Rua Desembargador Ferreira Pinto, 721, Centro - Itaboraí – RJ
  • Avenida 7 de Setembro, 69 Bairro Icaraí - Niterói- RJ
Conta corrente da ADRA Rio
Banco: Bradesco
Agência: 1125-8
Conta corrente: 43493-0 em nome de Instituição Adventista Este Brasileira de Educação e Assistência Social
CNPJ: 73.686.370/0002-89

Por Felipe Lemos, com informações da Embaixada dos EUA no Brasil
Fonte: Equipe ASN / Portal Adventista

Aos 20 anos, rapaz comete seu 32º crime roubando uma igreja

Jackson Ramos da Silva, 20 anos, carimbou sua 32ª passagem pela polícia nesta sexta-feira, pelo crime de furto. Segundo informações policiais, o rapaz em companhia da mulher, de apenas 15 anos de idade, furtou uma igreja da denominação Assembleia de Deus, na cidade de Miranda.
Com apenas 20 anos, o que chama a atenção é a vasta lista de passagens de Jackson pela polícia. Entre seus crimes estão diversos furtos, porte de drogas, tentativas de furtos, perturbação do trabalho ou sossego alheio, porte de arma, lesão corporal e vias de fato. Muitas das passagens aconteceram quando ele ainda era menor de idade.
A maioria das passagens de Jackson, enquanto menor, foi por furto e violência contra pessoas. No episódio do dia 14, o rapaz e a companheira levaram redes, ferro de passar roupas, um copo de vidro, detergente, garrafa térmica para água e três CD´s de música.
Jackson Silva, segundo a polícia, pratica crimes desde que era menor de idade
Com a prisão por conta do furto na igreja, a polícia acabou descobrindo que os aturores tinha praticado outro furto, desta vez no dia 10 de janeiro, quando levaram DVD, microfones, pen drive e outros objetos de um clube social da cidade.
Por Eliane Souza
Fonte: MidiaMaxNews

AD de Campinas inicia Campanha para ajudar desabrigados

Teve início nesta sexta-feira, 14/01, a Campanha SOS Franco da Rocha (SP), que vai arrecadar alimentos, água potável, colchões e outros itens necessários para ajudar os desabrigados em consequencia das chuvas que inundaram parte da cidade.
O presidente da igreja pastor, Paulo Freire, deu início a esta campanha explicando que “melhor é dar do que receber". Ele enfatizou que abrirá as 169 congregações existentes na cidade de Campinas para o recebimento de materiais que serão destinados aos irmãos em Franco da Rocha e Atibaia (SP).
Pastor Paulo Freire recomendou a igreja local no sentido de “concentrar nossas forças e estender as mãos aos nossos irmãos”.
Os interessados em contribuir com a campanha poderão entregar suas doações nas igrejas afiliadas à AD de Campinas ou fazer contato pelo telefone (0xx19) 3303-3500.
Fonte: Redação CPAD News (Com informações de Juarez Lima - AD de Capminas)

Quem vence , os esperto ou os fortes ?

Turista registra momento em que leoas matam crocodilo

Réptil tentava atacar filhotes; fotos foram capturadas durante safári na África.

A impressionante luta de um crocodilo com três leoas na savana africana foi capturada por um turista durante um safári.
O episódio começou depois que o réptil tentou atacar os filhotes de leão, mas não conseguiu.
O crocodilo ainda resiste e chega a morder o focinho de um leão.
Leoas atacam crocodiloApós um momento de tensão, leoas atacam crocodilo de forma coordenada (Foto: Solent News )
Três leoas cercaram o crocodilo. Depois de um momento de tensão, os felinos atacam o inimigo.
As imagens foram capturadas pelo médico Tony Goldman, 58, durante um safári nas planícies de Duba, em Botsuana.
As fotos mostram o momento em que as leoas desferem sucessivos ataques simultâneos contra o crocodilo.
Mas o crocodilo não é páreo para os leões, e vira almoço da alcateia.
O réptil ainda chega a reagir, desferindo uma mordida em um dos felinos.
Ao final, o crocodilo não é páreo para as leoas, e acaba virando prato para o resto da alcateia.

Contradição no Alcorão: Seis ou oito dias de criação?

Jochen Katz
Tradução de Wesley Nazeazeno

A Sura 7:54, 10:3, 11:7 e 25:59 dizem claramente que Deus criou “os céus e a terra” em
seis dias. Mas, também há a seguinte passagem:

2          Dize: “Renegais Aquele que criou a terra, em dois dias, e fazeis-Lhe semelhantes? Esse é O Senhor dos mundos”,
+
4          E fez nela assente montanhas, em cima de sua superfície, e abençoou-a; e, ao término de quatro dias exatos, determinou, nela, suas vitualhas, para os que solicitam.

            Em seguida, dirigiu-se ao céu, enquanto fumo, e disse-lhe à terra: “Vinde ambos, de bom ou de mau grado.” Ambos disseram: “Viemos obedientes.”
+
2          Então, decretou fossem sete céus, em dois dias, e revelou a cada céu sua condição. E aformoseamos o céu mais próximo com lâmpadas, e custodiamo-lo Essa foi a determinação dO Todo-Poderoso, dO Onisciente.
                                                                       Sura 41:9-12 (NASR)
=         8

Dois dias para a criação da terra, mais quatro dias para enchê-la com montanhas, bênçãos e mantimentos para todos seus moradores, e no fim mais dois dias para criar os sete céus e as suas estrelas. Isso soma 2+4+2 = 8 dias, em contradição aos 6 dias mencionados nos outros versos.
A estrutura é muito clara. Há três “camadas” que são criadas uma sobre a outra:

***      FIRMAMENTOS       [o céu, “o teto” sobre a terra] em 2 dias
:-)        BENÇÃOS                 [cobrindo a terra com tudo que é necessário para a vida] em 4 dias
===     A TERRA                   [a fundação] completa em 2 dias

Um tradutor da versão inglesa, Yusuf Ali, começa seu comentário com “Esta é uma passagem difícil...” antes de tentar explicar o problema. Mas, de fato não parece que os primeiros dois dias são partes do período de quatro dias, já que o segundo período pressupõe a existência da terra, a qual agora está para ser coberta após ter sido criada.
Tendo o primeiro período sido de quatro dias e o segundo de dois, então o segundo poderia ser incluído ao primeiro, já que “encher a terra” é parte de “criar a terra”, mas, o outro modo faz sentido. A terra que ainda existia não poderia ser preenchida. Mas, matematicamente, é simplesmente impossível incluir quatro dias em dois. E também está muito claro no texto que os primeiros dois dias estão conectados à “criação” dos próximos quatro dias, caracterizadamente por NELA “assentar”, “abençoar” e “determinar”.
Que os versos 9 e 10 descrevem fazes diferentes é posteriormente suportado pela estrutura textual, já que as duas fazes estão “separadas” pela pergunta retórica ao ouvinte/leitor no verso 9, baseado no que foi feito na primeira fase. Antes de continuar, demos uma olhada na segunda fase da criação.
É assim que a estrutura textual se apresenta (para um leitor sem um calendário para adaptar tudo a seis dias).
A explicação completa de Yusuf Ali na nota de rodapé 4470 é:
Os Comentaristas entendem os “quatro Dias” do verso 10 como inclusos nos dois dias do verso 9, assim, o total para o universo é de seis Dias. Isto é racional, porque o processo descrito nos versos 9 e 10 realmente forma uma série. Em um caso está a criação da matéria informe da terra; no outro caso está a evolução gradual da forma da terra, suas montanhas e mares e sua vida animal e vegetal, com a porção exata de mantimentos para cada um.
Como expliquei, eu não considero essa explicação aceitável. Mas, apreciaria uma apresentação mais clara baseada no texto, sendo que ninguém pode dar uma.
Yusuf Ali registra que esta é A opinião dos comentaristas. Para a maioria dos comentaristas nem parece existir uma possibilidade para a segunda tentativa dada abaixo por alguns Muçulmanos para reconciliar o número de dias de oito para seis:
Aqui os comentaristas geralmente se confrontam com esta questão: se admitem que a criação da terra tomou dois dias e que o assentamento das montanhas e o estabelecimento de provisões e bênçãos tomou quatro dias, e a criação dos céus tomou outros dois dias, o número total seria de oito dias, ao passo que em diversos lugares do Alcorão Allah diz que a criação da terra e dos céus levou 6 dias. (Por exemplo, veja 7:54, 10:3, 11:7 e 25:59). Esta questão pode ser facilmente respondida da seguinte maneira:
Os dois dias de criação da terra não estão separados dos dois dias nos quais o universo como um todo foi criado. Se considerarmos os versos seguintes, vemos que neles a criação de tanto a terra quanto o céu são mencionados juntos, e, assim, fica estabelecido que Allah fez os sete céus em dois dias. Estes sete céus implicam o universo todo, uma parte do qual é, também, nossa terra. Assim, igualmente às outras estrelas sem fim e planetas do universo, essa terra tomou a forma de um globo único dentro de dois dias, e, Allah começou a prepará-la para criaturas vivas, e em quatro dias criou nela todas as provisões, as quais foram mencionadas nos versos acima.
É interessante notar que esta segunda teoria está nitidamente contraditória à (comum) dada por Yusuf Ali, que inclui os primeiros dois dias no segundo período de quatro dias.
Por que Yusuf Ali não achou que essa explicação merecia ser mencionada? Em outras passagens difíceis ele dá diversas opções de como diferentes estudiosos as explicam. O fato real é que ali existem explicações contraditória que desafiam a observação acima de que o problema poderia ser “facilmente” explicado dessa forma.
Como for. Acima eu expressei minhas dúvidas sobre a validade da “harmonização” de Yusuf Ali, então, deixe-me explicar porque essa explicação também é pouco satisfatória por diversas razoes:
O início do verso 11 é traduzido por Pickthall [principal versão americana do Alcorão] e Shakir por “ENTÃO retornou para o céu...” [a versão de NASR, em português, apresenta “EM SEGUIDA, dirigiu-se ao céu”], o que certamente indica uma seqüência temporal. Veja o exemplo de Pickthal [e a de NASR].

Então, Ele retornou para o céu, que era apenas fumaça naquele tempo. Ele disse para o céu e para a terra: ‘Vinde vós juntos, desejando ou não.’ – Pickthall
Em seguida, dirigiu-se ao céu, enquanto fumo, e disse-lhe à terra: ‘Vinde ambos, de bom ou de mau grado.’ – NASR

O texto diz especificamente que o céu era apenas fumaça “naquele tempo” (como a tradução diz) ou “quando ELE era fumaça” ou “quando ELE era vapor” (como outras versões traduzem) [i.e. nada de estrelas e planetas formados juntos, além da fumaça], o que é apresentado em contraste com a terra cuja formação já havia sido finalizada como fora descrito imediatamente nos versos precedentes. Se tudo no céu era fumaça e a formação da terra e dos céus é uma ação paralela, então haveria alguma coisa como “Ele retornou ao céu e à terra, quando ELES eram apenas fumaça...” mas, não é assim, a fase de fumaça se refere explicitamente somente ao céu enquanto a terra é dita como uma entidade já “terminada” quando Deus chama o céu e a terra juntos. A terra já estava terminada, somente o firmamento ou “teto” faltava ser finalizado, e “tudo ser colocado junto”.
Essa não é uma interpretação satisfatória?
Que a terra foi terminada antes de Deus se voltar para a criação do céu é confirmado na Sura 2:29, a qual diz,

Ele é quem criou para vós tudo o que há na terra; em seguida, voltou-Se para o céu e, dele , formou sete céus.

Este verso torna novamente claro que tudo o que foi criado na terra foi criado ANTES de Deus passar a criar os sete céus. Deus não pode criar coisas NA terra antes da própria terra existir. O Alcorão explicitamente nega a segunda teorias das acima apresentadas que tentam solucionar o problema identificando o primeiro e os dois últimos dias.
Tendo recebido uma resposta de um Muçulmano de que a palavra ‘thumma’, traduzidad acima por ‘então’ ou ‘em seguida’ também pode significar ‘e’ e que não necessariamente indica ‘após’ um tempo, quero responder que neste verso o significado está tão claro quanto cristal de que se trata de uma seqüência. O verso não depende da palavra ‘em seguida’, mas o verso por si próprio indica a seqüência de se fazer uma coisa e então DIRIGIR-SE [TORNAR PARA] a próxima. Se diversas tarefas estivessem sendo realizadas em paralelo, então não haveria uma “direção” de uma coisa para a outra.
Ademais, é necessário se encontrar um verso no Alcorão onde “thumma” significa um “paralelo” e não uma “seqüência”.
A existência de explicações contraditórias é sempre resultante de confusão e o sinal de que nenhuma teoria realmente se encaixa com a idéia. Se uma explicação realmente fizesse sentido, então todas as outras teriam sido abandonadas há muito tempo. Este não é o caso. O problema continua e não há uma solução que realmente capta os feitos do texto tal como é apresentado para uma interpretação coerente.
Confesso que não sou hábil para ler o Árabe e eu investiguei esta passagem a partir de traduções em inglês [e português] apenas, mas, os tradutores são experts no idioma Árabe e geralmente podem confiar neles. Eu convido a qualquer um que possa dar uma exposição baseada no texto Árabe que faça sentido para solucionar o problema. Mas, lendo diversas traduções que concordar com os feitos básicos no texto, sinto que minha interpretação está coerente como texto, e tudo estaria tudo bem se este verso fosse o único no Alcorão sobre a criação dos céus e da terra, mas, já que outras passagens no Alcorão dizem que foram seis e não oito dias, consequentemente este é um pro

Mas, este cenário também apresenta problemas científicos. Se quisermos acreditar que a terra foi adornada e preenchida com vida antes da ‘fumaça’ ter sido ajuntada para a formação dos céus [estrelas, planetas], então, isso se contradiz muito claramente com as teorias científicas (atuais) da astronomia.

Alem do mais, há uma hadice de Sahih Muslim, capítulo MCLV, O princípio da criação e a criação de Adão, Hadice Nº 6707.

Abu Huraira relatou que o Mensageiro de Allah (que a paz seja sobre ele) segurou minhas mãos e disse: Allah, o Exaltado e Glorioso, criou o barro no sábado e criou as montanhas no domingo e criou as árvores na segunda-feira e criou as coisas impondo labuta na terça-feira, e criou luz na quarta-feira e produziu animais para se espalharem na quinta-feira e criou Adão (que a paz seja sobre ele) após ‘Asr na sexta-feira, a última criação na última hora de sexta-feira, ie. Entre a tarde e a noite.

Se sábado a sexta são sete dias. Agora não se diz que estes foram todos os dias de criação, mas que foram ao menos sete dias, talvez oito ou mais. Mas, está em desacordo sem uma reconciliação com o relato da criação de seis dias. E dentro desses sete dias, Allá não havia feito nada no céu ainda.
Sunan Abu Dawud, Livro 3, Número 1041 e 1042 também menciona a criação de Adão na sexta-feira. Ela não bate com a interpretação de dias como “longo períodos”. Uma sexta-feira não é mais longa que um dia em si e nem maior que os outros dias da semana.

Na Tafsir Al-Jalalyn encontramos esta explicação:

41:9     2 dias significam domingo e segunda-feira
41:10   4 dias significam terça-feira e quarta-feira

[quarto dia ao invés de quatro dias? Ele afirma como se fossem dois dias, claramente com o intuito de evitar a dificuldade apontada cima. Ele provavelmente quis dizer que Deus criou “a terra E o que havia nela” em 4 dias, exatamente como Yusuf Ali relata que é uma opinião geral dos comentaristas.]

41:12   2 dias significando quinta-feira e sexta-feira.

Em qualquer caso, vemos que ambas as citações acima da hadice, bem como esta tafsir, tomam os dias como literais, contradizendo os “Muçulmanos modernos” que preferem interpretar esses dias como “períodos” ou “épocas”. Mas, obviamente o próprio Mohamed, bem como os antigos comentaristas, não enxergam dessa forma.
A tafsir em contradição com a hadice parece confessar que o sábado é o shabath [dia de descanso], tal como na Bíblia.

Pós-escrito

Há um problema adicional nesta passagem, um problema gramáticas. De acordo com o recente estudioso Iraniano, Ali Dashti, há uma erro concernente à gramática de 41:11. Dashi escreveu:

... Céu e terra são substantivos femininos no Árabe, e o verbo ‘disse’ no verso dez [nota: em muitas versões pode estar no verso onze] está no feminino e dual; mas, o adjetivo “desejosamente” [de bom grado] no fim do verso é masculino e plural, e, deste modo, diverge das regras da gramática Árabe. (Dashi, 23 years: A study of the Prophetic Career of Mohammad, traduzido do persa para o inglês por F.R.C. Bagley [Mazda Publishers, Costa Mesa, CA 1994], p. 163; ênfases em negrito são minhas).

O Árabe, tal como o Português, possui formas singulares e plurais de versos e adjetivos. Também tem uma forma dual que é usada quando o referido consiste em duas identidades. O plural é usando quando três ou mais identidades estão em vista. Verbos e adjetivos também assumem as formas masculinas e femininas como um modo de correspondência ou para identificar o gênero do sujeito ou objeto dentro de uma frase.
Qualquer um lendo isso pode claramente ver os consideráveis erros gramáticas da frase, confundindo o gênero e os números. É exatamente isso que encontramos na Sura 41:11.

MOHAMED [MAOMÉ] – O “PROFETA” CRUEL E ABUSIVO


Sam Shamoun

Segundo o Alcorão, Mohamed foi enviado como uma misericórdia para a humanidade:
E não te enviamos, senão como misericórdia para a humanidade. S. 21:107
A escritura Islâmica também atesta que Mohamed não foi severo ou cruel contra seus seguidores:
Pela misericórdia de Deus, foste gentil para com eles; porém, tivesses tu sido insociável ou de coração insensível, eles se teriam afastado de ti. Portanto, indulta-os implora o perdão para eles e consulta-os nos assuntos (do momento). E quando te decidires, encomenda-te a Deus, porque Deus aprecia aqueles que (a Ele) se encomendam. S. 3:159
No entanto, algumas vezes Mohamed não foi nada gentil com seus seguidores e melhores amigos. Segundo a tão bem recebida ahadice, Mohamed na verdade podia gritar, ofender e/ou bater naqueles que o muito amavam:
Capítulo 23: AQUELE SOBRE QUEM O APÓSTOLO INVOCOU MALDIÇÃO SEM QUE ELE, DE FATO, O DESEJASSE, RECEBERIA DELE UMA FONTE DE RECOMPENSA E MISERICÓRDIA
Aisha relatou que duas pessoas visitaram o Mensageiro de Allá e ambos deles falaram sobre algo, sobre algo que não sei o que é, mas, isso o incomodou E ELE INVOCOU UMA PRAGA SOBRE OS DOIS E LANÇOU UMA MALDIÇÃO, e quando eles saíram, eu disse: Mensageiro de Allá, o que é bom alcançará a todo, mas não a eles. Ele disse: Por que? Eu disse: Porque você invocou uma praga e lançou uma maldição sobre eles dois. Ele disse: Você não sabia que eu fiz um acordo com meu Senhor, dizendo: Ó, Allá, eu sou um ser humano e sobre um Muçulmano que eu invocar uma praga ou lançar uma maldição, fazei disso uma fonte pureza e recompensa? (Sahih Muslim, Livro 032, Número 6285)
Esta hadice foi relatada na autoridade de A’mash com a mesma cadeia de transmissores, e os versos da hadice, transmitida na autoridade de ‘Isa são: “Ele teve um encontro particular com eles, E LANÇOU UMA PRAGA SOBRE ELES E OS AMALDIÇOOU e os mandou sair.” (Sahih Muslim, Livro 032, Número 6286)
Abu Huraira relatou o Apóstolo de Allá dizendo: Ó, Allá, eu fiz uma aliança contigo com que jamais se oporia. Eu sou um ser humano, e assim, para um Muçulmano a quem eu injuriar ou a quem eu repreender ou sobre quem eu INVOCAR UMA PRAGA o a quem EU BATER, fazei disso uma fonte de bênçãos, purificação e de proximidade a Ti no Dia da Ressurreição. (Sahih Muslim, Livro 032, Número 6290)
Salim, o escravo livre de Nasriyyin, disse: Eu ouvi Abu Huraira dizendo que ouviu o Mensageiro de Allá dizer: Ó, Allá, Mohamed é um ser humano. Eu perco minha calma tal como os humanos perdem a calma, e eu tenho feito uma aliança Contigo que Tu não quebrarás. Para um crente que eu causar algum problema ou invocar uma maldição ou bater, fazei disso uma expiação (de seus pecados e uma fonte de) proximidade a Ti no Dia da Ressurreição. (Sahih Muslim, Livro 032, Número 6293)
Mohamed até mesmo amaldiçoou uma menina órfã, desejando que ela não vivesse muito, fazendo-a chorar!
Anas b. Malik contou que havia uma órfã com Umm Sulaim (que é a mãe de Anas). O Mensageiro de Allá viu a órfã e disse: Ó, é você; você tem crescido em idade. QUE VOCÊ NÃO POSSA AVANÇAR EM ANOS! A menina escrava retornou a Umm Sulaim chorando. Umm Sulaim disse: Ó, filha, qual é o problema com você? Ela disse: O Apóstolo de Allá invocou uma maldição sobre mim de que eu não cresceria, então eu nunca vou a crescer em idade, ou ela disse, em minha extensão de vida. Umm Sulaim saiu vestindo o manto de sua cabeça apressadamente até que encontrou o Mensageiro de Allá. Ele disse a ela: Umm Sulaim, qual é o problema com você? Ela disse: Apóstolo de Allá, você invocou uma maldição sobre minha órfã. Ele disse: Umm Sulaim, o que é isso? Ela disse: Ela (a órfã) diz que você a amaldiçoou dizendo que ela não cresceria em idade ou que não viveria. O Mensageiro de Allá sorriu e disse: Umm Sulaim, você não sabe que eu fiz um acordo com meu Senhor. E o acordo que fiz com meu Senhor é que eu disse-Lhe: Eu sou um ser humano, e me satisfaço tal como um ser humano se satisfaz, e perco minha calma tal como um ser humano perde a calma, então, para qualquer pessoa de minha Ummah que eu amaldiçoar sem que ele mereça, faça, Ó, Senhor, disso uma fonte de purificação e de proximidade a ti no Dia da Ressurreição. (Sahih Muslim, Livro 032, Número 6297)
Há muitos problemas com as atitudes e palavras de Mohamed (Maomé). Primeiro, a desculpa de Mohamed de que ele era nada mais que um homem não é justificativa para abusar e oprimir aqueles que o amam mais que a si mesmos. Há pessoas que não são profetas e que controlam sua raiva e fúria, e que não esculacham sua família e amigos como Mohamed fez. Assim, mais quanto controle Mohamed deveria ter tido sobre seus impulsos e raivas pecaminosas, especialmente quando ele era supostamente um protegido por seu deus?
Isso nos leva a um segundo problema. Os estudiosos Muçulmanos dizem que os profetas são guardados e protegidos (isma/masum) de cometer pecado. Se for assim, então por que Allá falhou em proteger seu profeta de sua fúria injusta e injustificável? Por que Allá não deu pleno controle a Mohamed sobre sua fúria, de modo que não cometesse abuso verbal e não amaldiçoasse seus seguidores que amavam mais a ele que a si próprios?
Terceiro, ao invés de controlar sua língua, ou invés de Allá dar-lhe vitória sobre sua raiva e sua boca errante, Mohamed (Maomé) justifica seus praguejamentos, ataques e insultos ao povo dizendo que Allá abençoará qualquer um que ele tenha ofendido, amaldiçoado ou agredido! Assim, ao invés de censurá-lo e discipliná-lo por seus pecados, Allá, na verdade, fechava os olhos para não ver a crueldade e baixeza de Mohamed ao concordar em abençoar as pessoas que ele amaldiçoava ou ofendia! Por que Allá permitiu que Mohamed continuasse pecando, aceitando o acordo de abençoar quem ele amaldiçoasse? Que tipo de deus aceitaria esse tipo de acordo que dá liberdade a Mohamed (Maomé) para continuar abusando e amaldiçoando seus seguidores, tais como uma pobre e inocente órfã? Isso não faz de Allá um cúmplice dos pecados de Mohamed? Isso não mostra que Allá é cúmplice dos pecados de Mohamed? Isso não mostra que Allá era, na verdade, um servo de Mohamed já que ele consentiu e concordou com os desejos e vaidades do último?
Ainda mais problemática é a arrogância de Mohamed em presumir que Allá aceitará automaticamente suas condições. A hadice acima não dá evidências de que Allá concordou com as exigências de Mohamed. Essas narrativas apenas reportam o que Mohamed disse, e presumem que Allá concedeu o desejo de seus mensageiros.
De fato, na última hadice ele faz apenas um pedido. Note, mais uma vez, as palavras de Mohamed:
Eu fiz um acordo com meu Senhor...
Ó, Allá, eu faço uma aliança Contigo, contra a qual Tu não se oporá.
Ó, Allá, Mohamed é um ser humano. Eu perco minha calma tal como um homem perde sua calma, e eu tenho feito uma aliança Contigo à qual Tu não se oporá
Essa idéias não são muito presunçosas? Mohamed faz uma aliança unilateralmente. Não é Allá quem oferece uma aliança com Mohamed. Mohamed simplesmente declara essa regra e diz que Allá com certeza nunca se oporia a isso. Isso não é nada além de uma total arrogância da parte de Mohamed. Criaturas falíveis, pecadoras, simplesmente não estão em posição de exigir algo de Deus para endossar ou justificar seus pecados, e mesmo assim Mohamed acha que tem esse direito.
E ainda, como parte de nosso arrependimento, nós, Cristãos, podemos pedir que Deus graciosamente transforme nossas más ações em bênçãos para a pessoa que ofendemos, e, assim, pedimos que Deus mude nosso coração e nos dê força para jamais agir do mesmo modo novamente. (A Bondade Habita em Você?). Mas isso é algo totalmente diferente daquilo que vimos nas hadices acima. Mohamed basicamente “inventa um acordo imaginário” de modo que pode continuar agindo como sempre SEM TER que mudar. Isso é Biblicamente inaceitável e um ultraje contra a santidade e justiça do Deus verdadeiro.
Em particular, Mohamed (Maomé) está retirando de si a obrigação de pedir perdão às pessoas que ele amaldiçoou, agrediu ou ofendeu. (Afinal, tudo resultou em bênçãos...) O princípio Bíblico é que temos de pedir perdão por nossos erros, tanto à pessoa que ofendemos quanto a Deus. Isso requer humildade e reconhecimento do erro. Claramente, Mohamed não quis se desculpar e nem admitir que estava errado em nada. Como esse truquezinho ele podia dizer: “Por que vocês se preocupam? Na verdade eu fiz com que vocês fossem abençoados!” E, assim, numa análise final, ele chama o que é mal de algo bom, destruindo a base da moral.
Quarto, os Muçulmanos freqüentemente citam o verso a seguir para provar que Mohamed apenas falou sob inspiração:
Que vosso camarada (Mohamed) jamais se extravia, nem erra. Nem fala por capricho. Isso não é senão a inspiração que lhe foi revelada. S. 53:2-4
Se for verdade que Mohamed nunca falou segundo seu próprio querer, mas sempre fora inspirado a falar, então quer dizer que é Allá quem realmente quis que seu mensageiro amaldiçoasse e abusasse de seus próprios seguidores que não mereciam tal tratamento! A questão óbvia é por que a divindade Islâmica, que supostamente é toda santa e toda misericordiosa, faria que Mohamed amaldiçoasse e ofendesse aqueles que amavam seu deus e seu profeta mais que às suas próprias vidas sem razão alguma para tal?
Para piorar o caso, Mohamed se condena por suas próprias palavras!
4184. É relatado por Abu Bakrah que o Mensageiro de Allá disse: “Modéstia é parte da fé, e a fé estará presente no Paraíso. Obscenidade na fala faz parte da crueldade, e a crueldade estará no Inferno.” (Sahih)
Comentários...
c. Usando palavras simples significa, abuso ou uso de má linguagem, disputas e semelhantes, essas atitudes são contrárias à característica de um crente. (English Translation of Sunan Ibn Majah - Compiled by Imam Muhammad Bin Yazeed Ibn Majah Al-Qazwini, From Hadith No. 3657 to 4341, Ahadith edited and referenced by Hafiz Abu Tahir Zubair 'Ali Za'i, translated by Nasiruddin al-Khattab (Canada), final review by Abu Khaliyl (USA) [Darussalam Publications and Distributors, First Edition: June 2007], Volume 5, 37. The Chapters On Asceticism, Chapter 17. Modesty, Shyness, p. 330; ênfases sublinhadas são nossas)
Isso mostra que mais uma vez Mohamed falhou em praticar aquilo que ele pregava já que ele abusou e usou de linguagem feia contra aqueles que o amavam muito e que não fizeram nada que merecesse tal tratamento, mesmo que ele tenha avisado seus seguidores para que não fizessem essas coisas. Desta forma, Mohamed se condena e merece ir para o inferno de acordo com suas próprias palavras.
O próprio Senhor Jesus avisou as pessoas que elas seriam julgadas por aquilo que dizem:
“O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado.” Mateus 12:35-37
Isso significa que Mohamed também será julgado pelo Senhor Jesus!
Finalmente, uma coisa é amaldiçoar aqueles que te atacam, algo que Mohamed (Maomé) fez freqüentemente. Outra coisa completamente diferente é ser depreciar e insultar aqueles que te amam mais que a si próprios e que não fizeram nada ofensivo que merecesse abusos ou desrespeitos.
Assim, está claro que quanto mais estudamos sobre a vida de Mohamed, mais evidências encontramos de que ele não era um profeta de forma alguma, e nem foi uma misericórdia para a humanidade, mas, ao contrário, foi uma maldição à humanidade. A vida de Mohamed (Maomé) e seus ensinos trouxeram mais prejuízo e maiores danos ao mundo, i.e. sua prática de amaldiçoar e abusar as pessoas, sua prática de prostituir as mulheres e chamar isso de ‘casamento temporário’ que permitiram os Muçulmanos estuprar as mulheres que eles capturaram em batalha, mesmo que elas fossem casadas, roubando a esposa de seu filho adotivo e, conseqüentemente, abolindo a adoção, ordenando seus seguidores a assassinar e a subjugar indivíduos que se recusassem a aceitá-lo como profeta... a lista poderia seguir muito maior.
É hora de os Muçulmanos  abandonarem esse falso profeta e se voltarem para o ressurreto Senhor Jesus Cristo, o Filho amado de Deus, já ele é única esperança de salvação.
Agradeço ao Jochen Katz por seus comentários sobre este artigo e pelas numerosas sugestões que eu incorporei. 

Fonte  http://www.answering-islam.org

Europa vira-se contra o Islão



Áustria e Holanda são os casos mais recentes em que a extrema-direita ganha ascendente com discurso anti-islâmico, em ambiente de ameaça terroristaA Europa escandalizou-se em 2000, quando a extrema-direita chegou ao poder na Áustria. O discurso xenófobo de Jörg Haider valeu sanções a Viena por parte da União Europeia.
Em 2010, a ascensão do herdeiro político de Haider, Heinz-Christian Strache - ao obter no fim-de-semana passado 27% de votos nas eleições municipais e regionais de Viena -, e com um discurso mais violento já não acirra ânimos.
No espaço de uma década, o discurso da extrema-direita centrou-se num dado novo: o ataque aos imigrantes muçulmanos e ao islamismo.
Apesar do tom musculado que o higienista oral Strache usa (e da inovadora táctica de campanha, ao eleger as discotecas como local estratégico), o expoente desta retórica é Geert Wilders, também líder de um Partido da Liberdade, mas da Holanda.
Wilders tem estado no centro das atenções, ora por ter viabilizado há dias o governo minoritário de liberais e democratas-cristãos em troca da proibição do véu islâmico e de medidas anti-imigração, ora por estar em julgamento, acusado de instigar o ódio e de discriminar os muçulmanos.
Herói para uns - tem ganho apoios nos EUA, onde discursou no 11 de Setembro, e na Alemanha, onde apadrinhou, no princípio do mês, um novo partido, A Liberdade -, é demagogo irresponsável para outros.
O popular líder da extrema-direita holandesa (que se diz liberal e não tem afinidades com partidos neofascistas) diz estar apenas no uso da liberdade de expressão, não ter nada contra os muçulmanos, mas contra o Islão e o seu livro sagrado: «Estou farto do Alcorão na Holanda. Proíbam esse livro fascista!», escreveu no jornal De Volkskrant.
Para não ter o mesmo destino que o político Pim Fortuyn e o cineasta Theo Van Gogh (críticos do Islão que acabaram assassinados), Wilders tem de viver protegido por guarda-costas.
Direita, volver
As mais recentes vitórias da extrema-direita na Áustria e Países Baixos juntam-se à recente entrada no parlamento sueco, e a coligações no governo dinamarquês, italiano e letão, além de terem representação em mais nove parlamentos europeus.
Em comum, apenas a atracção do eleitorado por uma mensagem que fuja dos padrões do centro-esquerda e do centro-direita.
Enquanto a Península Ibérica parece imune a este discurso que visa os estrangeiros, a França de Sarkozy entrou numa deriva persecutória aos ciganos que já teve sequela em Estrasburgo: a segunda cidade sede das instituições europeias tem sido palco de ataques islamófobos e anti-semitas no último mês.
Ódio gera ódio, já se sabe. Se a participação europeia na intervenção militar no Afeganistão já era motivo para os fundamentalistas ameaçarem atacar a Europa, o discurso extremado contra a crença muçulmana não ajuda.
O que explica o alerta que se vive contra atentados terroristas. «É como se estivessem muito excitados com algo grande que vai acontecer no Ocidente», confirmou um espião à Newsweek no Afeganistão.

por César Avó

Um dos fundadores do Hamas converte-se ao Cristianismo


Filho do hamas - Mosab Hassan YousefEm 1987, o xeque palestino Hassan Yousef foi um dos sete fundadores do Hamas, grupo extremista islâmico que atua na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Os radicais da organização já comandaram 350 atentados contra israelenses provocando mais de 500 mortes. Seu filho, Mosab Hassan Yousef, 32 anos, é o autor do livro Filho do Hamas (Sextante), que chegou às livrarias brasileiras na semana passada. Na obra, revela como colaborou para o serviço secreto israelense, o Shin Bet, e explica por que converteu-se ao cristianismo. Yousef conversou com o repórter Duda Teixeira, pelo telefone, de Nova York.
Seu pai é um imã. Ele pregava o Islamismo nas mesquitas e ajudou a fundar o Hamas. O que o levou a converter-se ao Cristianismo?
Depois de ser preso pelos soldados israelenses por porte de armas, em 1996, fui levado à prisão em Megiddo, Israel. Dentro do prédio, os detentos eram divididos segundo a filiação. Havia a ala do Hamas, que era a maior, a do Fatah, a da Jihad Islâmica e outras. Eu fiquei na do Hamas. Do interior das celas, testemunhei o que os integrantes do grupo faziam com seus próprios colegas. Quando os líderes do Hamas suspeitavam que um dos nossos estivesse dando informações aos israelenses, eles o torturavam. Havia interrogatórios diários. Isso fez com que eu repensasse alguns conceitos. Era um grau de brutalidade que nem mesmo os israelenses tinham conosco. Saí da prisão um pouco desnorteado. Mais tarde, comecei a estudar a Bíblia com amigos. O livro falava em “amar os seus inimigos”, o que fez todo sentido para mim.
Quem eram os torturadores? Como eles procediam?
Eram os homens que integram o braço de segurança do Hamas. Quando iam punir alguém, esvaziavam uma cela e ligavam a televisão em volume bem alto para que os outros não ouvissem os gritos de desespero. Na falta de uma televisão ou rádio, começavam a rezar bem alto. Então, colocavam agulhas embaixo das unhas dos suspeitos. Derretiam embalagens plásticas e as colocavam sob a pele das pessoas. Queimavam cabelos e pelos. Eram sessões de aproximadamente meia hora. Às vezes, impediam o interrogado de dormir por vários dias. Entre 1993 e 1996, dezesseis pessoas foram mortas pelo Hamas em prisões israelenses. Sob tortura, as vítimas confessavam as coisas mais absurdas. Como eu digitava rápido, fui chamado para redigir muitos desses depoimentos. Era loucura. Depois, entregavam as confissões para os familiares. Caso o detento fosse solto, seus parentes e amigos passavam a evitá-lo. A vida social dele acabava.
O Hamas continua usando as mesmas práticas?
Provavelmente, mas não na mesma intensidade como no passado. Meu pai esteve detido em Megiddo e coibiu muito as torturas. Ele mudou o jeito de pensar daqueles homens. Mas o Hamas continua praticando-as. Quando pensam que alguém colabora com Israel, torturam e matam. É isso o que está acontecendo na Faixa de Gaza agora. Ao contrário do que diz o Hamas, Israel não é o principal inimigo dos palestinos, e sim os próprios palestinos.
Um dos principais desafios do mundo hoje é conseguir que o Hamas participe das negociações de paz. Existe a possibilidade de o grupo sentar-se com os rivais do Fatah e com o governo de Israel para conversar?
Os líderes do Hamas até podem dizer que buscam uma solução e dizer que abrem mão de Jerusalém como capital. Mas eles não manterão a palavra simplesmente porque o Deus deles não permite isso. É um bloqueio religioso. O Hamas não reconhece Israel. Ponto. O Corão diz que os israelenses são macacos e porcos. Toda vez que algum representante do grupo obtem algum progresso, esbarram no muro da ideologia ou no da religião.
Agora que você se converteu ao cristianismo, como enxerga as diferenças entre o Corão e a Bíblia?
Não é justo comparar os dois livros. O Corão está cheio de ódio, de ignorância, de erros. Não tem ética. É um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, tem Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado, e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do Islã, é o do ódio. O deus da Bíblia é o do amor. Muitas coisas que fiz durante o meu trabalho com o Shin Bet foram inspiradas pelos ensinamentos de Jesus Cristo. Tenho um amor incondicional por ele. Cristo é o meu herói.
Mas a Bíblia também foi usada para justificar torturas e mortes durante a Inquisição, por exemplo.
Ok… Mas essas coisas foram feitas por pessoas que não entenderam a principal mensagem da Bíblia. Não compreenderam as falas de Jesus Cristo, que é o nosso maior exemplo. O amor incondicional de Jesus não é um capítulo separado do livro, mas sua principal mensagem.
Você não teme promover o ódio entre religiões e se tornar um fundamentalista cristão?
Eu sei quais são as minhas responsabilidades. Não quero promover uma rixa entre religiões. Eu amo os muçulmanos. Falo com eles com carinho. Mas preciso ajudar a consertar a religião deles. Ser forte e dizer a verdade, mesmo que isso possa causar confrontações. No mais, não há o risco de eu incitar uma guerra religiosa porque isso já acontece no Oriente Médio. Não seria algo novo.
Fonte: Veja.com

Líder do Islã afirma que as mulheres são as culpadas pelos terremotos no mundo

Um importante líder religioso do Irã foi responsável por uma declaração no mínimo curiosa. Hojatoleslam Kazem Sedighi afirmou que mulheres que usam roupas reveladoras e agem de forma promíscua são culpadas por terremotos.
“Muitas mulheres que não se vestem de forma modesta levam os homens jovens ao mau caminho, corrompem a sua castidade e espalham o adultério pela sociedade. Isso, consequentemente, faz aumentar o número de terremotos”, afirmou Sedighi.
Por causa de sua posição geográfica, o Irã é um dos países mais sensíveis a abalos sísmicos.
Para Sedighi, a única forma de evitar mais tremores no país é:
“O que podemos fazer para evitar que fiquemos enterrados sob escombros? Não há outra solução senão tomar refúgio na religião e adaptar nossas vidas ao código de moralidade do Islã.”
De acordo com sismologistas, Teerã, a capital do país, deve ser atingida em um futuro próximo por um forte terremoto. Recentemente o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, previu que Teerã será arrasada por um grande abalo e pediu que as 12 milhões de pessoas que vivem na cidade considerassem partir para um lugar mais seguro.
Fonte: O Globo

'Passei pelo deserto e vi Deus me moldando', diz ex-Fat Family

Open in new windowCelinha Batista conta que sofreu muito com rotulações e frases como 'agora não tem espaço na Globo e vai para a igreja'

A cantora Celinha Batista, conhecida por ter participado do grupo Fat Family, se converteu e hoje é comprometida em levar a Palavra de Deus por onde for. Uma das ferramentas da cantora, além de canções, é seu próprio testemunho.

Em entrevista exclusiva ao GUIA-ME, ela conta do chamado de Deus, das renúncias que fez e das barreiras que enfrentou. Confira.

Guia-me: Como foi o seu chamado para o ministério?

Celinha Batista: Tem quatro anos que Deus me chamou para dirigir sozinha um ministério. Ele perguntou se eu estava disposta a renunciar a tudo e eu aceitei mais que depressa, porque eu soube que Ele me amou primeiro e que antes da fundação do mundo Ele tinha planos e sonhos para a minha vida. E essa renúncia foi a planos e sonhos de homens para cumprir os planos do Senhor na minha vida, e foi a melhor decisão.

Guia-me: Essa também foi sua conversão?

CB: Na verdade, em 2003 eu aceitei a Cristo, mas eu digo que a conversão mesmo foi em 2006 quando renunciei a tudo, porque não é só aceitar a Jesus. Você tem toda uma transformação e precisa deixar que o Espírito Santo te molde. Depois de três eu anos eu falei: ‘aceitar a Jesus não é só isso, nova criatura não é só isso’, aí falei: ‘Deus, me ensina, porque eu sabia fazer show e agora eu quero te adorar’. Eu estudei a Palavra no Centro de Treinamento Rhema, me formei em 2008, paralelo a isso eu ministrava em igrejas, fui para congressos de louvor e adoração, fui ministrada por Asaph Borba, Adhemar de Campos, Massao, Ronaldo Bezerra, então eu estou recheada de grandes unções. Nesses quatro anos eu desci na olaria de Deus, porque era necessário, passei pelo deserto e vi Deus me moldando. Luz chega e trevas saem, eu passei por esse processo.

Guia-me: Você sempre pertenceu à mesma igreja?

CB: Hoje eu sou membro da Igreja Batista do Povo, na Vila Mariana, São Paulo. De 2003 a 2006 eu era apenas visitante em uma igreja. Eu chegava e o culto já tinha começado, mas tinha um primeiro lugar para mim e eu vi que não era isso, porque aceitar a Cristo não é ser artista evangélico, aí eu fui servir, ser verdadeiro discípulo de Cristo.

Guia-me: Como nasceu o projeto do CD?

CB: Conheci a IVC [gravadora] em maio, porque eles me convidaram para participar da gravação de um DVD e no final a pastora me procurou e falou para começarmos a orar por algo que o Senhor tinha colocado no coração dela. O Senhor que levantou esse ministério e essa gravadora porque a Bíblia diz que Ele abre portas onde não há porta e a porta que Ele abre ninguém fecha. Eu estava em campanha, orando às madrugadas, e eu estava declarando e chamando à existência o que eu não estava vendo, e em 21 dias a pastora meligou e disse: ‘Celinha, vamos conversar sobre seu CD’, mas eu disse para Deus: ‘Pai, eu não quero, porque a pastora quer ou porque tenho uma voz bonita. Não é uma voz bonita que vai despedaçar o jugo da vida de outra pessoa, é a tua unção’, e agora é a concretização da promessa D’Ele, porque Ele é fiel.

Guia-me: Se tivesse se precipitado e gravado o CD logo que se converteu, acredita que não estaria vivendo essa boa fase que relatou?

CB: Não seria perfeito, porque eu teria feito com a força do meu braço. Eu ia simplesmente cantar, mas não ia estar recheada da unção de Deus. Vidas não seriam impactadas, porque em mim havia um vazio. Quando eu me converti o Espírito Santo estava em mim, mas precisava de liberdade para trabalhar e não tinha tido tempo. Se eu saísse do secular e já fosse para o gospel, ia ser mais um CD sem fazer diferença e sem impactar as vidas das pessoas.

Guia-me: As pessoas costumam rotular e dizer que quando algum artista perde espaço na mídia secular, migra para o meio gospel. Por que você acha que elas dizem isso? Você enfrentou essa rotulação?

CB: Sabe o que é você querer fazer as coisas no tempo certo, do jeito certo, e as pessoas vendo os testemunhos que não são tão bons assim e colocando tudo em um mesmo pacote? Sofri muito com isso. Até teve uma época em que pensei ‘acho que meu tempo acabou aqui na minha igreja’, porque coisas se levantaram de tal forma que estavam me sufocando, mas Deus foi acalmando e colocou intercessores para orar por mim. Aprendi muito com essas pessoas que estavam há mais tempo na igreja e aprendi com Deus que para o Senhornão tem tempo de crente. Não é o tempo de crente que o Senhor não despreza, é o coração contrito e quebrantado, e isso foi confortando o meu coração. O Senhor foi muito misericordioso comigo e me mostrou que eu sou preciosa para Ele.

Eu não queria e não podia ser um mau testemunho. É fácil você apontar e falar ‘olha o artista, agora não tem espaço na Globo e vai para a igreja. Uma vez eu fui em uma igreja em Brasília e o pastor falou ‘artista quando não tem espaço na Globo vem para Cristo’, ele acabou comigo, mas eu disse para Deus que Ele sabia que não foi para isso, porque não fui eu que escolhi, mas o Senhor que me escolheu. Por conta dos maus testemunhos que não são acompanhados, não são discipulados, todo mundo é rotulado, mas a Palavra de Deus me fez perseverar.

Guia-me: O processo de renúncias na sua vida foi demorado?

CB: Queria que Deus tivesse prazer em mim e fui renunciando a tudo, não canto mais as músicas que eu cantava. Uma das últimas vezes que eu cantei com os meus irmãos foi em uma igreja e eu tive a oportunidade de cantar um louvor da pastora Ludmila Ferber: ‘Como oleiro, com tuas mãos transforma o vaso. Como barro quero sentir tuas mãos moldando o meu ser. Vem agora e quebra em mim o que não serve. Me faz de novo, pois só com o Teu tocar minha vida, eu sei, vai mudar. Toca em mim, Jesus’, foi tremendo e quando tocou a música do Fat Family eu não conseguia cantar, não saía nenhuma palavra e foi ali que o Senhor falou ‘é isso que Eu quero’. Quatro meses depois, no dia do meu aniversário o Senhor falou ‘é agora, você quer renunciar?’ que foi em 2006, no dia seguinte tinha ensaio com os meus irmãos e eu fui só para comunicar. Ninguém entendeu nada e até hoje eles não entendem.

Guia-me: Sua carreira no Fat Family foi um aprendizado para o seu ministério?

CB: Toda referência é válida. Não foi em vão. Sei que o Senhor permitiu e nos deu muitos livramentos enquanto estávamos no mundo, mas depois que consagrei a minha voz ao Senhor, Ele se apossou daquilo era d’Ele e mudou para muito melhor.


Fonte: Guia-me

Google lança tradutor de conversas em tempo real para Android

A última atualização do Google Translate, lançada na última sexta-feira (14/1), incluiu um novo recurso que permite traduzir em tempo real uma conversa entre pessoas falando em línguas diferentes.

Ainda em versão beta, a ferramenta "Conversation Mode", surpreende pela sua simplicidade e por transformar um smartphone com a plataforma Android em um verdadeiro tradutor. Por enquanto, apenas para os idiomas inglês e espanhol.

Após atualizar o programa na loja Android Market, basta digitar ou falar uma frase e logo em seguida ela será repetida na língua desejada. Por exemplo, eu liguei o microfone e falei "Hello, my name is Jason" (em português, "oi, meu nome é Jason)" e em segundos a frase foi traduzida e pronunciada em espanhol

Também tentei traduzir frases de espanhol para inglês, mas acredito que tenho uma pronúncia horrível, porque ao dizer: "Hola, como estás?", o melhor resultado que consegui foi: "Cuba, como estás?" que foi traduzido corretamente para "Cuba, how are you".

De fato, ainda que em versão de testes, ele é brilhante pela sua simplicidade e me faz questionar os limites da Google.

(Jason Kennedy)

Fonte: IDG Now

Ana Paula Valadão anuncia mudanças no Diante do Trono

Em uma postagem de seu blog oficial, a cantora e pastora Ana Paula Valadão falou sobre o "novo tempo" que o Ministério Diante do Trono viverá no ano de 2011.

Iniciando sua postagem com a passagem bíblica de Eclesiastes 3:1-5, a líder falou sobre o fato de certas mudanças no grupo aparecerem em um momento extremamente oportuno.

Confira a postagem na íntegra:

Um novo tempo para o DT

“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; há tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar de alegria; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar...” Eclesiastes 3:1-5

À medida em que os anos passam parece que a gente vai aprendendo que nossa história é marcada por estações e ciclos. Esses tempos que começam e terminam, e que têm características específicas, servem ao cumprimento dos propósitos de Deus para cada época de nossas vidas. É como se entrássemos em novos níveis de descanso ou desafio de acordo com o crescimento e a capacitação que temos para suportar aquilo que vamos enfrentar. Deus não nos chama para algo sem nos capacitar; e a cada estação Ele promete estar ao nosso lado, ajudando-nos e guiando-nos, para o cumprimento de Seus propósitos.

Se nós aprendermos a discernir os tempos e as épocas sofreremos menos com as mudanças. É natural do ser humano se acostumar, especialmente quando as situações confortáveis e possivelmente foram fruto de uma conquista. Por isso nossa tendência é não querer mudar. Eu realmente acredito que, por nós mesmos, não mudaríamos algo que, aos nossos olhos, parece que já está bom.

Mas Deus, Ele sim, é especialista em nos tirar da nossa zona de conforto. Parece que de tempos em tempos Deus provoca mudanças que nos fazem dar saltos de fé, de confiança, de dependência NEle. Foi assim com Abraão, que vivia em uma cidade bem desenvolvida (segundo sua época) e ouviu de Deus o famoso “Sai da tua terra e da tua parentela”. Ele saiu, sem saber para onde ia. Imagine isso! Saiu sem saber para onde ia! Também fico pensando nos israelitas peregrinando no deserto. Quando a Nuvem parava, eles armavam as tendas. Devia ser bastante trabalhoso. Quem sabe quando começavam a se acomodar, a se acostumar, logo percebiam a Nuvem Se levantando sobre o Tabernáculo, como sinal de que todos no arraial deveriam arrancar as estacas e recomeçar a jornada. Alguns deles certamente pensavam: “Oh não, outra vez! Logo agora que eu estava bem acomodado e descansando!”.

Porém, como escutei de uma mulher que trabalha no Norte da África, “perigoso não é ir, mas ficar”. Se Deus está mandando, seguro é obedecer! Se a Nuvem está Se movendo, precisamos nos mover com ela, ainda que isso signifique desgaste, trabalho, adaptação, disposição para mudar de lugar, de jeito, de costume, de gente, de tudo. E o que se descobre, a cada mudança, a cada novo ciclo e nova estação, é que Deus sempre nos conduz a algo bom, ainda que aos nossos olhos, a princípio, possa parecer o contrário. Pouco a pouco tenho aprendido a me mover com Deus, a aceitar o “novo”, a confiar que Sua vontade é mesmo boa, perfeita e agradável.

E é nessa confiança que anuncio mudanças pelas quais estamos passando no Ministério de Louvor Diante do Trono. Há treze anos em um formato grande, vimos a mão de Deus nos levando a lugares inimagináveis. A cada gravação experimentamos a provisão sobrenatural do Alto. Por exemplo, somente pela fé nos deslocamos com 70 pessoas (pagando por nós mesmos) para o meio da Amazônia, como na gravação em Belém do Pará, e eu poderia citar muitos outros exemplos! Agora, tenho sentido o Vento do Espírito soprar em outra direção. Sinto que Deus mesmo tem me levado a ministrar em situações e estruturas pelas quais eu antes nunca passei. Sozinha, só com um play back, tenho visto a Glória do Senhor Se manifestar. Com uma pequena equipe, indo a diversas nações, posso perceber a Presença de Deus agindo poderosamente. Aos poucos tenho entendido que um novo tempo, um novo formato, é necessário para prosseguirmos e alcançarmos as Promessas do que Deus tem preparado para realizar em nós e através de nós.

Foi então que, a partir do final de 2010 fui procurada por alguns membros do grupo, separadamente. Um a um compartilharam que Deus estava pedindo que dessem um passo ousado, de fé, e deixassem o DT a fim de viverem outro tempo em suas vidas. O primeiro a conversar comigo foi o Jhony, trompetista. Há anos o Jhony falava comigo do desejo de servir mais, e juntamente com sua esposa, Andrea Lacerda, ele sempre esteve envolvido na evangelização e discipulado de vidas, dirigindo célula em sua casa, fazendo cursos de capacitação, etc. Desta vez, o Jhony me disse que, apesar do DT sempre ter compreendido suas faltas, ele sentia claramente que era hora de dar o passo e se dedicar a este chamado pastoral que ele tem. Nos finais de semana ele participará dos retiros evangelísticos do Impacto Vida, um ministério maravilhoso de Lagoinha que leva não crentes para um acampamento onde são expostos ao encontro com Jesus. Além disso, Jhony vai se dedicar ao ministério Veredas Antigas, cuidando de casais, e outras portas que sei que o Pai abrirá para ele.

Confesso que foi um “baque”, “perder” o Jhony, alguém que sempre vi como uma coluna entre nós. Mesmo me alegrando por ele estar saindo para servir mais no Reino, e sabendo que continua a amizade e a aliança, especialmente com sua esposa, Andrea, a saída dele me levou a buscar o Senhor e a perguntar o que estava acontecendo. O Pai confirmou que essa mudança vinha dEle não apenas para o Jhony, mas para o grupo também. Então, mais mudanças vieram.

O Bruno tem sido nosso baterista há tanto anos, um jovem dedicado e que sempre se sacrificou e se esforçou para honrar os compromissos com o DT. Vi o Bruno menino, e agora, um homem. Deus o abençoou e ele tem sido muito bem sucedido em sua profissão. O Bruno, com apenas 28 anos, dá palestras no Brasil e no exterior, comanda equipes que desenvolvem projetos para diversas empresas e até mesmo para o governo brasileiro (ele já esteve até com a Presidente Dilma!). Este ano, houve várias viagens do DT em que ele não pôde ir. Em uma delas ele estava em Dakar, a trabalho! Em nossa conversa pude ouvir vários testemunhos sobre como o Pai o tem usado para trazer vidas a Jesus (e enquanto ele falava sobre isso, ele chorou. O Bruno no DT é mais calado, e foi lindo ouvi-lo e vê-lo se emocionando!). Sentimos claramente que era chegado o tempo do Bruno sair do DT, ainda que poderemos, sempre que o Senhor assim guiar, contar com ele.

Foi muito difícil “abrir mão” e deixar ir outras pessoas muito próximas de mim no ministério. O Clay e a Grazi me procuraram e compartilharam sobre o novo tempo de Deus pelo qual estão passando. Eles têm filhos pequenos e a dedicação principal a que o Senhor os tem guiado é o cuidado dos seus pequeninos. Eles continuam servindo intensamente no CTMDT, mas não mais como backing vocal do DT. Choramos muito emocionados, agradecendo a Deus por tantos anos juntos, pela amizade, que pedimos ao Pai que nunca passe, ainda que não tenhamos os compromissos dentro do Diante do Trono.

Outra mudança muito difícil, mas também graciosa, veio a partir da conversa que tive com o João e Helena Tannure. Minha amiga tão chegada compartilhou comigo sobre o passo de fé, o salto, o “sair sem saber para onde”, que eles sentem que devem fazer. Eles não saem do DT para se dedicar mais ao ministério de pregadora que a Helena tem. Na verdade, eles sentem que neste próximo ano a Helena vai viajar menos, dedicando-se mais aos filhos, quase todos adolescentes. E, assim como os outros, eles afirmaram que não estão saindo do DT por alguma insatisfação ou falta de concordância. (Estas coisas, nós as superamos há muitos anos, aleluia! Nossa equipe era muito madura, unida e comprometida. Essa condição foi um dos motivos para não querermos que a equipe mudasse!). Mas o Vento sopra para onde quer, e assim são todos os que nascem do Espírito, não é mesmo? Deus nos manda ir, e nós obedecemos.

Não tem sido um tempo fácil para nós, mas temos muita paz de que Deus está provocando todas estas mudanças. Junto com a saída destes irmãos preciosos percebemos que o Pai já estava nos dando também uma nova missão. Há alguns meses iniciamos um projeto de reforma no Ministério de Louvor de Lagoinha. Deus tem voltado nosso coração para dentro de nossa própria igreja. Acreditamos que Lagoinha tem o chamado de ser uma inspiração, e por isso, o que acontecer aqui, Deus poderá fazer refletir em muitas outras igrejas.

A partir deste ano de 2011, o Sérgio assume o Departamento de Produção, dentro do Ministério de Louvor da IBL. O pr José Raimundo é o pastor responsável pelo acompanhamento espiritual e aconselhamentos, e o Sérgio, juntamente com a equipe de base do DT desenvolverá os músicos da Igreja, as equipes de louvor, as produções, gravações, e eventos musicais em Lagoinha. Temos o projeto de uma Escola de Artes, que capacitará uma nova geração, começando pela musicalização infantil e de juniores. Cremos que em poucos anos teremos uma nova cara para os artistas cristãos de nossa cidade, a partir deste projeto. Aliás, a nossa primeira orquestra surgiu como fruto de uma escolinha de música que o Sérgio e a Soraya iniciaram há muitos anos atrás na IBL. Se Deus quiser, em poucos anos, a IBL terá uma orquestra completa, com os músicos de uma nova geração que se levantará!

A partir de agora, o DT ficou menor, mas isso não significa que diminuímos. Acredito que Deus, em Sua sabedoria, está multiplicando esta unção, este amor, levando cada um que está saindo para ir além, assim como fez um dia com a Nívea, o André, a Mariana, e outros que já estiveram conosco e que hoje O servem em tantas áreas do Reino. Para nós, melhor seria se fosse sempre “tempo de abraçar”, mas a Palavra diz que há também o “tempo de afastar-se de abraçar”. É difícil deixá-los ir, mas o “novo”, vem de Deus para cada um deles, e para nós que ficamos também. Mesmo “de longe” (porque esses amigos são para a vida toda!), eles acompanharão o que o Pai está preparando para nós. Acredito que iremos aonde ainda não fomos, e alcançaremos o que não alcançamos ainda, para Sua glória.

Deixo com vocês, uma carta que a querida Helena escreveu aos companheiros do DT, mas que fala também a todos que nos amam e acompanham nosso ministério:

“Queridos amigos, preciosos companheiros, valentes guerreiros que caminham comigo, ensinando, aprendendo e me suportando em amor,

Resolvi escrever uma pequena fração do que se passa dentro de mim e tentar, mais uma vez, dividir com vocês o meu coração.

Nestes 13 anos de Ministério Diante do Trono fizemos muitas viagens juntos, vôos tranqüilos e turbulentos, rápidos e longos, confortáveis e difíceis, comerciais e fretados, mas além de diferentes, todos tinham características peculiares. Por exemplo: a perspectiva de cada vôo foi diferente para cada um de nós, de acordo com o lugar onde tomamos assento, ou ao lado de quem viajávamos, ou até a decisão de cada um. Alguns dormiam, outros admiravam a vista privilegiada, alguns fortaleceram laços de amizade através de longas conversas, outros leram bons livros; todos na mesma aeronave, com o mesmo destino, mas com escolhas diferentes. Assim foram estes 13 anos para mim na aeronave Diante do Trono!

Fiz amigos para toda a vida, aprendi, ensinei, descansei, me esforcei, e tive uma das vistas mais lindas e privilegiadas que os viajantes podem ter. Mas, chegou a hora de desembarcar. Para qual conexão? Qual destino? Não faço idéia…

Desde que comemoramos 10 anos Diante do Trono tenho carregado em meu peito a sensação de um ciclo fechado, uma jornada concluída, mas não dei atenção a este sentimento pensando em se tratar apenas do cansaço da caminhada. Comecei então a pedir a Deus uma direção. Pedi que Ele fosse claro e Ele foi, falou comigo de várias formas e, de uma maneira particular e objetiva, falou comigo e com o João Lúcio e entendemos que por mais que queiramos permanecer, o melhor é obedecer a Deus e deixar que Ele faça o que quiser conosco.

Quando olhamos para a Palavra de Deus vemos pessoas sendo movidas do lugar de conforto e segurança para o desconhecido e inseguro mas, também, para o cumprimento da vontade de Deus. Foi assim com Moisés, Abraão, com José, com Ester, com Rute, com Davi, foi assim com o próprio Jesus! Deus não mudou e eu me apego a Ele com confiança e amor crendo que não vivo para mim mesma, como tantas vezes cantei no próprio DT.

Vou carregar comigo, para sempre, cada dia que servi neste ministério. A obra que Deus fez em meu coração nada pode apagar e serei grata por tudo o que Deus fez em mim nestes 13 anos. Meu único projeto agora é cumprir a vontade dEle para este tempo. “Irei contigo onde quer que fores, meu Senhor. O Teu chamado cumprirei na alegria ou na dor”.

Helena Tannure

(Para sempre diante do trono de Deus)”

Aos poucos vamos nos adaptar ao novo ciclo de Deus para o Diante do Trono. Sei que devem existir muitas perguntas, mas para muitas nem eu tenho as respostas. Vamos vivendo, dando os primeiros passos, entrando nas novas portas e caminhos que o Senhor tem aberto para nós. Tenho um sentimento bom, de grande expectativa do que viveremos a seguir. Contamos com suas orações, na certeza de que o que amamos, mais do que a forma, é a essência, e essa não muda. Diante do Trono, mais que um nome, é nosso estilo de vida. Cristo em nós, a essência, continua sendo nossa esperança da Glória.

Ana Paula Valadão Bessa

Ministério de Louvor Diante do Trono.


Fonte: Ana Paula Valadão

Dupla assalta igreja evangélica em Olinda e agride pastor

Uma igreja evangélica, que fica na avenida Presidente Kennedy, em Olinda, Pernambuco, foi invadida por dois homens por volta das 22h30m deste domingo.

Cerca de 40 pessoas participavam de um culto, quando foram surpreendidas pelos bandidos, que fecharam as portas e anunciaram o assalto. Os bandidos humilharam alguns fiéis e agrediram o pastor com um tapa no rosto.

De acordo com a polícia, eles simularam estar armados e roubaram uma aliança e um celular. Durante a ação, o presbítero reagiu e conseguiu dominar um dos assaltantes, que acabou e batendo a cabeça no chão. Júnior César de Paula, de 24 anos, precisou de atendimento médico. Depois, Júnior César foi encaminhado à delegacia de Peixinhos e autuado por assalto.

Na manhã desta segunda-feira, ele foi encaminhado ao Centro de Triagem de Abreu e Lima (Cotel). Ele estava muito machucado, pois foi linchado pelos fiéis. O outro assaltante, ainda não identificado, conseguiu fugir com o material roubado.

A insegurança nas igrejas está se tornando uma constante na Região Metropolitana do Recife. Na última quarta-feira, uma igreja adventista foi invadida pela segunda vez em Maranguape I, Paulista. O bandido levou dinheiro, documentos e celulares e chegou a ameaçar alguns fiéis.

Fonte: O Globo online

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