![]() Saudações em Cristo Hoje é o primeiro dia da Campanha dos 40 dias de Jejum e Oração. No dia 9, durante a semana de aniversário da AMME, fizemos o lançamento interno da campanha. A partir de hoje, nossos missionários estão orando junto com mais de 330.000 crentes de todo o Brasil, para que a Igreja Brasileira seja a Igreja que Cristo quer. Se você ainda não se inscreveu, faça isso agora. Veja www.jejum40dias.com.br Quero agradecer a todos os irmãos que compartiram da nossa alegria com os onze anos da fundação da AMME Evangelizar. Oramos por um grande número de pessoas que enviaram seus pedidos e também oraram por nós, ofertaram e enviaram suas felicitações que muito nos edificaram. Agora a festa continua, rumo aos 100 milhões. Todas as semanas chegam mais relatórios e ficamos cada vez mais perto desse grande marco para a evangelização do Brasil. Logo teremos novidades. O presente que oferecemos pelo aniversário da AMME teve um grande sucesso. Foram feitos 986 dowloads do manifesto "Eu vos enviei para colher" em menos de uma semana e hoveram muitos comentários, sempre positivos, da importância e qualidade do conteúdo. O presente continua disponível: Veja aqui. Da festa, há dois relatórios interessantes para você. O primeiro é o relatório do debate da terça feira (9): "O futuro da Igreja". É interessante notar que hoje mesmo a Folha de São Paulo publicou informações que corroboram o que os missionários discutiram naquele dia: Veja aqui. O segundo relatório, "Ele disse..." é um resumo de várias mensagens bíblicas da Semana da AMME, especialmente da quarta feira (10). Vão edificar você: Veja aqui. Na caríssima graça salvadora, José Bernardo Salva Vidas eAMME Evangelizar |
![]() AMME Evangelizar existe para ajudar as igrejas evangélicas brasileiras a cumprir sua missão bíblica de evangelizar todo mundo: motivando, treinando, suprindo e apoiando. A AMME ajuda cerca de quatro mil igrejas a alcançar 10 milhões de pessoas por ano em média. O sustento desse trabalho é provido pelos Ceifeiros, crentes que investem tempo na intercessão, recursos no sustento e talento no trabalho voluntário. Se você quer se tornar um ceifeiro visite o portal da evangelização em www.evangelizabrasil.com. |
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
AMME EVANGELIZAR - BENÇÃO DE DEUS SOBRE AS NAÇÕES
O Corintiano , Pastor Samuel Ferreira é influente no Twitter
Pastor Samuel Ferreira é a 20ª personalidade brasileira mais influente no Twitter
Ele não tem a fortuna do Eike Batista; não tem programa diário na Globo como Tiago Leifert; não é nenhum portal de notícias como G1 ou R7; não é nenhuma celebridade como o cantor Fiuk ou o humorista Marco Luque; apenas para citar alguns que estão à sua frente no tweetrank como a personalidade brasileira mais influente. O pastor Samuel Ferreira aparece no ranking do microblog em vigésimo lugar e detalhe: está na rede há pouco mais de três meses!
Adepto das novas tecnologias como forma de estar próximo das pessoas, o pastor Samuel Ferreira se vale do Twitter para postar mensagens bíblicas, responder perguntas, mandar recados e até reproduzir informações de interesse geral. O presidente da Assembleia de Deus do Brás - Ministério Madureira já está com mais de 205 mil seguidores e cresce a cada dia.
Pelo perfil dos seguidores, podemos concluir que não são apenas evangélicos que participam desse rol, mas autoridades políticas e governamentais, jornalistas e veículos de comunicação, líderes de diversos segmentos, inclusive os principais nomes das denominações evangélicas brasileiras. A enorme quantidade de tuites que o pastor recebe revela que as pessoas querem saber o que pensa, o que está fazendo e como Samuel Ferreira é no dia a dia.
A divulgação do ranqueamento do Twitter pegou o presidente da AD Brás de surpresa. "Que loucura isso! A gente nem imagina que pode ter um tipo de `influência´ destas, mas ao mesmo tempo fico satisfeito pelo carinho e respeito que recebo de todos os amigos e ovelhas que me seguem no Twitter", disse ao tomar conhecimento da notícia.Para mais informações sobre o Rank do Twitter, acesse: http://www.tweetrank.com.br/rank/os-mais-influentes-do-twitter-no-brasil/
Fonte:Assessoria de Imprensa
Via Gritos de Alerta/Bispo Roberto Torrecilhas
rejas e templos estão na mira do Ministério Público
O Ministério Público de Sorocaba instaurou inquérito civil para investigar denúncias de que as igrejas estariam funcionando de forma irregular.
As igrejas e templos religiosos, das mais variadas denominações, instaladas em Sorocaba estão na mira do Ministério Público (MP), que instaurou inquérito civil para investigar denúncias de estarem em funcionamento de forma irregular, sem o atendimento às normas de segurança e até mesmo alvará, diante de suposta complacência por parte do secretário de Segurança Comunitária e titular da Defesa Civil, Roberto Montgomery Soares, com a situação, que seria motiva ingerências de políticos ligados às instituições religiosas. A promotoria dá prazo de 10 dias para que a Prefeitura e o secretário prestem esclarecimentos e ainda apresentem uma série de documentos ligados às fiscalizações e alvarás.
O secretário Roberto Montgomery Soares nega que haja ingerências políticas e, limita-se a informar, por meio de nota, que a Prefeitura tem atuado dentro de suas atribuições na fiscalização, orientação e autuações quando necessárias. Apesar de solicitado pela reportagem, Montgomery não informou o número de fiscalizações e autuações feitas ao longo de 2010 e no primeiro semestre deste ano. Já alguns políticos ligados às instituições religiosas negaram influência política. Em 2009, um levantamento realizado pela Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Sorocaba (AES) revelou que 90% dos templos religiosos não possuíam alvará para funcionar, com base em visitas realizadas à época, com apoio de fiscais do Conselho Regional de Engenharia do Estado de São Paulo (Crea).
O inquérito foi aberto na tarde da última sexta-feira pelo promotor Orlando Bastos Filho, após denúncia apontando que quase a totalidade dos templos religiosos de Sorocaba, apesar de não atenderem às normas de segurança, nem de disporem de Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, estão em pleno funcionamento, fato, segundo ele, de "pleno conhecimento do secretário responsável" (o titular da pasta de Segurança Comunitária e ainda da Defesa Civil), não são fiscalizados, tendo em vista ingerências políticas. Além disso, ainda segundo o promotor, alvarás estariam sendo concedidos sem apresentação de laudos de vistorias e fiscalizações. De acordo com a legislação, o estabelecimento que estiver irregular poderá ser fechado ou multado.
A ausência de inscrição municipal é punida com multa de R$ 300, e a falta do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) rende multa de R$ 500. "Tenho informações e, que estão nos autos, de que a Prefeitura sabe das irregularidades, chegam a até mesmo fazer notificação, mas, por lobby de políticos ligados às igrejas, tais templos não recebem mais vistorias, autuações e multas. Situações, muitas vezes em que esses locais deveriam receber auto de interdição. Mas, por conta dessa suposta complacência, fica no esquecimento e continuam a funcionar dentro da ilegalidade", afirmou o promotor, que completou: "A nossa preocupação, além da possível improbidade no setor público, está, sobretudo, na segurança dos fiéis. Basta lembrar o que aconteceu, em 2009, com um templo da Igreja Renascer em Cristo, na Capital" lembrou.
No documento, a promotoria estabelece prazo de dez para para que a Prefeitura, bem como secretário de Segurança Comunitária, Roberto Montgomery Soares, sobre as denúncias de ingerências políticas.
O outro lado
A Secretaria de Segurança Comunitária (Sesco) informou, por meio de nota, que "não há complacência da fiscalização da Prefeitura em relação a templos religiosos". Disse ainda que "a Prefeitura tem atuado dentro de sua capacidade e de suas atribuições na fiscalização, orientação e autuações quando necessários". Apesar do questionamento feito pela reportagem, a pasta não informou o número de instituições religiosas existentes e quantas foram fiscalizadas, bem como o número de autuações e multas realizadas ao longo de 2010 e o primeiro semestre deste ano.
A reportagem tentou ouvir os vereadores Anselmo Neto (PP), ligado à Renovação Carismática, da Igreja Católica, além do pastor Luís Santos (PMN), mas não foram localizados. Assim como o deputado estadual Carlos Cézar da Silva (PSC). Já a vereadora e pastora Neusa Maldonado (PSDB), ao ser questionada sobre as denúncias de supostas ingerências de políticos ligados ao segmento religioso na área de fiscalização, afirmou, por meio de nota, que "jamais participou de qualquer ação para impedir a fiscalização a templos religiosos, tampouco de acordos para que fiscalizações não fossem realizadas". A parlamentar informa ainda não teve contato com nenhuma denúncia nesse sentido, e quer ter acesso ao processo do Ministério Público para então se posicionar.
O vereador e pastor da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), Irineu Toledo (PRB), disse que não tem autorização para falar em nome da igreja. Disse que de sua parte jamais interferiu em assuntos dessa natureza. "Interferência política em alvarás, acho impossível e inviável, pois não é do nosso interesse. Até porque se por acaso acontecer um acidente, quem responde é a instituição, inclusive sendo obrigada a arcar com todas as consequências. Que eu saiba a Iurd não funciona sem alvará, pois o nosso departamento de engenharia é rígido quanto à segurança", argumentou.
Fonte: Cruzeiro do Sul
As igrejas e templos religiosos, das mais variadas denominações, instaladas em Sorocaba estão na mira do Ministério Público (MP), que instaurou inquérito civil para investigar denúncias de estarem em funcionamento de forma irregular, sem o atendimento às normas de segurança e até mesmo alvará, diante de suposta complacência por parte do secretário de Segurança Comunitária e titular da Defesa Civil, Roberto Montgomery Soares, com a situação, que seria motiva ingerências de políticos ligados às instituições religiosas. A promotoria dá prazo de 10 dias para que a Prefeitura e o secretário prestem esclarecimentos e ainda apresentem uma série de documentos ligados às fiscalizações e alvarás.
O secretário Roberto Montgomery Soares nega que haja ingerências políticas e, limita-se a informar, por meio de nota, que a Prefeitura tem atuado dentro de suas atribuições na fiscalização, orientação e autuações quando necessárias. Apesar de solicitado pela reportagem, Montgomery não informou o número de fiscalizações e autuações feitas ao longo de 2010 e no primeiro semestre deste ano. Já alguns políticos ligados às instituições religiosas negaram influência política. Em 2009, um levantamento realizado pela Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Sorocaba (AES) revelou que 90% dos templos religiosos não possuíam alvará para funcionar, com base em visitas realizadas à época, com apoio de fiscais do Conselho Regional de Engenharia do Estado de São Paulo (Crea).
O inquérito foi aberto na tarde da última sexta-feira pelo promotor Orlando Bastos Filho, após denúncia apontando que quase a totalidade dos templos religiosos de Sorocaba, apesar de não atenderem às normas de segurança, nem de disporem de Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, estão em pleno funcionamento, fato, segundo ele, de "pleno conhecimento do secretário responsável" (o titular da pasta de Segurança Comunitária e ainda da Defesa Civil), não são fiscalizados, tendo em vista ingerências políticas. Além disso, ainda segundo o promotor, alvarás estariam sendo concedidos sem apresentação de laudos de vistorias e fiscalizações. De acordo com a legislação, o estabelecimento que estiver irregular poderá ser fechado ou multado.
A ausência de inscrição municipal é punida com multa de R$ 300, e a falta do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) rende multa de R$ 500. "Tenho informações e, que estão nos autos, de que a Prefeitura sabe das irregularidades, chegam a até mesmo fazer notificação, mas, por lobby de políticos ligados às igrejas, tais templos não recebem mais vistorias, autuações e multas. Situações, muitas vezes em que esses locais deveriam receber auto de interdição. Mas, por conta dessa suposta complacência, fica no esquecimento e continuam a funcionar dentro da ilegalidade", afirmou o promotor, que completou: "A nossa preocupação, além da possível improbidade no setor público, está, sobretudo, na segurança dos fiéis. Basta lembrar o que aconteceu, em 2009, com um templo da Igreja Renascer em Cristo, na Capital" lembrou.
No documento, a promotoria estabelece prazo de dez para para que a Prefeitura, bem como secretário de Segurança Comunitária, Roberto Montgomery Soares, sobre as denúncias de ingerências políticas.
O outro lado
A Secretaria de Segurança Comunitária (Sesco) informou, por meio de nota, que "não há complacência da fiscalização da Prefeitura em relação a templos religiosos". Disse ainda que "a Prefeitura tem atuado dentro de sua capacidade e de suas atribuições na fiscalização, orientação e autuações quando necessários". Apesar do questionamento feito pela reportagem, a pasta não informou o número de instituições religiosas existentes e quantas foram fiscalizadas, bem como o número de autuações e multas realizadas ao longo de 2010 e o primeiro semestre deste ano.
A reportagem tentou ouvir os vereadores Anselmo Neto (PP), ligado à Renovação Carismática, da Igreja Católica, além do pastor Luís Santos (PMN), mas não foram localizados. Assim como o deputado estadual Carlos Cézar da Silva (PSC). Já a vereadora e pastora Neusa Maldonado (PSDB), ao ser questionada sobre as denúncias de supostas ingerências de políticos ligados ao segmento religioso na área de fiscalização, afirmou, por meio de nota, que "jamais participou de qualquer ação para impedir a fiscalização a templos religiosos, tampouco de acordos para que fiscalizações não fossem realizadas". A parlamentar informa ainda não teve contato com nenhuma denúncia nesse sentido, e quer ter acesso ao processo do Ministério Público para então se posicionar.
O vereador e pastor da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), Irineu Toledo (PRB), disse que não tem autorização para falar em nome da igreja. Disse que de sua parte jamais interferiu em assuntos dessa natureza. "Interferência política em alvarás, acho impossível e inviável, pois não é do nosso interesse. Até porque se por acaso acontecer um acidente, quem responde é a instituição, inclusive sendo obrigada a arcar com todas as consequências. Que eu saiba a Iurd não funciona sem alvará, pois o nosso departamento de engenharia é rígido quanto à segurança", argumentou.
Fonte: Cruzeiro do Sul
Franca (SP) lança movimento que prega a castidade
Segundo o grupo, 200 jovens vão colocar o anel, comprometendo-se a continuar castos. Depois, farão uma campanha para ampliar o movimento.
Eles são jovens, mas afirmam nem pensar em sexo. São seguidores de um movimento que surgiu nos EUA há mais de dez anos e que hoje está chegando a Franca.
Trata-se do Anel de Prata, que prega a castidade até o casamento. O movimento foi lançado neste sábado em cerimônia na Igreja Presbiteriana Filadélfia.
O Anel de Prata é puxado por ídolos teens como a cantora Miley Cyrus, a Hannah Montana, e os integrantes do grupo Jonas Brothers.
De acordo com pastor João Paulo Rangel, 27, o Anel de Prata é um projeto de contracultura que valoriza a vida e a espiritualidade, com uma proposta de "preservação da sexualidade sadia". Apesar de ter em sua maioria evangélicos, o movimento, dizem os organizadores, não é ligado a nenhuma igreja.
Em Franca, mesmo antes do lançamento, já estão sendo comercializado kits --a R$ 25-- contendo um livro e um anel em prata pura com a referência bíblica que prega a castidade. O dinheiro será revertido ao movimento.
Um dos integrantes, uma estudante de 14 anos, disse que na sua escola algumas colegas acharam isso uma bobeira. "Mas não me preocupo com o que elas pensam, pois já tinha essa ideia em mente", afirmou.
Fonte: Folha.com
Eles são jovens, mas afirmam nem pensar em sexo. São seguidores de um movimento que surgiu nos EUA há mais de dez anos e que hoje está chegando a Franca.
Trata-se do Anel de Prata, que prega a castidade até o casamento. O movimento foi lançado neste sábado em cerimônia na Igreja Presbiteriana Filadélfia.
O Anel de Prata é puxado por ídolos teens como a cantora Miley Cyrus, a Hannah Montana, e os integrantes do grupo Jonas Brothers.
De acordo com pastor João Paulo Rangel, 27, o Anel de Prata é um projeto de contracultura que valoriza a vida e a espiritualidade, com uma proposta de "preservação da sexualidade sadia". Apesar de ter em sua maioria evangélicos, o movimento, dizem os organizadores, não é ligado a nenhuma igreja.
Em Franca, mesmo antes do lançamento, já estão sendo comercializado kits --a R$ 25-- contendo um livro e um anel em prata pura com a referência bíblica que prega a castidade. O dinheiro será revertido ao movimento.
Um dos integrantes, uma estudante de 14 anos, disse que na sua escola algumas colegas acharam isso uma bobeira. "Mas não me preocupo com o que elas pensam, pois já tinha essa ideia em mente", afirmou.
Fonte: Folha.com
KASSAB - NA LISTA DOS TRAIDORES DO POVO DE DEUS - Kassab cedeu a gays, diz autor do dia do hétero - VAMOS LEMBRAR DE VOCÊ NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.
O vereador evangélico Carlos Apolinario (DEM) afirma que o prefeito Gilberto Kassab (PSD) quebrou acordo.
O vereador Carlos Apolinario (DEM) acusa o prefeito Gilberto Kassab (PSD) de ter rompido um acordo pelo qual não sancionaria nem vetaria o projeto de lei que cria o Dia do Orgulho Heterossexual em São Paulo.
Autor do projeto, Apolinario disse, em nota enviada ontem à imprensa, que Kassab foi pressionado pelos gays para romper o acordo.
"Ele [Kassab] tirou a Marcha por Jesus e a CUT da Paulista com o argumento de que, na região, há muitos hospitais. Mas manteve lá a Parada Gay! É mais fácil tirar Jesus da Paulista do que os gays...", afirmou Apolinario.
Em entrevista ao jornal "Agora São Paulo", do Grupo Folha, publicada ontem, Kassab disse que vetará o projeto por ser uma medida "despropositada".
No início do mês, o prefeito havia dito que o projeto não incentivaria a homofobia pois este "é um projeto como qualquer outro".
Fonte: Folha de São Paulo
O vereador Carlos Apolinario (DEM) acusa o prefeito Gilberto Kassab (PSD) de ter rompido um acordo pelo qual não sancionaria nem vetaria o projeto de lei que cria o Dia do Orgulho Heterossexual em São Paulo.
Autor do projeto, Apolinario disse, em nota enviada ontem à imprensa, que Kassab foi pressionado pelos gays para romper o acordo.
"Ele [Kassab] tirou a Marcha por Jesus e a CUT da Paulista com o argumento de que, na região, há muitos hospitais. Mas manteve lá a Parada Gay! É mais fácil tirar Jesus da Paulista do que os gays...", afirmou Apolinario.
Em entrevista ao jornal "Agora São Paulo", do Grupo Folha, publicada ontem, Kassab disse que vetará o projeto por ser uma medida "despropositada".
No início do mês, o prefeito havia dito que o projeto não incentivaria a homofobia pois este "é um projeto como qualquer outro".
Fonte: Folha de São Paulo
ICNV se desliga de Aliança Evangélica

Razões para o desligamento foram apresentados em primeira instância aos membros do Conselho
A Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida (ICNV) se desligou oficialmente da Aliança Cristã Evangélica Brasileira (ACEB), por decisão do Bispo Primaz, Walter McAlister - que também pediu demissão do seu cargo no Conselho Geral da mesma. As razões para o desligamento foram apresentados em primeira instância aos membros do Conselho e, dois dias depois, a todos os integrantes da ACEB. Reproduzimos abaixo, na íntegra, o texto do comunicado enviado por Bispo McAlister para justificar o desligamento:
Rio de Janeiro, 03 de agosto de 2011
Caros irmãos e irmãs em Cristo da ACEB,
Escrevo a vocês para comunicar, com muito pesar e decepção, mas de maneira irrevogável, a minha demissão do Conselho Geral e o desligamento da Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida (ICNV) da Aliança Cristã Evangélica Brasileira (ACEB). Fato já comunicado aos membros do Conselho Diretor no início desta semana. Mas sinto que devo uma explicação a todos os que participam da Aliança justificando minha decisão, por isso lhes mando este documento.
Descrevo abaixo a quem interessar as razões que me forçaram a tomar essa decisão, levada a termo com base em minha experiência como líder de uma Aliança que existe há 18 anos (a ICNV) e que se mantém unida e atuante desde então. E, o que escrevo a seguir, peço que compreeendam, não tem o objetivo de promover qualquer tipo de desconforto ou desunião, mas o faço apenas a título de explicação:
1. Acredito que a ACEB está tomando rumos que se desviam das metas principais que uma aliança de igrejas evangélicas de uma nação deveria tomar. Em vez de unir-se em prol de buscar a essência do Evangelho dentro da diversidade de manifestações denominacionais e doutrinárias, vejo que a organização opta por se tornar uma voz política. Erro esse que, aliás, já foi cometido no passado por outras iniciativas similares. Diante disso, sou obrigado a concluir que se seguirmos por esse caminho a ACEB simplesmente não dará certo.
2. Desejo muito ver a união da Igreja evangélica brasileira, em especial mediante a percepção (explicitada em meu livro “O Fim de Uma Era”) de que ela sofre de muitos males que precisam ser discutidos, problemas como falta de devoção, reverência e liderança; o fascínio com celebridades; o mercantilismo; o consumismo; divisões; facções; uma clara tendência de politizar os nossos anseios (buscando no Estado a solução dos males da nossa sociedade) e a volta de antigas heresias que precisam ser denunciadas como tais. Diante desse cenário, vi na ACEB uma possível alternativa para as igrejas brasileiras definirem sua essência e assim se depurar. Foi uma alegria ver uma tentativa de resgate da Igreja. Mas, infelizmente, passados esses meses, o que observo é que esses pontos fundamentais estão sendo ignorados e a ACEB está se tornando apenas mais uma entre tantas instituições que visam a palpitar e tentar influenciar politicamente e midiaticamente o que está nas manchetes dos jornais – mesmo que seja em nome de causas nobres.
3. Desde o início dos trabalhos da ACEB busquei trazer à mesa o aprendizado e o conhecimento que todos os meus anos como líder de uma denominação que existe pela aliança voluntária de igrejas independentes me proporcionaram. Mas percebi que minhas ponderações e protestos em prol do que julgo ser importante de fato foram inócuos, como em relação aos manifestos publicados a respeito de iniciativas do Estado e o que percebi ao meu redor foi o desejo de ingressar no universo de influência das esferas políticas do país. Um erro crasso, aliás, já cometido ao longo de dois mil anos de História de Igreja e que só trouxe problemas e poluição para a Igreja cristã.
4. Em vez de discussões relevantes para a purificação da Igreja de Jesus Cristo no Brasil, presenciei em alguns trabalhos da ACEB discussões superficiais ou alienígenas à proposta do Evangelho, como “a necessidade de se fazer um manifesto sobre o aumento salarial dos deputados federais na ordem de 60%”. O argumento foi que “teríamos de fazê-lo para que afirmássemos um viés profético”. Só que voz profética é proclamar o que vai contra o que toda a sociedade aprova. E, nesse aspecto, nós fomos apenas mais uma voz na multidão, visto que aquela reclamação a sociedade inteira já estava fazendo. A ACEB não foi criada para chover no molhado e dizer o que todos já dizem.
5. A Igreja de que o Brasil precisa não existe. Por isso, temos que liderar com palavras de resgate de sã doutrina, ética e espiritualidade. Questões como a infalibilidade das Escrituras sequer foram incluídas nos documentos, e quando questões como essa foram levantadas, e apoiadas por muitos, a resposta foi que qualquer mudança na declaração de fé teria que ser uma resposta a erros claros de doutrina da igreja. Ou seja: os assuntos fundamentais simplesmente não estão avançando nas ações da ACEB.
6. Para meu total estarrecimento, fui surpreendido ao ser informado que na convocação nacional de novembro próximo teríamos de ouvir uma declarada candidata ao Governo Federal, a senadora Marina Silva, dizer para a Igreja de Jesus Cristo “O que o Brasil espera da Igreja”. Ou seja, uma representante do Estado é quem deve dizer a sacerdotes qual é a nossa missão em nossa nação? A lógica disso escapa à minha compreensão, exceto pela percepção clara de que essa é uma busca de proximidade ao poder político.
7. Esse fato deixou claro a meus olhos o quanto a ACEB está se desviando da proposta de resgate de uma espiritualidade que poderia levar a Igreja brasileira a ser sal da terra e luz do mundo e adotando uma proposta de caminhar pelos corredores do poder, realmente acreditando que isso nos levará a cumprir a missão a nós confiada por Cristo. Só que não vai. Uma análise histórica das vezes em que a Igreja se emiscuiu com o Estado torna evidente que essa opção simplesmente não é o caminho. É perda de tempo para a causa do Evangelho e pode provocar danos gravíssimos, como as páginas dos livros de História nos demonstram inequivocamente.
8. Mediante fatos como os descritos acima, ficou claro que estávamos formando um corpo representativo e não um ministério de resgate da união da igreja. E disso, sinceramente, o Reino de Deus não precisa.
9. A gota d’água para que eu tomasse a decisão de me desligar do Conselho foi o recebimento do comunicado da intenção do Conselho Diretor de dar as mãos ao governo petista sob o lema “A Igreja ouve o grito de Dilma”. Pelo que analisei, faz parte dessa intenção não somente cooperação mas, também, solicitar doações das igrejas para fins sociais do governo federal – que já gasta nababescamente o dinheiro que tira da população sem a nossa anuência e sob ameaça de sanções aos que sonegam os tributos ditados pelo Estado. Se é para adotar iniciativas como essa que a ACEB foi criada, lamento, mas me recuso a participar disso.
10. Há causas extremamente graves para o destino eterno de almas humanas a que nossos esforços precisam se dirigir muito mais do que as que a ACEB vem propondo e, com base nas Escrituras, entendo que não posso investir meu tempo e minhas energias em ações que a meu ver gerarão apenas ações políticas momentâneas, mas que ecoarão pifiamente pela eternidade.
11. A Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida (ICNV), representadas por mim, tem o forte desejo de promover a união do Corpo de Cristo – mas pelos caminhos bíblicos e não mediante lobbies políticos, participação em projetos do Estado, presença em comício e iniciativas similares que estão no escopo de ONGs, partidos políticos, associações de moradores, sindicatos e instituições que nada têm a ver com o Reino de Deus. Foi a busca da união que nos motivou a nos afiliar à ACEB, como também a aceitar a minha indicação como conselheiro. Só que os rumos que a ACEB tem claramente tomado ferem a o manual de ética da ICNV, que, em seu artigo 11, proibe qualquer envolvimento dos nossos sacerdotes em atividades de cunho político. Por isso eu, como líder e exemplo para cerca de 200 sacerdotes da ICNV e mais de 50 mil membros da denominação, não posso aceitar fazer parte de uma organização que, em nome de ser uma “Aliança Cristã” está se tornando uma instituição que se alia ao poder público para avançar causas que julga serem o caminho legítimo de avanço do Reino de Deus, mas que entendo ser um trágico equívoco – e que terá graves repercussões no futuro para a Igreja evangélica brasileira.
Mediante todas as razões acima apresentadas, lamento ter que me desligar da ACEB, mas quero deixar claro ainda que:
A. Não há em mim rancor, mas sim uma percepção mais clara do que de fato é o anseio de setores que participam da liderança da ACEB.
B. Faço isso a contragosto;
C. Todos os laços pessoais de afeto, apreço, amor e carinho de minha parte para com todos os integrantes da ACEB com quem pude comungar permanecem inalterados. Minha questão aqui não é com pessoas, é com objetivos e metodologias de uma organização que, hoje, não vejo sentido de continuar a pertencer. Respeito e só quero bem a todos os membros da ACEB. Tenho carinho pelos integrantes dos vários conselhos. Há pessoas realmente notáveis agregadas a essa organização e pelas quais tenho afeto e amizade pessoal. É com respeito a todos que me despeço desta instituição, embora continuemos irmãos de fé e, espero, amigos.
D. Só o faço por entender que os rumos que a ACEB está inexoravelmente tomando não avançarão em absolutamente nada a causa de Cristo e a purificação urgente da Igreja evangélica brasileira;
Que Deus guie e abençoe a cada um. Que o Senhor abençoe a Sua Igreja no Brasil e a cada um de vocês em particular. Permanecererei orando para que a Igreja de fato venha a se unir e haja um resgate claro da fé evangélica, que está se corrompendo em muitos ambientes, fato sobre o qual já comentamos e concordamos.
Na paz e no amor do Mestre,
+ Walter McAlister
Bispo Primaz da Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida
Rio de Janeiro, 03 de agosto de 2011
Caros irmãos e irmãs em Cristo da ACEB,
Escrevo a vocês para comunicar, com muito pesar e decepção, mas de maneira irrevogável, a minha demissão do Conselho Geral e o desligamento da Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida (ICNV) da Aliança Cristã Evangélica Brasileira (ACEB). Fato já comunicado aos membros do Conselho Diretor no início desta semana. Mas sinto que devo uma explicação a todos os que participam da Aliança justificando minha decisão, por isso lhes mando este documento.
Descrevo abaixo a quem interessar as razões que me forçaram a tomar essa decisão, levada a termo com base em minha experiência como líder de uma Aliança que existe há 18 anos (a ICNV) e que se mantém unida e atuante desde então. E, o que escrevo a seguir, peço que compreeendam, não tem o objetivo de promover qualquer tipo de desconforto ou desunião, mas o faço apenas a título de explicação:
1. Acredito que a ACEB está tomando rumos que se desviam das metas principais que uma aliança de igrejas evangélicas de uma nação deveria tomar. Em vez de unir-se em prol de buscar a essência do Evangelho dentro da diversidade de manifestações denominacionais e doutrinárias, vejo que a organização opta por se tornar uma voz política. Erro esse que, aliás, já foi cometido no passado por outras iniciativas similares. Diante disso, sou obrigado a concluir que se seguirmos por esse caminho a ACEB simplesmente não dará certo.
2. Desejo muito ver a união da Igreja evangélica brasileira, em especial mediante a percepção (explicitada em meu livro “O Fim de Uma Era”) de que ela sofre de muitos males que precisam ser discutidos, problemas como falta de devoção, reverência e liderança; o fascínio com celebridades; o mercantilismo; o consumismo; divisões; facções; uma clara tendência de politizar os nossos anseios (buscando no Estado a solução dos males da nossa sociedade) e a volta de antigas heresias que precisam ser denunciadas como tais. Diante desse cenário, vi na ACEB uma possível alternativa para as igrejas brasileiras definirem sua essência e assim se depurar. Foi uma alegria ver uma tentativa de resgate da Igreja. Mas, infelizmente, passados esses meses, o que observo é que esses pontos fundamentais estão sendo ignorados e a ACEB está se tornando apenas mais uma entre tantas instituições que visam a palpitar e tentar influenciar politicamente e midiaticamente o que está nas manchetes dos jornais – mesmo que seja em nome de causas nobres.
3. Desde o início dos trabalhos da ACEB busquei trazer à mesa o aprendizado e o conhecimento que todos os meus anos como líder de uma denominação que existe pela aliança voluntária de igrejas independentes me proporcionaram. Mas percebi que minhas ponderações e protestos em prol do que julgo ser importante de fato foram inócuos, como em relação aos manifestos publicados a respeito de iniciativas do Estado e o que percebi ao meu redor foi o desejo de ingressar no universo de influência das esferas políticas do país. Um erro crasso, aliás, já cometido ao longo de dois mil anos de História de Igreja e que só trouxe problemas e poluição para a Igreja cristã.
4. Em vez de discussões relevantes para a purificação da Igreja de Jesus Cristo no Brasil, presenciei em alguns trabalhos da ACEB discussões superficiais ou alienígenas à proposta do Evangelho, como “a necessidade de se fazer um manifesto sobre o aumento salarial dos deputados federais na ordem de 60%”. O argumento foi que “teríamos de fazê-lo para que afirmássemos um viés profético”. Só que voz profética é proclamar o que vai contra o que toda a sociedade aprova. E, nesse aspecto, nós fomos apenas mais uma voz na multidão, visto que aquela reclamação a sociedade inteira já estava fazendo. A ACEB não foi criada para chover no molhado e dizer o que todos já dizem.
5. A Igreja de que o Brasil precisa não existe. Por isso, temos que liderar com palavras de resgate de sã doutrina, ética e espiritualidade. Questões como a infalibilidade das Escrituras sequer foram incluídas nos documentos, e quando questões como essa foram levantadas, e apoiadas por muitos, a resposta foi que qualquer mudança na declaração de fé teria que ser uma resposta a erros claros de doutrina da igreja. Ou seja: os assuntos fundamentais simplesmente não estão avançando nas ações da ACEB.
6. Para meu total estarrecimento, fui surpreendido ao ser informado que na convocação nacional de novembro próximo teríamos de ouvir uma declarada candidata ao Governo Federal, a senadora Marina Silva, dizer para a Igreja de Jesus Cristo “O que o Brasil espera da Igreja”. Ou seja, uma representante do Estado é quem deve dizer a sacerdotes qual é a nossa missão em nossa nação? A lógica disso escapa à minha compreensão, exceto pela percepção clara de que essa é uma busca de proximidade ao poder político.
7. Esse fato deixou claro a meus olhos o quanto a ACEB está se desviando da proposta de resgate de uma espiritualidade que poderia levar a Igreja brasileira a ser sal da terra e luz do mundo e adotando uma proposta de caminhar pelos corredores do poder, realmente acreditando que isso nos levará a cumprir a missão a nós confiada por Cristo. Só que não vai. Uma análise histórica das vezes em que a Igreja se emiscuiu com o Estado torna evidente que essa opção simplesmente não é o caminho. É perda de tempo para a causa do Evangelho e pode provocar danos gravíssimos, como as páginas dos livros de História nos demonstram inequivocamente.
8. Mediante fatos como os descritos acima, ficou claro que estávamos formando um corpo representativo e não um ministério de resgate da união da igreja. E disso, sinceramente, o Reino de Deus não precisa.
9. A gota d’água para que eu tomasse a decisão de me desligar do Conselho foi o recebimento do comunicado da intenção do Conselho Diretor de dar as mãos ao governo petista sob o lema “A Igreja ouve o grito de Dilma”. Pelo que analisei, faz parte dessa intenção não somente cooperação mas, também, solicitar doações das igrejas para fins sociais do governo federal – que já gasta nababescamente o dinheiro que tira da população sem a nossa anuência e sob ameaça de sanções aos que sonegam os tributos ditados pelo Estado. Se é para adotar iniciativas como essa que a ACEB foi criada, lamento, mas me recuso a participar disso.
10. Há causas extremamente graves para o destino eterno de almas humanas a que nossos esforços precisam se dirigir muito mais do que as que a ACEB vem propondo e, com base nas Escrituras, entendo que não posso investir meu tempo e minhas energias em ações que a meu ver gerarão apenas ações políticas momentâneas, mas que ecoarão pifiamente pela eternidade.
11. A Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida (ICNV), representadas por mim, tem o forte desejo de promover a união do Corpo de Cristo – mas pelos caminhos bíblicos e não mediante lobbies políticos, participação em projetos do Estado, presença em comício e iniciativas similares que estão no escopo de ONGs, partidos políticos, associações de moradores, sindicatos e instituições que nada têm a ver com o Reino de Deus. Foi a busca da união que nos motivou a nos afiliar à ACEB, como também a aceitar a minha indicação como conselheiro. Só que os rumos que a ACEB tem claramente tomado ferem a o manual de ética da ICNV, que, em seu artigo 11, proibe qualquer envolvimento dos nossos sacerdotes em atividades de cunho político. Por isso eu, como líder e exemplo para cerca de 200 sacerdotes da ICNV e mais de 50 mil membros da denominação, não posso aceitar fazer parte de uma organização que, em nome de ser uma “Aliança Cristã” está se tornando uma instituição que se alia ao poder público para avançar causas que julga serem o caminho legítimo de avanço do Reino de Deus, mas que entendo ser um trágico equívoco – e que terá graves repercussões no futuro para a Igreja evangélica brasileira.
Mediante todas as razões acima apresentadas, lamento ter que me desligar da ACEB, mas quero deixar claro ainda que:
A. Não há em mim rancor, mas sim uma percepção mais clara do que de fato é o anseio de setores que participam da liderança da ACEB.
B. Faço isso a contragosto;
C. Todos os laços pessoais de afeto, apreço, amor e carinho de minha parte para com todos os integrantes da ACEB com quem pude comungar permanecem inalterados. Minha questão aqui não é com pessoas, é com objetivos e metodologias de uma organização que, hoje, não vejo sentido de continuar a pertencer. Respeito e só quero bem a todos os membros da ACEB. Tenho carinho pelos integrantes dos vários conselhos. Há pessoas realmente notáveis agregadas a essa organização e pelas quais tenho afeto e amizade pessoal. É com respeito a todos que me despeço desta instituição, embora continuemos irmãos de fé e, espero, amigos.
D. Só o faço por entender que os rumos que a ACEB está inexoravelmente tomando não avançarão em absolutamente nada a causa de Cristo e a purificação urgente da Igreja evangélica brasileira;
Que Deus guie e abençoe a cada um. Que o Senhor abençoe a Sua Igreja no Brasil e a cada um de vocês em particular. Permanecererei orando para que a Igreja de fato venha a se unir e haja um resgate claro da fé evangélica, que está se corrompendo em muitos ambientes, fato sobre o qual já comentamos e concordamos.
Na paz e no amor do Mestre,
+ Walter McAlister
Bispo Primaz da Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida
Palavra de esclarecimento da Aliança Cristã Evangélica Brasileira
Talvez tenha chegado ao seu conhecimento que houve um membro da Aliança Evangélica, no caso a Aliança das Igrejas Cristã Nova Vida, que se desligou da Aliança por motivos alegados em nota pública. Lamentamos, com respeito, essa decisão, que consideramos precoce e reconhecemos a falta que farão à nossa convivência fraterna.
Cabe-nos, à guisa de esclarecimento, informar que nenhuma das razões apresentadas como causa para tal afastamento foi decisão tomada e promulgada pela Aliança.
Dessa forma, ainda que respeitemos e acatemos a decisão de nossos irmãos, não podemos aceitar como procedentes as causas apresentadas. Também é de nosso interesse deixar absolutamente claro que não há nenhuma intenção de politizar a Aliança, que deve carregar a marca da neutralidade e do testemunho evangélico.
Outrossim, entendemos que todo cristão evangélico tem o direito de acessar a Aliança em busca de apoio, ainda que esta seja livre para, com todo o respeito devido a um irmão, declinar de tal apoio, caso o entenda inadequado ou anacrônico à causa que defendemos.
Reiteramos nossa tristeza pelo afastamento de nossos irmãos, tristeza essa adensada pela decisão, destes, de publicizá-lo unilateralmente.
Instados por nosso Senhor a manifestar a unidade da Igreja, prosseguimos no alvo de dar ao povo brasileiro motivos para crer ser Jesus o Cristo.
Humilde e atenciosamente,
Grupo Coordenador da Aliança Cristã Evangélica Brasileira
Garota fica aleijada por não renegar a Jesus

Susan Ithungu, de 14 anos, foi torturada pelo pai por ter deixado o Islã
Uma menina de 14 anos ainda é incapaz de andar, 10 meses depois de ter sido torturada pelo pai, por ter deixado o Islã e colocado sua fé em Jesus, de acordo com os cristãos da área.
Susan Ithungu, da aldeia de Isango, em Uganda, foi hospitalizada no Hospital Kagando em outubro de 2010, quando os vizinhos e a polícia a salvaram de seu pai, Beya Baluku. Ele foi preso depois, mas libertado rapidamente, disseram as fontes.
Susan e seu irmão mais novo, Mbusa Baluku, moravam sozinhos com seu pai, depois que ele se divorciou de sua mãe. Em março de 2010, um evangelista da Igreja do Evangelho Pleno de Bwera falou na escola de Susan e ela decidiu confiar em Cristo para ser salva.
“Eu ouvi a mensagem do amor de Cristo, de que ele havia morrido para nos dar paz eterna e decidi acreditar em Cristo”, disse ela, na cama do hospital. “Depois de um mês, chegou ao meu pai a notícia de que eu tinha me convertido e isso foi o início dos meus problemas com ele. Nosso pai nos advertia para que não fôssemos à igreja, nem ouvíssemos o evangelho. Ele até nos ameaçou com uma faca afiada.”
O Pastor José, da Igreja do Evangelho Pleno em Kasese, disse que os vizinhos a levaram ao hospital do governo, depois que a garota foi libertada.
“Ele a trancou em um quarto muito apertado durante seis meses, sem deixá-la ver a luz do sol”, disse o pastor. “O irmão mais novo foi advertido para não dizer a ninguém que Susan estava trancada em um quarto sem nada para comer.”
Mbusa disse que, quando seu pai saía, ele dava algumas bananas a sua irmã. “Eu também cavei um buraco no chão para passar água para ela. Mas, na maioria dos dias, ela só conseguia beber a lama”, disse ele.
Um vizinho, que pediu anonimato, disse que toda a vizinhança ficou preocupada por não vê-la por muito tempo. “O irmão dela, então, nos revelou que Susan estava trancada em um dos quartos da casa. Em seguida, relatamos o caso à polícia, que foi até a casa e libertou a menina.”
Susan foi imediatamente para o hospital do governo, onde o pastor José a visitou. ”Susan estava muito magra e não conseguia falar ou andar. Seu cabelo tinha ficado amarelo, tinha unhas longas e olhos encovados. Ela estava com menos de 20 quilos.”
O pastor continuou: “Pela graça de Deus, Susan ainda está viva. Embora ainda não possa andar, ela consegue falar agora. Ela ainda está se alimentando de comidas leves. A grande notícia é que Susan está firme em Jesus. Ela precisa de orações e apoio, para que possa retornar à sua rotina o mais breve possível.”
Fonte: Portas Abertas
Susan Ithungu, da aldeia de Isango, em Uganda, foi hospitalizada no Hospital Kagando em outubro de 2010, quando os vizinhos e a polícia a salvaram de seu pai, Beya Baluku. Ele foi preso depois, mas libertado rapidamente, disseram as fontes.
Susan e seu irmão mais novo, Mbusa Baluku, moravam sozinhos com seu pai, depois que ele se divorciou de sua mãe. Em março de 2010, um evangelista da Igreja do Evangelho Pleno de Bwera falou na escola de Susan e ela decidiu confiar em Cristo para ser salva.
“Eu ouvi a mensagem do amor de Cristo, de que ele havia morrido para nos dar paz eterna e decidi acreditar em Cristo”, disse ela, na cama do hospital. “Depois de um mês, chegou ao meu pai a notícia de que eu tinha me convertido e isso foi o início dos meus problemas com ele. Nosso pai nos advertia para que não fôssemos à igreja, nem ouvíssemos o evangelho. Ele até nos ameaçou com uma faca afiada.”
O Pastor José, da Igreja do Evangelho Pleno em Kasese, disse que os vizinhos a levaram ao hospital do governo, depois que a garota foi libertada.
“Ele a trancou em um quarto muito apertado durante seis meses, sem deixá-la ver a luz do sol”, disse o pastor. “O irmão mais novo foi advertido para não dizer a ninguém que Susan estava trancada em um quarto sem nada para comer.”
Mbusa disse que, quando seu pai saía, ele dava algumas bananas a sua irmã. “Eu também cavei um buraco no chão para passar água para ela. Mas, na maioria dos dias, ela só conseguia beber a lama”, disse ele.
Um vizinho, que pediu anonimato, disse que toda a vizinhança ficou preocupada por não vê-la por muito tempo. “O irmão dela, então, nos revelou que Susan estava trancada em um dos quartos da casa. Em seguida, relatamos o caso à polícia, que foi até a casa e libertou a menina.”
Susan foi imediatamente para o hospital do governo, onde o pastor José a visitou. ”Susan estava muito magra e não conseguia falar ou andar. Seu cabelo tinha ficado amarelo, tinha unhas longas e olhos encovados. Ela estava com menos de 20 quilos.”
O pastor continuou: “Pela graça de Deus, Susan ainda está viva. Embora ainda não possa andar, ela consegue falar agora. Ela ainda está se alimentando de comidas leves. A grande notícia é que Susan está firme em Jesus. Ela precisa de orações e apoio, para que possa retornar à sua rotina o mais breve possível.”
Fonte: Portas Abertas
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