A Intel anunciou a chegada ao país de soluções integradas (hardware e software) baseadas na segunda geração de processadores da família Core, também conhecidos pelo codinome Sandy Bridge, arquitetura que tem entre seus diferenciais melhor desempenho do chipset gráfico integrado e menor consumo de energia.
Treze fabricantes (CCE, Dell, Lenovo, LG, Itautec, Megaware, Positivo, Philco, Samsung, Sony, HP, Asus e Semp Toshiba) começarão a vender notebooks e desktops equipados com a segunda geração dos processadores Core i3, i5 e i7 entre o fim de março e o início de abril.
A segunda geração conviverá algum tempo no mercado com máquinas Core i3, i5 e i7 de primeira geração. Para diferenciar uma da outra, a Intel incluiu uma tarja amarela no logo dos processadores da segunda, por padrão afixados nos gabinetes das máquinas. As máquinas i3 serão direcionadas ao consumidor mais sensível a preço e terão processadores de dois núcleos. AS i5 deverão ser as mais encontradas no mercado, e diferenciam-se das i3 por terem o recurso Turbo Boost 2.0 e mais núcleos. Já as máquinas i7 terão todos os recursos de alto desempenho disponíveis para a plataforma (cache, Hyper Threading etc), com processadores de quatro e até seis núcleos.
Cada fabricante decidirá data e preço. A Positivo, por exemplo, pretende iniciar a venda do primeiro modelo de notebook com o processador i5 2410M, o Premium N8530, no início de abril, com 4GB de RAM, a R$ 1,9 mil. Só depois, dependendo dos estoques e promoções de máquinas da antiga geração, começarão a chegar ao mercado os modelos com i3 e depois, os i7. Já a LG começa a vender no fim de março o modelo A520-P, com processador i7, ainda sem preço definido.
A disponibilidade da nova geração de processadores da família Core, lançada em janeiro durante a CES, em Las Vegas, foi anunciada pelo novo presidente da Intel Brasil, Fernando Martins, que destacou entre suas missões à frente da companhia no país o esforço para reduzir ainda mais o tempo entre o laçamento de novos tecnologias pela matriz e a chegada de soluções ao mercado brasileiro, otimizadas por OEMs, fabricantes e parceiros de software para as necessidades dos consumidores locais.
"A tendência de uso é clara. Nossas interações com os computadores são cada vez mais visuais e imersivas. O brasileiro, por sua vez, é muito apaixonado por redes sociais e compartilhamento de fotos, vídeos, músicas e jogos em alta definição. Os produtos desses treze fabricantes oferecem ao consumidor brasileiro uma experiência visual rica e completa", afirma Martins.
Segundo a Intel, a segunda geração de processadores da família Core é adaptável, do ponto de vista de performance do processador, graças à tecnologia Turbo Boost 2.0; oferece melhor experiência visual, com a combinação de tecnologias visuais como HD, Quick Sync Video, Insider e AVX; é compartilhável, a partir do uso da tecnologia InTru 3-D, que possibilita a transmissão de conteúdo estereoscópico 3D para HDTVs e monitores compatíveis com a tecnologia 3D via HDMI 1.4; e stereo 3D, por meio do uso de processadores gráficos 3D com múltiplos núcleos.
Completam o rol de tecnologias incorporadas à segunda geração da família Core o uso de uma nova versão do padrão Wireless Display (WiDi) agora com resolução 1080p e proteção de conteúdo, e a Clear Video, que melhora a qualidade visual e a definição de cores durante a reprodução. A Intel garante ainda que, com a incorporação da tecnologia HD Graphics ao processador, os usuários serão capazes de rodar até 80% dos jogos no mercado sem a necessidade de uso de uma placa gráfica adicional.
Servidores
Apresentada semana passada nos Estados Unidos, os processadores de arquitetura Sandy Bridge direcionado ao mercado de servidores ainda não têm data de lançamento prevista para o Brasil. A princípio, serão três modelos da família Xeon (C202, C204 e C206).
Fernando Martins acredita que as otimizações gráficas chegarão também a modelos da família Atom. Principalmente nops modelos para tablets. Mas não sabe precisar quando.
Fonte: IDG Now
Recentemente, tem se falado sobre o reavivamento no Brasil, visto a explosão demográfica da população evangélica, estimada em 57,4 milhões para este ano de 2011 de acordo com recente estimativa da Missão Internacional Servindo aos Pastores e Líderes (SEPAL).
O Reverendo Hernandes Dias Lopes, apresentador de programa na TV Presbiteriana do Brasil sobre o “reavivamento e o sepultamento,” disse em entrevista ao The Christian Post, hoje, que não acredita que a explosão do crescimento da Igreja evangélica do Brasil seja um sinal de um reavivamento espiritual.
“A explosão de crescimento numérico da Igreja brasileira tem muito a ver com um evangelho que eu chamaria de um evangelho híbrido, sincrético, com práticas completamente estranhas à palavra de Deus,” afirmou ele.
E adicionou “Um evangelho voltado apenas para a questão da prosperidade, para a questão das curas, o evangelho focado e centrado no homem.”
Para ele, as pessoas estão procurando “aquilo que funciona,” “aquilo que o povo gosta” e não procurando “aquilo que glorifica a Deus.”
“Esse crescimento tem extensão mas não tem profundidade.”
Luis André Bruneto, missionário da SEPAL, que anunciou em estudo realizado em 2010, a projeção para a população evangélica chegará a 109,3 milhões em 2020, seguindo uma taxa de crescimento anual de 7,42%.
Apesar dessas estimativas, o pesquisador da SEPAL também não acredita que esteja acontecendo um reavivamento, caracterizado por profundas mudanças na sociedade.
Entretanto, para muitos isso pode se tratar de um reavivamento da Igreja brasileira. Teólogos e antropólogos ouvidos pela conhecida revista brasileira éPOCA em 2010, disseram que a população evangélica, a partir do crescimento numérico, contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos.
Alguns motivos de porque a Igreja brasileira está crescendo tanto, o Bruneto listou, “o evangelismo aguerrido dos evangélicos, a adoção de regras menos rígidas, a ampliação da visão da vida cristã para dentro da sociedade, a flexibilidade dos costumes e o aumento da classe média.”
O Reverendo Hernandes explicou que o reavivamento se expressa pelo arrependimento do pecado, pela sede de santidade, pela volta à Escritura, pela volta à oração, à evangelização.”
“Quando a Igreja se volta para Deus não por aquilo que Deus dá, mas por aquilo que Deus é, é aí que a Igreja experimenta um reavivamento.”
Na opinião do Reverendo, a Igreja evangélica brasileira precisa passar por uma reforma, voltando-se para as escrituras, tendo “os mesmos valores e princípios que inspiraram a reforma do século 16, ou seja, só a escritura, só a graça, só a Cristo, só a Deus a glória.”
O Reverendo alertou que essa mudança começa pelos pastores, dizendo “o reavivamento começa nos púlpitos e não nos bancos ... Porque se os pastores forem inflamados pelo reavivamento espiritual eles serão então esses instrumentos de Deus para atear este fogo também nos crentes.
A história da Igreja evangélica brasileira, segundo Johnny Torralbo Bernardo, apologista fundador do Instituto de Pesquisas Religiosas do Brasil (INPR) apresenta o surgimento da força evangélica nacional através das Igrejas pentecostais, com a Assembléia de Deus fundada por Daniel Berg e Gunnar Vingren, vindos dos EUA, em princípios do século 20.
“Foi a primeira onda do pentecostalismo brasileiro,” informou Bernardo ao The Christian Post.
Em seguida, o Brasil viria a ser tomado por uma onda de “neopentecostalismo,” com as principais denominações do país tais como a Igreja Internacional da Graça de Deus (com mais de 2.000 igrejas em todo o mundo sem informações do número de fiéis no país) e a Igreja Apostólica Renascer em Cristo (com cerca de 120.000 fiéis no país).
O apologista citou o método de “Igrejas em células” advindo da Igreja coreana Full Gospel Church, na Coreia do Sul que foi implantado no país. Assim de pouco menos de 20 membros hoje há Igrejas que contabilizam uma média de cinco a seis mil crentes que frequentam os cultos regularmente, no Brasil.
CRISTIAN POST










Estátua chamada de "Rei dos Reis" tinhas 19 metros de altura e pesava 7 toneladas (Foto: AP/Glenn Hartong - The Enquirer)

Que a Expo Music Gospel nasceu com a vocação empreendedora já não é mais nenhuma novidade. O termo “pioneirismo” tem sido a tônica do evento nos últimos meses. E seguindo esta tendência, a MR1 Comunicação & Marketing, agência líder no mercado Gospel, acaba de lançar o primeiro Cartão de Vantagens vinculado à uma feira no Brasil, o EXPO MUSIC GOSPEL CARD.



