quarta-feira, 2 de maio de 2012

Estudioso aponta falhas graves em reportagens da BBC sobre igrejas evangélicas gays no Brasil

Estudioso aponta falhas graves em reportagens da BBC sobre igrejas evangélicas gays no Brasil
As chamadas “igrejas inclusivas”, denominações evangélicas voltadas para homossexuais, foram tema recente de uma série de reportagens da BBC. Porém, um apologista critica a reportagem afirmando que o número de fiéis dessas igrejas foi superestimado na matéria e que é incorreto chamar tais igrejas de “inclusivas”.
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De acordo com o fundador do Instituto de Pesquisas Religiosas (INPR), Johnny Bernardo, os números mostrados pela BBC são um exagero. Em entrevista ao The Christian Post ele explicou que o número de membros das maiores denominações do gênero no país é muito menor que os 10 mil apontados na reportagem.
Bernardo informou que a Igreja da Comunidade Metropolitana (ICM) – com seis filiais concentradas nas principais metrópoles e cidades do Brasil, possui em torno de 1400 membros; enquanto que a Igreja Cristã Contemporânea (ICC), concentrada no Estado do Rio de Janeiro, deve chegar a ter 1000 membros. Ele apontou também números de igrejas de menor expressão, como a Comunidade Cristã Refúgio (CCR), que possui em torno de 400 membros.
Tais números foram criticados também pelo site holofote.net, que afirmou que a BBC não fez jornalismo sério e sim uma apologia às igrejas inclusivas, ao afirmar, “sem citar uma fonte de pesquisa confiável, que atualmente no Brasil as igrejas de gays têm cerca de 10 mil membros”.
O estudioso criticou também o uso do termo “igrejas inclusivas”, afirmando que tal título passa a ideia de que as igrejas tradicionais seriam “exclusivas”, excluindo uns e acolhendo outros, enquanto que as “igrejas inclusivas” seriam então as que abraçariam a todos. Segundo ele, líderes como Troy Perry, fundador da ICM, Marcos Gladstone, fundador da ICC, e Lanna Holder, fundadora da CCR, usam argumentos como a discriminação e o desprezo da sociedade para arregimentar adeptos descontentes com o modelo tradicional de confissão de fé. E afirma que nas “igrejas inclusivas” não há “conversão”, mas sim, “recrutamento” baseado em interesses econômicos.
“A igreja atual acha politicamente incorreto falar contra o pecado, mas não temos opção, somente pela potência da palavra de Deus teremos pessoas livres do pecado e redimidas pela Graça do senhor”, explica Bernardo, que afirmou também que a questão do homossexualismo “é uma questão de conduta, de padrão moral e religioso nas quais as igrejas evangélicas estão inseridas”. “O homossexualismo é algo avesso à sociedade, que rompe com os laços familiares tradicionais. Caso o homossexualismo fosse algo natural, seriam três e não dois os gêneros sexuais criados por Deus”, argumentou.

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Jornal acusa políticos evangélicos de tentarem se impor sobre as leis brasileiras como acontece em países islâmicos


Jornal acusa políticos evangélicos de tentarem se impor sobre as leis brasileiras como acontece em países islâmicosO editorial do jornal O Estado de S. Paulo publicado no último domingo (29), acusou a Frente Parlamentar Evangélica, presidida pelo deputado João Campos (PSDB/GO), de tentar aplicar um golpe contra o Poder Judiciário do país.
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No editorial, o Estadão critica as bancadas religiosas da Câmara, em destaque a Frente Parlamentar Evangélica, pela rápida aprovação na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara do Projeto de Emenda Constitucional que prevê a anulação de decisões do STF (Supremo Tribunal Federal). A publicação afirma que tal aprovação seria uma desforra dos políticos ligados a instituições religiosas contra o Supremo, por autorizar o aborto de fetos anencéfalos.
O editorial afirma que a proposta de autoria do deputado Nazareno Fonteles (PT/PI), que tem forte apoio entre os religiosos é “mudar decisões do STF coerentes com o caráter laico do Estado brasileiro”, como o reconhecimento da união estável de casais do mesmo sexo e a autorização para o aborto de anencéfalos.
O jornal afirma ainda que a bancada evangélica da Câmara dos Deputados gostaria “que todos os brasileiros fossem submetidos a normas que espelhassem as suas crenças particulares, como nos países islâmicos regidos pelas leis da sharia, baseada no Corão”.
Comparando o projeto com o ocorrido nos Estados Unidos, quando a direita religiosa se insurgiu contra a legalização do aborto pela Corte Suprema em 1973, o Estadão explicou que “a diferença é que, ali, nenhum parlamentar, por mais fundamentalista que seja, ousaria propor a enormidade de dar ao Congresso o direito de invalidar uma decisão da mais alta instância do Judiciário. Seria um escândalo nacional”.
Leia na íntegra o editorial publicado no jornal:
Uma proposta de estarrecer
Está em curso na Câmara dos Deputados uma tentativa de golpe contra o Judiciário. Na quarta-feira, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa acolheu por unanimidade um projeto de emenda constitucional que autoriza o Congresso a “sustar os atos normativos dos outros Poderes que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites da delegação legislativa”. A Constituição já lhe assegura esse direito em relação a atos do gênero praticados pelo Executivo.
A iniciativa invoca o artigo 49 da Carta que inclui, entre as atribuições exclusivas do Parlamento, a de “zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes”. Poderia parecer, portanto, que a proposta pretende apenas afirmar a plenitude de uma prerrogativa legítima do Congresso, adequada ao princípio republicano do equilíbrio entre os Três Poderes, uma das bases do regime democrático. Antes fosse.
O alvo do projeto apresentado em fevereiro do ano passado pelo deputado Nazareno Fonteles, do PT piauiense, é o Supremo Tribunal Federal (STF), ao qual compete se pronunciar sobre a constitucionalidade das leis e a eventual infringência dos direitos constitucionais da pessoa. Alega o relator da proposta na CCJ, Nelson Marchezan, do PSDB gaúcho, que ela não alcança as decisões de natureza “estritamente jurisdicional” da Corte, mas o que ele considera a sua “atividade atípica”.
O termo impróprio se refere às decisões judiciais que, por sua própria natureza, adquirem força de lei, como devem ser efetivamente aquelas que dirimem em última instância dúvidas sobre a constitucionalidade dos textos legais ou eliminam omissões que, ao persistir, representam uma distorção ou supressão de direitos. O Judiciário não ultrapassa as suas funções ao estabelecer novos marcos normativos, seja porque os existentes são inconstitucionais, seja para suprir lacunas resultantes da inoperância do Congresso.
De mais a mais, a Justiça não toma tais iniciativas, ou outras. Ela só se manifesta quando provocada por terceiros – no caso do Supremo, sob a forma de ações diretas de inconstitucionalidade e arguições de descumprimento de preceito fundamental. Fica claro assim que a emenda Nazareno carrega dois intentos. No geral, bloquear a vigência de normas que o estamento político possa considerar contrárias ao seus interesses, a exemplo de determinadas regras do jogo eleitoral.
No particular – e muito mais importante -, o que se quer é mudar decisões do STF coerentes com o caráter laico do Estado brasileiro. Em maio do ano passado, julgando ações impetradas pela Procuradoria-Geral da República e pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, a Corte reconheceu a união estável de casais do mesmo sexo. Há duas semanas, diante de ação movida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde, autorizou o aborto de fetos anencéfalos.
À época da primeira decisão, as bancadas religiosas da Câmara, notadamente a Frente Parlamentar Evangélica, presidida pelo deputado João Campos, do PSDB goiano, não conseguiram incluir na pauta da CCJ o projeto de Nazareno. Agora, a pressão funcionou. Em tempo recorde, a proposta entrou na agenda, foi votada e aprovada. Tem um longo caminho pela frente: precisa passar por uma comissão especial e por dois turnos de votação na Câmara e no Senado, dependendo, a cada vez, do apoio de 3/5 dos parlamentares.
Mas a vitória na CCJ – uma desforra contra o Supremo – chama a atenção para a influência dos representantes políticos daqueles setores que gostariam que todos os brasileiros fossem submetidos a normas que espelhassem as suas crenças particulares, como nos países islâmicos regidos pelas leis da sharia, baseada no Corão. Não é uma peculiaridade brasileira. Pelo menos desde 1973, quando a Corte Suprema dos Estados Unidos legalizou o aborto, a direita religiosa do país deplora o seu “ativismo”.
A diferença é que, ali, nenhum parlamentar, por mais fundamentalista que seja, ousaria propor a enormidade de dar ao Congresso o direito de invalidar uma decisão da mais alta instância do Judiciário. Seria um escândalo nacional.
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Piloto da Nascar perde patrocínio por ser cristão - VAMOS BOICOTAR A EMPRESA QUE FEZ ISSO .


Piloto da Nascar perde patrocínio por ser cristãoNos Estados Unidos, o piloto da Nascar, Blake Koch, tem enfrentado preconceito religioso, o que teria motivado até perda de patrocínio por ele ser cristão, o que o impediu de correr em uma das provas que disputaria. A polêmica começou quanto Koch começou a participar de uma campanha incentivando os cidadãos votarem, porém o canal que divulgaria a propaganda, a ESPN, não aprovou o comercial porque o site oficial da campanha tem links para o site do piloto, que é cristão.
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Muitos estão classificando o episódio como “perseguição religiosa”, já que tudo teria sido motivado pelo fato de Blake Koch declarar publicamente sua fé e ainda fazer ministrações em igrejas. A ESPN se defendeu comunicando que é uma norma da empresa a não aprovação de mensagens tendenciosas ou de instituições religiosas.
Koch comentou sobre o caso em entrevista ao cana Fox, “Não pensei que minha fé em Cristo teria tanto impacto para um patrocinador transmitir um comercial ou não”. Mas o piloto mostrou-se decidido, “A única coisa que não vou fazer é renegar minha fé, só porque um dos meus patrocinadores em particular não gosta da maneira como eu expresso minha crença, que é o que eu faço quando tenho um tempo livre”.
O piloto foi impedido de correr há duas semanadas, por não ter um patrocinador oficial, diante disso, o site cristão Christian Cinema resolveu patrocinar Koch e apoiá-lo para que não deixasse de disputar as provas seguintes. “Isso me mostra que muito tem Deus em suas mãos e por isso Ele me enviou o ChristianCinema.com justamente no momento adequado”, relatou o piloto.
O site também começou uma campanha nas redes sociais para conseguir outro patrocinador, “Essa é uma grande oportunidade para manter sua carreira e ao mesmo tempo divulgar os filmes cristãos que refletem os valores da família”, disse o diretor do site sobre o apoio dado a Blake Koch.

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Apóstolo Valdemiro é vaiado em festa do Dia do Trabalho

O líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, Valdemiro Santiago, tentou discursar na comemoração do Dia do Trabalho da Força Sindical nesta terça-feira (1º) em São Paulo, mas foi recebido com vaias pela plateia.

De todos que passaram pelo palco, o apóstolo foi o único vaiado. Por volta das 13h, logo após o show do cantor Daniel, ele foi convidado pelo presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, para subir ao palco.

Ao tentar fazer um discurso foi vaiado pelas 50 mil pessoas que acompanhavam o ato no início da tarde. Durante os cerca de 10 minutos em que discursou, a plateia fez muito barulho e mal escutou o que o apóstolo dizia.

O líder religioso é investigado pela acusação de desviar dinheiro dos fiéis para enriquecimento pessoal. Segundo documentos oficiais, ele comprou uma fazenda milionária em Mato Grosso, com doações feitas para a sua igreja.

No mesmo período, vários dos seus templos foram ameaçados de despejo por atraso dos aluguéis. Além disso, Valdemiro investiu milhões de reais em cabeças de gado. O Ministério Público está apurando os negócios do apóstolo.

Assista:



Fonte: R7

SEPAL - Pastores se reunirão para debater o futuro da igreja evangélica no Brasil

A organização Sepal (Servindo aos pastores e líderes) realizará entre os dias 7 e 11 de Maio o “39º Encontro Sepal para pastores e líderes”.

A organização do evento prevê a presença de 1800 pastores no evento que acontecerá em Águas de Lindóia, interior de São Paulo.

As discussões nessa edição do encontro serão em torno do tema “Igreja Irresistível”. As perguntas sobre como será a igreja nos próximos anos, o crescimento da população evangélica no país, que hoje representa 20,2% de toda a população do Brasil, e o surgimento da categoria de “evangélicos não praticantes”, que atualmente equivale a cerca de 3% dos evangélicos brasileiros, estão entre os assuntos a serem abordados no evento.

Outros âmbitos da igreja evangélica brasileira, como a mobilidade religiosa, que tem tornado cada vez mais comum as trocas de denominações por parte das pessoas, também serão discutidos.

A busca por uma “Igreja Irresistível”, que atraia pessoas e as mantenha em sua comunidade será abordada por palestrantes durante o encontro. Entre os convidados, estão o pastor Bill Hybells, da megaigreja Willow Creek, no Estado de Illinois, nos Estados Unidos; Luiz Sayão, professor da área bíblica e de hebraico do Seminário Servo de Cristo e da Faculdade Teológica Batista de São Paulo; Paulo Mazoni, pastor da Igreja Batista Central de Belo Horizonte; Marcos Amado, pastor de missões da Igreja Batista do Morumbi e missionário da Sepal; Nancy Beach, vice-presidente-executiva de artes da Willow Creek Association, entre outros.

O cantor e pastor Adhemar de Campos ministrará o louvor durante o evento. De acordo com a assessoria de imprensa da Sepal, em breve a organização do evento divulgará maiores detalhes sobre toda a programação do 39º encontro.

Para saber mais sobre o evento, acesse a página do evento em facebook.com/sepal.org.br ou acompanhe as informações através do twitter.com/sepal_digital. Há ainda uma página exclusiva do evento no Facebook.

39º Encontro Sepal
7 a 11 de maio de 2012
Hotel Monte Real/Águas de Lindóia
Para inscrições acesse o site sepaleventos.org.br

Fonte: Gospel+

Sepultamento de cristão gera tumulto na India

Na última semana, cristãos se reuniram para chorar a morte de um novo convertido, mas foram violentamente atacados por aldeões hindus, que se recusavam a permitir que o corpo do jovem fosse cremado em sua aldeia, no vilarejo de Balgal, no Estado indiano de Chhattisgarh

Pawar, 31, estava há vários anos fazendo tratamento contra asma e anemia, razões pelas quais ele foi hospitalizado no início de abril. Sua saúde melhorou e ele foi liberado logo em seguida. Ele e Champa, sua esposa grávida, ficaram hospedados na casa de um irmão por alguns dias.

Na manhã de 20 de abril, ele começou a se queixar de uma dor no peito; sua esposa e famíliares tentaram socorrê-lo. Mas ele faleceu a caminho do hospital.

Quando os cristãos de Balgal e cidades vizinhas ficaram sabendo do ocorrido, foram consolar e ajudar a esposa de Pawar com os preparativos finais para sua cremação. Então aldeões hindus se reuniram em frentea sua casa insultando e acusando os cristãos e sua familia de terem envenenado Pawar. Eles não quiseram permitir o enterro de Pawar em Balgal, exigindo que o corpo fosse levado para ser cremado.

O tumulto aumentou, e os moradores começaram a agredir os 40 cristãos presentes. De acordo com os cristãos que foram atacados, em depoimento a colaboradores da Portas Abertas, “os cristãos foram empurrados para dentro de uma pequena casa e agredidos, sem piedade, até que um deles caiu inconsciente". Os cristãos só conseguiram salvar suas vidas porque fugiram do vilarejo enquanto eram perseguidos pela multidão enfurecida. Alguns jovens da aldeia tentaram abusar sexualmente das mulheres cristãs prensentes, disseram testemunhas.

A polícia local interveio para controlar o tumulto. Apesar de vários cristãos tentarem prestar queixa na delegacia, a Polícia se recusou a ouvi-los e ordenou que fossem embora.

A equipe da Portas Abertas Internacioal foi ao local do incidente, acompanhada por uma equipe médica para dar assistência aos cristãos agredidos. A equipe da Portas Abertas encorajou os cristãos a registrarem uma queixa oficial na polícia, e a queixa foi finalmente registrada após pressionarem as autoridades.

Na manhã seguinte ao registro da queixa na polícia, os cristãos foram ameaçados pelos aldeões de Balgal: "retirem a queixa, ou sofrerão as conseqüências, isso pode custar suas vidas", ameaçaram.

Os cristãos são menos de 2% da população no Estado de Chhattisgarh, região em que os grupos extremistas hindus são muito fortes. Uma grande parcela da população é composta por dalits e tribais, muitos dos quais adotaram o cristianismo recentemente, e recebem constantes ameaças dos grupos radicais que alegam que suas conversões foram forçadas.

Pedidos de oração

• Por favor, ore por proteção e conforto para Champa (esposa de Pawar) e direção para lidar com o futuro incerto, após perder o marido. Champa está no seu primeiro trimestre de gravidez.

• Ore pela cura física e emocional de todos os cristãos agredidos nesse ataque.

• Por favor, ore por proteção e coragem para todos os cristãos da região que estão com medo após este terrível incidente.

• Por favor, orem por um justo inquérito policial sobre o ataque no vilarejo Balgal.

Fonte: Missão Portas Abertas

Ex-lider religioso muçulmano se converte ao cristianismo e sofre perseguição

Após conhecer uma mulher cristã no exterior, ele se converteu ao cristianismo e se casou com ela. Ao voltar para Bangladesh, ele foi totalmente rejeitado por sua comunidade

"Eu escolhi crer em Cristo. Eu agradeço a Ele" pois "Ele é o meu salvador", disse Vincent , um ex-imame muçulmano que se converteu a Cristo, e por isso tem sofrido perseguição em sua comunidade.

Sua caminhada rumo à conversão começou no exterior, bem distante de Bangladesh. Depois de visitar uma Igreja Batista e outra Presbiteriana, ele se apaixonou por uma mulher cristã, se converteu e se casou com ela. Ao voltar a Bangladesh, Vincent e sua esposa foram recebidos com ameaças e violência pelos membros de sua comunidade que quase o mataram.

O islamismo é considerada a religião oficial de Bangladesh, mas a lei islâmica (sharia) não é reconhecida pela constituição do país e esta garante a liberdade de culto. Isto faz de Bangladesh um dos estados islâmicos mais abertos do mundo, onde a conversão pode ocorrer em uma atmosfera de tolerância geral.

No entanto, a presença social e cultural do Islã é tão forte em algumas comunidades que acaba refletindo no comportamento dos muçulmanos quanto as pessoas que se convertem a outras religiões.

Depois de quase dois meses no hospital, Vincent voltou para casa. Mas os mesmos muçulmanos dos quais um dia foi líder religioso o seguiram e o atacaram, dizendo que não poderiam aceitar "sua nova religião".

Agressão física não é a única forma de perseguição em Bangladesh. Outras formas de violência podem ser usadas. Ambos, Vincent e sua esposa, estão condenados ao ostracismo, forçados a viver fugindo e se mudando de casa em casa. Vincent acabou perdendo o emprego e agora têm de fazer bicos para sobreviver.

Hoje Vincent é um homem com muitos problemas. No entanto, a exclusão social não o afastou de Jesus. Agora ele frequenta os cultos com mais intensidade do que antes e volta a afirmar: "Eu creio em Cristo. Nele, eu nasci de novo. Ele é o meu salvador".

Fonte: Missão Portas Abertas

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