terça-feira, 14 de julho de 2015

Lugares bíblicos são novos patrimônios mundiais da UNESCO


Lugares bíblicos são novos patrimônios mundiais da UNESCO
A reunião anual do Comitê de Patrimônio Mundial da UNESCO terminou com a revelação dos 24 novos lugares que passam a ser reconhecidos por sua importância para a história da humanidade.
A lista inclui diferentes tipos de locais, incluindo reservas naturais e edificações humanas. Eles estão localizados em diferentes continentes e possuem algum aspecto distintivo que os fez receber o título de “Patrimônio da Humanidade”.
Este ano dois lugares bíblicos foram incluídos: Betânia além do Jordão e Éfeso. O local onde se crê que João Batista batizou Jesus fica na margem oriental do rio Jordão, a nove quilômetros do Mar Morto. Embora pertencesse a Israel nos tempos do Novo Testamento, hoje faz parte da Jordânia, mais especificamente na cidade de Balqa.
Em árabe seu nome é Al-Maghtas e recebe anualmente muitos visitantes. Ali está edificada há séculos uma igreja dedicada a João Batista. Junto a este existe um sítio arqueológico que inclui “o morro de Elias”, tradicionalmente apontado como o local de nascimento do profeta Elias. Segundo a tradição judaica, foi nesse lugar onde os israelitas atravessaram o rio Jordão a pé para entrarem em Canaã sob o comando de Josué.
O outro local que passou a ser patrimônio são as ruinas de Éfeso, na cidade de Selçuk, Turquia. Fundada por gregos no século X a.C., o local possui uma longa história, era a capital da região de Arzawa no tempo do império hitita.
Durante o período clássico da Grécia antiga, era uma das dez cidades da Liga Jônica. Na época do Império Romano ficava localizada na região chamada de Ásia Menor. O apóstolo Paulo esteve ali em suas viagens missionárias, plantou uma igreja e morou na cidade por pelo menos três anos. Sua carta aos Efésios era endereçada aos cristãos que ali viviam.
Segundo a tradição, o apóstolo João foi pastor da igreja de Éfeso e morreu ali. Também é uma das sete igrejas mencionadas no Livro de Apocalipse.
No início da era bizantina, chegou a ser a segunda cidade mais populosa do Império, logo depois de Roma.
Atualmente, é um grande sítio arqueológico, dentro da província de Izmir (conhecida como Esmirna no NT). As ruínas da cidade vêm sendo escavadas desde os anos 1860. Seu monumento mais conhecido era o Templo de Diana (ou Artêmis), uma das sete maravilhas do mundo antigo.
Teve grande importância para o cristianismo por ter sediado dois concílios da Igreja antiga. 

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