O ministro vítima de infidelidade conjugal poderá contrair novas núpcias, respeitados os princípios bíblicos, que norteiam a união conjugal.
Divórcio para ministros do Evangelho, membros da CGADB só poderá ocorrer em caso de infidelidade conjugal. E dessa forma, o mesmo poderá contrair núpcias novamente.
“O ministro vítima de infidelidade conjugal… poderá contrair novas núpcias, respeitados os princípios bíblicos, que norteiam a união conjugal”, conforme estabeleceu o Senhor, em Mateus 5.31-32 e 19.9 (“Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de desquite. Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério”; “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério”). Porém, cada caso deve ser definido pelas convenções regionais, dentro dos termos acima aprovados.
Esta decisão deverá regularizar a situação de ministros na situação. No caso de divórcio provocado por iniciativa da esposa, com base em 1Coríntios 7.15 (“Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não esta sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz”), o ministro poderá permanecer ou não na função ministerial, a depender da convenção regional, da qual é filiado, mas com todo o direito de defesa, com condições de recorrer à mesa diretora da CGADB.
O artigo 3º permaneceu intacto: a “CGADB não reconhece, no âmbito da vida ministerial de seus membros, a situação de união estável”.
Quanto ao pastor, membro da CGADB, “que acolher ministro divorciado, sem a observância do disposto na presente Resolução, será responsabilizado disciplinarmente, no âmbito desta Convenção Geral”.
Fonte: Gospel Prime
O prazo de 30 horas terminou há pouco. Como a exigência não foi atendida, o grupo al-qedista salafita designado Brigada Mohammed Bin Moslama, sediado na Faixa de Gaza, executou o pacifista e jornalista italianoVittorio Arrigoni, de 36 anos de idade. Vittorio vivia em Gaza desde 2008 e foi seqüestrado na manhã de quinta-feira, 14 de abril.
A Brigada Mohammed Bin Moslama, –já responsabilizada por morte de 20 pessoas em ataque ao hotel Egípcio do Sinai–, exigia, em troca da libertação de Vittorio, a imediata soltura de xeque Al Saidani, cujo nome civil é Abu Walid al Maqdisi–, preso no mês passado pela polícia do Hamas.
Al Saidani é o estrategista dos alqaedistas-salafitas.
Ligado à rede da Al Qaeda, a meta da referida brigada é tomar a Faixa de Gaza e começar a implantar o califado de Osama bin Laden.
Para isso, a brigada combate o governo de Ismail Haniyeh, líder do Hamas, na faixa de Gaza. O xeque Al Saidani fala em tolerância do Hamas e diz ter chegado a hora de impor a sharia, fechar os salões de beleza e de lapidar as mulheres adúlteras.
A brigada diz ter matado Vittorio por “difundir os vícios ocidentais”.
– Walter Fanganiello Maierovitch–

Em discurso em Plenário, o senador evangélico Magno Malta (PR-ES) condenou as recentes declarações do professor Hubert Van Gijseghem de que a pedofilia é uma orientação sexual.
