quinta-feira, 30 de junho de 2016

Marco Feliciano confronta Porta dos Fundos: “Por que não faz humor com o Estado Islâmico?"

No entanto, durante a participação de Gregório Duvivier, Gabriel Totoro e Rafael Portugal no programa, o apresentador Emílio Surita decidiu entrar em contato com o deputado federal Marco Feliciano após os comentários de Duvivier acerca dos processos movidos pelo pastor ao canal.

Feliciano, então, entrou em contato com o programa para responder ao vivo. “O Duvivier é um rapaz muito esperto, inteligente, os ouros dele tem que ser aplaudidos. O problema é que ele mente muito, esse rapaz precisava ter um pouquinho mais de juízo. Por exemplo, quando ele fiz que não é do PT. Onde é que já se viu isso? Ele é mais vermelho do que o próprio Fidel Castro”, iniciou dizendo o pastor.

Em todo o tempo de discussão, Duvivier respondeu às críticas do político em tom ofensivo e sarcástico, utilizando argumentos sem embasamento e comendo biscoitos oferecidos a ele pelo programa.

“Meu problema com o Duvivier é que eu queria saber por que ele não faz uma charge ou um humor com o islã? Com o Estado Islâmico? Com Maomé? Por que faz só com o cristianismo?”, questionou o pastor.

“Bom, porque não tem nenhum deputado islâmico roubando o meu dinheiro, senhor”, respondeu o humorista.

Feliciano aproveitou para falar sobre os vídeos do Porta dos Fundos que fazem uma "ofensa gratuita" ao cristianismo, já que "toca na fé de milhões de pessoas". “Você pode rir, pode debochar, mas a verdade é uma só: vocês aproveitam e falam dos cristãos porque cristãos não batem, não brigam, eles param para conversa”, disse o político.

“Hoje é terça-feira, não era nem pra você estar ouvindo rádio, era para estar trabalhando. O que o senhor faz, eu acho criminoso. Você acabou de citar umas cinco mentiras, que ‘evangélico não tem mídia’, de que ‘eu sou filiado ao PT’. Pelo amor de Deus”, respondeu o humorista

Gregório lembrou ainda de vídeos que viralizaram na web, em que Feliciano critica católicos e faz uma brincadeira com o cartão de crédito de um fiel em mãos. O pastor esclarece que o vídeo do cartão de crédito foi "uma brincadeira", que teria acontecido em um evento da igreja para levantar fundos para 60 mil crianças do Haiti.

“São vídeos gravados há 22 anos. Eu era um outro homem, tinha um outro pensamento. Os padres falavam de pastores e pastores falavam de padres nos púlpitos, havia uma briga religiosa. Se eu pudesse voltar no tempo, não teria falado aquelas porcarias, porque eu amadureci”, esclareceu Feliciano.

Assista o debate completo:




Fonte: Guia-me

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