sábado, 1 de dezembro de 2012

Rob Bell faça sua escolha: Céu ou Inferno?


Rob Bell está definitivamente enterrado em apostasia e heresias falaciosas. Em entrevista recente a revista VEJA com o título “Quem falou em céu e inferno?”, Bell se enterra no universalismo ao negar a condenação eterna, apesar de acreditar em céu e inferno. Ele quer ser um descolado representante da intelligentsia evangélica e atrair através de ensinamentos hereges multidões famintas por uma salvação simplista, sem esforço ou procura, mas ao invés disso, foi engodado por sua própria concupiscência e está confundido entre o amor de Deus e a salvação universal.
A entrevista foi publicada na edição de 28 de novembro e demonstra o analfabetismo teológico de um homem que é considerado referencial nos Estados Unidos. Não é de hoje que a América vive uma crise teológica, mas as afirmações de Bell são grosseiramente vergonhosas.
Rob Bell torna-se um herege universal ao vincular salvação por obras e remissão sem necessidade da fé. Sua fala na entrevista sobre a compaixão dos ateus e ainda uma grave contradição: se ele diz, torcendo as palavras de Jesus, que o inferno é vivido nesta terra, reduz o sacrifício redentor do Calvário. Ele desconhece o caráter de Deus, confunde Graça com tolerância ao pecado. A questão do pecado tem sido alvo de muitas teorias, inclusive negando taxativamente a realidade do pecado ou tornando o pecado algo natural à vida humana. Porém a Bíblia declara que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23).
Jesus deixou claro, em não poucas passagens do Novo Testamento, que Ele era o único Caminho para a redenção da humanidade caída. Bell esquece que esse favor imerecido que Deus confere ao homem está diretamente ligado ao reconhecimento de que Jesus é o único capaz de redimir nossas culpas. A salvação nos é concedida mediante a graça de Deus, manifesta em Cristo e está baseada na morte, ressurreição, e exaltação do Filho de Deus.
Sem dúvidas Deus poderia ter predestinado toda a humanidade a salvação, ou a condenação, que é o que realmente merecemos. Mas Ele não predestinou. A questão não é a onipotência de Deus, mas como Rob Bell admite: a questão é o amor de Deus. Sugerir que Deus não quer que toda a humanidade seja salva é uma difamação do seu caráter. Algo que fica muito claro é que Deus quer que toda a humanidade seja salva e vá para o céu. Os que perecem só perecem por rejeitar a salvação de Deus. Ninguém é condenado ao inferno apenas porque Deus assim quis, na verdade Ele fará de tudo para evitar esta condenação.
O ato de Deus declarar justo o pecador que pela fé aceita Jesus por seu Salvador (Romanos 5.1,33) é a prova de que Deus não quer que ninguém seja condenado. Ele fará tudo que poder para persuadi-lo a crer na salvação que Ele ofereceu. E aquele que é justificado por Deus passa a ser visto por Ele como se jamais tivera pecado em toda a sua vida e é declarado livre de toda a culpa do pecado e de suas consequências (Romanos 6.18; Romanos 6.6; João 1.29; João 16.8).
O amor de Deus é manifesto na regeneração do pecador, na renovação espiritual do indivíduo. Significa ser gerado novamente; receber nova vida, reconstruir, restaurar, reviver. O amor de Deus está expresso no fato d’Ele amar o mundo de tal maneira, ao ponto, de dar seu único Filho (…) para que o mundo fosse salvo por Ele (João 3.16; grifo do autor) o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo (1 João 4.14; grifo do autor).
O amor de Deus está evidenciado ai: Deus (…) não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se (2 Pedro 3.9; grifos do autor); quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade (1 Timóteo. 2.4; grifos do autor).
Gostaria de acreditar na “melhor história”, de acordo com Rob Bell, da salvação universal. Não um cristão, mas um ateu consideraria a salvação universal a melhor saída. Essa história é maravilhosa para quem está tão confundido, preocupado em justificar-se através de um caráter bondoso, descente, através de um coração, como justifica Bell. Mas qual seria o propósito da morte de Cristo?  Não está ai a total redenção da humanidade? Que tipo de reforma do cristianismo é está que não crê na importância de Cristo? Se é necessário uma mudança, se a palavra “não está chegando aos corações”, então Cristo falhou.
Somos totalmente depravados, não merecemos qualquer perdão ou regeneração, mas o amor de Deus nos justifica, regenera e santifica. Não escolhemos ir a Deus ou receber a Cristo, mas através da obra de Cristo e do agir do Espírito Santo somos convencidos de nossos pecados. Cristo ao cumprir toda a lei que o homem não pode cumprir, possibilitou ao homem ser plenamente justificado. A justificação tem sua origem na livre graça de Deus (Romanos 3.24), pois mesmo sem merecer e sem qualquer possibilidade de buscarmos a Deus, fomos por Ele justificados.
Quando Rob Bell afirma que Deus não seria capaz de ferir alguém, descarta o juízo de Deus contra o pecado. A punição do pecado é inevitável, pois ele representa um débito do pecador para com Deus e deve ser irremediavelmente quitado. É esse débito que obrigará Deus a lançar o homem no inferno (Mateus 10.28).
A salvação é um dom, um dom do amor de Deus. Ninguém pode dar um dom a alguém a menos que a pessoa esteja disposta a recebê-lo. Deus não impõem a salvação ou sua graça a ninguém.
Por fim, o que salva não é religião, mas a fé na obra redentora de Cristo. Contudo, a obra de Cristo inclui a obra da igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Mateus 16.18). A igreja é um instrumento de Deus para redimir a alma humana da ira vindoura (sim, Rob Bell, ela existe, mesmo que você não queira acreditar no inferno). Mesmo com as falhas eventuais do campo religioso do cristianismo, principalmente no que se refere a pregadores e líderes, a mensagem cristã é a única que não ensina ao ser humano essa mentira satânica. O inferno é real, Cristo falou sobre ele, os discípulos advertiram, a única maneira de escapar dele é através da graça de Deus.
Os ensinamentos de Jesus sobre a condenação do ímpio e do castigo infernal são uma clara evidência da confusão teológica que envolve Bell, que afirma que Jesus fazia menção ao sofrimento terreno. Não foram poucas as vezes que em seus ensinamentos e parábolas Jesus mencionou o inferno (Mateus 5.29; 5.22; 11.23; 18.9; 23.33; Marcos 9.47; Lucas 16.23).
Esse acréscimo de que o inferno não é uma condenação real procura acomodar os ímpios, serve para fazê-los descansar no seu atual estado de perdição.

VIA GRITOS DE ALERTA  
ESCRITO POR . ABNER FERREIRA .
FONTE .http://artigos.gospelprime.com.br/rob-bell-faca-sua-escolha-ceu-ou-inferno/

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BISPO ROBERTO TORRECILHAS

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O TEMPLO DOS ÚLTIMOS DIAS .


O Que é o Templo dos Últimos Dias?
Em 1989, a revista Time publicou um artigo intitulado "Tempo para um Novo Templo?" em que relatava o desejo crescente de muitos judeus devotos de verem um novo templo construído no Monte do Templo em Jerusalém. O correspondente começou escrevendo:
"Que a Tua vontade seja a rápida reconstrução do Templo em nossos dias..." Esse pedido a Deus, recitado três vezes ao dia nas orações judaicas, expressa um desejo que faz do Monte do Templo em Jerusalém os 35 acres potencialmente mais instáveis do mundo.[1]
Nos anos que se seguiram a esse artigo, nada diminuiu o desejo de reconstruir o templo. Na verdade, a expectativa e os preparativos continuam a crescer. O apoio do público israelense para a reconstrução do templo, antes fraco, está aumentando gradativamente. A tensão no Oriente Médio continua alta e os problemas religiosos e políticos da região continuam nas manchetes em todo o mundo. Mas, mesmo nestes tempos turbulentos, os ativistas do Movimento do Templo continuam a intensificar seus esforços.
Os esforços da política, da diplomacia, da religião e da cultura convergem todos para o Monte do Templo – provavelmente o terreno mais disputado da terra. Uma das tensões mais importantes entre judeus e muçulmanos é a de que uma mesquita muçulmana, o Domo da Rocha, foi construída no local do templo em Jerusalém. O ativismo em torno do templo tem provocado preocupação e conflito internacional e continua sendo um pavio curto que pode detonar a próxima guerra mundial. Não existem soluções fáceis ou simples nesse complexo drama internacional e há muita retórica.
O líder dos Fiéis do Monte do Templo, Dr. Gershon Salomon, que é um dos defensores mais conhecidos e declarados de um templo reconstruído, afirma:
Eu creio que essa é a vontade de Deus. Ele [o Domo da Rocha] deve ser retirado. Devemos, como sabem, removê-lo. E hoje temos todo o equipamento para fazer isso, pedra por pedra, cuidadosamente, embalando-o e enviando-o de volta para Meca, o lugar de onde veio.[2]
Afirmações tais como essa estão carregadas de emoção e são defendidas com convicção. Qualquer atividade relativa ao Monte do Templo certamente criará o caos e trará reprovação de uma ou mais entidades religiosas ou políticas envolvidas.
No entanto, o sonho de reconstruir o templo é realista e biblicamente correto; um dia ele se realizará.A Bíblia ensina explicitamente que a reconstrução se tornará realidade. Mas a alegria será passageira e a adoração será interrompida. Como veremos através de alguns tópicos da história e da Bíblia, o novo templo não será nem o primeiro nem o último a ser erguido. Sua construção é certa, mas os dias turbulentos que a acompanharão também.
Quais são os planos e os preparativos para o próximo templo de Israel?
Muitos planos estão sendo feitos para a reconstrução do templo,[3] e vários grupos diferentes em Israel estão se preparando para isso. Algumas das organizações e atividades incluem:
Os Fiéis do Monte do Templo, liderados por Ger-
shon Salomon, que usam medidas ativistas para tentar motivar seus compatriotas a reconstruírem o templo. Uma dessas medidas foi sua tentativa periódica de colocar uma pedra angular de 4 toneladas e meia no Monte do Templo. O ativista Gershon Salomon demonstra sua determinação quando diz:
No dia certo – creio que em breve – essa pedra será colocada no Monte do Templo, trabalhada e polida... e será a primeira pedra para o terceiro templo. Agora mesmo essa pedra não está longe do Monte do Templo, bem perto das muralhas da Cidade Velha de Jerusalém, perto da Porta de Shechem... e dessa pedra se pode ver o Monte do Templo. Mas o dia está próximo em que essa pedra estará no lugar certo – pode ser hoje... ou amanhã, estamos bem pertos da hora certa.[4]
Outra ação que eles instituíram foi o sacrifício de animais.
O Instituto do Templo, liderado por Israel Ariel, que já fez quase todos os 102 utensílios necessários para a adoração no templo conforme os padrões bíblicos e rabínicos. Eles estão em exposição para turistas no centro turístico do Instituto do Templo na Cidade Velha em Jerusalém.
O Ateret Cohanim fundou uma yeshiva (escola religiosa) para a educação e o treinamento dos sacerdotes do templo. Sua tarefa é pesquisar regulamentos, reunir levitas qualificados e treiná-los para um sacerdócio futuro.
Muitas yeshivas surgiram em Jerusalém para fazer preparativos para a eventualidade de culto no templo reconstruído e funcional. Estão fazendo roupas, harpas, plantas arquitetônicas geradas em computador. Alguns rabinos estão decidindo quais inovações modernas podem ser adotadas num templo novo. Além disso, eles estão fazendo esforços para ter animais kosher (puros) para sacrifício, inclusive novilhas vermelhas. E algumas pessoas continuam a orar no Monte do Templo para ajudarem a preparar o caminho.
Muitos outros preparativos estão em andamento para a volta de Israel a todos os aspectos da adoração no templo.
Qual é a importância do templo da Tribulação?
O templo da Tribulação é importante porque é o templo que

 muitos judeus em Israel estão tentando reconstruir no 

presente. Saber o que a Bíblia ensina sobre os templos do 

passado, presente e futuro dá aos crentes a base 

necessária para ver o terceiro templo do ponto de vista de 

Deus. Apesar de que a esperança judaica para o próximo 

templo é que ele seja o templo messiânico, a Bíblia deixa 

claro que ele será, na verdade, o templo transitório do 

Anticristo.

O fato de Israel ter sido restabelecido como nação em 1948, 

de Jerusalém ter sido reconquistada em 1967 e dos judeus

 estarem fazendo esforços cada vez mais significativos para

 a construção do terceiro templo, demonstra que estamos 

chegando perto do fim da atual era da Igreja e do início da

 Tribulação. O cenário divino para o fim dos tempos está

 tomando forma e o centro das atenções é a reconstrução do

 templo em Jerusalém. A mão de Deus está agindo. (Thomas Ice e Timothy Demy -http://www.chamada.com.br)
Notas
  1. Richard N. Ostling, "Time for a New Temple?" ("Tempo para um Novo Templo?") Revista Time, 16 de outubro de 1989.
  2. Gershon Salomon citado em Patti Lalonde, "Building the Third Temple" ("Construindo o Terceiro Templo"), This Week in Bible Prophecy Magazine, abril de 1995, p. 22.
  3. Para detalhes documentados de preparativos atuais para reconstruir o templo veja Ice e Price, Ready to Rebuild.
  4. Randall Price, entrevista gravada com Gershon Salomon, 24 de junho de 1991.
Thomas Ice é diretor-executivo do Pre-Trib Research Center (Centro de Pesquisas Pré-Tribulacionistas) e professor de Teologia na Liberty University. Ele é Th.M. pelo Seminário Teológico de Dallas e Ph.D. pelo Seminário Teológico Tyndale. Editor da Bíblia de Estudo Profética e autor de aproximadamente 30 livros, Thomas Ice é também um renomado conferencista. Ele e sua esposa Janice vivem com os três filhos em Lynchburg, Virginia (EUA).

Pesquisa revela que 7% dos católicos não creem em Deus , Frequência às missas caiu na Irlanda


Pesquisa revela que 7% dos católicos não creem em DeusPesquisa revela que 7% dos católicos não creem em Deus
Mais de 20% dos católicos irlandeses não acreditam na ressurreição de Jesus nem que Deus criou o universo, afirma a pesquisa divulgada pelo Instituto Ipsos MRBI. Constatou-se também que 7% dos católicos sequer acreditam em Deus. Um número curioso em um páis que recentemente organizou o primeiro congresso mundial de ateus.
Quando se trata de tomar decisões morais sérias, mais de três quartos (78%) dos católicos irlandeses seguem sua própria consciência, em vez de lembrar do ensino da Igreja (17%). Quase metade dos católicos irlandeses (45%) não acredita no inferno, enquanto quase um quinto (18%) não acreditam que Deus criou o homem.
Por outro lado, 92% dos católicos irlandeses dizem acreditar em Deus, 82% acreditam no céu, 80% acreditam que Deus criou o homem e 84% acreditam que Jesus era o filho de Deus. Além disso, 78% acreditam na ressurreição de Jesus, enquanto 76 % acreditam que Deus criou o universo.
Quando se trata de frequentar as missas, a pesquisa revelou que 34% dos católicos irlandeses fazem isso uma vez por semana, 16% afirmam que “raramente/nunca” vão. No geral, a pesquisa revelou que 90% dos entrevistados consideram-se católicos, 2% é evangélico, 2% de outra religião, 5% não tem religião e 1% recusou-se a responder.
Cinqüenta e nove por cento associou a palavra “igreja” ao seu lugar de culto, enquanto 20% diz que “somos nós mesmos… o povo de Deus”.
Entre os entrevistados, 84% acreditam que os padres deveriam ter o direito de se casar e 7% são contra. Por outro lado, 80% acreditam que deveria haver sacerdotes mulheres, com 9% sendo contra.
Uma pergunta da enquete falava sobre a formação do mundo: criacionismo X evolucionismo. A pesquisa descobriu que 56% dos entrevistados acreditam que Deus criou o homem, com 18% dizendo acreditar na evolução. Curiosamente, 7% acreditam em ambas, enquanto 7% não acreditam em nenhum das duas. Doze por cento disse que não sabia.
Segundo o jornal Irish Times, que divulgou a pesquisa, desde 1996 o número de católicos irlandeses não sofre alterações significativas. Porém, nos últimos 14 anos, a frequência semanal à missa, caiu de 55%, em 1998, para 34% em 2012.
A maior queda na devoção foi notada entre os mais jovens. Apenas 17% das pessoas entre 18 e 34 anos de idade vão à missa semanalmente. Na faixa entre 34 e 54 são 31% e 57% das pessoas com mais de 55 anos o fazem.

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FONTE . GOSPEL PRIME

Hoje é o Dia do Evangélico


Hoje é o Dia do EvangélicoHoje é o Dia do Evangélico
O Dia do Evangélico, comemorado dia 30 de novembro, existe em todo o país. Porém, somente no Distrito Federal será feriado, seguindo uma lei distrital em 1995.
A proposta foi ideia do então deputado Carlos Xavier (PMDB), que teve aprovação na Câmara Legislativa do DF. A lei foi sancionada pelo então governador Cristovam Buarque (PDT), e passou a fazer parte do calendário oficial.
Com a repercussão, a data também foi adotada por outros estados e municípios, determinando as comemorações em 30 de novembro como Dia do Evangélico. O presidente Lula tornou a lei nacional em 15 de setembro de 2010, através do projeto de lei 3541/08, proposta pelo deputado federal Cléber Verde (PRB-MA).
Em alusão à data, a Secretaria de Cultura do DF realizará hoje e amanhã uma programação com shows de bandas gospel no gramado da Esplanada dos Ministérios. Serão 25 atrações, com destaque para Damares nesta sexta-feira (30) e Trazendo a Arca, no sábado (1/12).
Por ser um feriado distrital, os órgãos federais e algumas instituições do DF, como o Tribunal de Justiça, funcionarão normalmente.
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) o número de evangélicos aumentou mais de 60% nos últimos 10 anos. Um crescimento de 16 milhões de fieis evangélicos que mexeu com país, outrora conhecido como a maior nação católica do mundo. Segundo projeções, o número de evangélicos deve ultrapassar o de católicos nos próximos 30 anos

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INF. GOSPEL PRIME

ALERTA - Irã possui bomba nuclear três vezes maior que as de Hiroshima e Nagasaki



Irã possui bomba nuclear três vezes maior que as de Hiroshima e NagasakiIrã possui bomba nuclear três vezes maior que as de Hiroshima e Nagasaki
Após meses de debates sobre a veracidade do programa nuclear existir com fins bélicos, um relatório da agência de notícias Associated Press confirmou que inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) sabem que o Irã está construindo uma grande bomba nuclear.
Os diagramas divulgados no início desta semana mostram os cálculos do “rendimento explosivo nuclear”, indicando que se trata de uma carga de 50 quilotons.
Funcionários da IAEA, que falaram à agência de notícias, confirmaram que a agência teve acesso às plantas e dizem estar frustrados com a forma como as potências ocidentais estão lidando com essa situação perigosa e urgente.
Um dos inspetores observou que a construção dessa bomba desmente todas as reivindicações iranianas de que seu programa nuclear tem apenas fins civis, ou seja, de geração de energia elétrica.
Para efeitos de comparação, 50 quilotons é o triplo da capacidade das bombas usadas durante a Segunda Guerra Mundial que destruíram as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki.
Cada uma delas tinha 15 quilotons. Por que motivos o Irã construiria uma arma dessas se não fosse para intimidar um inimigo. Não por acaso, os lideres iranianos já anunciaram várias vezes sua intenção de “varrer Israel do mapa”, algo que seria fácil com uma bomba como essa.
A Agência Internacional de Energia Atômica suspeita que o Irã já realizou testes de explosivos convencionais que poderiam ser usados para detonar uma arma nuclear em Parchin, base militar ao sudeste da capital, Teerã. A Associated Press lembra que o Irã repetidas vezes rejeitou os pedidos da AIEA para visitar o local, que a agência teme estar passando por uma grande limpeza, visando eliminar quaisquer vestígios dessas experiências.
Os cientistas nucleares Mohsen Fakhrizadeh, Majid Shahriari e Fereidoun Abbasi seriam os responsáveis pelo desenvolvimento da bomba. O Irã tem impedido há anos as tentativas da AIEA de questionar Fakhrizadeh sobre seu suposto envolvimento em programas secretos.
Shahriari foi assassinado em 2010 e Irã sempre alegou que foi uma execução de agentes secretos israelenses. Abbasi, hoje chefe da agência nuclear do Irã, ficou ferido em uma tentativa de assassinato diferente que ocorreu no mesmo dia que Shahriari foi morto. Traduzido de Israel Today e AP.

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🔥 COM DINHEIRO PÚBLICO, ESCOLA RIDICULARIZA EVANGÉLICOS E EXPÕE APOIO DE LULA: DESFILE PROVOCA REVOLTA NACIONAL

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