terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

APOSTASIA - A MARCA DO FINAL DOS TEMPOS . Pastoras Lésbicas reúnem milhares de evangélicos homossexuais.

SATRAPAS OU SAPATAS ?

Amados , me deparei com essa noticia postada em um site e  resolvi mostrar a  quantas andam a  apostasia .
Marca essa que solidifica mais ainda que JESUS esta prestes a voltar.

segue a matéria postada no site http://vejatech.com/pastoraslesbicas/


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Diz a tradição cristã que enxurradas de enxofre e labaredas de fogo caíram do céu no dia em que Deus destruiu as cidades de Sodoma e Gomorra e matou todos os seus habitantes. Esse teria sido o castigo divino pelos pecados que os cidadãos tinham cometido: assassinato de crianças e idosos, estupros e sexo grupal entre homens. Assim, os sodomitas, tais como os ladrões e tantos outros criminosos listados na Bíblia, não herdariam o reino dos céus.
A história é repetida à exaustão hoje em templos evangélicos como a prova de que Deus condena os homossexuais. Programas de televisão pentecostais defendem a “cura gay” apoiados nessa passagem do texto bíblico e defendem que reverter a sexualidade não só é possível como necessário para evitar o encontro com o Diabo. “A verdade é que ninguém quer ir pro inferno”, diz Lanna Holder, 40 anos, sete dos quais passou defendendo essa tese.
Em 1996, aos 21 anos, ela entrou para a Assembleia de Deus, a maior organização evangélica do Brasil, em busca de solução para dois problemas que considerava graves: o uso de drogas (Lanna cheirava cocaína, fumava maconha e bebia muito) e a atração por meninas. O primeiro ela solucionou depois de um só culto. Já o segundo, descobriu ser mais difícil.

Em 2011, erguida com as economias de ambas, surgiu a Comunidade Cidade de Refúgio – no mesmo período em que o casamento gay passou a ser legal no Brasil e elas viraram esposas pela lei. Havia cerca de 200 pessoas na inauguração.
Desde então, o número se multiplica exponencialmente (três anos depois, a quantidade de fiéis – vários com histórias parecidas com a do casal – já é dez vezes maior) hoje, é a igreja inclusiva que mais cresce no país. Tanto que, no culto, a voz de Lanna se dirige às muitas pessoas no salão da igreja, mas não só. Há fiéis que acompanham ao vivo pela internet, no interior do país, em Portugal, nos Estados Unidos e no Japão. A lista dos locais conectados é lida a cada domingo, um jeito de aproximar o público online da sede, na Avenida São João.
Lá, um telão instalado no subsolo leva a imagem da pastora aos que não couberam no salão principal. De um espaço improvisado, cheio de gente com vontade de se tornar visível, surgem vozes guturais, sufocadas. Juntas, as fiéis gritam: “Aleluia!”.
igreja4Lanna Holder Tem a seu lado a mulher, a cantora Rosania Rocha, 41 anos, que também lutou por anos contra a própria natureza. A Comunidade Cidade de Refúgio é fruto da história de amor das duas pastoras e já possui quatro filiais além da sede, no Centro de São Paulo, onde os cultos dominicais extrapolam a lotação máxima de 300 fiéis – quase todos gays. Este ano, um novo templo, com capacidade para 2 mil pessoas, será inaugurado.



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