Cerca de 60 meninos foram hospitalizados no dia 29 de abril ao adoecerem durante as reuniões de oração vespertinas, que acontecem logo após o almoço ser servido no albergue. “Algum tipo de veneno foi adicionado aos condimentos ou à comida depois que ela foi preparada”, afirma Sebamalai Santhiago, que é encarregado do albergue e reitor assistente do colégio Saint Xavier, onde os meninos estudam. Ele estava se referindo aos relatórios da polícia e do hospital, que estava analisando as amostras dos alimentos. As primeiras investigações comprovaram que alguém entrou no albergue e envenenou a comida propositalmente. A polícia fechou o abrigo e outros testes estão sendo realizados na cozinha. Um dos motivos para o incidente pode ter sido as disputas entre a igreja e os oficiais do Estado. O albergue foi fundado em 1951, e não havia sofrido nada como isso antes, e o incidente chocou os moradores da região. Mais de 80 meninos (de 13 a 18 anos) frequentam o albergue. “Ninguém foi preso até agora mas, felizmente, todos os alunos de recuperaram”. Tradução: Deborah Stafussi
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Crianças de um albergue cristão são envenenadas
EUA decidem fechar embaixada e consulados no Paquistão
Por motivos de segurança, representações diplomáticas não atenderão público
A embaixada e os consulados dos Estados Unidos no Paquistão foram fechados para o público, informou nesta terça-feira um diplomata em Islamabad, um dia após a morte do líder terrorista Osama Bin Laden por um comando americano. A decisão vale para a embaixada dos EUA em Islamabad e os consulados americanos em Peshawar, Lahore e Karachi, que ficarão fechados ao público até segunda ordem", inclusive para a emissão de vistos, revelou a sede diplomática.
"As sedes diplomáticas permanecerão abertas apenas para assuntos e serviços urgentes, envolvendo os cidadãos americanos", destaca a nota. "Tomamos esta medida para preservar a segurança do público. Avisaremos a todos quando chegar o momento de reabrir e a situação será reexaminada periodicamente", disse à agência de notícias France-Presse Alberto Rodríguez, porta-voz da embaixada em Islamabad. O Paquistão está sob os holofotes desde a morte de Bin Laden.
A ação militar que culminou na descoberta do esconderijo e na execução do terrorista foi realizada só por americanos - ainda que a Casa Branca tenha garantido que avisou o Paquistão a respeito. Ainda assim, a posição do país fica abalada, já que o chefão da Al Qaeda estava numa casa fortificada não muito distante de Islamabad. O vizinho Afeganistão, por exemplo, comemorou, dizendo-se vingado pela descoberta de que Bin Laden não estava no país, como o Paquistão dizia.
"As sedes diplomáticas permanecerão abertas apenas para assuntos e serviços urgentes, envolvendo os cidadãos americanos", destaca a nota. "Tomamos esta medida para preservar a segurança do público. Avisaremos a todos quando chegar o momento de reabrir e a situação será reexaminada periodicamente", disse à agência de notícias France-Presse Alberto Rodríguez, porta-voz da embaixada em Islamabad. O Paquistão está sob os holofotes desde a morte de Bin Laden.
A ação militar que culminou na descoberta do esconderijo e na execução do terrorista foi realizada só por americanos - ainda que a Casa Branca tenha garantido que avisou o Paquistão a respeito. Ainda assim, a posição do país fica abalada, já que o chefão da Al Qaeda estava numa casa fortificada não muito distante de Islamabad. O vizinho Afeganistão, por exemplo, comemorou, dizendo-se vingado pela descoberta de que Bin Laden não estava no país, como o Paquistão dizia.
Fonte: AFP/Veja
VIDA DE MUÇULMANOS - PAISES DE GOVERNO MUÇULMANO
Sharia, a lei islâmica, rege tudo na vida do muçulmano
Conjunto de regras também pauta constituições em países islâmicos
Saiba mais sobre as leis e como elas são usadas em diferentes nações.
Giovana Sanchez
Conjunto de regras também pauta constituições em países islâmicos
Saiba mais sobre as leis e como elas são usadas em diferentes nações.
Giovana Sanchez
Em agosto, os casos de duas mulheres que agiram contra a lei islâmica em diferentes países ganharam as manchetes dos jornais internacionais. No Sudão, uma jornalista pode receber 40 chicotadas por ter usado calças compridas em público e, na Malásia, uma modelo foi condenada a seis chicotadas por ter bebido cerveja em público (veja no vídeo ao lado). O andamento dos dois casos foi adiado devido ao mês sagrado do Ramadã.
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A lei que define tais penas, a sharia, é a mesma que rege todos os outros aspectos da vida de um muçulmano. A questão é que há, nesse conjunto de regras, princípios fixos (que versam sobre questões mais pessoais, como casamento, ritos religiosos, heranças, etc.) e princípios mutáveis (como, por exemplo, penas para diferentes tipos de crimes), que podem ser interpretados e aplicados de acordo com a vontade de cada país ou corte.
"A sharia é o código de leis islâmicas baseadas no Alcorão e nos ensinamentos do profeta Maomé e mostra qual o caminho correto para se viver e chegar à felicidade", explicou o xeque Jihad Hassan Hammadeh, vice-presidente da Assembleia Mundial da Juventude Islâmica (WAMY) no Brasil, em entrevista ao G1, por telefone.
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Segundo um relatório do Council of Foreign Relations (CFR) sobre a sharia, esse conjunto de leis se desenvolveu centenas de anos após a morte de Maomé. Por ele ter sido considerado o mais devoto dos seguidores, seu modo de vida se tornou modelo para todos os muçulmanos e foi coletado por estudiosos - no que ficou conhecido por 'hadith'.
Como cada região tenta conciliar os costumes locais com o islamismo, a literatura hadith se desenvolveu em diferentes escolas. Xiitas e sunitas seguem escolas diversas, e, portanto, diferentes versões da sharia.
Os aspectos mais significativos regulados pela sharia são o casamento e o divórcio. A aplicação da lei criminal é a mais controversa. Apesar de a maioria dos países muçulmanos descartar as punições tradicionalmente prescritas, ainda há casos de tribunais que aplicam os rigorosos castigos.
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A lei que define tais penas, a sharia, é a mesma que rege todos os outros aspectos da vida de um muçulmano. A questão é que há, nesse conjunto de regras, princípios fixos (que versam sobre questões mais pessoais, como casamento, ritos religiosos, heranças, etc.) e princípios mutáveis (como, por exemplo, penas para diferentes tipos de crimes), que podem ser interpretados e aplicados de acordo com a vontade de cada país ou corte.
"A sharia é o código de leis islâmicas baseadas no Alcorão e nos ensinamentos do profeta Maomé e mostra qual o caminho correto para se viver e chegar à felicidade", explicou o xeque Jihad Hassan Hammadeh, vice-presidente da Assembleia Mundial da Juventude Islâmica (WAMY) no Brasil, em entrevista ao G1, por telefone.
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Segundo um relatório do Council of Foreign Relations (CFR) sobre a sharia, esse conjunto de leis se desenvolveu centenas de anos após a morte de Maomé. Por ele ter sido considerado o mais devoto dos seguidores, seu modo de vida se tornou modelo para todos os muçulmanos e foi coletado por estudiosos - no que ficou conhecido por 'hadith'.
Como cada região tenta conciliar os costumes locais com o islamismo, a literatura hadith se desenvolveu em diferentes escolas. Xiitas e sunitas seguem escolas diversas, e, portanto, diferentes versões da sharia.
Os aspectos mais significativos regulados pela sharia são o casamento e o divórcio. A aplicação da lei criminal é a mais controversa. Apesar de a maioria dos países muçulmanos descartar as punições tradicionalmente prescritas, ainda há casos de tribunais que aplicam os rigorosos castigos.
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| Lubna Ahmed al-Hussein |
Há diferentes categorias de ofensas na sharia. Aquelas que têm punição prescrita no Alcorão, as 'hadd', são: sexo fora do casamento e adultério, falsas acusações de ato sexual infiel, consumo de vinho (às vezes de todo tipo de bebida alcoólica), roubo e assalto em estradas. As penas para essas ações incluem chicotadas, apedrejamento, amputação, exílio ou execução.
Sharia nas constituições
A lei islâmica influencia a maioria dos códigos legais dos países muçulmanos. De maneira geral, essa legislação tem sido incorporada nos sistemas políticos de três formas. Há os sistemas integrais, em que as nações colocam a religião em sua constituição - e a sharia passa a ser sua fonte. São exemplos a Arábia Saudita, o Kuait e o Iêmen.
Há o sistema dual, usado pela maioria dos países muçulmanos, em que o governo é secular, mas aos muçulmanos é dada a opção de serem julgados por cortes islâmicas regidas pela sharia. É o caso, segundo o relatório do CFR, de países como a Nigéria e o Quênia. A Inglaterra autorizou em 2008 o uso de tribunais muçulmanos para casos de casamentos, divórcios e heranças.
O outro tipo de sistema é o secular, em que o governo se declara laico na constituição. (Fonte: G!: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1294954-5602,00-MUCULMANA+QUE+USOU+CALCAS+ESCAPA+DE+RECEBER+CHICOTADAS+NO+SUDAO.html)
Líder islâmico condena funeral de Bin Laden no mar
Para o líder islâmico al-Azhar, jogar o corpo de Osama bin Laden no mar foi uma afronta aos valores religiosos.
O diretor da respeitada sede da escola muçulmana sunita al-Azhar no Egito classificou como uma afronta aos valores religiosos e humanos o fato de as tropas norte-americanas terem sepultado no mar o corpo do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, na segunda-feira.
Os muçulmanos colocam os mortos em túmulos permanentes na terra e aceitam o enterro no mar apenas nos casos em que o corpo não pode ser preservado intacto a bordo de uma embarcação até chegar à costa.
"O Grande Imã, doutor Ahmed El-Tayeb, xeique da Al-Azhar, condenou a prática, se confirmada, de jogar o corpo de Osama bin Laden no mar", de acordo com um comunicado divulgado pela Al-Azhar, respeitada em todo o mundo por muitos muçulmanos sunitas como uma instituição de ensino religioso.
O procedimento "contradiz todos os valores religiosos e normas humanas", disse o documento. "O Grande Imã afirmou que é proibido no Islã deformar os mortos, independentemente de suas crenças. Honra-se os mortos enterrando-os."
Autoridades norte-americanas, falando sob anonimato, disseram que o corpo de Bin Laden foi jogado no mar do convés de um porta-aviões depois que as tropas mataram o líder da Al Qaeda no Paquistão.
Uma delas afirmou que isso foi feito para evitar que seu túmulo se tornasse um santuário. Outra acrescentou que os costumes islâmicos foram respeitados.
Um proeminente advogado egípcio islâmico também condenou a decisão dos Estados Unidos e disse que Bin Laden poderia ter sido enterrado em seu país natal, a Arábia Saudita, uma nação aliada dos norte-americanos que abriga os locais mais sagrados do Islã.
"Não é o suficiente que o mataram e manifestaram sua alegria ao mundo?", Montasser al-Zayat afirmou à rede de TV Al Jazeera. "O Reino da Arábia Saudita tem uma obrigação moral de exigir que Osama seja enterrado em seu território."
Fonte: Reuters
O diretor da respeitada sede da escola muçulmana sunita al-Azhar no Egito classificou como uma afronta aos valores religiosos e humanos o fato de as tropas norte-americanas terem sepultado no mar o corpo do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, na segunda-feira.
Os muçulmanos colocam os mortos em túmulos permanentes na terra e aceitam o enterro no mar apenas nos casos em que o corpo não pode ser preservado intacto a bordo de uma embarcação até chegar à costa.
"O Grande Imã, doutor Ahmed El-Tayeb, xeique da Al-Azhar, condenou a prática, se confirmada, de jogar o corpo de Osama bin Laden no mar", de acordo com um comunicado divulgado pela Al-Azhar, respeitada em todo o mundo por muitos muçulmanos sunitas como uma instituição de ensino religioso.
O procedimento "contradiz todos os valores religiosos e normas humanas", disse o documento. "O Grande Imã afirmou que é proibido no Islã deformar os mortos, independentemente de suas crenças. Honra-se os mortos enterrando-os."
Autoridades norte-americanas, falando sob anonimato, disseram que o corpo de Bin Laden foi jogado no mar do convés de um porta-aviões depois que as tropas mataram o líder da Al Qaeda no Paquistão.
Uma delas afirmou que isso foi feito para evitar que seu túmulo se tornasse um santuário. Outra acrescentou que os costumes islâmicos foram respeitados.
Um proeminente advogado egípcio islâmico também condenou a decisão dos Estados Unidos e disse que Bin Laden poderia ter sido enterrado em seu país natal, a Arábia Saudita, uma nação aliada dos norte-americanos que abriga os locais mais sagrados do Islã.
"Não é o suficiente que o mataram e manifestaram sua alegria ao mundo?", Montasser al-Zayat afirmou à rede de TV Al Jazeera. "O Reino da Arábia Saudita tem uma obrigação moral de exigir que Osama seja enterrado em seu território."
Fonte: Reuters
Traficantes usavam falsa igreja para esconder drogas e enganar a polícia no RJ
Durante operação em favela, policiais civis desconfiaram de um imóvel que tinha a inscrição de uma igreja na fachada.
Traficantes da favela Boca do Mato, em Cabo Frio, na região dos Lagos, construíram uma igreja falsa onde escondiam drogas sem despertar a atenção da polícia. A estratégia foi descoberta nesta segunda-feira (2), durante uma operação da Polícia Civil, realizada por agentes da 2ª CRPI (Coordenadoria Reginal de Policiamento do Interior).
Durante a operação na favela, os agentes desconfiaram de um imóvel que tinha a inscrição de uma igreja na fachada. Assim que entraram os policiais perceberam que nada havia no local, além de drogas.
Foram apreendidos cem cápsulas de cocaína, cem pedras de crack, avaliadas em R$ 30 cada, oito tabletes com 50g de maconha cada, além de 60 trouxas da droga. Os agentes também encontraram 16 munições, um radiotransmissor, um celular e R$ 40. Ninguém foi preso, já que um grupo de suspeitos conseguiu fugir pelos fundos do falso templo religioso.
Há alguns meses, traficantes da Boca do Mato tentam invadir a favela do Jacaré, também em Cabo Frio, que é dominada por uma facção criminosa rival. O material foi levado para a Delegacia de Cabo Frio (126ª DP).
Fonte: R7
Traficantes da favela Boca do Mato, em Cabo Frio, na região dos Lagos, construíram uma igreja falsa onde escondiam drogas sem despertar a atenção da polícia. A estratégia foi descoberta nesta segunda-feira (2), durante uma operação da Polícia Civil, realizada por agentes da 2ª CRPI (Coordenadoria Reginal de Policiamento do Interior).
Durante a operação na favela, os agentes desconfiaram de um imóvel que tinha a inscrição de uma igreja na fachada. Assim que entraram os policiais perceberam que nada havia no local, além de drogas.
Foram apreendidos cem cápsulas de cocaína, cem pedras de crack, avaliadas em R$ 30 cada, oito tabletes com 50g de maconha cada, além de 60 trouxas da droga. Os agentes também encontraram 16 munições, um radiotransmissor, um celular e R$ 40. Ninguém foi preso, já que um grupo de suspeitos conseguiu fugir pelos fundos do falso templo religioso.
Há alguns meses, traficantes da Boca do Mato tentam invadir a favela do Jacaré, também em Cabo Frio, que é dominada por uma facção criminosa rival. O material foi levado para a Delegacia de Cabo Frio (126ª DP).
Fonte: R7
Israelenses detidos por entrada proibida em local sagrado na Cisjordânia
Os israelenses entraram sem autorização na Tumba de José e foram detidos pela polícia.
A polícia israelense prendeu nesta terça-feira vários israelenses que compareceram sem autorização à Tumba de José, um local de peregrinação para os judeus em Nablus (Cisjordânia).
"Prendemos mais de uma dezena de fiéis judeus que compareceram à Tumba de José sem autorização", declarou à AFP o porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld.
Os fiéis, incluindo colonos extremistas, foram retirados pelos guardas de fronteira israelenses.
A chegada ao controverso local sagrado provocou confrontos com jovens palestinos, que atiraram pedras e quebraram as janelas de vários veículos.
Mais cedo, o Exército israelense, em coordenação com a polícia palestina, havia autorizado a visita de 200 fiéis ao local sagrado, que aconteceu sem incidentes.
Em 24 de abril, um israelense morreu e quatro foram feridos pela polícia palestina perto da Tumba de José depois de uma visita sem autorização.
Fonte: AFP
A polícia israelense prendeu nesta terça-feira vários israelenses que compareceram sem autorização à Tumba de José, um local de peregrinação para os judeus em Nablus (Cisjordânia).
"Prendemos mais de uma dezena de fiéis judeus que compareceram à Tumba de José sem autorização", declarou à AFP o porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld.
Os fiéis, incluindo colonos extremistas, foram retirados pelos guardas de fronteira israelenses.
A chegada ao controverso local sagrado provocou confrontos com jovens palestinos, que atiraram pedras e quebraram as janelas de vários veículos.
Mais cedo, o Exército israelense, em coordenação com a polícia palestina, havia autorizado a visita de 200 fiéis ao local sagrado, que aconteceu sem incidentes.
Em 24 de abril, um israelense morreu e quatro foram feridos pela polícia palestina perto da Tumba de José depois de uma visita sem autorização.
Fonte: AFP
A Sharia do Horror
Onde a sharia, a lei islâmica, é estabelecida, toda a liberdade é cruelmente sufocada. Extremistas islâmicos fazem de tudo para conquistar o mundo e para implantar a sharia como legislação suprema.
Perseguição a cristãos na Nigéria
Persiste a expulsão de cristãos de regiões majoritariamente islâmicas. Os muçulmanos querem introduzir a sharia em toda a Nigéria. Segue o relato do jovem Nsikak Apkaidiok:
“Tornei-me cristão quando estava na universidade. Ao retornar para casa compartilhei com minha família as experiências que tive com o Senhor. Meu pai ficou furioso pois não queria saber do cristianismo. Ele amarrou minhas mãos nas costas e não me dava comida. Mas eu fiquei firme! Quando minha situação piorou, fui levado ao hospital. Mas era tarde demais: minhas duas mãos tiveram de ser amputadas”.
Como esse novo convertido, milhares de outros cristãos têm sido vítimas das piores barbáries.
Limpeza sistemática
Com seus ataques planejados, os muçulmanos tentam forçar a emigração dos cristãos, especialmente das províncias multireligiosas do centro da Nigéria (como Adamara, Plateau State e Taraba). No final de fevereiro de 2003, muçulmanos armados atacaram cristãos em Adamara, matando pelo menos 100 pessoas. Mais de 500 ficaram gravemente feridas, cerca de 130 casas e algumas igrejas foram queimadas e mais de 21.000 habitantes foram expulsos da região. Entre setembro de 2001 e abril de 2003 foram mortas mais de 6.000 pessoas e 500.000 foram expulsas de Plateau State. Dentre os diversos grupos étnicos da Nigéria, o povo Tiv, predominantemente cristão, que ocupava o Centro e o Sul do país, foi enxotado pelos povos muçulmanos dos Hausa, Fulani e Jukun e milhares de pessoas foram assassinadas. Ataques desse tipo são organizados e perpetrados constantemente por grupos islâmicos fortemente armados vindos de países vizinhos como Chade, Níger e Mali.
O que é a sharia?
A doutrina dos direitos e deveres religiosos do islã. Abrange as obrigações cultuais (orações, jejuns, esmolas, peregrinações), as normas éticas, bem como os preceitos fundamentais para todas as áreas da vida (matrimônio, herança, propriedade e bens, economia e segurança interna e externa da sociedade). Originou-se entre os séculos VII e X d.C. a partir dos trabalhos de sistematização realizados por eruditos e legisladores islâmicos e baseia-se no Corão, suplementado pela Suna, a descrição dos atos normativos do profeta Maomé.
Implantação da sharia
Nas províncias ‘limpas de cristãos’ e agora majoritariamente islâmicas o passo seguinte é a implantação da sharia. Hoje, doze das 36 províncias da Nigéria já a têm como legislação suprema. Com mais seis províncias islamizadas a Nigéria seria majoritariamente muçulmana! As ‘províncias da sharia’ teriam, assim, a possibilidade de impor a lei islâmica ao país inteiro. Mesmo que os líderes muçulmanos declarem sempre que a sharia só é aplicada a muçulmanos, a realidade nas doze ‘províncias da sharia’ fala uma linguagem bem diferente.
Ataque na Nigéria mata 600. Maioria das vítimas é cristã
Lagos – Porta-vozes comunitários cristãos de Kano, no Norte da Nigéria, afirmam que pelo menos 600 pessoas, a maioria de fé cristã, morreram nos ataques de militantes muçulmanos, que também incendiaram uma dezena de igrejas e centenas de casas e negócios de seus rivais. Cerca de 30 mil pessoas tiveram que sair de seus lares para fugir dos confrontos, informaram líderes locais da Associação Cristã da Nigéria, por telefone, desde Kano. (Correio do Povo, 14/5/04)
Sharia para cristãos
Nas províncias administradas segundo os preceitos da sharia islâmica, quase não são mais construídas novas igrejas, pois elas certamente estariam muito próximas de alguma mesquita. Casamentos entre cristãos e muçulmanos são permitidos apenas quando o noivo é muçulmano; os filhos são considerados muçulmanos e devem ser educados como tais. Conversões de muçulmanos ao cristianismo continuam proibidas. Como acontece no Paquistão, os cristãos podem ser sumariamente acusados de ‘blasfêmia’ contra o profeta Maomé ou contra o islã. Cristãos devem estar sempre sob as ordens de patrões muçulmanos. Além disso, é comum que moradores de aldeias muçulmanas apliquem a lei islâmica sem interferência das autoridades: segundo declarações de organizações de direitos humanos confiáveis, muitas vezes as mãos e os pés de ladrões sãos cortados ou os consumidores de álcool são açoitados sem qualquer processo ou julgamento. Mas há esperança: impressionados com a perseverança e a firmeza dos cristãos em um ambiente hostil, nos últimos anos alguns muçulmanos encontraram a Jesus inclusive em províncias islâmicas como Kano e Kaduna.[1]
O islã está avançando. Ele espalha-se por todos os continentes abrindo caminho para a implantação da sharia. Jamais um muçulmano convicto, que vive segundo as leis islâmicas, irá curvar-se diante de um governo democrático ou se sentirá comprometido com uma democracia ocidental. Por isso está sendo tão difícil o estabelecimento de um regime democrático no Iraque e no Afeganistão. Pelas leis islâmicas isso nem seria possível, pois assim o islã deixaria de ser islã. Mas ai dos países onde se instala a sharia! Seja no Oriente Médio, na Ásia, na África ou em qualquer parte do mundo – onde asharia torna-se lei, a liberdade acaba. Onde os preceitos islâmicos são seguidos ao pé da letra os direitos humanos são ignorados, pessoas são discriminadas e nenhuma crença além do islã é tolerada. Na Arábia Saudita, onde a sharia é o fundamento das leis, houve recentemente um atentado, com onze mortos, num bairro onde residem estrangeiros. Parece que poucos no Ocidente se importam que a Arábia Saudita seja um dos países que apóiam financeiramente as famílias dos terroristas-suicidas palestinos. Hoje o maior perigo terrorista vem dos grupos militantes do mundo islâmico que se baseiam nasharia. Não se trata apenas do Hamas, do Hezbollah ou da rede Al Qaeda, mas também de terroristas do Iêmen, da Argélia e do Abu Sayaf filipino. A nuvem de militantes islâmicos torna-se cada vez maior e mais densa, mas também mais negra e assustadora. Seja Israel, em seu conflito com grupos terroristas, os Estados Unidos no Iraque ou os países da África – todos são quase impotentes diante da ameaça terrorista, pois pouco podem fazer para impedir os ataques-suicidas. Como pode-se ameaçar ou dissuadir a quem está tão cheio de ódio por aqueles que não compartilham sua visão a ponto de jogar fora a própria vida para alcançar seus “direitos”? A sharia tornou-se um flagelo para a humanidade nos países onde impera, e parece estar abrindo caminho sem se deter diante do Ocidente.
Esse fenômeno só pode ser explicado no contexto do cenário dos “tempos finais”. É tempo do fim em qualquer área, inclusive na religiosa. Apostatar de Deus e de Sua Palavra são atitudes que têm aumentado constantemente. Isso torna as pessoas cada vez mais cegas diante dos perigos e enganos religiosos.
Lemos na Segunda Carta aos Tessalonicenses: “É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça” (2 Ts 2.11-12). É justamente o mundo ocidental que está se despindo de seu manto “cristão” e se despojando de tudo o que lembra o cristianismo ou que se aproxime das verdades bíblicas. Mas, ao fazer isso, parece não perceber que está passando a usar uma camisa-de-força imposta por outras influências. Onde Jesus Cristo e Sua Palavra são colocados de lado, idéias brutais e cruéis, estranhas e erradas passam a ocupar seu lugar. Não é de admirar que Deus entregue uma nação à ditadura de poderes ou ideologias injustas quando esta pisa Seu amor com os pés. Onde existe prazer com a injustiça ela rapidamente se instala e assume o comando. “Povos todos, escutai isto; dai ouvidos, moradores todos da terra” (Sl 49.1). (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)
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Revista Vigiai e Orai


