terça-feira, 31 de março de 2015

Espírita vai ao Planalto para alertar Dilma sobre Cunha


Open in new windowPara macumbeiro  Uzêda, a presidente Dilma Rousseff teria contra ela três trabalhos e estaria desprotegida espiritualmente.

Um espirita  identificado como Pai Uzêda conseguiu entrar no Palácio do Planalto nesta quinta-feira para tentar entregar uma carta para a presidente Dilma Rousseff, na qual existe uma orientação para que ela se defenda de alguns políticos, principalmente o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o espirita  conseguiu entrar no prédio com autorização de uma funcionária da Secretaria de Relações Institucionais. Conforme relatado na coluna Radar Online, da revista Veja, ele ficou no quarto andar por cerca de meia hora, até ser retirado pelos seguranças.

Neste andar ficam os gabinetes dos ministros da Casa Civil (Aloizio Mercadante), Relações Institucionais (Pepe Vargas) e Secretaria Geral (Miguel Rossetto). O gabinete da presidente Dilma Rousseff fica no terceiro andar do prédio.

Em declaração ao jornal Folha de São Paulo, Pai Uzêda falou sobre a carta. “O Eduardo Cunha é a besta. O trabalho dele é destituir a Dilma. Ele é um pai de santo de mão cheia, ele entende do canjerê. Basta olhar para a sua aura (...). Se deixar, ele vai ser o presidente do Brasil. Ele é protegido pelo povo de rua, ele tem o poder sobre o mal", disse ao jornal.

Segundo o religioso, ele procurou a presidente por "questão de ética e amor à presidente". Na carta, ele diz ter identificado três trabalhos contra a saúde de Dilma, sete contra ministros e duas macumbas com caveira de burro em frente ao Palácio da Alvorada.

"Ela está desprotegida, mas ainda está em tempo de se recuperar. Sou fã dela, mas ela precisa ser mais humilde. A mosca azul mordeu ela. Ela mexeu nos direitos dos trabalhadores. Ela não pode desfazer o que Lula, seu mentor, fez antes", disse ao jornal. Segundo o pai de santo, ser mordida pela mosca azul significa que “Dilma não se importa mais com o povo”.

Fonte: Terra

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