Os estudantes protestaram nesta terça-feira gritando palavras de ordem como "morte à América e aos judeus"
Centenas de estudantes da Universidade de Cabul protestaram nesta terça-feira contra a queima de um exemplar do Corão em uma igreja americana, no marco de uma onda de protestos que já deixaram 20 mortos desde a última sexta-feira.
Os estudantes gritaram palavras de ordem como "morte à América e aos judeus" nas instalações da universidade, segundo testemunhas ouvidas pela agência Efe.
A reivindicação dos manifestantes é que os responsáveis pela queima do Corão, dois pastores evangélicos de uma comunidade da Flórida, sejam levados à justiça.
"Esta é uma ação desumana e desprezível contra todos os muçulmanos do mundo. Vamos seguir protestando, a menos que sejam processados os predicadores", disse um dos estudantes, Nasser Tayyip.
Cerca de 20 pessoas foram mortas e quase 150 ficaram feridas desde a última sexta-feira em protestos no norte e sul do Afeganistão que degeneraram em violência, embora grandes reuniões em outras partes do país tenham terminado pacificamente.
Doze pessoas morreram e mais de 110 ficaram feridas em Kandahar no sábado e domingo, quando manifestantes agitando bandeiras do Taleban e gritando "Morte à América" incendiaram carros, depredaram lojas e saquearam uma escola secundária para meninas.
Na sexta-feira sete funcionários estrangeiros da ONU e cinco manifestantes afegãos morreram depois que manifestantes invadiram o escritório da ONU na cidade normalmente pacífica de Mazar-i-Sharif, no norte do país.
Os protestos foram motivados por ultraje suscitado pelo pregador fundamentalista radical cristão Terry Jones, que comandou a queima de um exemplar do Alcorão diante de 50 pessoas em uma igreja da Flórida em 20 de março.
Líderes políticos e militares ocidentais, incluindo o presidente norte-americano Barack Obama e o comandante em chefe das forças dos EUA e Otan no Afeganistão, general David Petraeus, condenaram a queima do Alcorão e também a violência que a seguiu.
As condenações parecem ter feito pouco para aplacar a indignação ou os sentimentos antiocidentais em boa parte da sociedade afegã.
Terry Jones não manifestou arrependimento quanto à queima do Alcorão e desde então prometeu liderar um protesto anti-islã diante da maior mesquita dos Estados Unidos, este mês.
Fonte: Folha Online
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