
Em prolixo discurso público (e tom enfático, como de costume), durante visita de cortesia ao encontro de prefeitos do Partido Social Cristão (PSC) em março deste ano, em Brasília, a opinião do senador era bem diferente. Ele disse: “há um processo de destruição da família em andamento e que vai se intensificar após a eleição”. A seguir, citou uma resolução do PT relacionada à candidatura Dilma (partido e candidatura que recebem agora seu apoio) que teria cinco pontos, entre elas a legalização da união de homossexuais. Após também criticar o outro lado da disputa presidencial mencionando o fato de Fernando Henrique Cardoso defender a legalização das drogas, voltou ao PT para falar sobre o governo: “ninguém merece um país que tem um ministro que vai às ruas defender a legalização das drogas”, provável referência ao então ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc.
Ainda no discurso aos membros do PSC em março em Brasília, Malta declarou que Serra e Dilma precisam explicitar suas propostas relacionadas à família no seu programa de governo: “eles têm que explicar se (legalização das drogas) está no programa de governo. Tenho 30 anos que tiro drogados das ruas. Eles não conhecem a dor das mães que têm um filho viciado. A família é a base de tudo”. Falou dos vários Projetos de Lei na Câmara contrários aos valores familiares e repetiu ser “um momento difícil que vamos enfrentar após o período eleitoral”.
Pelo apoio manifestado a Dilma e ao PT nas últimas semanas, parece que esta preocupação não existe mais.
Fonte: Agência Soma / Gospel+
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