sexta-feira, 6 de maio de 2011

BISPO ROBERTO TORRECILHAS APOIA A MARCHA CONTRA A APROVAÇÃO DA LEI DA MORDAÇA E CONTRA A PL 122/06


Como um país democrático deveria encarar um ato contra direitos para negros? Guarde a resposta para o seguinte fato: o pastor Silas Malafaia organiza uma marcha na frente do Congresso Nacional para criticar o projeto de lei que criminaliza a homofobia (PL 122/06).
A data da manifestação é emblemática: quarta-feira 29 de junho, imediatamente após o Dia Internacional do Orgulho LGBT. A razão, de acordo com Malafaia, é “protestar contra uma lei que é inconstitucional e contra a família”.
Em seu programa de tevê, transmitido em diversas emissoras, o religioso incentiva  “os que defendem a família” a pedir folga ou trabalhar até o meio-dia de forma a integrar a marcha, marcada para as 15h.
A proposta é ele se reunir com parlamentares enquanto pessoas protestam fora do Congresso Nacional contra a proposta de lei. Enfim, qualquer semelhança com atos da Idade Média, com a Inquisição não é mera coincidência!


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Marcelo Aguiar quer ouvir Ecad sobre denúncias

O deputado federal Marcelo Aguiar (PSC-SP) ficou apreensivo diante de denúncias publicadas no jornal O Globo, nos últimos dias, a respeito de irregularidades no sistema de arrecadação e distribuição dos direitos autorais no Brasil. Membro da Comissão de Ciência, Tecnologia e Comunicação da Câmara dos Deputados, Marcelo apresentou requerimento para convocar o diretor presidente da Associação Brasileira de Música e Arte (Abramus), Roberto Correa de Mello, e a superintendente do Escritorio Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), Gloria Braga, para prestar esclarecimentos à Comissão sobre as denúncias.

Instituição privada sem fins lucrativos criada durante a ditadura militar, o Ecad reúne diferentes associações de músicos, algumas presididas por artistas como Dorival Caymmi e Fernando Brant. Seu papel é cobrar, arrecadar e, por fim, distribuir. Nos últimos anos o Ecad avançou muito e a arrecadação avança no mesmo ritmo, foram R$ 439 milhões somente em 2010. Algo em torno de 2,3 milhões de músicas estão no cadastro da instituição e mais de 340 mil artistas estão cadastrados na entidade.

A instituição enfrenta críticas constantes, de artistas que não se julgam representados pela entidade – cuja distribuição alcançaria só os "mais tocados" – e empresas que se acham exploradas pelo órgão.

Nos últimos dias a situação piorou. Denúncias feitas pelo jornal O Globo apontam irregularidades em casos como o de Milton Coitinho dos Santos, de Bagé (RS), e o de uma certa família Silva, de Belo Horizonte (MG), que receberiam por músicas que não compuseram, têm causado certa perplexidade. Coitinho, um suposto autor desconhecido, recebeu, por meio de fichas técnicas enviadas à União Brasileira dos Compositores (UBC), nos últimos dois anos, R$ 127,8 mil relativos a direitos autorais de 24 trilhas sonoras de cinema. O Ecad já afirmou que não haverá qualquer prejuízo aos verdadeiros autores.

Outra reportagem demonstra, em trocas de e-mails, relação de proximidade entre diretores de associações que compõem o Ecad com a atual gestão do Ministério da Cultura. Os dois lados vêm negando essa proximidade, mas, nos e-mails publicados na reportagem do jornal O Globo, diretores das Associações que compõem o Ecad usam termos como "nossa amiga" e "novo momento político" quando se referem à atual gestão do Ministério da Cultura (MinC).

A série de nove e-mails mostra como a mudança de governo foi encarada com otimismo pelos dirigentes do Ecad. É histórico o posicionamento contrário do Ecad às intenções dos ex-ministros Gilberto Gil e Juca Ferreira de alterar a Lei do Direito Autoral.

Um dos pontos mais polêmicos do projeto de reforma trata justamente da criação de um órgão fiscalizador do Ecad. Ao assumir a pasta, Ana de Hollanda, disse que não via possibilidade de criar o órgão porque não via como subordinar uma entidade de classe ao Poder Executivo. Os e-mails, além de revelar a suposta vontade do MinC de ter “uma interlocução mais próxima” com o Ecad, trazem acusações a diretores de associações que repartiriam honorários de advogados.

As denúncias fizeram o MinC se posicionar em relação à entidade. Agora já se fala em supervisão, mas não em fiscalização. Em nota enviada aos jornais, o Ministério afirmou que, “desde sempre, apontou a possibilidade da existência de falhas na gestão coletiva e a necessidade de supervisão do Ecad pelo Estado”. A nota repudia, ainda, quaisquer insinuações de que seus integrantes atendam a interesses ilegítimos ou ilegais. Mas a troca de mensagens preocupa os parlamentares.

"Na audiência proposta queremos ouvir, então, de Roberto Correa de Melo e da senhora Glória Braga, informações sobre a arrecadação que vem sendo feita pelo Ecad, como têm sido feitos os cadastros, qual é o destino dos valores retidos nos últimos anos e como será feita a fiscalização e punição dos casos descobertos", explicou Marcelo Aguiar.

Os parlamentares também querem informações sobre a suposta proximidade da instituição com o comando da pasta de Cultura e sobre a reforma da Lei do Direito Autoral.

Futuramente, poderá existir a necessidade desta Comissão ouvir os envolvidos na troca de e-mails: José Antonio Perdomo, diretor superintendente da União Brasileira dos Compositores (UBC), Jorge Costa (diretor administrativo e financeiro da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais, a Socinpro), Marcus Vinicius de Andrade (presidente da Associação de Músicos Arranjadores e Regentes, a Amar), Fernando Brant (presidente da UBC), Ronaldo Bastos (diretor de comunicação da UBC), Sandra de Sá (diretora vogal da UBC) e Danilo Caymmi (diretor da Abramus).

Além dos esclarecimentos acerca das denúncias que, por si só, já justificam a necessidade de audiência pública para debater o problema, outras dúvidas preocupam os deputados. Uma delas diz respeito à taxa que o Ecad quer cobrar das rádios comunitárias e educativas. As entidades tentam comprovar que a referida taxa não é devida porque elas não têm como finalidade o lucro. O Ecad afirma que decisões judiciais garantem a cobrança da taxa com base na Lei nº 9.610/98, em seu artigo 68, que dispõe sobre a necessidade do pagamento de direitos autorais nas execuções públicas de obras musicais independentemente de obtenção de lucro, direto ou indireto, pelo executor.

Para o Ecad, a “Lei do Direito Autoral vigente no Brasil assegura que somente os autores tem o direito de utilizar, fruir e dispor de sua obra, bem como autorizar a sua utilização por terceiros. Ao utilizar músicas sem a prévia autorização, as rádios comunitárias infringem a lei”.

Por conta da divergência, os parlamentares desta Comissão pretendem, com a audiência pública requerida, obter mais informações sobre esta taxa e sobre a situação das rádios comunitárias e educativas.​

"A despeito das evidências apontadas e dos esforços que diversas casas legislativas empreenderam na elucidação de problemas e irregularidades no sistema de arrecadação e distribuição de direitos autorais, o que se verifica é a manutenção de uma insatisfação geral da classe artística", lembra o parlamentar. Na Câmara dos Deputados a CPI do Ecad, em 1995, e outras duas CPI´s, uma na Assembléia Legislativa do Mato grosso do Sul e outra na Assembléia de São Paulo, tentaram investigar o problema, mas suas conclusões foram desconsideradas pela entidade.

O requerimento foi protocolado na Comissão e deve ser votado nos próximos dias, mas já conta com a assinatura de parlamentares como Pastor Eurico, Silas Câmara, Júlio Campos e Sandro Alex.
Alessandra Flach
Assessoria de Imprensa

Marcelo Aguiar quer ouvir Ecad sobre denúncias

O deputado federal Marcelo Aguiar (PSC-SP) ficou apreensivo diante de denúncias publicadas no jornal O Globo, nos últimos dias, a respeito de irregularidades no sistema de arrecadação e distribuição dos direitos autorais no Brasil. Membro da Comissão de Ciência, Tecnologia e Comunicação da Câmara dos Deputados, Marcelo apresentou requerimento para convocar o diretor presidente da Associação Brasileira de Música e Arte (Abramus), Roberto Correa de Mello, e a superintendente do Escritorio Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), Gloria Braga, para prestar esclarecimentos à Comissão sobre as denúncias.

Instituição privada sem fins lucrativos criada durante a ditadura militar, o Ecad reúne diferentes associações de músicos, algumas presididas por artistas como Dorival Caymmi e Fernando Brant. Seu papel é cobrar, arrecadar e, por fim, distribuir. Nos últimos anos o Ecad avançou muito e a arrecadação avança no mesmo ritmo, foram R$ 439 milhões somente em 2010. Algo em torno de 2,3 milhões de músicas estão no cadastro da instituição e mais de 340 mil artistas estão cadastrados na entidade.

A instituição enfrenta críticas constantes, de artistas que não se julgam representados pela entidade – cuja distribuição alcançaria só os "mais tocados" – e empresas que se acham exploradas pelo órgão.

Nos últimos dias a situação piorou. Denúncias feitas pelo jornal O Globo apontam irregularidades em casos como o de Milton Coitinho dos Santos, de Bagé (RS), e o de uma certa família Silva, de Belo Horizonte (MG), que receberiam por músicas que não compuseram, têm causado certa perplexidade. Coitinho, um suposto autor desconhecido, recebeu, por meio de fichas técnicas enviadas à União Brasileira dos Compositores (UBC), nos últimos dois anos, R$ 127,8 mil relativos a direitos autorais de 24 trilhas sonoras de cinema. O Ecad já afirmou que não haverá qualquer prejuízo aos verdadeiros autores.

Outra reportagem demonstra, em trocas de e-mails, relação de proximidade entre diretores de associações que compõem o Ecad com a atual gestão do Ministério da Cultura. Os dois lados vêm negando essa proximidade, mas, nos e-mails publicados na reportagem do jornal O Globo, diretores das Associações que compõem o Ecad usam termos como "nossa amiga" e "novo momento político" quando se referem à atual gestão do Ministério da Cultura (MinC).

A série de nove e-mails mostra como a mudança de governo foi encarada com otimismo pelos dirigentes do Ecad. É histórico o posicionamento contrário do Ecad às intenções dos ex-ministros Gilberto Gil e Juca Ferreira de alterar a Lei do Direito Autoral.

Um dos pontos mais polêmicos do projeto de reforma trata justamente da criação de um órgão fiscalizador do Ecad. Ao assumir a pasta, Ana de Hollanda, disse que não via possibilidade de criar o órgão porque não via como subordinar uma entidade de classe ao Poder Executivo. Os e-mails, além de revelar a suposta vontade do MinC de ter “uma interlocução mais próxima” com o Ecad, trazem acusações a diretores de associações que repartiriam honorários de advogados.

As denúncias fizeram o MinC se posicionar em relação à entidade. Agora já se fala em supervisão, mas não em fiscalização. Em nota enviada aos jornais, o Ministério afirmou que, “desde sempre, apontou a possibilidade da existência de falhas na gestão coletiva e a necessidade de supervisão do Ecad pelo Estado”. A nota repudia, ainda, quaisquer insinuações de que seus integrantes atendam a interesses ilegítimos ou ilegais. Mas a troca de mensagens preocupa os parlamentares.

"Na audiência proposta queremos ouvir, então, de Roberto Correa de Melo e da senhora Glória Braga, informações sobre a arrecadação que vem sendo feita pelo Ecad, como têm sido feitos os cadastros, qual é o destino dos valores retidos nos últimos anos e como será feita a fiscalização e punição dos casos descobertos", explicou Marcelo Aguiar.

Os parlamentares também querem informações sobre a suposta proximidade da instituição com o comando da pasta de Cultura e sobre a reforma da Lei do Direito Autoral.

Futuramente, poderá existir a necessidade desta Comissão ouvir os envolvidos na troca de e-mails: José Antonio Perdomo, diretor superintendente da União Brasileira dos Compositores (UBC), Jorge Costa (diretor administrativo e financeiro da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais, a Socinpro), Marcus Vinicius de Andrade (presidente da Associação de Músicos Arranjadores e Regentes, a Amar), Fernando Brant (presidente da UBC), Ronaldo Bastos (diretor de comunicação da UBC), Sandra de Sá (diretora vogal da UBC) e Danilo Caymmi (diretor da Abramus).

Além dos esclarecimentos acerca das denúncias que, por si só, já justificam a necessidade de audiência pública para debater o problema, outras dúvidas preocupam os deputados. Uma delas diz respeito à taxa que o Ecad quer cobrar das rádios comunitárias e educativas. As entidades tentam comprovar que a referida taxa não é devida porque elas não têm como finalidade o lucro. O Ecad afirma que decisões judiciais garantem a cobrança da taxa com base na Lei nº 9.610/98, em seu artigo 68, que dispõe sobre a necessidade do pagamento de direitos autorais nas execuções públicas de obras musicais independentemente de obtenção de lucro, direto ou indireto, pelo executor.

Para o Ecad, a “Lei do Direito Autoral vigente no Brasil assegura que somente os autores tem o direito de utilizar, fruir e dispor de sua obra, bem como autorizar a sua utilização por terceiros. Ao utilizar músicas sem a prévia autorização, as rádios comunitárias infringem a lei”.

Por conta da divergência, os parlamentares desta Comissão pretendem, com a audiência pública requerida, obter mais informações sobre esta taxa e sobre a situação das rádios comunitárias e educativas.​

"A despeito das evidências apontadas e dos esforços que diversas casas legislativas empreenderam na elucidação de problemas e irregularidades no sistema de arrecadação e distribuição de direitos autorais, o que se verifica é a manutenção de uma insatisfação geral da classe artística", lembra o parlamentar. Na Câmara dos Deputados a CPI do Ecad, em 1995, e outras duas CPI´s, uma na Assembléia Legislativa do Mato grosso do Sul e outra na Assembléia de São Paulo, tentaram investigar o problema, mas suas conclusões foram desconsideradas pela entidade.

O requerimento foi protocolado na Comissão e deve ser votado nos próximos dias, mas já conta com a assinatura de parlamentares como Pastor Eurico, Silas Câmara, Júlio Campos e Sandro Alex.
Alessandra Flach
Assessoria de Imprensa

NÃO PODERIA FICAR SEM DAR UMAS BOAS RISADAS

este seria o vôo fretado do Palmeiras depois da goleada. Foto 
montagem. 

MUITO BOA MESMO , KKKKKKKKKKKKKKK

em um momento de discontração .

Bispo Roberto.

Osama morreu, e daí?


Fico espantado com o enfoque dado a certos temas na atualidade, hoje acordei, ligeui a TV, e qual era o assunto?, a morte de Osama, mudei para a Record News, qual o assunto?, a morte de Osama, apertei o botão de meu controle remoto e fui conferir o que estava passando na CNN, qual assunto?, a morte de Osama. Os principais canais de notícias ao redor do mundo estavam falando do mesmo assunto

Mas o que muda com a morte de Osama?
O mundo ficou mais seguro?
As pessoas podem finalmente viverem em paz?
Os americanos podem descansar, porque afinal de contas Osama "o terorista morreu?
O que muda para o mundo?
Nada.
Nada muda, tendo em vista que o que esteve em jogo até então sempre foi e vai ser a reputação dos EUA.
Bin Laden foi um líder com capacidade de inferir nos seus liderados um sentimento de distorcido, maquiavélico, frio e calculista no tocante ao resto do mundo (os não islâmicos)
Entretando, esse sentimento malígno, (malígno porque é bau para a humanidade, malígno porque não respeita a vida nem tampouco os valores inerentes à pessoa humana), não se deve atribuir ao  Bin Laden. Isso deve ser atribuído ao Islamismo, cujas ideologias (sem generalizar) não passam de um estágio de doença psico-degenerativa, posto que acreditam que matar lhes trará alguma vantagem numa outra dimensão ou estágio da vida.

Nada muda porque sua morte não aniquila a Al Qaeda.
O egípcio Ayman al-Zawahri, o número 2 da organização terrorista, há muito tem desempenhado um papel crucial como chefe de operações da Al Qaeda. E a Al Qaeda é mais uma rede de células frouxas e espalhadas do que uma organização bem estruturada.
Nada muda porque sua morte não aniquila as demais organizações terroristas.
A AQIM, a versão da Al Qaeda no Norte da África, é uma ameaça real em países como Mali e Mauritânia, mas matar Bin Laden provavelmente terá consequências negligenciáveis por lá.
Os terroristas da AQIM podem admirar Osama e se inspirar nele, mas eles também tem autonomia. Anwar al-Awlaki, o terrorista ligado à Al Qaeda no Iêmen, também não se sentirá intimidado pela morte de Bin Laden. A capacidade de Awlaki de orquestrar atos terroristas será muito mais afetada pelas convulsões políticas que ocorrem agora no Iêmen.


Nada muda porque sua morte não vai aniquilar a existência de um Islamismo distorcido, com ideias dontias, motivado por um sentimento egoísta e altamente egocêntrico, cujos ideiais não passam de um estágio do que há de mais patético monstruoso atualmente no mundo religioso.
O que fará os EUA com os outros "Osamas"? instalados ao redor do mundo, frutos do islamismo (não de Osama, este era apenas  um no meio de um todo), cujas ideias doentias continuam a ameçar  a integridade e o bem da humanidade?

Lamentavelmente meus amigos, NADA.


Fonte .

Al dajjal, o anticristo AL DAJJAL







Este governante único é uma pessoa com poder para criar o governo global ou para dirigi-lo, pois o governo já está sendo criado pelos governantes ocultos deste mundo.
Ele permanece oculto na Síria até o momento de se manifestar ao mundo, aguarda sua hora enquanto o mundo caminha para as suas mãos.
Ele é o centro de toda conspiração é para ele que os governantes ocultos criam o que está sendo criado em oculto, o feto do governo global.

Ele nasceu na Europa, Polônia, estudou nas ordens ocultas no Egito e na Turquia e agora está oculto na Síria esperando a hora de governar o planeta.
O mundo caminha para as suas mãos, eles acreditam que este reinado dele durará 1.000 anos. Ele tem o mesmo sonho de Hitler do Reich de 1.000 anos, mas as profecias indicam que durará apenas 7 anos e tudo acabará num banho de sangue onde a humanidade viverá seus piores dias e mais de 4 bilhões de pessoas será eliminado.
Será o maior desafio para nossa humanidade já sofrida por tantas guerras e tantos conflitos.


Dajjal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Masih ad-Dajjal (árabe: المسيح الدجال, literalmente "O Messias Impostor") é uma figura do mal na escatologia islâmica, onde será o impostor que irá se passar pelo Messias, antes do Dia da Ressurreição. Na linguagem ocidental, seria o anticristo da teologia cristã.
Dajjal é uma palavra árabe comum, utilizado no sentido de "falso profeta", mas al-Masih ad-Dajjal, com o artigo definido, refere-se ao "impostor", “enganador”.
O termo al-Masih ad-Dajjāl (árabe para "o falso messias") é uma tradução literal do termo Siríaco - Mšīḥā Daggālā, do vocabulário comum do Oriente Médio e adaptado em língua árabe 400 anos antes do Alcorão através da Peshitta, a Bíblia em aramaico, que usa esse termo em vez do grego “Anticristo” (αντί + Χριστός).
Dajjal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.






Portanto Dajjal não é um texto islâmico e sim algo que o Islã pegou do cristianismo primitivo árabe, Anticristo para eles era Dajjal, o Impostor.




Atualmente a Al Qaeda é usada para atingir os objetivos do Dajjal, semeando o terrorismo e com isso forçando o mundo a entrar numa nova ordem, onde o cidadão será monitorado 24 horas e a tecnologia eles já tem para isso, é o chip de controle global, o chip que será implantado na pele, o 666.


Uma grande desculpa que eles terão para quem não aceitar o 666 é que esta pessoa é um terrorista e por isso vão eliminar a pessoa da terra, vão torturar e matar esta pessoa. Por isso os governantes ocultos deixam a Al Qaeda se fortalecer no mundo, pois ela é a desculpa que eles querem para o controle total, o 666.


O crente que ficar no arrebatamento e não aceitar o chip será chamado de terrorista, perseguido e morto.Falando em crente não estou falando apenas em evangelico, mas do que crê nas palavras da santa biblia sobre APOCALIPSE, Besta, etc, falo de evangelicos, catolicos, judeus e arabes que acreditam que deve haver uma resistencia contra o Anticristo.

📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO

  📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO Origem Roberto Torrecilhas,...