PAQUISTãO (11º) - Em uma rara decisão do tribunal paquistanês da província de Punjab, na terça-feira (2 de agosto), um jovem cristão acusado de blasfêmia contra o Islã foi libertado sob fiança.
O Tribunal de Chichawatni concedeu fiança a Babar Masih, que sofre de distúrbios psiquiátricos que o fazem gritar e ter acessos de raiva de repente, sem saber o que está fazendo ou dizendo.
O autor da denúncia, Zeeshan Arshad, afirmou ao Relatório de Informações Primordiais (FIR) que Masih fez declarações alegadamente consideradas blasfêmias contra o Islã. A FIR afirma que Masih nunca teria a intenção de ferir os sentimentos religiosos do Islã ou de desrespeitar Arshad. Também disseram que nenhuma pessoa em sã consciência iria querer provocar a ira dos muçulmanos locais.
No dia em que Masih foi acusado (2 de maio), uma multidão de muçulmanos se reuniu em frente à casa dele, recusando-se a ouvir que Masih é uma pessoa com distúrbios mentais. Exigiram que ele lhes fosse entregue, para que pudessem matá-lo publicamente. A polícia, então, veio e o levou sob custódia.
No dia 2 de agosto, o tribunal estava cheio de muçulmanos extremistas e a tensão prevaleceu, segundo Niaz Aamer, um advogado do Centro de Lei e Justiça do Paquistão (CLJP), que está representando Masih nesse caso. Aamer ainda disse que o juiz lhe pediu para ler a sentença, mas silenciosamente, devido à situação delicada em que estavam envolvidos. Depois de ouvir os argumentos, o juiz concedeu a fiança.
Durante seu tempo na prisão, Masih foi atacado, disse Aamer. Em 26 de maio, quando Masih foi levado ao tribunal em uma van da polícia, um policial perguntou em voz alta quem era o acusado de blasfêmia. Assim que Masih foi identificado, um homem de barba que estava entre os acusados o agrediu e tentou enforcá-lo com a corrente de sua algema, até que o policial interveio.
“Babar Masih, que é doente mental, foi acusado de blasfêmia em 2 de maio de 2011 e só foi liberado sob fiança depois de três meses. Enquanto isso, existem centenas de cristãos nas prisões há anos por acusações semelhantes”, disse Aamer.
Os cristãos representam apenas 2,45% da população do Paquistão, que tem mais de 95% de muçulmanos, de acordo com dados da Operation World.
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
AS RUINAS POLÍTICAS E A TRISTE POLITICAGEM DO VEXAME CRISTÃO
Mensalões, CPIs, acariações...mentiras, “semi-verdades”, “meias verdades”...verdades que parecem mentiras e mentiras que transvertem-se de verdades. Cuecas cheias de dinheiro e malas recheadas de cédulas de alto valor que cruzam o Brasil e não apenas refletem o crítico e delicado momento que vive o Brasil, mas também envolvem o nome de Deus, ironizam a fé e satirizam uma das maiores ordenanças bíblicas : a do dízimo.
É impressionante...de uma hora para outra deixamos de viver em um país com crescente criação de postos de trabalho, melhorias na área de infra-estrutura, educação, saúde, habitação. Deixamos de viver um momento de otimismo, estabilidade econômica e financeira. Perdemos a expressão maior de um governo que veio das massas e pelo menos em tese buscava o bem estar da população. Passamos,então, a assistir boquiabertos a escândalos sucessivos, até então incalculáveis, impraticáveis, intermináveis...inacreditáveis!...basta ligar a tv, ouvir rádio, ler jornais, revistas, sentar em uma roda de conversa...tudo, hoje, no Brasil gira em torno da corrupção que ronda a presidência da república.
E, o problema não poderia ser pior. Após atormentar a moral e descredibilizar a equipe que governa o país, os escandalosos desvios de dinheiro acabou por envolver o povo evangélico. A situação vexatória começou quando volumosos R$10 milhões foram encontrados em posse de um deputado paulista. Ele tentava transportar o “troco” através de malas que seriam embarcadas de Brasília, atual capital dos mensalões, das chantagens e do lodo que se tornou a política nacional.
Mas, o vexame veio em seguida, com a explicação dada por ele sobre a origem de tanto dinheiro, sendo transportado como roupa. “O dinheiro tem origem e destino. É dízimo de oferta de membros da Igreja...Preferi levar eu mesmo o dinheiro. Não como parlamentar, mas como cidadão e bispo". Bastaram estas frases para pelo menos oito em cada dez âncoras de telejornais brasileiros debaterem, questionarem e, em alguns casos, até apedrejarem, a ordenança da entrega voluntária de parte dos rendimentos que ganhamos.
Programas de auditório passaram a colocar o “dízimo” na mesa redonda, com debatedores especialistas em assuntos como culinária e política internacional, mas sem nenhuma intimidade com a palavra de Deus. Então, o que inicialmente não passava de uma explicação descabida, ganhou proporções midiáticas sem precedentes e tudo de forma muito negativa para a moral do povo cristão. Afinal, por um, infelizmente, como sempre continuam pagando todos...é a lei do mundo!...
Com o aparecimento de sucessivos outros vexames envolvendo líderes, presidentes de bancadas, com a participação de prostitutas e cafetões, assessoras gastadoras do dinheiro público e todo tipo de manobra para a captação de recursos ilícitos que financiam de campanhas a orgias, o “cuecão do bispão” como alguns periódicos se referiram foi esquecido, bem como a idéia de que nossas contribuições bancam mordomias pastorais...mas até quando?...pois é isto nos faz lembrar do “No mundo tereis aflições”...E em tempos de apedrejamentos morais, de éticas decadentes e de caráteres questionáveis, a saída é firmarmos mais nossa fé e confiança no : ”Mas, tende bom ânimo, eu venci o mundo”.
“Você um dia imaginou a política brasileira envolvida em tatos escândalos? Porque você acha que chegamos a este ponto? E sobre o dízimo, porque você acha que ele é tão banalizado e criticado nos dias de hoje? Você realmente acredita que o dinheiro transportado pelo deputado vinha da contribuição salarial mensal de fiéis?”
VINHO NOVO (Jo 2:1-11)
Deus sempre deixa o melhor para o final. Nas bodas de Cana da Galiléia, Jesus operou seu primeiro milagre; e isso tem muito a nos dizer:
1. Era uma festa de casamento e, como em toda festa de casamento, não podia faltar o noivo, a noiva, os pais dos noivos, as testemunhas, enfim, os convidados - Jesus era um dos convidados. Também não podia faltar o que, popularmente, chamamos de comes e bebes. Tudo estava muito bem, por isso é que Jesus era apenas um convidado. Você pode perceber isso na vida de muitas pessoas: quando tudo está indo muito bem, Jesus é apenas mais um entre tantos a se lembrar.
Seria bom se cada um de nós fizéssemos uma análise em nossas vidas para nos certificarmos de que Jesus é convidado e está presente em cada área. Pense no seu casamento, negócios, vida social, vida espiritual, etc. Como podemos observar em Jo 2:3, havia acabado o vinho da festa; e isto significava que havia acabado a alegria, já que o vinho é o símbolo da alegria. Talvez, na sua vida, ou em alguma área da sua vida, tenha acabado o vinho, ou seja, a alegria. Se isto aconteceu, não se desespere, pois é no momento que o vinho acaba que Jesus deixa de ser um convidado e passa a ser o convidado especial ou até mais do que um convidado. Ele passa a ser o motivo da festa.
Quando Maria, a mãe de Jesus, disse para o Senhor que o vinho havia acabado, Ele simplesmente ignorou. Isso aconteceu porque o Senhor sabia que todos iriam tentar outras maneiras de resolver o problema. É bom notar que, ilustrativamente, Jesus espera não apenas ser convidado a estar presente, mas convidado a fazer a diferença.
Muitos estão achando que já fizeram tudo o que podiam quando convidaram o Senhor a entrar em sua vida, mas isso não é tudo. Jesus respeita a liberdade do homem, Ele está esperando a Sua vez de agir.
Imaginemos, agora, uma mesa posta contendo o melhor vinho já visto, um vinho feito pelas mãos do Senhor, e eu gostaria que você visualizasse esta cena que passo a expressar:
1. Há, ao lado da mesa, pessoas que já estão embriagadas com o velho vinho, e por isso não perceberam que o melhor vinho era servido por último (Deus sempre deixa o melhor para o final).
2. Há, também, um grupo que já tinha ido embora, pois pensavam que não haveria mais alegria naquela festa. Quantas pessoas já foram embora de nossas Igrejas, pensando que já não havia mais graça? Elas se esqueceram que o Senhor continuava presente e pode derramar graça sobre todos.
3. Há, ainda, um grupo de pessoas que, de terem bebido o vinho velho, puderam perceber que o último vinho era o melhor; e este é o grupo dos sóbrios e equilibrados.
Quero crer que estou falando com pessoas deste grupo, pessoas que não se precipitam, mas esperam a hora em que o Senhor entra em ação para mudar a situação. Este é o grupo mais feliz e abençoado. Lembrando que o Senhor sempre deixa o melhor para o final e que este grupo sempre experimenta o melhor de Deus.
O final é agora, pois o amanhã não nos pertence saber. Deus está nos convidando a viver em intensidade cada momento de nossas vidas. Nós ocupamos:
- o lugar do esposo quando reunimos pessoas para verem o milagre de Jesus;
- o lugar dos apressados quando vamos embora e não ficamos sabendo do final;
- o lugar dos embriagados quando não percebemos que Deus está agindo em nosso meio; e
- o lugar do mestre-sala quando equilibradamente sentimos as diferentes formas de Deus agir em nosso meio.
Hoje queremos que todos se sintam como o mestre-sala, e vivam este momento saboreando o melhor do Senhor. Na festa da Igreja Jesus Cristo é o noivo e o nosso noivo vai derramar o melhor vinho jamais bebido pelos homens. Recebamos a presença majestosa do Senhor em nosso meio.
1. Era uma festa de casamento e, como em toda festa de casamento, não podia faltar o noivo, a noiva, os pais dos noivos, as testemunhas, enfim, os convidados - Jesus era um dos convidados. Também não podia faltar o que, popularmente, chamamos de comes e bebes. Tudo estava muito bem, por isso é que Jesus era apenas um convidado. Você pode perceber isso na vida de muitas pessoas: quando tudo está indo muito bem, Jesus é apenas mais um entre tantos a se lembrar.
Seria bom se cada um de nós fizéssemos uma análise em nossas vidas para nos certificarmos de que Jesus é convidado e está presente em cada área. Pense no seu casamento, negócios, vida social, vida espiritual, etc. Como podemos observar em Jo 2:3, havia acabado o vinho da festa; e isto significava que havia acabado a alegria, já que o vinho é o símbolo da alegria. Talvez, na sua vida, ou em alguma área da sua vida, tenha acabado o vinho, ou seja, a alegria. Se isto aconteceu, não se desespere, pois é no momento que o vinho acaba que Jesus deixa de ser um convidado e passa a ser o convidado especial ou até mais do que um convidado. Ele passa a ser o motivo da festa.
Quando Maria, a mãe de Jesus, disse para o Senhor que o vinho havia acabado, Ele simplesmente ignorou. Isso aconteceu porque o Senhor sabia que todos iriam tentar outras maneiras de resolver o problema. É bom notar que, ilustrativamente, Jesus espera não apenas ser convidado a estar presente, mas convidado a fazer a diferença.
Muitos estão achando que já fizeram tudo o que podiam quando convidaram o Senhor a entrar em sua vida, mas isso não é tudo. Jesus respeita a liberdade do homem, Ele está esperando a Sua vez de agir.
Imaginemos, agora, uma mesa posta contendo o melhor vinho já visto, um vinho feito pelas mãos do Senhor, e eu gostaria que você visualizasse esta cena que passo a expressar:
1. Há, ao lado da mesa, pessoas que já estão embriagadas com o velho vinho, e por isso não perceberam que o melhor vinho era servido por último (Deus sempre deixa o melhor para o final).
2. Há, também, um grupo que já tinha ido embora, pois pensavam que não haveria mais alegria naquela festa. Quantas pessoas já foram embora de nossas Igrejas, pensando que já não havia mais graça? Elas se esqueceram que o Senhor continuava presente e pode derramar graça sobre todos.
3. Há, ainda, um grupo de pessoas que, de terem bebido o vinho velho, puderam perceber que o último vinho era o melhor; e este é o grupo dos sóbrios e equilibrados.
Quero crer que estou falando com pessoas deste grupo, pessoas que não se precipitam, mas esperam a hora em que o Senhor entra em ação para mudar a situação. Este é o grupo mais feliz e abençoado. Lembrando que o Senhor sempre deixa o melhor para o final e que este grupo sempre experimenta o melhor de Deus.
O final é agora, pois o amanhã não nos pertence saber. Deus está nos convidando a viver em intensidade cada momento de nossas vidas. Nós ocupamos:
- o lugar do esposo quando reunimos pessoas para verem o milagre de Jesus;
- o lugar dos apressados quando vamos embora e não ficamos sabendo do final;
- o lugar dos embriagados quando não percebemos que Deus está agindo em nosso meio; e
- o lugar do mestre-sala quando equilibradamente sentimos as diferentes formas de Deus agir em nosso meio.
Hoje queremos que todos se sintam como o mestre-sala, e vivam este momento saboreando o melhor do Senhor. Na festa da Igreja Jesus Cristo é o noivo e o nosso noivo vai derramar o melhor vinho jamais bebido pelos homens. Recebamos a presença majestosa do Senhor em nosso meio.
SBT diz não, Band fecha e Malafaia saí
Depois de ouvir mais um não do SBT, o apóstolo Valdomiro Santiago fechou um contrato com a Band pelo qual pagará o dobro do valor que vinha sendo pago pelo pastor Silas Malafaia para transmitir o programa Espaço Vida Vitoriosa.Com isso a emissora paulista passará a transmitir, de domingo a domingo, das 2 às 6h45min os cultos da Igreja Mundial do Poder de Deus.
O apóstolo vinha negociando com o SBT, mas a emissora negava-se a lhe vender as sextas, sábados e domingos.
Por isso ele preferiu ir para a Band
Fonte: Gospel Prime e coluna Zapeando.
Entre pastores e tosquiadores
"Precisamos de pastores comprometidos em conduzir seus seguidores à imagem de Cristo."
Alguns dos personagens principais do Novo Testamento são aqueles chamados de pastores ou presbíteros. A eles cabia a responsabilidade de cuidar, orientar e capacitar o rebanho de Deus. No processo de formação espiritual de homens e mulheres comprometidos com o discipulado de Jesus Cristo, eles funcionavam mesmo como pais espirituais, zelando pelo desenvolvimento saudável dos crentes. Neste sentido, é interessante lembrar que, na tradição católica romana, o responsável pela comunidade é chamado de padre, ou seja, “pai”. O termo pressupõe maturidade emocional e espiritual condizente ao fato de estes religiosos terem, sob seus cuidados, filhos e filhas. Além disso, espera-se de um bom e verdadeiro pai amor altruísta, capaz até mesmo de sacrificar-se para prover o necessário ao desenvolvimento dos que estão sob sua responsabilidade.
Tamanha era a importância dos pastores no processo de formação espiritual na Antiguidade que o autor do livro dos Hebreus escreve em tom imperativo: “Obedecei aos vossos guias, e sede submissos para com eles; pois velam por vossas almas” (Hebreus 13.17). Tal exortação, juntamente com outros textos das Escrituras, deixa claro que, no processo de formação espiritual, é fundamental haver pastores comprometidos em conduzir seus seguidores à imagem de Cristo. Numa cultura superficial como a nossa, essa relação de submissão à orientação e ao cuidado de outros tornou-se muito rara. O caráter individualista de nossa fé não nos permite sermos guiados por ninguém, e o perfil consumista de nossa cultura faz de cada crente um cliente, que determina o que deseja e como o quer. Assim, a formação espiritual se torna cada dia menos viável em nossas comunidades.
Por outro lado, não são apenas as chamadas ovelhas que mudaram ao longo dos últimos séculos. Aqueles que se intitulam de pastores também não deixaram por menos. Em meio às pressões pelo sucesso e pela prosperidade – próprias dessa mesma sociedade ocidental capitalista –, a figura do pastor ganhou traços de oportunismo, ganância, manipulação, ostentação e abuso de poder. Não é difícil encontrarmos pastores nos púlpitos, nas rádios e nas emissoras de TV gastando mais tempo falando de suas realizações pessoais e das instituições que dirigem do que da centralidade da obra de Jesus na vida cristã. Isso, quando tais espaços não são destinados inteiramente ao comércio de produtos e serviços que carregam a marca do ministério do líder. Sim, os pastores do século 21 têm usado seu poder de influência para induzir as pessoas a fazer aquilo que lhes beneficia.
Os profetas bíblicos Jeremias e Ezequiel falaram da ira de Deus contra aqueles que transformaram o rebanho em fonte do próprio alimento. Aqueles que deveriam ser pastores haviam se transformado em tosquiadores, vivendo da lã produzida pelas ovelhas. A consequência disso está relatada nas Escrituras: “Meu povo tem sido ovelhas perdidas; seus pastores as desencaminharam e as fizeram perambular pelos montes. Elas vaguearam por montanhas e colinas e se esqueceram de seu próprio curral” (Jeremias 50.6); e “As minhas ovelhas vaguearam por todos os montes e por todas as altas colinas. Foram dispersas por toda a terra, e ninguém se preocupou com elas, nem as procurou” (Ezequiel 34.6).
A cada dia aumenta o número daqueles que, vítimas de abusos ou tomados por decepções, deixam suas igrejas e se tornam como ovelhas perdidas que vivem perambulando de grupo em grupo. Elas vagueiam longe de um contexto comunitário, sem receber o devido cuidado pastoral – e, de tão machucadas pelos líderes, fecham seus corações para o pastoreio. E, se há gente que diante disso recusa qualquer orientação, na outra ponta temos líderes que justificam tal atitude, agindo como predadores do rebanho pelo qual deveriam zelar. Qual o caminho a tomar? Pode existir esperança?
Aqueles que realmente estão empenhados com a formação espiritual consistente – aquela que conduz homens e mulheres à imagem de Cristo – precisam se empenhar na restauração desta relação. Os crentes precisam avaliar com maior profundidade as motivações que os levam a romper tão facilmente com as comunidades locais e a resistir tão intensamente ao processo de se deixarem guiar por pastores.
Finalmente, precisamos de pastores. Precisamos orar pedindo a Deus que levante homens e mulheres realmente comprometidos com o cuidado, orientação e capacitação de seu povo. Paralelamente, aqueles que remam contra a maré, insistindo em simplesmente serem pastores, precisam ser valorizados e encorajados diante da sociedade que os pressiona, demandando que se transformem em provedores espirituais dos sonhos de consumo de suas ovelhas – ou mais apropriado seria dizer clientes?
via Gritos de Alerta
Pastor evangélico agride mulher em casa - Homem foi preso hoje; casal tem 4 filhos sob custódia de parentes
Um pastor evangélico, 31 anos, agrediu a esposa, 36 anos, com socos , dentro do apartamento do casal, localizado na avenida João Pessoa, bairro Bom Jesus, região central de Uberlândia. A mulher chamou a Polícia Militar e o homem foi preso, enquadrado na lei Maria da Penha.
Segundo informações dos policiais que atenderam a ocorrência, uma discussão entre eles levou o pastor a perder a cabeça e agredir a mulher com murros na cabeça, no estômago e na boca dela, onde houve um pequeno corte. O casal tem quatro filhos sob custódia de parentes.
O pastor não quis dar declarações à reportagem do CORREIO de Uberlândia, mas disse que nunca havia sido preso antes. O delegado de plantão arbitrou fiança de R$ 1 mil para liberá-lo.
Segundo informações dos policiais que atenderam a ocorrência, uma discussão entre eles levou o pastor a perder a cabeça e agredir a mulher com murros na cabeça, no estômago e na boca dela, onde houve um pequeno corte. O casal tem quatro filhos sob custódia de parentes.
O pastor não quis dar declarações à reportagem do CORREIO de Uberlândia, mas disse que nunca havia sido preso antes. O delegado de plantão arbitrou fiança de R$ 1 mil para liberá-lo.
SINAIS DO FINAL DOS TEMPOS - Gays cheios de Espírito Santo - SERIA POSSIVEL O SANTO E O PROFANO JUNTOS ?
VEJA ESSA MATÉRIA POSTADA NA INTERNET .
Vestido de forma sóbria, um grupo de homossexuais vai participar da 4ª Parada da Diversidade de Bauru sem carregar os tradicionais adereços coloridos. Nas mãos, estarão panfletos religiosos que têm o objetivo de evangelizar os participantes do evento.
Eles formam a primeira comunidade religiosa gay da cidade. Organizam o que pode se transformar numa inovadora igreja aberta aos homens e mulheres homoafetivos, hoje discriminados por católicos e evangélicos conservadores. “Não acreditamos que o homossexualismo seja pecado e afirmamos que a ‘Bíblia’ não o condena”, afirma o Missionário Junior, um dos líderes do grupo. “A presença dos gays é o próximo paradigma a ser quebrado.”Ex-seminarista, Junior, 27 anos, tem uma história de 15 anos dedicados à Igreja Católica. A religiosidade foi despertada justamente porque, na adolescência, numa época em que confundia sua sexualidade com uma doença, chegou a acreditar que poderia ser “curado” na igreja. Depois, percebeu que não era nada disso. E descobriu a teologia inclusiva, um segmento em crescimento no mundo todo.
Agora, o missionário juntou seu projeto Presença de Deus à comunidade Deus é Mais, criada a partir de conversas entre amigos religiosos e gays. Eles se sentiam excluídos nas igrejas que frequentavam e começaram a se reunir para orar. Evangélico desde os 11 anos, Alexandre, 36, é o fundador da comunidade, ao lado do namorado, Renato, 22.
Frequentador de igrejas evangélicas tradicionais, Alexandre já sofreu bastante por se sentir pressionado a esconder sua condição. Quando estavam perto de descobrir que era gay, não voltava mais aos cultos e reuniões. “Sempre fui meio quiabo”, brinca, sobre essa fase. Na comunidade que criou, a liberdade de expressão é a maior conquista.
As reuniões são realizadas numa antiga loja, ainda a portas fechadas. Os interessados em frequentá-las precisam antes entrar em contato com os organizadores. A futura igreja deverá seguir os princípios pentecostais – crença na presença do Espírito Santo por meio de dons como o da cura, visões e línguas.
Alguns heterossexuais também frequentam o grupo, que tem a intenção de promover a restauração de vidas e prega relacionamentos sérios, distantes da promiscuidade, das bebidas e das drogas.
Por saber que Deus fez homem e mulher , todo esse movimento vai contra a palavra de Deus e contra o próprio Deus.
VIA Gritos de Alerta.
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