quarta-feira, 26 de junho de 2013

FUNERÁRIA PÉ JUNTO - Igreja Mundial anuncia seguro e auxílio funeral "100% Jesus"


"O seguro que protege até o seu sono." Esse é um dos slogans usados no mais novo produto "oferecido" pela Igreja Mundial do Poder de Deus, do apóstolo Valdemiro Santiago.

Trata-se de um seguro de residência e também auxílio funeral, chamado "100% Jesus".

Os anúncios vêm sendo feitos durante intervalos da programação da Igreja Mundial nos canais UHF 21 (arrendado da Band), na própria Band e na RedeTV! O seguro começa a partir de cerca de R$ 25 mensais.

Não é a primeira vez que a Igreja Mundial coloca ou apoia produtos no mercado. Recentemente, conforme este programa revelou, Santiago colocou à venda para os fiéis tijolinhos de plástico em miniatura a R$ 200 a unidade. O objetivo seria "ajudar na obra de Deus".

A Igreja Mundial já divulgou, cerca de três anos atrás, a água "100% Jesus", que "hidrata corpo e alma".

Fonte: Midiacon

Mara explica polêmica e diz: Aberração é falta de democracia

A cantora Mara Maravilha teve sua fala no programa “Morning Show”, da Rede TV!, mal interpretada gerando uma grande polêmica nas redes sociais, já que muitos veículos afirmaram que ela havia chamado os gays de aberração.
Uma pequena nota foi escrita pela cantora e divulgada para colocar um fim às críticas que ela passou a receber por conta de suas declarações.
“Estou sendo mal interpretada! Nunca disse que gay é aberração!”, disse. Mara Maravilha foi questionada pelos apresentadores sobre o PDC 234/2011 chamado erroneamente de “cura gay” e comentou que simpatiza com o deputado Marco Feliciano e que as pessoas têm o direito de não concordarem com a homossexualidade.
A cantora foi hostilizada pelos internautas e recebeu inúmeras críticas e acusações. “Em todas essas calúnias contra mim, o que vai prevalecer é a minha conduta de respeito e amor ao próximo, sem fazer acepção de pessoas”.
No próprio programa a ex-apresentadora infantil comentou que não ter sua opinião respeitada era uma forma de preconceito e na nota ela voltou a afirmar que é necessário respeitar a liberdade de expressão de quem não é a favor do homossexualismo.
“Aberração é falta de democracia e liberdade de expressão…Bullying é aberração!”, disse ela que já comentou ter amigos e funcionários que são homossexuais e que nunca foram destratados por ela.
Leia a nota:
“Estou sendo mal interpretada! Nunca disse que gay é aberração! Não levanto nenhuma bandeira política oportunista! Em todas essas calúnias contra mim, o que vai prevalecer é a minha conduta de respeito e amor ao próximo, sem fazer acepção de pessoas. Aberração é falta de democracia e liberdade de expressão… Bullying é aberração! Não vou me intimidar, continuo contando com o bom senso e a inteligência de todos independente de suas escolhas sexuais, religiosas e políticas. No demais, vai tudo bem, não pretendo comentar mais o assunto. Porque o justo não se justifica!”

GP

Câmara derruba PEC que tentava limitar o poder de investigação do MP

A Câmara dos Deputados derrubou nesta terça-feira (25), por 430 votos a nove (e duas abstenções), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que impedia o Ministério Público de promover investigações criminais por conta própria (veja como cada deputado votou).
O texto da chamada PEC 37 (entenda) previa competência exclusiva da polícia nessas apurações. Com a decisão da Câmara, a proposta será arquivada.
Pela proposta de alteração na carta constitucional, promotores e procuradores não poderiam mais executar diligências e investigações próprias – apenas solicitar ações no curso do inquérito policial e supervisionar a atuação da polícia. A rejeição da proposta era uma das reivindicações dos protestos de rua que se espalharam em todo o país.
Antes de iniciar a votação nominal, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDBx-RN), fez um apelo para que a proposta que limita o MP fosse derrotada por unanimidade.
“Tenho o dever e a sensibilidade de dizer a esta casa que todo o Brasil está acompanhando a votação desta matéria, nesta noite, no plenário. E por isso tenho o dever e a sensibilidade de declarar, me perdoe a ousadia, que seria um gesto importante, por unanimidade, derrotar essa PEC”, disse.
Tenho o dever e a sensibilidade de declarar, me perdoe a ousadia, que seria um gesto importante, por unanimidade, derrotar essa PEC."
Deputado Henrique Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara
A votação foi acompanhada por procuradores e policiais, que ocupavam cadeiras na galeria do plenário da Câmara. Conduzidos pelo líder do PSDB, Carlos Sampaio (SP), promotor de Justiça licenciado, parlamentares tucanos ergueram cartazes no plenário contra a PEC 37. As cartolinas estampavam “Eu sou contra a PEC 37. Porque não devo e não tenho medo da investigação. A quem interessa calar o MP?”, indagava o manifesto.
Ao abrir a sessão extraordinária, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), afirmou que era necessário votar a PEC 37, mesmo sem acordo.
“Lamentavelmente chegamos a 95% de acordo. Faltaram 5% para concluirmos um texto. Esta Casa demonstrou sua vontade de estabelecer um perfeito entendimento entre o Ministério Público e os delegados. Mas na hora que não foi possível, isso não poderia ser pretexto para não votar a PEC. Ela não poderia ficar pairando”, disse.
Henrique Alves disse ainda “ter certeza” de que os parlamentares voltariam a proposta pensando no que seria melhor para o país.“ Tenho certeza de que cada parlamentar estará votando de acordo com a sua consciência, para o combate à corrupção, o combate à impunidade”, disse
Em discurso no plenário, o líder do PSOL na Câmara, Ivan Valente (RJ), destacou o papel das manifestações populares na derrubada da PEC 37. “Lá na CCJ da Câmara a maioria dos deputados era a favor da PEC 37. A maioria desse plenário era a favor da PEC 37. [...] Essa PEC vai ser derrubada pelo povo nas ruas”, afirmou.
Todos os partidos orientaram as bancadas para rejeitar a proposta. “A bancada do Democratas vai votar em sua ampla maioria, senão na sua totalidade, para derrotar a PEC 37. Mas aos colegas que votarem favoravelmente a ela, o meu respeito, porque eu respeito qualquer parlamentar no momento da sua decisão e votação”, disse o líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado (GO).
Queremos dar uma resposta à sociedade, uma resposta às ruas. Não queremos que nenhuma criminalidade fique sem investigação."
Deputado Eduardo Cunha (RJ), líder do PMDB na Câmara
Ao defender a rejeição da PEC 37, o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), afirmou que o partido quer dar uma reposta às manifestações.
“Ninguém quer acabar com o poder de investigar. Todos nós queremos que todos investiguem. Queremos dar uma resposta à sociedade, uma resposta às ruas. Não queremos que nenhuma criminalidade fique sem investigação”, afirmou.
Autor da PEC lamenta 'rótulo'
O autor da proposta, deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA), foi o único a defender o texto no plenário. Ele afirmou que a PEC 37 foi rotulada de forma “indevida” como sinônimo de “impunidade”. 

“Essa PEC tramitou nesta Casa com 207 assinaturas, foi aprovada na CCJ [Comissão de Constituição e Justiça], foi aprovada na comissão especial. Lamentavelmente, num acidente de percurso, a PEC foi rotulada e alcançada por um movimento que nada tem a ver com sua propositura. Não é verdadeiro o rótulo de impunidade da PEC”, afirmou.


G1.COM.BR

terça-feira, 25 de junho de 2013

Não existe projeto de “cura gay”. É pilantragem jornalístico-militante


Perguntam-me por que não comentei nada sobre o adiamento da votação, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, do “projeto que permite a cura gay”. Porque isso não existe! Esse projeto é uma invenção de setores da imprensa e dos militantes da causa gay. Já escrevi longamente a respeito. O que existe é um Projeto de Decreto Legislativo que torna sem efeito parte do Arrigo 3º e o Artigo 4ª da Resolução nº 1 do Conselho Federal de Psicologia, que, com efeito, invadem de forma indevida a relação psicólogo-paciente e violam o Artigo V da Constituição. No texto cujo link vai acima, explico por quê. Lá estão todos os links para o conteúdo que interessa: a resolução do Conselho e a íntegra do texto a ser votado. Afirmar que se trata de “projeto de cura gay” é estupidez, má-fé ou as duas coisas. Ou ainda: “Ah, já que diz respeito ao Feliciano mesmo, tudo nos é permitido”. É militância, não é jornalismo.
E pouco me importa se há 99% da imprensa dizendo o contrário. Essa maioria esmagadora é incapaz de mudar o sentido das palavras. A parte da resolução do conselho, diga-se, que deixa claro que homossexualidade não é patologia é preservada, o que também demonstro. O Projeto de Decreto Legislativo seria discutido na comissão nesta quarta. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pediu que fosse adiado porque se prevê tumulto na Casa etc.e tal. Parece que ficou para a semana que vem.
Pronto. Aí está a notícia sobre a não notícia. Aí está a não votação do projeto que não autoriza a cura gay e só corrige um arroubo autoritário do Conselho Federal de Psicologia, que não costuma abraçar causas muito boas, diga-se. O Conselho foi um dos apoiadores daquele seminário em favor da descriminação das drogas ocorrido em Brasília entre sexta e domingo passados. Também meteu as digitais em propostas que pretendem cercear a propaganda de alimentos considerados pouco saudáveis ou que levem ao consumismo — mais uma estrovenga notavelmente autoritária. Voltarei ao tema nesta madrugada.
É isso.
Por Reinaldo Azevedo

Grupos que defendem a volta do militarismo convocam atos e pedem o impeachment de Dilma

Em diversos eventos pulverizados pelo Facebook, grupos que não se intitulam "nem de direita nem de esquerda" convocam atos anticorrupção em várias cidades brasileiras.
Alguns defendem a volta das Forças Armadas ao comando do País e todos clamam pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), além de serem contra "qualquer bandeira" fora a brasileira em protestos.
Embora partam de comunidades distintas nas redes sociais, as lideranças formam grupos afins, que divulgam os eventos uns dos outros. A página do Facebook nas ruas, moderada pela ativista Carla Zambelli, funciona como âncora para espalhar atos de várias organizações.
Em São Paulo, por exemplo, para o mesmo horário e local, 17h desta quarta-feira (26) em frente ao Masp, estão marcados os atos Por Um Brasil Melhor e Menos Corrupto e Reconstruindo o Brasil — este último organizado pela OCC (Organização de Combate à Corrupção), que defende a volta do militarismo.
Carla diz que os atos são contra a corrupção e que o tema das tarifas era muito "restrito".
— Roubamos a pauta porque o Movimento Passe Livre tem um tema muito restrito, que não nos representa. Eles insistem em dizer que o tema é reforma agrária e mobilidade, mas o povo brasileiro provou que a luta é contra corrupção. No protesto de quinta, ninguém tinha cartaz de reforma agrária. Só petralha’ para dizer que o movimento anticorrupção é vago. Se não for pelo amor é pela dor, a gente quer parar o Brasil mesmo.
Carla defende que "não existe direita e esquerda mais, mas o que é bom e o que é ruim". Diz não defender a ditadura militar, mas faz ressalvas.
— Talvez eles [grupos que defendem o militarismo] estejam certos em dizer que Forças Armadas tenham de tomar conta. A gente quer que os fichas-sujas saiam do Senado e do Congresso. Mas como tirá-los? Não há demissão. Então a Comissão de Ética tem de entrar, ou as Forças Armadas tirá-los dali. Mas eu acho que não precisa ser as Forças Armadas, pode ser o próprio povo.
Para o fundador do Revoltados Online — que também convoca as manifestações anticorrupção, — Marcello Reis, "não é o momento" de falar se o grupo é contra ou a favor do militarismo.
— Não achamos que agora há necessidade de falar isso. Não é que nós somos contra ou a favor [da intervenção armada]. Se for necessário, sim.
Reis acredita que uma alternativa ao regime militar é a redução dos partidos a cinco — dois de direita, dois de esquerda e um de centro.
— Temos mais de 40 partidos, mas não temos 40 ideologias. Uma solução imediata, se houvesse o impeachment da Dilma, seria deixar o Joaquim Barbosa por seis meses como presidente até que fossem convocadas novas eleições, das quais só participariam partidos fichas-limpas.
Sem bandeiras
Carla, que também mantém o Movimento Pátria Minha, é a favor de que se queimem "todas as bandeiras que aparecerem em manifestação".
— Se aparecer com a bandeira do PSDB vamos queimar do mesmo jeito. Mas peraí, PT, você é um dos principais culpados da manifestação! Que vá com a camiseta do Brasil.

R7

PT perdeu o apoio da "nova classe média


Manifestantes saem às ruas em protestos pelo Brasil- Cerca de 10 mil pessoas protestaram nas ruas de Porto Alegre nesta segunda-feira (24). Durante a noite, mais de 80 pessoas foram detidas pelo BOE (Batalhão de Operações Especiais) da Brigada Militar, por depredações e saques Ricardo Duarte/Agência RBS

De repente, seu rosto se fechou em um sorriso tenso. Em seu olhar, projetado nos telões, era possível ver uma lágrima de raiva antes que ele se fixasse no vazio, para frente, como se a presidente Dilma Rousseff houvesse perdido a partida antes mesmo de começar. Durante mais de vinte longos segundos, no sábado (15), durante a abertura da Copa das Confederações, o público do estádio de Brasília, novinho em folha, vaiou seu nome em um rugido ensurdecedor.
Do lado de fora, cerca de 1.500 manifestantes, alguns muito jovens, que foram fazer uma mixórdia de protestos contra o custo de vida, a corrupção e o escândalo dos gastos abissais ligados aos grandes eventos esportivos, eram rigidamente mantidos à distância pelas forças policiais. Dentro e fora a imagem é impressionante e mostra até que ponto o abismo entre o governo e o povo se aprofundou. Uma cena brutal que ficará como uma das mais fortes desse movimento de protestos, que é o maior dos últimos vinte anos.
Os gastos para a Copa de 2014 despertaram a frustração dos brasileiros e colocaram em evidência o estado lamentável dos serviços públicos (saúde, educação, transporte...). Acima de tudo, eles acentuaram um sentimento de incompreensão quanto aos dirigentes dessa chamada "nova classe média". Essa que viu seu poder de compra aumentar ligeiramente ao longo dos dez últimos anos de governo do Partido dos Trabalhadores (PT), mas que de repente se sentiu despossuída, excluída de um crescimento do qual ela achava fazer parte.
As raízes do desencanto são profundas. Durante meses, houve os repetidos ataques pelo caso de corrupção do chamado "mensalão", que, no decorrer das audiências perante os juízes, desgastou a imagem do ex-presidente "petista" Luiz Inácio Lula da Silva, mentor e figura tutelar da atual dirigente. E a corrupção se tornou "uma mancha num partido que se construiu em cima de um discurso ético", escreveu uma jovem e célebre blogueira que adota o apelido de Socialista Morena, no site da revista "Carta Capital".
O PT decepcionou seu eleitorado tradicional de esquerda ao dar seguimento a uma tradição de alianças oportunistas com partidos de todas as vertentes. A imagem de um partido "normalizado", que se adaptou aos métodos de clientelismo e de trapaça  política tradicional, não caiu bem.
O fato de que ele tenha aberto mão de começar os trabalhos para a reforma agrária, do sistema eleitoral ou da saúde, outrora bandeiras do PT, alimentou um certo cinismo. Ele também foi decepcionante em questões de direitos humanos ao aceitar recentemente um pastor racista e homofóbico, Marco Feliciano, para encabeçar uma comissão parlamentar. Seu nome é vaiado em cada uma das manifestações que têm ocorrido. E ele decepciona também na forma como vem lidando com as reivindicações dos sem-terra e dos movimentos indígenas.
A esses sentimentos difusos se soma uma sucessão de gafes. No dia 18 de maio, Dilma Rousseff criticou os "pessimistas de plantão" durante a inauguração do estádio da capital. O ministro dos Esportes, Aldo Rebelo --enquanto as manifestações ainda não haviam assumido a dimensão que se viu-- elevou o tom e afirmou que "o governo não toleraria que manifestações perturbassem a Copa das Confederações".
A atitude soberba do protegido de Lula, Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, fazendo pouco de "um movimento sem liderança", ao lado de Geraldo Alckmin, o governador do Estado (oposição), que havia chamado os manifestantes de "vândalos", causou a ruptura.
Dentro do PT, algumas vozes se levantaram para alertar os dirigentes. O secretário municipal da Juventude em São Paulo, Erik Bouzan, tentou conter o mal-estar afirmando que o movimento de protestos não critica o "governo" diretamente e que é preciso "uma nova política de transportes públicos". O mesmo pensa Duda Mendonça, estrategista político e ex-conselheiro de Lula.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, admitiu que o governo "ainda não havia conseguido entender as razões do movimento". Na terça-feira, a presidente Dilma Rousseff se mostrou mais conciliadora, afirmando que "é próprio da juventude se manifestar". Ela prometeu que ouviria atentamente os manifestantes. Tarde demais, evidentemente. Militantes do PT foram recebidos por agressões, na quinta-feira à noite, na manifestação em São Paulo. Uma bandeira do partido foi queimada.
Alguns meses atrás, Gilberto Carvalho havia afirmado: "Não conseguimos produzir um movimento que permitisse o nascimento de uma mobilização, novos valores e uma nova cultura". Tarso Genro, governador do Rio Grande do Sul, fez um apelo por "uma transformação política do PT" para reconsiderar o sistema de alianças adotado pelo partido, algo que o partido "criticava quando estava na oposição".
Alguns dias mais tarde, a festa que celebrava os dez anos do PT no poder ocorreu em São Paulo, seu feudo histórico, em um clima pouco empolgante. "O país mudou", dizia o cartaz comemorativo. Mas talvez não no sentido que os dirigentes pretendiam. 
Tradutor: UOL

ALERTA - PEC 37 será colocada hoje em pauta para votação na Câmara.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que limita a atuação do Ministério Público, será colocada nesta terça-feira em votação na Câmara dos Deputados, como afirmou o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Inicialmente, havia uma tendência que a votação fosse adiada para o próximo semestre, mas as manifestações contra a PEC 37 fizeram os parlamentares mudarem de opinião.
— Durante mais de 30 dias, as partes tentaram, mas não se chegou a um acordo. Por não ter sido possível um acordo, vamos votar, e na minha opinião vamos derrotar — afirmou Alves.
Mais cedo, o vice-líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), disse que já havia uma tendência para incluir a PEC na pauta, para derrotar.
— O recado das ruas foi que a representação tem de ter sintonia com os representados, então temos de buscar essa sintonia — disse Duarte Nogueira. — A tendência é majoritária (agora) é para votar a PEC 37 ainda hoje para tentar derrubar.
Líderes do PT e do PP foram contra a votação, mas foram votos vencidos.
Henrique Alves se reuniu na manhã de hoje com líderes para definir a pauta de votação. Mais cedo, ele recebeu em sua residência oficial alguns líderes para discutir os projetos. Entre as propostas discutidas também estavam o projeto de divisão do royalties, que destina 100% dos royalties para Educação, e o Fundo de Participação dos Estados, que já foi aprovado no Senado.
A Câmara corre contra o tempo para dar uma resposta à sociedade. Segundo os líderes, a disposição é levar as votações noite a dentro nesta terça-feira. Como amanhã tem jogo entre Brasil e Uruguai, pela Copa das Confederações, o quórum deve ser esvaziado.

O GLOBO

📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO

  📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO Origem Roberto Torrecilhas,...