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segunda-feira, 3 de novembro de 2025
domingo, 2 de novembro de 2025
O Jornal Circuito Paulista reforça seu compromisso com a informação responsável e o bem-estar da população, mantendo cobertura total das condições climáticas e ocorrências em toda a região.
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Vítimas são as verdadeiras vítimas — não os criminosos
Vítimas são as verdadeiras vítimas — não os criminosos
Chega dessa história de que criminoso é “vítima da sociedade”. Cada um escolhe o caminho que quer seguir na vida. Essa conversa fiada, defendida com unhas e dentes pela esquerda, é o refúgio ideológico de quem tenta justificar o injustificável — como matar, roubar, estuprar e espalhar o terror nas comunidades.
A ação da Polícia no Rio de Janeiro foi legítima e necessária. Quando um indivíduo empunha uma arma contra o Estado, contra a lei e contra a vida de policiais, está assumindo o risco de morrer. Polícia não é inimiga — é a linha que separa a ordem do caos.
Vítimas são as pessoas de bem, trabalhadoras, pais e mães que saem cedo de casa e vivem sob medo constante. Vítimas são os inocentes que perdem a vida em meio ao confronto imposto por quem escolheu viver à margem da lei.
A verdade é simples: quem sai de casa para matar ou desafiar a polícia não pode ser tratado como vítima. O papel da força policial é proteger a sociedade, e não servir de alvo.
Governador Ronaldo Caiado visita Gustavo Reis em Jaguariúna e elogia liderança do ex-prefeito
Governador Ronaldo Caiado visita Gustavo Reis em Jaguariúna e elogia liderança do ex-prefeito
O governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, esteve na noite do sábado, 1º de novembro, na casa do ex-prefeito de Jaguariúna, Gustavo Reis, que governou o município por três mandatos e presidiu por cinco vezes a Região Metropolitana de Campinas (RMC).
Também estiveram presentes o secretário de Governo do Estado de São Paulo, Gilberto Kassab, e o prefeito de Campinas e atual presidente da RMC, Dário Saadi.
Durante o encontro, Caiado destacou a trajetória política e a capacidade de gestão de Gustavo Reis, a quem chamou de uma das principais lideranças do Estado de São Paulo.
“O Gustavo tem uma visão moderna, é preparado e será um excelente representante de São Paulo no Congresso Nacional. Tive a oportunidade de dividir com ele um debate em Nova York e fiquei impressionado com o seu preparo e conhecimento sobre gestão pública e desenvolvimento regional”, afirmou o governador.
Gustavo Reis agradeceu a visita e retribuiu os elogios, ressaltando a importância da liderança de Caiado no cenário nacional.
“É uma honra receber o governador Ronaldo Caiado, que é hoje uma das principais referências políticas do Brasil. Ele tem feito um trabalho extraordinário em Goiás, com resultados que o colocam entre os melhores gestores do país. É um homem de coragem, que defende suas ideias e convicções com firmeza, sempre em favor da liberdade econômica e do pleno desenvolvimento do nosso país”, afirmou Gustavo.
O encontro reforçou a sintonia entre lideranças que compartilham a defesa de uma gestão pública eficiente, baseada em resultados e no fortalecimento das instituições democráticas.
A visita do governador aconteceu durante a comemoração do aniversário de Gustavo Reis, que reuniu amigos e lideranças políticas de diversas regiões do Estado.
quarta-feira, 22 de outubro de 2025
PREGAÇÃO SOBRE O TEMA - 🙌 TEMA: QUANDO A IGREJA É DESUNIDA, O REINO NÃO SUBSISTE
🙌 TEMA: QUANDO A IGREJA É DESUNIDA, O REINO NÃO SUBSISTE
🔹 Texto base:
“Todo reino dividido contra si mesmo será devastado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.”
(Mateus 12:25)
🕊️ INTRODUÇÃO
Vivemos dias sombrios espiritualmente. O inimigo não está mais tentando destruir a Igreja de fora para dentro — ele tem feito isso de dentro para fora. O diabo entendeu que não precisa fechar templos se conseguir dividir corações. Ele percebeu que uma Igreja desunida é uma Igreja sem poder. E é exatamente isso que temos visto: igrejas que não se falam, pastores que competem, ministérios que se desprezam e irmãos que se afastam por causa de orgulho e vaidade.
Mas Jesus foi claro: “Se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode subsistir.” (Marcos 3:24).
A mensagem desta noite é um alerta de Deus: uma Igreja dividida não resiste, e um Reino em guerra interna não prevalece.
🔟 CAPÍTULO 1 — O INIMIGO DA UNIDADE É A SOBERBA
“A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda.”
(Provérbios 16:18)
A raiz da divisão é o orgulho. Quando o homem começa a achar que sabe mais do que Deus, ele passa a edificar altares para si mesmo. Muitos líderes hoje estão construindo ministérios não para a glória de Cristo, mas para a glória do próprio nome. O orgulho tem feito mais estragos na Igreja do que o pecado declarado. Onde há soberba, o Espírito Santo não habita. Deus não divide espaço com o ego humano.
🔟 CAPÍTULO 2 — O REINO DAS PLAQUETAS
“Está Cristo dividido? Foi Paulo crucificado por vós?”
(1 Coríntios 1:13)
O apóstolo Paulo enfrentou o mesmo problema: crentes brigando por bandeiras denominacionais. Hoje, vivemos o mesmo cenário — igrejas com o mesmo nome, a mesma fé, mas separadas por orgulho institucional. No céu não existe placa de igreja. No céu só existem salvos. Se a Igreja continuar mais preocupada em defender logotipos do que almas, o Reino deixará de crescer. Cristo é um só, e o Corpo também deve ser um.
🔟 CAPÍTULO 3 — A GUERRA ENTRE IRMÃOS
“Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso.”
(1 João 4:20)
Há ministérios que não se suportam, igrejas que não se visitam, pastores que não se cumprimentam. O evangelho que prega amor, mas vive ódio, é incoerente. Jesus não morreu por denominações, Ele morreu por pessoas. O que vemos hoje é uma guerra silenciosa dentro do Corpo de Cristo. E uma guerra dentro do corpo é autodestruição — o braço lutando contra a perna, o olho invejando a mão. Isso não é evangelho, é doença espiritual.
🔟 CAPÍTULO 4 — O AMOR QUE COBRE O ORGULHO
“O amor cobre uma multidão de pecados.”
(1 Pedro 4:8)
A única força capaz de curar a divisão da Igreja é o amor. Mas não o amor de palavras — o amor que age, que perdoa, que abraça. O amor que prefere a unidade à razão, o perdão ao orgulho. O amor que entende que todos somos imperfeitos e que o único perfeito é Cristo. Quando o amor verdadeiro reina, o orgulho morre e o Espírito Santo volta a agir com poder.
🔟 CAPÍTULO 5 — O PODER DA IGREJA UNIDA
“Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.”
(Mateus 18:20)
O poder da Igreja está na comunhão. Quando a Igreja se une, o céu se abre. Quando a Igreja se divide, o céu se fecha. Um exército só vence se marchar junto. A oração de um crente tem poder, mas a oração de um povo unido move o sobrenatural. O diabo sabe disso, por isso ele tenta isolar, dividir, semear intrigas. Ele teme uma Igreja que ora unida e anda em santidade.
🔟 CAPÍTULO 6 — O SILÊNCIO DO ESPÍRITO SANTO
“Não entristeçais o Espírito Santo de Deus.”
(Efésios 4:30)
O Espírito Santo se entristece quando vê irmãos brigando, líderes competindo, ministérios se atacando. Onde há contenda, Ele se afasta. E quando o Espírito se afasta, o templo vira apenas um prédio, o culto vira um show e o altar vira um palco. O Espírito Santo não habita em meio à confusão, Ele habita onde há paz e humildade.
🔟 CAPÍTULO 7 — O REINO QUE NÃO SUBSISTE
“E toda casa dividida contra si mesma não subsistirá.”
(Mateus 12:25)
A divisão da Igreja é a ruína do Reino. Uma casa dividida cai. Um corpo dividido morre. Uma igreja dividida perde autoridade. Enquanto brigamos, o inferno cresce. Enquanto discutimos quem está certo, almas se perdem. O inimigo não precisa perseguir a Igreja quando ela mesma se destrói por dentro.
🔟 CAPÍTULO 8 — O CHAMADO AO ARREPENDIMENTO
“Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter de seus maus caminhos...”
(2 Crônicas 7:14)
O tempo é de arrependimento. Deus está chamando a Igreja a se quebrantar. É hora de rasgar o coração e abandonar a vaidade ministerial. O avivamento que o Brasil espera não virá por conferências, mas por corações arrependidos. O Espírito Santo voltará a operar quando os altares forem purificados e os irmãos voltarem a se abraçar.
🔟 CAPÍTULO 9 — A RESTAURAÇÃO DA COMUNHÃO
“Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!”
(Salmo 133:1)
A unidade é a fragrância do céu. Onde há comunhão, há bênção. Onde há perdão, há poder. Onde há unidade, Deus ordena vida. A Igreja precisa voltar a ser família, e não empresa. Precisa voltar a ser Corpo, e não corporação. Quando a comunhão é restaurada, os milagres voltam, o fogo reacende e o Reino avança.
🔟 CAPÍTULO 10 — O ÚNICO NOME QUE DEVE SER EXALTADO
“Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo nome.”
(Filipenses 2:9)
No fim, tudo se resume a isso: Jesus é o centro.
Ele é o dono da Igreja, o fundamento, o cabeça e o motivo. Nenhum ministério é dono do Reino. Nenhum pastor é dono das ovelhas. Nenhuma placa é dona da verdade. O único nome digno de ser exaltado é o nome de Jesus Cristo. Quando a Igreja voltar os olhos para Ele, e não para si mesma, o Reino voltará a crescer e o céu voltará a sorrir.
🔹 CONCLUSÃO
Uma Igreja dividida é um corpo doente. Uma Igreja unida é um exército invencível. O Espírito Santo está chamando a Igreja brasileira para um tempo de cura, perdão e reconciliação. É tempo de baixar as armas, abandonar a vaidade e reconstruir a unidade do Corpo de Cristo.
Porque um reino dividido não subsiste — mas uma Igreja unida move o céu.
✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente,
o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV.
🕊️ QUANDO A IGREJA É DESUNIDA, O REINO NÃO SUBSISTE
🕊️ QUANDO A IGREJA É DESUNIDA, O REINO NÃO SUBSISTE
Vivemos tempos em que o maior inimigo da Igreja não está lá fora, mas dentro dela. O diabo entendeu que, se não puder destruir a Igreja de Cristo pela perseguição, o fará pela divisão. E tem conseguido. Hoje, vemos congregações que se intitulam “igrejas do Senhor”, mas que não conseguem caminhar lado a lado. Pastores que falam de amor nos púlpitos, mas alimentam o ódio e a competição nos bastidores. Líderes que se dizem servos de Deus, mas que não suportam ver o crescimento do ministério vizinho. E assim, o Corpo de Cristo sangra, enquanto o inimigo aplaude de pé a desunião entre aqueles que deveriam ser um só povo.
Em muitas cidades, o retrato é o mesmo: ministérios que nasceram do mesmo ventre espiritual hoje se enfrentam como inimigos. Igrejas com o mesmo nome e a mesma doutrina não se cumprimentam, não cooperam, não se visitam. Quadrangular contra Quadrangular, Assembleia de Deus contra Assembleia de Deus, pastores que não sentam na mesma mesa e irmãos que não se falam. A pergunta que ecoa é simples: que evangelho é esse que fala de amor, mas não vive o perdão? Que fé é essa que ergue as mãos para adorar a Deus, mas as fecha para não apertar a mão de um irmão?
Jesus foi claro ao dizer: “Todo reino dividido contra si mesmo é devastado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mateus 12:25). Se o próprio Cristo declarou que a divisão é o caminho da ruína, por que a Igreja insiste em se dividir? Por que há tanta vaidade, tanta disputa por poder, por púlpito, por fama? Muitos estão mais preocupados com placas e denominações do que com a salvação das almas. A Igreja se tornou, em muitos lugares, um campo de batalha por egos e status, esquecendo que o verdadeiro Senhor da obra é Deus, e não o homem.
No céu não há placa de igreja. Não existe “Assembleia de Deus do Céu”, nem “Quadrangular Celestial”, nem “Batista Eterna”. No céu há salvos lavados e remidos pelo sangue do Cordeiro. Há adoradores que amaram o Senhor mais do que suas tradições, mais do que seus títulos e suas disputas. O que existe no céu é unidade. Os anjos não competem entre si, os serafins não disputam posição, e o trono de Deus é um só. O que será de muitos que pregam aqui sobre o céu, mas vivem como se o inferno fosse sua verdadeira pátria espiritual?
O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios repreendendo-os pela mesma atitude: “Quero dizer com isto que cada um de vós declara: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. Está Cristo dividido?” (1 Coríntios 1:12-13). A resposta é não! Cristo não está dividido. Mas Sua Igreja, infelizmente, está. E enquanto os líderes brigam, as almas perecem. Enquanto uns lutam para provar quem tem a “doutrina mais pura”, o mundo caminha para o abismo. Enquanto há divisão, o inferno se enche, e o céu se entristece.
O pior é que muitos justificam suas divisões com a falsa ideia de “defender a verdade”. Dizem: “Nosso ministério é o único certo”, “a nossa doutrina é a verdadeira”, “Deus só opera aqui”. Que engano mortal! O verdadeiro evangelho não se defende com guerras internas, mas com frutos do Espírito. O Espírito Santo não habita em templos onde há vaidade, contenda e divisão. Ele se move onde há humildade, arrependimento e amor. E o amor, segundo a Palavra, “cobre uma multidão de pecados” (1 Pedro 4:8). O amor une o que o orgulho separa.
Essa divisão não apenas entristece a Deus, mas enfraquece o poder da Igreja na Terra. Uma igreja desunida perde autoridade espiritual. Os demônios não respeitam igrejas que brigam entre si. O inferno treme diante de uma Igreja que ora unida, não diante de ministérios que competem. É por isso que o inimigo trabalha para gerar fofocas, ciúmes e divisões. Ele sabe que, se conseguir dividir o Corpo, enfraquece o poder da oração e silencia a voz profética da Igreja.
É tempo de arrependimento. Tempo de rasgar as vestes da religião e vestir o manto da humildade. Tempo de entender que não somos donos da verdade, somos servos dela. A Igreja precisa voltar a ser Corpo e não corporação. Precisa voltar a se reunir em torno de Cristo, e não em torno de nomes, placas ou ministérios. Só há um caminho para a restauração: quebrantamento. Só há uma bandeira a ser levantada: a da cruz. E só há um nome que deve ser exaltado: o nome de Jesus Cristo.
Se o povo que se chama pelo nome do Senhor se humilhar, orar, buscar e se converter de seus maus caminhos, Deus ouvirá dos céus e sarará a terra. Mas enquanto houver soberba nos altares e divisão entre irmãos, a Igreja continuará enferma, e o Reino deixará de crescer. Porque onde há desunião, o Espírito Santo não permanece. Ele habita onde há paz, comunhão e verdade. É tempo de abandonar as vaidades e reconstruir os muros da unidade espiritual.
A verdadeira Igreja de Cristo é feita de corações que amam, não de ministérios que competem. O verdadeiro servo é aquele que alegra-se com a vitória do outro. O verdadeiro pastor é aquele que abraça o rebanho, mesmo que ele não seja o seu. O verdadeiro evangelho não tem cor denominacional, ele tem a cor do sangue de Jesus. Que a Igreja acorde, antes que seja tarde. Porque um reino dividido não subsiste, e um corpo em guerra contra si mesmo está fadado à morte.
✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Apresentador Robertão Chapa Quente,
o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital, RMC TV, Grupo JDB de Comunicação e Notícias e Rádio Notícia, detentor das marcas registradas Jornal Digital do Brasil e RMC TV.
domingo, 5 de outubro de 2025
🕊️ O VÉU JÁ FOI RASGADO: NENHUM HOMEM PODE COSTURAR O QUE DEUS RASGOU
🕊️ O VÉU JÁ FOI RASGADO: NENHUM HOMEM PODE COSTURAR O QUE DEUS RASGOU
Vivemos dias em que muitos ministérios, movidos por vaidade espiritual e desejo de controle, tentam costurar novamente o véu que o próprio Deus rasgou. Tentam erguer barreiras entre o homem e o Senhor, como se o sangue de Cristo não fosse suficiente para dar-nos acesso direto ao Pai.
A Palavra é clara e inquestionável. Em Mateus 27:51, está escrito:
“E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras.”
O véu separava o Lugar Santo do Santo dos Santos — símbolo da separação entre Deus e os homens por causa do pecado. Apenas o sumo sacerdote, uma vez por ano, podia entrar ali com sacrifício de sangue para expiação. Mas quando Cristo entregou Seu espírito, Deus mesmo rasgou o véu “de alto a baixo”, mostrando que a iniciativa veio do céu, não da terra.
🔹 O significado teológico é profundo:
O véu rasgado representa o fim da antiga aliança e o início da Nova Aliança em Cristo Jesus. O homem não precisa mais de mediadores terrenos, de líderes que monopolizam a presença divina ou que impõem rituais como condição de acesso a Deus. Em Cristo, todos somos sacerdotes — conforme 1 Pedro 2:9, “vós sois geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido.”
Mas o que vemos hoje?
Homens e ministérios querendo reerguer o véu, reintroduzindo hierarquias abusivas, dependências espirituais e manipulações. Pregam a graça, mas vivem do domínio. Chamam-se pastores, mas agem como donos de rebanho. Exigem intermediação, quando Cristo já nos tornou filhos livres.
Paulo, em Gálatas 5:1, nos adverte:
“Permanecei, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não vos submetais outra vez ao jugo da servidão.”
Voltar ao véu é rejeitar a cruz. É negar o poder do sangue. É agir como se o sacrifício não tivesse sido completo. E isso é um perigo espiritual profundo, pois tenta invalidar a obra consumada no Calvário.
🕊️ A exegese nos mostra algo glorioso:
Quando o véu se rasgou, o caminho foi aberto não apenas para o homem entrar, mas para Deus sair. Ele não habita mais em templos feitos por mãos humanas (Atos 17:24), mas em corações regenerados. O Espírito Santo é hoje o elo direto entre o céu e a terra, e ninguém tem o direito de interpor-se nesse acesso.
Portanto, quem tenta costurar o véu, tenta fechar o caminho que o próprio Deus abriu. E isso é rebelião espiritual.
⚔️ A mensagem é clara:
O acesso é direto. A comunhão é pessoal. A salvação é pela fé.
Nenhum título, posição ou ministério tem autoridade para colocar o homem de volta atrás do véu.
Cristo rasgou o véu — e com ele, rasgou também todo sistema religioso que coloca o homem acima da graça.
📖 “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne.”
(Hebreus 10:19-20)
Que cada um de nós viva nessa ousadia santa — livres, redimidos e em acesso direto ao trono da graça.
Porque o véu foi rasgado — e ninguém tem autoridade para costurá-lo novamente.
✍️ Jornalista, Radialista, Blogueiro, Escritor e Líder Cristão Robertão Chapa Quente, o jornalista policial número um do Circuito das Águas Paulista — do Jornal Digital Regional, Jornal Circuito Paulista, Jornal Digital do Brasil, TV Digital e RMC TV.
📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO
📰 ROBERTÃO CHAPA QUENTE — JORNALISMO, CORAGEM E A CONSTRUÇÃO DO MAIOR GRUPO DIGITAL DE INFORMAÇÃO DA REGIÃO Origem Roberto Torrecilhas,...
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