Um líder cristão indiano quase foi morto em um ataque na noite de Domingo por extremistas hindus durante um culto de oração na cidade de Davangere.
O pastor Isaac Samuel, coordenador da Global Council of Indians Christians, foi seriamente ferido quando foi atingido entre o pescoço e o ombro com um cutelo, na frente de sua esposa e dois filhos, enquando conduzia o encontro.
Ele foi levado ao hospital para tratamento. Ele teve que passar por uma transfusão de sangue e receber doze pontos para fechar a ferida.
A polícia prendeu um homem identificado somente pelo nome de Bansava, na sequência da investigação.
Sajan George, presidente da GCIC, acusou os invasores de terem uma “intenção clara de matá-lo,” mas ficou aliviado que Samuel sobreviveu e agradeceu a Deus que “a lâmina perdeu sua cabeça.”
Ele também criticou as leis anti-conversão atualmente exercidas em vários estados indianos, rotulando-as como uma “desculpa para a violência anti-Cristã.”
“O governo da Bharatiya Janata Party deve perceber que a lei anti-conversão tem uma história de abuso pelos fundamentalistas Hindus,” disse ele, de acordo com o AsiaNews.
Apesar da constituição indiana garantir a liberdade de religião, seis de 28 estados restringem essa liberdade com a legislação que permite a punição de convertidos religiosos que não informam oa estado.
Apesar das leis não existirem em Karnataka no sul da Índia onde o incidente ocorreu, tem havido uma demanda forte para introduzir políticas similares.
Um recente relatório pelo Evangelical Fellowship da Índia mostra um aumento na violência contra Cristãos Indianos durante a década passada, com 149 ataques em 2010.
A maioria dos casos acontecem dentro de quatro estados, indicando “ataques aos Cristãos não são incidentes ao acaso, mas são parte de uma campanha sistemática pelas organizações influentes [nacionalistas Hindus],” afirmou o relatório da EFI.
A violência contra Cristãos escalados em 2008, quando extremistas Hindus mataram 110 Cristãos e destruíram 170 Igrejas e 4.500 casas após o assassinato de um líder Hindu.
O Hinduísmo é a principal religião da Índia, com cerca de 80 por cento dos 1,1 bilhões de pessoas Hindus. Os Cristãos representam 2,3 por cento da população.
Cornelius Dupree Jr. comemora a confirmação de sua inocência pela Justiça do Texas
Foto: AP
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Um teste de DNA inocentou um negro americano de 51 anos nesta terça-feira, no Texas (sul), condenado por estupro e roubo cometidos em 1979, depois de ter passado mais de 30 anos na prisão. O juiz local Don Adams declarou nesta terça-feira Cornelius Dupree "livre", em meio a aclamações de amigos e defensores presentes na sala de audiência.
Cornelius Dupree, que estava em liberdade condicional desde o mês de julho, obteve o reconhecimento formal de erro judiciário. O teste de DNA que o inocentava totalmente foram divulgados 15 dias antes. "As palavras não podem compensar o que perdi", declarou ele, durante entrevista à imprensa, após a audiência. "Meus pais morreram, meu sentimento é o de que o sistema deve mudar", acrescentou.
Cornelius Dupree havia sido condenado a 75 anos de prisão em 1980 por sequestro, roubo e estupro de uma mulher branca de 26 anos, no ano anterior. Um outro negro americano havia também sido condenado erroneamente e inocentado por testes de DNA.
Segundo a organização Innocence Project que defendeu os dois homens, Anthony Massingill continua, no entanto, na penitenciária, onde cumpre pena de prisão perpétua por um outro estupro que afirma, igualmente, não ter cometido. Na época, a vítima identificou os dois numa série de fotos.
"Cornelius Dupree passou os melhores anos de sua vida atrás das grades, devido a uma identificação errônea que teria podido ser evitada, se o condado de Dallas usasse métodos mais eficazes", comentou em comunicado um dos diretores da organização de advocados Innocence Project, Barry Scheck. Aproveitou para exigir a "reforma do método de identificação para testemunhas visuais" - uma lei que, no entanto, não foi aprovada na última sessão legislativa, por falta de tempo hábil, segundo ele.
"Não podemos nos esquecer de que, como na situação de Cornelius Dupree, 75% dos erros judiciários solucionados com testes de DNA proveem de má identificação", lembrou Scheck.
Cornelius Dupree, que estava em liberdade condicional desde o mês de julho, obteve o reconhecimento formal de erro judiciário. O teste de DNA que o inocentava totalmente foram divulgados 15 dias antes. "As palavras não podem compensar o que perdi", declarou ele, durante entrevista à imprensa, após a audiência. "Meus pais morreram, meu sentimento é o de que o sistema deve mudar", acrescentou.
Cornelius Dupree havia sido condenado a 75 anos de prisão em 1980 por sequestro, roubo e estupro de uma mulher branca de 26 anos, no ano anterior. Um outro negro americano havia também sido condenado erroneamente e inocentado por testes de DNA.
Segundo a organização Innocence Project que defendeu os dois homens, Anthony Massingill continua, no entanto, na penitenciária, onde cumpre pena de prisão perpétua por um outro estupro que afirma, igualmente, não ter cometido. Na época, a vítima identificou os dois numa série de fotos.
"Cornelius Dupree passou os melhores anos de sua vida atrás das grades, devido a uma identificação errônea que teria podido ser evitada, se o condado de Dallas usasse métodos mais eficazes", comentou em comunicado um dos diretores da organização de advocados Innocence Project, Barry Scheck. Aproveitou para exigir a "reforma do método de identificação para testemunhas visuais" - uma lei que, no entanto, não foi aprovada na última sessão legislativa, por falta de tempo hábil, segundo ele.
"Não podemos nos esquecer de que, como na situação de Cornelius Dupree, 75% dos erros judiciários solucionados com testes de DNA proveem de má identificação", lembrou Scheck.


O jogador evangélico Kaká, eleito melhor do mundo em 2007, que ficou afastado do futebol por cerca de cinco meses, retornou aos gramados ontem. 

